O que é o Nostr?
"O Nostr é um protocolo criado e desenvolvido por libertários contrários a toda forma de censura e que, consequentemente, prezam pela liberdade de expressão de todos". Correto?
Errado. O #Bostr é um refúgio. Sim, isso mesmo. O #Bostr foi criado exclusivamente para dar voz a quem jamais teria o mesmo espaço em outras redes sociais, mesmo nas descentralizadas (como Bluesky ou Mastodon) ou até mesmo no X de Elon Musk. Aliás, é justamente a descentralização por meio de relays o que lhes permite ter um espaço tão somente para si e para os seus, o refúgio perfeito para Incels, misóginos, intolerantes, falsos cristãos, perfis fakes se passando por progressistas e extremistas de todo tipo.
Ao contrário do que vocês acreditam, a descentralização do #Bostr foi idealizada meramente com esse escopo em mente, e não visando uma Internet livre, aberta, descentralizada e completamente livre de censura governamental. A partir daí, então, estabelecia-se o pretexto perfeito para atrair financiamento de incautos bilionários como Jack Dorsey ou a simples presença de Edward Snowden no protocolo, o que acabaria, consequentemente, atraindo outros incautos entusiastas "minimamente letrados" da tão sonhada "liberdade de expressão" que nunca seria igualitária a todos...
"O Nostr é um protocolo sem moderação, criado e desenvolvido por libertários anti Estado". Correto?
Errado novamente. No #Bostr, a moderação é feita pelos próprios usuários. Em suma, pela maioria conservadora e reacionária, muitos, aliás, admiradores declarados de figuras públicas de viés claramente político, como Paulo Kogos, Olavo de Carvalho e até mesmo do próprio ex-presidente Jair Bolsonaro. E não se engane: tal protocolo foi deliberadamente feito para operar exatamente dessa forma, tal qual como hoje está. Aliás, caso vocês não saibam, soube recentemente que é tecnicamente *IMPOSSÍVEL*, hoje, para qualquer desenvolvedor bem intencionado e desavisado implementar um simples block button em qualquer cliente que viesse a existir dentro deste protocolo, já que a ideia é justamente que a moderação seja feita pela maioria, expulsando ou desestimulando uma minoria a permanecer, seja por meio de isolá-los, difamá-los publicamente ou até mesmo por meio de mutes fakes. Novamente, então, estabelece-se o pretexto ideal para que incautos "minimamente letrados" comprem a falsa ideia de "protocolo anticensura".
No print 1, por exemplo, Giovanni Torres Parra, vulgo "Fiatjaf", pergunta a seus seguidores "como poderiam fazer para banir a Bluesky do Brasil". Desculpe, mas isso não tem outro nome senão censura. Aliás, se você "condena" o Xandão, por quê, então, tolerar outros cerceadores da mesma liberdade de expressão que você, teoricamente, sugestiona defender? Desculpe, mas isso não tem outro nome senão hipocrisia.
Pergunto a você, caro leitor: se Giovanni Torres Parra, vulgo "Fiatjaf", fosse ministro do STF tal qual Xandão e, por conseguinte, tivesse a caneta na mão, o que você acha que ele faria? Respondo a você: ao invés de perguntar a seus seguidores, ele, indubitavelmente, baniria a Bluesky de operar no Brasil com uma canetada, sem pensar duas vezes, tal qual Xandão fez com o antigo Twitter (atual X) em 31 de agosto do mesmo ano de 2024 (que coincidência... vide a data do print 1).
Logo, ele calaria 6 milhões de vozes no Brasil. A maioria esmagadora composta justamente por pessoas trans, LGBT e outras minorias refugiadas do X após a aquisição da rede por Elon Musk. Daí, a origem da perseguição para com o Bluesky, a rede social escolhida pelos oprimidos após ser tomada de assalto por um Neo-nazista como Elon Musk.
A título de curiosidade, o Mastodon não tem efeito de rede, então não lhes convêm atacá-lo.
"No Nostr, a maioria é composta por libertários e anarquistas. Logo, anti Estado e anticensura". Correto?
Errado mais uma vez, caro leitor. Afinal, "Se algo pode ser censurado, será censurado" (vide print 2). Como eu já disse, eles querem liberdade de expressão *EXCLUSIVAMENTE* para si e para os seus, jamais para todos igualitariamente. E, a saber, foram 16K de assinaturas fakes (não "somente" 12K). Todas criadas por LLM e enviadas a órgão governamental brasileiro em dezembro de 2024 (inspirado no banimento do Twitter meses antes), que só levaram o STF a criar uma conta no mesmo Bluesky que tentaram banir. Veja a data do print 1, observe a quantidade de assinaturas falsas idealizadas no print 2, ligue os pontos. A saber, o print em questão não visava "banir alguém" como supostamente fez parecer, mas sim a rede inteira de operar em território nacional.
"Ah, Terzi, você tá viajando...", por que eles fariam isso? Respondo: por inveja (vide print 3) e perseguição a grupos historicamente minoritários, tal qual o regime Nazista de Adolf Hitler o fez. A história sempre se repete. Mas, nesse caso, a censura e a perseguição sistemática a grupos minoritários atuam como as Câmaras de Gás e o pesticida tóxico Zyklon B do passado.
"Ah, Terzi, mas eu não sei ler inglês." Bom, eu também não, mas aqui está uma tradução literal do print:
Fiatjaf em nota apagada minutos depois, abre aspas:
"Não se preocupe: o Bluesky permite que qualquer pessoa crie seus próprios filtros para o que considera conteúdo seguro, o que alivia a pressão sobre a empresa dominante para que ela atue como árbitra do que é permitido e do que não é. É por isso que o Bluesky é suficientemente descentralizado e representa um grande passo em direção a um mundo onde as redes sociais possam funcionar como uma praça pública neutra para a humanidade"
Reitero: nota apagada minutos depois.
*IMPORTANTE*: essa nota foi recuperada posteriormente e retransmitida para 104 relays *PELA MESMA PESSOA* que assediadores e difamadores "expulsaram" daqui. E se Jesus estivesse em carne e osso dentre nós mais uma vez, Ele certamente seria crucificado novamente. Não tenho dúvida alguma quanto a isso.
Pedir desculpas seria pouco...
Pois o Senhor é justo e ama a justiça;
os retos verão a sua face.
Salmos 11:7
Leitura complementar para usuários incautos "minimamente letrados" usados como bucha de canhão por Fiatjaf, "A Canção do Cavaleiro Bolsonaro":
A Canção do Cavaleiro Bolsonaro