Outro dia eu queria terminar de ler sobre como um buraco negro se comporta quando, devido ao colapso gravitacional, seu diâmetro se torna menor que o horizonte de eventos. Enquanto olhava os modelos astrofísicos, eu percebia um toque de erotismo nas palavras, e estava convencida de que Stephen Hawking não escrevia sobre física, mas sobre sexo – não sobre a triste copulação humana, mas sobre...
Ah, foda-se
Talvez seja isso. Em vez de me preocupar com a saída, preciso entender que a vida é uma encruzilhada onde estamos agora. Assim, o labirinto se desvanece — ele só existe na nossa mente. Na verdade, há apenas uma escolha simples: para onde ir daqui.
Todas as formas que os deuses assumem no mundo existem para que possamos enxergá-los, mesmo com nossos olhos imperfeitos. O sacrifício que traz redenção transcende o tempo, como uma verdade eterna que paira pelo universo. É por meio do meu ato de entrega que os deuses conseguem inspirar mudanças grandiosas.
A felicidade não conhece o amanhã nem o ontem;
não se prende ao passado, nem sonha com o futuro.
Ela vive apenas no presente —
e esse presente não é um dia,
mas um simples instante.
De onde surge a criatividade?
Na minha experiência: drogas, álcool e caos.
Em todo caso: ordem, uniformidade, hábito e conformidade têm, desde o início dos tempos, criado apenas uma coisa:
Sofrimento.
– John Mcafee
Eu não tenho medo de desaparecer. Antes de eu nascer, eu não existia por bilhões e bilhões de anos, e eu não sofri nada por isso
– Mark Twain
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