Bom dia.

OS HISTÉRICOS CONTRA CHARLIE KIRK
As pessoas que estão comemorando publicamente a morte de Charlie Kirk não são, em sua maioria, psicopatas. Quase todas provavelmente ficariam em choque e escandalizadas se testemunhassem, sozinhas, um ato de brutalidade como aquele.
O que dá "coragem" a elas para dizer o que dizem é a manada. Como disse Tomberg, os políticos, os agitadores e as classes falantes podem mover a vontade das massas a fazer coisas que, individualmente, nenhum dos membros dessa mesma massa faria ou sequer suportaria observar. É como se aqueles tivessem enfeitiçado estes.
Esses "feiticeiros" conseguem o que querem porque tornam a massa histérica e controlam essa histeria por meio do discurso (não é da própria essência da magia mover a natureza por meio da palavra?). A histeria não é apenas uma reação emocional desproporcional e teatral. O histérico não reage ao que vê ou ao que está realmente se passando, mas ao que sente e imagina. Não importa que Charlie seja moderado e debata respeitosamente, mesmo que diante das figuras mais esdrúxulas que a esquerda tem a oferecer. O que importa é que o enfeitiçado, o histérico, acredita que os posicionamentos e idéias de Charlie causam a morte e o sofrimento de pessoas como ele e seus amigos.
Se Charlie é responsável por todas essas mortes causadas por suas idéias, que pague caro! Que morra! Que todos como ele morram!
Durante a revolução francesa, pessoas comuns foram levadas por essa mesma "bruxaria" a praticar atos tão bestiais que provavelmente se recusariam a sequer pensar neles em suas vidas privadas.
Os psicopatas são os que movem as massas histéricas e imbecilizadas a cometer esses crimes monstruosos. Mas infelizmente para esse "homem massa", ele não pode se eximir da culpa. Como o Drácula, o mal só entra em você se você o convidar.
"Se obrares mal, estará logo o pecado à tua porta, mas sob ti está o teu desejo." (Gênesis 4, 7)
Que Charlie Kirk tenha encontrado misericórdia diante de Deus.
#CharlieKirk #Histeria #Ponerologia
Eduquem-se. O domínio da linguagem é o domínio das idéias que vivem na sua cabeça. Sem isso, as palavras tornam-se simplesmente comandos aos quais reagimos. Assim como um cão que aprende a sentar, esperar e passear, o homem iletrado aprende a comprar, obedecer e até se revoltar.

Aguardando chegarmos na segunda geração
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"Stalin, no auge do poder, se sentia ameaçado e perseguido o tempo todo. Por que um simples deputadinho ou professor universitário comunista não se sentiria também? O cagaço paranóico é o estado natural da mente esquerdista, que justfica antecipadamente como defesa própria todos os seus crimes e iniqüidades."
- Olavo de Carvalho
"Uma vez eu observei que o sujeito que vive nessa rotina -- vai ao escritório, marca o ponto, faz o servicinho, mexe naquelaa fichinhas --, quando tira férias e vai para o mar, para a montanha, acredita que entrou num mundo de sonho, e que, ao voltar para o trabalho, ele voltou para a realidade. Mas o mare a montanha já estavam ali muito antes de ele chegar, enquanto aquela porcaria toda que ocupa o dia-a-dia dele é uma coisa inventada ontem. Onde está a realidade e onde está o sonho? O que é a realidade ele chama de sonho, e o que é um pesadelo ele chama de realidade. É a extrema alienação."
- Olavo de Carvalho
#OlavodeCarvalho
Em um certo momento em Moby Dick aparece um contraste entre os capitães Ahab e Boomer. Ambos foram mutilados por Moby Dick em algum momento, Ahab tendo perdido uma perna e Boomer, um braço.
Porém, Ahab tornou-se obcecado por se vingar da baleia, tendo basicamente consagrado a vida a encontrá-la e matá-la. É um Liam Neeson dos sete mares. Enquanto isso, Boomer conformou-se com seu destino, e tenta dissuadir Ahab de sua caçada. Ele argumenta que não há por que vingar-se de um animal irracional, e que essa empreitada era infrutífera.
Moby Dick representa o Behemoth; representa as forças irracionais e incontroláveis da natureza e do acaso, capazes de destruir tudo em seu caminho, indiferente e indiscriminadamente, ao mesmo tempo que não podem ser contidas pelos nossos esforços, por maiores que sejam. Mesmo quando o homem pensa ter domado algum aspecto da natureza, ela mostra seu poder de algum outro modo.
Boomer aceita que isso é um fato da vida, como todos deveríamos fazer. Não é estoicismo, é a simples aceitação da nossa fraqueza diante dos poderes da criação. Poderes esses que não são maus nem bons em si mesmos. Ahab, por sua vez, se revolta contra o que ele considera uma injustiça. "O mundo me fez mal e portanto deve pagar". Esse ódio não só é infértil como é também perigoso, e perigoso para ninguém menos que o próprio Ahab, que fica louco no processo de enfrentar aquilo que não pode ser vencido. Sua loucura é tanta que ele se volta contra o próprio Deus, ao "batizar" seu arpão com sangue dizendo "ego non baptizo te in nomine Patris, sed in nomine diaboli!" Nada mais natural. Ao alimentar o ódio contra a criação, quem mais poderemos culpar se não o próprio Criador?
Não é necessário dizer que a caçada de Ahab de fato dá errado. Ele morre, sendo arrastado para as profundezas, carregando consigo quase todos que envolveu em seu delírio.
#MobyDick #Behemoth #Literatura #Filosofia
"Não percebes que os erros em nossa conduta são causados por este tipo de ignorância: de pensar que sabemos quando não sabemos?"
- Sócrates
"Não se deve fingir saber o que não se sabe nem fingir não saber o que se sabe."
- Olavo de Carvalho