Ideia da Coerência - Conceito's avatar
Ideia da Coerência - Conceito
eduardoluft@iris.to
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fragmentos filosóficos ✍️ philosophical fragments https://satellite.earth/@eduardoluft@iris.to
A VISÃO DA IDEIA Vista de dentro, a morte é uma hecatombe; vista de fora, uma banalidade. Mas há mesmo uma vista apenas de dentro, do interior da subjetividade? Há, ao revés, uma vista apenas de fora, há alguma visão “de lugar nenhum"¹? Para a subjetividade, encerrada nela mesma, a visão da própria morte é uma impossibilidade. O que seria algo como "eu mesmo morto", visto de dentro? Só o "olhar de fora" dá à subjetividade o acesso à própria finitude. Para o olhar meramente externo, por outro lado, para a visão "de fora" nada desaparece, porque nada de fato profundo jamais existiu, apenas superfícies e sua modificação. As coisas apenas mudam as suas formas. O verdadeiro materialista, ou o que chamaríamos hoje de fisicalista, observa este aglomerado de fatos estendendo-se no espaço-tempo, o universo ou natureza, e não vê sujeito algum, que dirá a sua morte. Só porque pode situar-se, pela mediação do olhar do outro, dentro e fora de si, o sujeito emerge como sujeito. Só nesta dialética de transcendência e imanência a existência, no sentido dos existencialistas, é possível. Kierkegaard não é Kierkegaard preso em seus pensamentos, nem afundado na natureza. Kierkegaard só é realmente Kierkegaard transcendendo-se ao mergulhar em si, e interiorizando-se ao abarcar tudo. A visão da ideia não é a visão de todas as coisas. A visão da ideia é a visão do todo, e o todo está em todas as coisas. View quoted note → ¹ Nagel, Visão a partir de lugar nenhum (2004).
se V4V rendesse aqui algo além do volume de alguns poucos trocados, todos estariam preocupados em como esconder o total de zaps recebidos do seu perfil
do #Nostr pro #mundo Minha opinião Não temos de focar em comunidades de portugueses, brasileiros, espanhóis, alemães ou japoneses e em "fios" exclusivos para cada língua, região ou paixão. Temos de escrever em qualquer língua e de qualquer canto do mundo. Temos de escrever de qualquer toca disponível p r o m u n d o i n t e i r o. E nossa escrita tem de ser automaticamente traduzida em todas as línguas desejáveis. Pra que servem, afinal, as IAs? --- O mundo está saturado de tribalismo e carente de c o s m o p o l i t i s m o
Fragmentos são imunes à IA porque são algoritmicamente irredutíveis, se desdobram em uma pluralidade potencialmente infinita de significados, e ainda assim não deixam de remeter ao todo do sistema e encontrar nele a sua guarida.
a Ideia quer ganhar toda a grana também, que ninguém é de ferro então, todos os zaps vão de agora em diante direto pras contas dela
por óbvio, as bolhas cognitivas nem sempre são formadas por algoritmos basta a presença da psicologia de massas e ela sempre está aí (falo isto porque as bolhas do velho twitter começam a aparecer por aqui: antissemitismo, fascismo de esquerda, pensamentos antidemocráticos ou autoritários, e por aí vai) View quoted note →
Os algoritmos vivem, se alimentam do medo. O medo é a única emoção humana potencialmente recursiva, operando sobre si mesma ao infinito, drenando toda a energia à volta. É um fundo que cava mais fundo, até encontrar a barreira realmente incontornável, a contemplação. View quoted note →
o Nostr continua um espaço ótimo para novos pensamentos conversas intencionais um microblog ponto uma multidão de micrapps é uma promessa interessante e um bônus