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HoppeAna
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Estado? Não, obrigada!
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HoppeAna 1 year ago
No Brasil eles ROUBAM DOS POBRES e, quando descobertos, FAZEM OUTROS POBRES PAGAREM A CONTA. image
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HoppeAna 1 year ago
"Ainnnn Ana, a segunda camisa da seleção brasileira vai ser vermelha." Pra mim, a primeira já é. image
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HoppeAna 1 year ago
O Banco Central abriu uma consulta pública para restringir não apenas o uso do termo “banco”, mas também a própria operação de fintechs que atuam como instituições de pagamento. Empresas como Nubank (com valor de mercado superior a R$ 333 bilhões), Banco Inter, PicPay, Neon, Mercado Pago e tantas outras, que criaram modelos financeiros alternativos ao sistema bancário tradicional, agora terão dois caminhos: obter uma licença bancária — controlada e autorizada pelo próprio BC — ou operar subordinadas a um banco já existente. O discurso de transparência encobre o verdadeiro movimento: em vez de reforçar os instrumentos de fiscalização para coibir movimentações ilícitas, opta-se por restringir estruturalmente o mercado. Sob o pretexto de proteger o consumidor da "confusão" entre bancos e instituições de pagamento, limita-se a concorrência, eleva-se o custo de entrada e fortalece-se ainda mais a concentração do sistema financeiro. Não é novidade que a imprensa, que mantém relações íntimas com o mercado financeiro — e em muitos casos abriga controladores de bancos entre seus acionistas — silencie sobre o impacto estrutural da medida. A grande mídia não prioriza a liberdade econômica, a concorrência real ou a independência frente aos monopólios; pelo contrário, atua sistematicamente de forma parcial, defendendo o modelo de concentração sob o rótulo de ser "pró-mercado". A restrição às fintechs não é apenas tolerada: é normalizada como se fosse um ajuste técnico, sem qualquer debate público sobre suas reais consequências. From: Twitter image
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HoppeAna 1 year ago
Assisti os dois primeiros capítulos da quinta temporada da série "The Chosen" no cinema. Os ingressos foram comprados pela Internet. Bem legal! Mas um detalhe me incomodou. Não do filme, mas do cinema. Reparei que a franquia do Cynemark tinha vários cartazes de outros filmes, mas não desse. Reparei também que a animação "Rei dos Reis" também não tinha nenhum anúncio na frente do cinema igual os outros filmes. Só tinha um pequeno pôster perto da catraca. Será que esse pessoal abre mão até do lucro pra não anunciar filmes cristãos? 🤔