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cdelima
cdelima@zaps.lol
npub12nqm...vaaj
Um velho marinheiro navegando por mares nunca antes navegado.
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cdelima 1 year ago
Hora do almoço! * * #muitasvidas #cdelima #nostr #zap #lightning #bullishbounty
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cdelima 1 year ago
baixei o session para experimentar. quem topa testar comigo,,?
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cdelima 1 year ago
13 seguidores está me incomodando. Alguém para mudar esse número?
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cdelima 1 year ago
Passarei a publicar textos, que se transformarão em alguma coisa como um livro, um e-book ou uma apostila para aqueles que têm depressão e/ou ansiedade. Experiências pela qual passei, e, também, cuidando de pacientes através do Magnetismo. E um pouco do que estou passando, a meu ver, por conta desses dois anos trancados em casa (pandemia). Resolvi compartilhar para ajudar quem desejar ser ajudado. Siga pelo perfil ou pelas hastags: #muitasvidas #terapia #depressão #ansiedade #magnetismo #cura
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cdelima 1 year ago
Olá pessoas. Estarei publicando, aqui, textos, que se transformarão em alguma coisa como um livro, um e-book ou uma apostila para aqueles que têm depressão e/ou ansiedade. Experiências pela qual passei, cuidando de pacientes através do Magnetismo. E um pouco do que passei epasso, a meu ver, por conta desses dois anos trancados em casa (pandemia). Resolvi compartilhar para ajudar quem desejar ser ajudado. Sigam, também, pelas hastags: #muitasvidas #terapia #depressão #ansiedade #magnetismo #cura
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cdelima 1 year ago
Não se demore aonde não existe acolhimento, diálogo, afeto e reciprocidade. Não aceite restos, migalhas e muito menos amores divididos. Você merece banquete, mesa farta, sentimentos saudáveis e amor que transborda. Cuidado aonde você deposita sua confiança e seu coração. Valorize-se!
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cdelima 1 year ago
Nossas crenças limitantes são como jaulas que nos mantém presos a um passado de dor e sofrimento, acessados por nossos pensamentos e que nos levam ao fundo do poço. Liberte-se dessas correntes. Você é livre pra recomeçar sempre e pra escrever novas experiências e histórias de vida.
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cdelima 1 year ago
MUITAS VIDAS 02 - Rendição Finalmente chegou o dia da rendição. Não estava mais dando para resistir. As tropas inimigas me cercavam e cada vez mais próximas até que um dia um soldado chegou perto de mim e me apontou sua pistola: ou se rende ou eu acabo com sua vida. Tentei escapar não sei como. Parece que a tampa do bunker se abriu milagrosamente e eu me vi dentro das minhas profundezas. Aparentemente havia escapado daquele sondado antes dele apertar o gatilho. Mas eles estavam rondando minha cabeça. O corpo tremia quando sentia os tanques passando ali em cima. Procurei uma pá que havia deixado ali para uma necessidade. Também o mapa de onde eu havia construído meu bunker. E a placa com o nome do lugar, fixada numa das paredes, estava ali Bezpechne Mistse (que significa Lugar Seguro. Fiquei olhando o mapa e relembrando o caminho que os inimigos estavam seguindo para chegar até meu esconderijo. Precisava cavar uma nova saída. Comecei estudando o mapa. Olhava onde poderia estar vulnerável. Onde poderia cavar uma saída. Parava. Ficava em silêncio quando ouvia passos em minha cabeça. Não poderia dar chance de me destruírem ali nas minhas defesas. Só queria encontrar uma saída. A escuridão era grande. Só uma lanterna e algumas pilhas para ir substituindo. Precisava economizar. Enfim, depois de um longo período consegui sair e estar numa casa onde um senhor, assustado, me recebeu. "O que aconteceu para estares ai, desse jeito? perguntou-me estendendo sua mão direita para me ajudar a entrar em sua casa. Me indicou uma cadeira para sentar e começou a puxar assunto como se fosse alguém que estivesse acostumado a fazer isso com outras pessoas. Me pareceu uma pessoa calma, de boa conversa e de boas palavras. De vez enquanto, durante minhas falas, uma pergunta, uma colocação como se quisesse entender melhor minhas explicações. Ficamos ali um bom tempo, eu perdi a noção do tempo. Ele então, escreveu num pedaço de papel alguma coisa para alguém que ele me disse poder me acolher melhor do que ele. Agradeci a acolhida, guardei o papel no bolso e me despedi, prometendo voltar assim que essa guerra terminasse e a gente pudesse caminhar calmamente pelas praças, rindo e correndo como só as crianças sabem fazer.