Pioramos formas de viver, melhoramos formas de matar
Nos divertirmos em frente à TV
Vendo quem a gente não gosta sangrar
Estimulados a nos odiar, acostumados a nos vigiar
Como parasitas sugando a vida
Não vejo saída, me sinto sem ar
Sem liberdade pra falar ou pensar
Já que a verdade aqui é relativa
Experimenta ousar duvidar
O Estado te cala, te bate, te pisa
Lobotomiza, vende ilusão
Cultiva e cativa quem aceita um grilhão
E quem não concorda com a massa é tirado de louco, posto pra vilão
Destruimos nossa tradição
Ética e moral valem porra nenhuma
Normalizamos a destruição, pra extinção é que a gente ruma
Antes que eu suma, e nesse final
Nossos sucessores irão ter a sorte de serem inteligência artificial
Já que a nossa própria só cultiva a morte
Século XVI:
1524: Martinho Lutero defende a educação obrigatória estatal para fins de doutrinação religiosa. O estado alemão de Gota funda a primeira escola pública moderna.
1527: A Turíngia segue o exemplo de Gota e também funda escolas públicas.
1528: Plano Escolar da Saxônia, elaborado por Melanchtohn, cria escolas estatais em todas as cidades e vilarejos.
1536: João Calvino, em Genebra, abre escolas públicas com participação obrigatória para propagar o calvinismo.
1559: Duque Christopher de Württemberg institui o primeiro sistema obrigatório estatal, com multas para faltosos.
1560: Calvinistas franceses (huguenotes) pedem ao rei a instituição da educação obrigatória universal, mas são rejeitados.
1571: Rainha Joana III d’Albret, influenciada pelo calvinismo, torna o ensino primário obrigatório na França.
Século XVII:
1642: A colônia da Baía de Massachusetts aprova uma lei de educação obrigatória para garantir a instrução religiosa e o controle social das crianças.
1647: A colônia da Baía de Massachusetts complementa a lei com o estabelecimento de escolas públicas.
Século XVIII:
Início do século XVIII: Ascensão da Prússia sob o rei Frederico Guilherme I, que promove o despotismo e o militarismo.
1717: Frederico Guilherme I ordena a frequência obrigatória de todas as crianças nas escolas estatais prussianas.
Século XIX:
1807: Após a derrota para Napoleão, a Prússia se reorganiza. Von Stein coloca a educação sob o Ministério do Interior e abole escolas privadas semirreligiosas.
1810: Exame estatal e certificação para professores se tornam obrigatórios na Prússia.
1812: Exame de graduação escolar volta a ser exigido na Prússia para saída da escola estatal.
1816: Archibald D. Murphey, na Carolina do Norte, planeja um sistema de escolas estatais para promover a obediência ao estado.
1820s: Ideais de coerção estatal na educação se espalham pelos EUA, impulsionados pela migração de habitantes da Nova Inglaterra.
1834: Frederico Guilherme III fortalece o sistema prussiano, exigindo aprovação em exames para ingresso em universidades e cargos públicos.
1836: Calvin Stowe defende a adoção do modelo prussiano nos EUA, equiparando a educação obrigatória ao serviço militar.
1840s: Horace Mann estuda o sistema prussiano e se torna um defensor da educação pública nos EUA.
1852: Massachusetts estabelece o primeiro sistema abrangente de educação compulsória nos EUA.
1859: John Stuart Mill, em "On Liberty", apoia a educação obrigatória, mas se opõe a escolas públicas.
1880s: Jules Ferry, na França, impulsiona a educação obrigatória para fins de nacionalismo e preparação militar.
Final do século XIX: Sindicatos e classes superiores na Inglaterra e Europa apoiam a educação obrigatória para moldar o eleitorado e os trabalhadores.
Século XX:
Início do século XX: Regimes totalitários como o fascismo, nazismo e comunismo utilizam a educação obrigatória para doutrinar a juventude.
1940s: Herbert Read critica a educação obrigatória por reprimir a individualidade.
1972: Murray Rothbard publica "Educação: Livre e Obrigatória", condenando a interferência estatal na educação.
Século XXI:
Atualmente: Debate sobre a educação continua, com críticos como Daniel Chaves Claudino defendendo o homeschooling e condenando o modelo prussiano ainda presente nos sistemas educacionais modernos.
A Profecia da Vidente
1. Ouçam-me, peço, ó sagradas raças,
Filhos de Heimdall, grandes e pequenos;
Tu queres, Pai dos Mortos, que eu bem relate
Os contos antigos que lembro dos homens.
3. Era a aurora, quando Ymir viveu,
Não havia mar, nem frias ondas,
Nem terra existia, nem céu acima,
Só um grande vazio e relva alguma.
57. O sol se obscurece, a terra afunda no mar,
As quentes estrelas do céu se lançam,
Cresce feroz o vapor e a chama,
Até que o fogo sobe alto ao céu.
45. Irmãos lutarão e tombarão juntos,
E filhos de irmãs trairão seu sangue.
47. Yggdrasil treme, e seus galhos estremecem,
Os antigos troncos gemem, e o gigante se solta.
58. Agora Garm uiva alto diante de Gnipahellir,
As amarras se rompem e o lobo corre livre;
Muito sei e posso ver além,
O destino dos deuses, os fortes na batalha.
59. Agora vejo a terra renascer,
Verde e fértil, emergindo das águas;
As cachoeiras caem, e uma águia voa,
Pousando nas montanhas, à caça de peixes.
64. Mais bela que o sol, uma sala eu vejo,
Coberta de ouro, erguida em Gimlé;
Ali os justos reis habitarão,
E felicidade eterna desfrutarão.
65. Eis que vem do alto um senhor poderoso,
Grande soberano, a tudo governa.
Não aguenta um tapa mas vem falar grosso
Pica se acha, mas tem papo torto
Não cola com nóis, nem ouço tua voz
Amigo é o caralho, pra você sou algoz
Não é questão de ser marrento ou grosso
Mas papo de cuzão, ramelão, me dá nojo
Pega a visão que a paciência é pouca
Tu tem teto de vidro? Peixe morre pela boca