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ENSA obsoleta
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Conta obsoleta. Caso deseje, siga npub1ctw2e39u8hlfvur8n7d6d0vs43ts68c7jjltuc0pyd84kk0vf6kshquaj0 , meu novo perfil. [Assinatura](https://wim.nl.tab.digital/s/CWqkgZeYGt95dQt)
ENSA obsoleta 7 months ago
### Quando as coisas somente são como são. Leite é somente um líquido secretado por glândulas mamárias e ponto. E digo mais, o nazismo é uma das ideologias mais burras que já existiram, visto que não existem raças humanas e que o fato de uma pessoa ter ou não capacidade de assimilar um alimento não diz absolutamente nada sobre ser superior ou inferior. Primeiro porque todos os mamíferos reduzem a produção de lactase (enzima para assimilar a lactose) depois da infância. Todas as pessoas sem exceção tem essa redução ao longo do tempo e as quantidades produzidas na vida adulta ainda podem diminuir e ser insuficiente na velhice. Isso significa que a natureza está falando que chegou a hora de parar de mamar, só isso. E quem continua consumindo leite está indo na contramão disso por conta e risco e eu sou uma dessas pessoas e tenho ciência plena de que deveria ter parado de consumir leite logo na primeira infância e não parei. Segundo porque os orientais, pessoas com maior nível de intolerância à lactose, são tão ou mais capazes que os ocidentais tolerantes. E não se esqueça que o Japão também compunha o eixo supremacista e eles não poderiam nem chegar perto de um copo de leite. Terceiro porque qualquer pessoa tem problema com algum alimento, sente desconforto ou passa mal se consumir. Se a pessoa acha que não tem certamente é porque tem uma dieta restrita sempre aos mesmos alimentos e com pouca variação. Para ser considerado sugestivamente superior a pessoa teria que ter um bom desempenho digestivo com todo tipo de alimento e não com um especificamente. Ainda mais um alimento dispensável como o leite, porque nenhum ser outro ser continua mamando naturalmente na idade adulta, pois só vemos animais que tem contato com humanos tomando leite, pois as pessoas costumam oferecer ou facilitar o acesso deles à bebida. Burrice pouca é bobagem, porque não bastando a ignorância dos supremacistas, também falta sabedoria e discernimento à muitos que se consideram oposição deles, que realmente acreditam que leite simboliza supremacia a nível universa e generalizadol. Algumas pessoas acreditando em uma mentira não torna aplicável para todos. Eu me recuso a enxergar tudo o que faço e digo segundo as lentes de outras pessoas e aceitar associações e simbolismos que não condizem com minhas intenções e crenças. Aqui não! [Assinatura PGP](https://www.verybin.com/?f600e64faa902a73#2PXKMVEQNvzSB15TZ9XuSPvyHxp+kZOePt//J1HHALE=)
ENSA obsoleta 7 months ago
Parece que os Reply Guys convidaram os parentes para o Nostr. Esses bots são ainda piores, pois não existe um termo em comum que pode ser usado para filtrá-los e até as suas respostas usam as mesmas palavras que escolhemos, o que significa que filtrar qualquer uma delas, ocultaria nossas notas. Mas nem todo bot é ruim, @10 minute bitcoin fee bot é um bot que posta notas a cada dez minutos com o preço das taxas on chain. Contas como essas que são boas para verificar a atividade de spams. Dá para notar que não são todas as notas que eles respondem e que houve períodos de horas que eles não responderam. [Assinatura PGP](https://www.verybin.com/?24ce776b10bdb196#L9jz0saYBmF/PWh5YR/NnDxYpzKVjI7d8tD3hj8rLc8=)
ENSA obsoleta 7 months ago
Email scamoso! https://wim.nl.tab.digital/s/TemfCkmjCpQzx6K/preview É, e são bem amadores. Só os leigos acreditariam que a Metamask envia lembretes mesmo sem pedir e confrmar seu endereço de email previamente. Ela tem bola de cristal? E como assim, login em Metamask? Metamask não se loga, se importa seed phrase ou se conecta usando hard wallet. O que adiantaria visitar um site para configirar um aplicativo que não possui acesso remoto e onde só se pode interagir com a aplicação para configurá-la pelo próprio dispositivo onde ela está instalada? Palhaçada. Dá vontade de responder: Nice try, scam! Mas não vou provocar esses golpistas. Não se deve subestimar a capacidade de engano de um enganador despeitado. #scam #nostrbr #metamask #criptomoedas #cripto #engano #embuste #golpe #golpistas #malandragem #emailfalso #emailscam #brasil #carteira #wallet #metamaskwallet [Assinatura PGP](https://www.verybin.com/?9b0b357b335b4f8a#dsXEGo1XmBEqEDs853dzck1Ani9ApKFjXKGRrTsat3M=)
ENSA obsoleta 7 months ago
Falando novamente em PGP aos que usam esse recurso: Descobri que o servidor padrão de chaves, o keys.openpgp.org , não está atualizando a nova versão das chaves que eu tenho enviado para ele, simplesmente tem ignorado sistematicamente cada atualização. A cópia da minha chave pública apenas contém as primeiras 3 identidades, isso sugere meses de inoperância nesse sentido. É servidor inseguro, pois se vo'cê só tiver ele no teu gerenciador, nunca vai conseguir que algum dos teus contatos criptografe para a uma de suas identidades mais recentes se você não enviar manualmente a chave atualizada. Eu recomendo o keyserver.ubuntu.com , ele atualiza em instantes. Uma recomendação adicional: defina como servidor padrão, assim fica mais fácil sincronizar chaves importadas e pesquisar chaves mais recentes também. [Assinatura PGP](https://www.verybin.com/?dce4626632a3aea9#XSOvP9rJMn0jYKOcFOmQKh/2KSXwsGodmY4lbir/Qqw=)
ENSA obsoleta 7 months ago
# **O relapso pgpista** O histórico de pgpismo do El Nardo de Sudamérica por ele mesmo. Atendendo a pedidos insistentes de curiosos, escanecedores e sarcásticos, estou preparando um tratado de pgpismo para responder porque voltei a usar assinaturas PGP pela enésima vez e porque eu não quero mais parar. Esta nota meramente informativa sobre minha realidade, não se trata de uma recomendação ou proselitismo, nem mesmo possui teor persuasivo ou apelativo. É uma nota descritiva sobre minha relação pessoal com essa tecnologia e porque escolhi ser usuário assíduo. Também não se trata de um tutorial de uso, se tem a intenção de entender o funcionamento, há outras notas publicadas com esse objetivos e também blogs com artigos bem completos. Vou começar com autorefutação, eu uso pgp e pgpismo por convenção, tenho apego emocional com essas palavras, mas sei que a tecnologia a qual me refiro é gpg (GNU Privacy Guard), que está mais alinhada com minha filosofia de usuário de software, possui código aberto, é livre e gratuita, em contraste com o pgp (Pretty Good Privacy) a versão pioneira e de código fechado, a qual eu não usaria nem recebendo em sats (menor unidade de bitcoin) por isso. Contudo ambas as tecnologias podem funcionar juntas (as assinaturas e encriptações feitas e um podem ser verificadas e desencriptadas no outro). Resolvido essa parte, vamos adiante. ### **O contato com pgp** Depois que comecei a me interessar por privacidade, comecei a ficar fascinado por criptografia. É obvio que já usava esse recurso desde que me entendo por internauta. Lembro-me que guardava todos os meus históricos de MSN em arquivos compactados criptografados com senha e que perdi tudo por ter esquecido a senha. Mas mesmo essas péssimas experiências com perdas não me fizeram desistir de entender e usar esse recurso tão importante para a segurança e privacidade. Durante a pandemia, comecei a conhecer algumas ferramentas móveis de criptografia e brincar com elas. O que me incomodava é que aquelas ferramentas tão impressionantes e funcionais que eu gostava de usar não ofereciam versão desktop, para que eu pudesse facilmente decifrar no computador conteúdos que cifrei no smartphone. Por isso rodei a Google Play Store, a loja Android, atrás de uma ferramenta multiplataforma. Tudo o que eu sabia era que não gostaria de usar ferramentas web (que rodam em sites), uma porque eu preferia uma ferramenta que funcionasse offline para que eu não ficasse na mão quando não houvesse internet e outra, mais preocupante, é porque não confiava no código desses aplicativos web. Baixei um tal de OpenKeyChain e, num primeiro momento, me pareceu muito difícil de entender como funcionava. Estava acostumada com a criptografia de chaves simétricas (senhas) e me deparar com a de chaves assimétricas (com chaves duplas, uma privada e outra pública) me deixou confuso. Parecia coisa do outro mundo. Até havia um recurso de criptografia com senha, mas não era o padrão, tentei criar chaves, aí falava que iria demorar, que deveria tomar um cafezinho, entre outras coisas que pareciam nada intuitivas. Não passaram 24 horas sem que eu já o tivesse desistalado e continuado minha busca. Inevitavelmente tive que voltar para o OpenKeyChain e procurar entender o que esse aplicativo misterioso teria para oferecer. Afinal, se ele existe é porque há um público que o utiliza e, se essas pessoas conseguem, eu também poderia conseguir. Mas não foi rápido porque me achava capaz de entender sozinho. Não sei qual desafio era maior: no smartphone ou no computador. No smartphone, eu conseguia criar o par de chaves, mas não conseguia exportar a chave privada em um formato asc pronto para ser importado pelo computador. A criptografia obrigatória do OpenKeyChain para exportação, cifra o arquivo da chave de uma maneira que só a ferramenta de linha de comando (terminal) poderia importar e eu sempre tive dificuldades com linhas de comando Linux, uma porque me botaram medo dizendo para ter cuidado para não executar qualquer comando que aparece na internet, isso me deixava desconfiado sempre que via um tutorial de linha de comando, mesmo os de blogs famosos, pois uma vez segui o tutorial de certo blog confiável e meu sistema operacional apresentou avarias. No computador porque a maioria dos vídeos e tutorais de blogs sempre apresentavam linhas de comando, de forma que eu pensava que não haveria uma ferramenta com interface gráfica. Não conseguia criar uma chave nele, tinha muitas dificuldades de usar a ferramenta na linha de comando. Isso foi frustrante, porque meu desejo de usar uma ferramenta de criptografia multiplataforma parecia impraticável. Tudo mudou quando conheci Kleopatra, a ferramenta de interface gráfica. Aí eu poderia criar um par de chaves que poderia facilmente ser importada para o celular e não precisaria criar aqueles backup do OpenKeyChain que eram difíceis de operar. Nessa época achei uns blogs melhores e comecei a estudar profundamente esse tema e descobria as inovações, as criptografias fortes e fracas. Isso me fez criar dezenas de pares de chaves porque queria testar várias delas. As mais robustas, as mais rápidas, as mais inovadoras e vintages. Quando achava que minha chave seria a definitiva, eu descobria que outra chave poderia ser ainda melhor e substuía. Por essa época, desejei tentar um projeto para ajudar as pessoas a conhecer recursos de segurança, o qual nomeei como PPNND (Projeto Ponto Norte de Navegação Defensiva). E comecei a escrever porque usava vários tipos de tecnologias de código aberto para maior privacidade, o que obviamente incluía o recurso pgp, foi aí que começou o propósito que trago até hoje, com nova visão sobre seu uso baseado nos meus próprios insights enquanto redigia meus escritos. ### **A nova visão sobre pgp para o projeto** O PPNND foi uma forma de me manter focado em estudar ferramentas de privacidade e segurança para tornar tudo mais simples para outras pessoas. Escrevia sobre soluções de código aberto para sistemas, email, vpn, proxy, notas, calendário, contatos, etc... Quando chegou o momento de escrever sobre pgp, comecei a me perguntar porque motivos uma pessoa comum poderia usar pgp e sobre tudo o que ele poderia proporcionar em termos de segurança e privacidade. Por aqueles dias li e assisti algumas coisas sobre os problemas da inteligência artificial para usurpar identidades de forma convincente e que parecia não haver nenhuma solução para fazer as pessoas reconhecerem a identidade real de alguém durante uma comunicação. PGP parece ser ainda a solução mais eficaz sem ser intrusiva à privacidade do usuário, diferente de soluções que envolvem biometria. É melhor que o certificado emitido pelo Gov.Br para assinar documentos, tanto por ser descentralizado, quanto por ser portável ao usuário, pois a chave do governo é custodiada pelo site deles. Nem mesmo a soluçaõ da World, de provar a humanidade, e também a identidade, através da íris, oferece um recurso melhor. Nessa época comecei a assinar toda e qualquer interação envolvendo dados em aplicativos de mensagens, com exceção com chat com bots que esperam que só aceitam termos pré definidos como o número das opções (envie 1 para falar sobre isso, 2 para aquilo, etc), números de documentos como o cpf, imagine enviar isso assinado, o bot não iria reconhecer. Com exceção de três ou quatro pessoas, todos os meus contatos acharam estranho, mas conseguiam interagir normalmente comigo. Chegaram a dizer que eu enviava "sopinha de letrinhas". A tecnologia me chamou tanta a atenção e me inspirou tanta confiança que busquei, em vão, oficializá-la. Fui ao cartório duas vezes tentar reconhecer firma em cima da minha chave pública, mas eles disseram que não ofereciam esse tipo de serviço. Realmente eu fiz isso! Resolvi criar um certificado só para me identificar no projeto, criei um cartãozinho com a chave pública em formato de qr code. Eu falava que aquela era uma identidade superior à qualquer carteira de identidade já emitida por governos até aquele momento, irreplicável, infalsificável, praticamente impossível de criar um semelhante. Criei chaves para alguns familiares, mas foi frustrante tentar ensiná-los a usar, principalmente alguns que não moravam perto e só lia as instruções por mensagens. Usava pgp para verificar downloads de sistemas e apps, aprendi a verificar hashs de arquivos binários para poder assinar nos smartphones porque o OpenKeyChain não assinava diretamente esse tipo de conteúdo. PGP era parte da minha vida diária e de todas as pessoas que se comunicavam comigo por meios digitais também, até os áudios que eu enviava eu extraía o hash e enviava. O que mais motivava esse comportamento extremo era o fato de ver se seria mesmo possível implementar isso no dia a dia por causa do projeto e por ser o idealizador dele, julguei importante tentar fazer isso. ### **A era nostriniana e o pgp** Quem lembra quando eu cheguei no Nostr deve se lembrar que cheguei assinando. Dediquei uma nsec especialmente para o projeto PPNND e outra nsec para um pseudônimo dentro do projeto e segui assinando as notas, todas elas. Fui muito questionado e criticado. Mas segui inabalável e com as respostas nas pontas dos dedos, mas confesso que responder individualmente a cada curioso estava me cansando. Na hora eu não dominava bem o Nostr, como hoje também ainda não domino, mas antes menos ainda, por isso não guardava o id de um evento padrão para esclarecer esses curiosos, até porque não havia uma nota padrão que explicasse todas as nuances até aquele momento, havia fragmentos de respostas à várias perguntas espalhadas e eu estava sem paciência para reunir todas ou criar uma nota definitiva sobre o assunto - até agora, claro. O argumento da dupla assinatura nunca me satisfez. Eu queria uma identidade generalizada para usar em todo lugar. Se alguém me explicasse como usar minha nsec no OpenKeyChain, eu pararia de assinar as notas nele, só deixaria a assinatura padrão da nsec. O que me fez rever essa ideia foi o adevento de outra tecnologia integrada ao Nostr. ### **Amber ou pgp?** Em meus escritos sobre uso de pgp, um dos pontos altos de grande destaque era justamente a ineficácia de uma chave que fica de prontidão no seu dispositivo para ser usada por qualquer um com acesso físico sem prévia autenticação - autenticação de verdade, não um pin de quatro dígitos ou exclusivamente a biometria digital ou facial. Costumava dizer que, algumas vezes, você falou com algum familiar de seu contato pensando estar falando com ele. Inclusive até minha mãe já me pediu para responder mensagens por ela. Isso mostra como a questão da identidade é frágil nos aplicativos atuais. Claro, se a pessoa consente que um terceiro faça uso daquele recurso, acho que seria honesto escrever "El Nardo: Minha mãe pediu para confirmar". do que escrever: "Confirmo". Eu nunca fico à vontade quando assumo a identidade de outra pessoa. Para entender como o Amber impactou o uso de pgp no Nostr, ele resolveu esse problema de prévia autenticação e me deu a oportunidade de fazer uma cortesia pelos meus amigos que estavam nitidamente incomodados com o uso constante de assinaturas pgp em toda nota. Nessa época eu já tinha transigido com meus amigos de mensageiros instantâneos como o WhatsApp, assinando a primeira mensagem do dia e as mensagens enviadas após meia hora de intervaldo entre a última interação e a atual. Exemplificando, se eu começassem a falar contigo hoje, eu assinava a mensagem "Oi! Bom dia!" e depois interagia sem assinar. Se a interação acontecesse com intervalos de 29 minutos ou inferior, eu não assinava, pois era notório que eu estava portando o dispositivo. Mas se eu visualizasse o tempo da última mensagem e fosse igual ou maior que 30 minutos, eu assinava uma vez novamente, e essa assinatura era válida pelos próprios 29 minutos e 59 segundos. Para mim, as mensagens diretas (DM) do Nostr faria sentido aplicar essa mesma resolução dos 30 minutos, mas nas notas e respostas, seria complicado. Em uma comparação, as mensagens diretas ficam todas no mesmo lugar, e as notas e respostas ficam espalhadas em várias threads. Se eu assinasse apenas a minha primeira nota do dia, se eu fosse responder a nota de alguém que não me segue, por exemplo, ele não teria acesso à minha assinatura no feed dele, e até mesmo quem me segue, se eu respondesse a nota de outro usuário com assinatura, e do seguidor em questão sem, ele teria que acessar a aba de feed de conversas para ver minha assinatura. Não que ele se importe com isso, ou que ele vá verificar, a possibilidade de que isso seja feita é provavelmente nula, acontece que eu assino primeiramente para mim, inicialmente era pela "ideologia do projeto" que hoje está parado e talvez nem recomece, mas hoje porque a tecnologia pgp já faz parte da minha vida, e assinar é simplesmente ser naturalmente quem eu sou. Essa transigência para assinar menos mostra também que tento também equilibrar o uso da tecnologia com a usabilidade e agradar as pessoas que interagem comigo. Voltando ao Amber, os recursos de proteger cada interação no Nostr com uma senha pin robusta que realmente me autentica, me anunciar feliz que estava parando de assinar minhas notas com pgp. Lancei uma nota no mesmo dia que testei o app dizendo que não havia mais necessidade de assinar pgp no Nostr (mas em outros lugares ainda era), porque a principal ocasião para que se usasse pgp fosse satisfeita com a proposta do Amber, poderia abrir mão desse costume, pelo menos no Nostr. E foi o que fiz e isso me custou uma chave, quando eu precisei usar aquela chave pgp, eu tinha esquecido a senha. O Amber estava e até esse momento ainda está em uma fase experimental e incompatibilidade com vários clients. Quando eu precisava de um client que não suportava Amber ou falhava com ele, eu tive que começar a assinar com PGP, especialmente quando me tornei moderador de algumas comunidades e precisava logar diretamente a nsec. Tanto pelo risco de ter a nsec exposta nos clients como por aquele client não fornecer aquele recurso de autenticação prévia, eu comecei a assinar novamente. Em outra ocasião, troquei de nsec e parei de assinar pgp, abandonando os clients de baixa confiança e usando Amber. Foi quando o meu celular começou a bugar na exibição de dados do cachê e, eu percebi isso limpando o cachê do meu client favorito. Aí tive a errada intuição de que o client estava com defeito ou que o uso de Amber e Citrine estavam causando o bug, desinstalei o Amber e voltei a assinar com pgp. ### **Motivações por trás dos relapsos recentes** Quando o pgp caiu em desuso no Nostr, em alguns momentos abandonei o uso nos outros aplicativos, voltando a assinar esporadicamente. Acho que isso se devia dois principais motivos: (1) a urgência de algumas mensagens me fazia esquecer de contar os tempos de 30 minutos, como eu já não estava mais habituado a assinar todas a interações, foi questão de tempo até eu assinar apenas esporadicamente e parar e também (2) o uso em múltiplos dispositivos, alguns eu não confiava de importar minha chave pgp. Por isso cheguei a perder uma chave a senha para descriptografar uma chave privada e nem tive como revogá-la, pois não gerei um certificado de revogação e também não fixei prazo de expiração. Assim ela ainda está indexada nos servidores. Depois disso devo ter criado mais três chaves, e imagino estar com a chave definitiva agora porque, mesmo com a tentação de mudá-la por conta de alguns detalhes que, no passado, seriam suficiente para já me fazerem fazer a substituição, eu decidi permanecer com ela até que seja comprometida. Na penúltima experiência com pgp, que foi relativamente recente, eu estava sem usar o Amber. Depois de tantas chateações e críticas, resolvi usar o método que eu aplicava quando tinha que fazer algum comunicado para minha igreja. Sabendo que nenhum membro poderia ficar confuso por causa da assinatura pgp, porque os grupos incluem idosos e pessoas muito leigas com tecnlogia e até com leitura, o pgp poderia atrapalha e a algum membro poderia alegar que não se deu por avisado porque não entendeu a mensagem. Então eu salvava a assinatura em um site de pastebin (textos online) e enviava a mensagem normal e o link da assinatura incluso. Ela ficava limpa e inteligível para qualquer pessoa minimamente alfabetizada. Então comecei a aplicar no Nostr para mitigar os incômodos dos seguidores com minhas assinaturas, e realmente funcionou, senti um clima mais positivo por parte dos mais aborrecidos. Foi quando reinstalei o Amber, pois depois que o desinstalei, demorei voltar a reinstalar até descobrir que o problema não era nem ele, nem o Citrine e nem o client que eu tinha limpado o cachê, e, sim, o Android. Come todas essas tecnologias de volta, eu abandonei a assinatura pgp mais uma vez até que algo aconteceu que me fez pensar que é importante voltar de vez. ### **Status atual do uso de pgp** Com os clients web cada vez mais integrados ao Amber, me aventurei a colocar minha conta em vários dispositivos móveis meus, visto que tenho um com memória tão pequena que nem suporta ficar assinando com Amber instalado nele, então comecei a assinar pelo meu dispositivo principal, mas quando este descarregava, era complicado usar o dispositivo secundário se tivesse que aprovar cada evento. Então, comecei a colocar confiança total nele e no computador, para não precisar ficar aprovando. Esse recurso cômodo volta a abrir a brecha da ausência da prévia autenticação. Se bem que essa não é a única brecha, seria interessante se todos os clients pudessem autenticar todos os que usam dele e que fosse possível importar a mesma chave pgp para todos eles ou que houvesse um tipo de Amber PGP que funcionasse em integração com todos os clients. Pois um dos pontos que mais me aborreciam também é o fato de não chaves de apps autenticarem dispositivos e não pessoas, de forma que você pode ter certeza que está interagindo com o dispositivo que pertence ao seu contato, mas não com ele mesmo. Por isso decidi que convém continuar usando assinaturas pgp, e, agora que tenho o recurso de assinatura por link, fica tudo mais limpo e menos incômodo agora com a vantagem que possuo uma nota definitiva, ou pelo menos suficiente para esse momento, para saciar a curiosidade das pessoas. ### **Por que não posso assinar com PGP?** Acho que a melhor respota a quem pergunta-me porque eu assino com pgp seria a pergunta: Por que não posso assinar? Estou plenamente ciente de que ou o único usuário Nostr que atualmente usa esse recurso de assinatura, não porque eu sou um usuário mais avançado, muito longe disso, muitos aqui devem até saber mais sobre o assunto do que eu. Qualquer dos meus seguidores pgpistas poderiam assinar qualquer coisa que quisessem, presumo que possuam conhecimento suficiente para isso. O desuso geral desse recurso pode significar muitas coisas, mas certamente não que seja proibido, imoral ou antiético. Somente que esses usuários não vêem sentido em usar, contudo o ponto de vista de um usuário pode ser suficiente para fazê-lo enxergar um sentido e palavras de persuasão, sarcasmo ou ofensa não poderiam surtir efeito se a pessoa não tiver tempo de entender o sentido por trás. Entender não significa aceitar, concordar ou muito menos imitar. Significa tentar alcançar o ponto de visão da pessoa de forma empática. Eu nunca forcei ninguém fazer o que faço e acho que poderiam ser recíprocos em não forçar a não fazer o que não fazem, principalmente se tratando de algo que não fere nenhuma ética estabelecida. Quero convidar a meditar na pergunta "Por que eu não poderia assinar com pgp?" Note que nem usei a palavra "deveria" propositalmente, porque supõe-se que dever seria algo obrigatório e nem eu vejo assim. Com o uso de links, até mesmo a falácia de sobrecarga dos relés não faz mais sentido, porque toda o algoritmo de assinatura fica nos servidores de outro site web não ligado à nenhum relé (pelo menos não que eu saiba). Hoje descobri que um dos motivos para me dissuadir seja me tirar de uma situação ridícula ou vexatória aos olhos delas. Pode ser que alguns olhem minhas assinaturas e pensem na vergonha que sentiriam se alguém visse as notas suas notas assinadas com sua própria chave pgp. Acontece que a mesma atitude que alguém teria vergonha de fazer, outros podem fazer sem nenhum constrangimento e, talvez, até sentindo-se muito bem, agradável. E convém tentar privar alguém de uma experiência que deseja se isso não fere nenhuma ética só porque você se pôs no lugar da pessoa, mas considerou seus sentimentos no lugar dos delas, os quais são diferentes? Lembro até hoje de um amigo de infância que me viu no carro de meu pai curtindo um cd dos Beatles e mudou para a rádio local dizendo: "Vo'cê não precisa ficar ouvindo isso (como se eu não soubesse que existem outras opções), tem a rádio da cidade". Você acha que ele foi gentil? Pode ser que até teve a intenção, mas não foi. Acho que não preciso lembrar que o Nostr e a minha chave privada só tem um dono, é Deus, e só Ele pode me dizer o que posso ou não postar. Agradeço por todos os que, mesmo não entendendo, me respeitaram e anteciado por aqueles que ainda vão parar de desrespeitar. Mas se alguém quiser continuar litigando por detalhes em notas alheias, só posso lamentar por ele, porque está fazendo um trabalho escravo, está cuidando da vida dos outros, sem receber salário. De mim mesmo, não espere nem um sat. #pgp #gpg #openpgp #prettygoodprivacy #gnupg #gnuprivacyguard #chave #chaves #certificado #criptografia #privacidade #identidade #segurança #nãorepúdio #autenticação #assinaturapgp #assinaturagpg #assinatura #assinaturas #assinante #integridade #nostrbr #brasil #português #pgpismo #tratadodepgpismo [Assinatura PGP](https://www.verybin.com/?bdb7510e93917f3f#yEgDKzrQefr/beGEeqJrrK0JPfw907RiL/VtrARUfMs=)