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A cidade onde as pessoas vivem embaixo da Terra por causa do calor image Andar a pé no deserto perto de Coober Pedy pode ser perigoso. O terreno é salpicado de poços de mineração abandonados Getty Images/BBC Na longa estrada rumo ao centro da Austrália, 848 km ao norte das planícies costeiras de Adelaide, surgem enigmáticas pirâmides de areia. Em torno delas, o cenário é totalmente desolado – uma extensão sem fim de poeira rosa-salmão, ocasionalmente salpicada de teimosos arbustos. No entanto, à medida que você avança pela rodovia, surgem outras construções misteriosas similares – montes de terra clara, espalhados aleatoriamente como monumentos esquecidos há muito tempo. E, de vez em quando, tubos brancos se elevam do solo ao lado desses montes. Estes são os primeiros sinais de Coober Pedy, uma cidade de mineradores de opala com cerca de 2,5 mil habitantes. Muitos dos pequenos picos da região são resíduos de solo gerados após décadas de mineração, mas também são sinais de outra característica do local: as moradias subterrâneas. Neste canto do mundo, 60% da população vive em casas construídas nas rochas de arenito e siltito ricas em ferro da região. Em alguns locais, os únicos sinais de moradia são os poços de ventilação que se erguem do chão e o excesso de solo acumulado perto das entradas das casas. No inverno, este estilo de vida pode parecer apenas excêntrico. Mas, no verão, Coober Pedy – “homem branco em um buraco”, em tradução livre de uma expressão aborígene australiana – não requer explicações: o local atinge 52°C, uma temperatura tão alta que faz com que os pássaros caiam do céu e aparelhos eletrônicos precisem ser guardados no refrigerador. E, nos últimos anos, este costume parece ter sido mais profético que nunca. Enquanto intensas ondas de calor prosseguem em algumas regiões, com temperaturas que nem os cactos conseguem suportar, e incêndios florestais dizimam grandes áreas do mundo, o que podemos aprender com os moradores de Coober Pedy? Longa história Coober Pedy não é o primeiro, nem o maior assentamento subterrâneo do mundo. As pessoas se refugiam embaixo da terra para enfrentar climas inóspitos há milhares de anos – desde ancestrais dos humanos que deixaram suas ferramentas em uma caverna na África do Sul há dois milhões de anos, até os neandertais que criaram pilhas inexplicáveis de estalagmites em uma gruta na França na idade do gelo, 176 mil anos atrás. Até os chimpanzés já foram observados se refrescando em cavernas, para se proteger do extremo calor durante o dia no sudeste do Senegal. Outro exemplo é a Capadócia, uma região antiga no centro da Turquia. Ela fica em um planalto árido e é famosa pela sua notável geologia, quase utópica, e seu cenário de cumes, chaminés e casas esculpidos pelo homem e pela natureza em rochas vulcânicas, como em um reino de conto de fadas. Mas espetacular mesmo é o que está escondido abaixo disso. E a história de como isso foi descoberto é muito boa. Segundo a crença popular, tudo começou com o desaparecimento das galinhas de um de seus moradores. Em 1963, um homem que fazia reformas no porão de sua casa notou que suas aves estavam desaparecendo por um buraco que ele havia aberto acidentalmente. Ao derrubar a parede, ele descobriu uma passagem secreta – um íngreme caminho subterrâneo que levava a um labirinto de nichos e outros corredores. Era uma das muitas entradas para a cidade perdida de Derinkuyu. Derinkuyu é apenas uma das centenas de moradias em cavernas entre as diversas cidades subterrâneas da região. Acredita-se que ela tenha sido construída perto do século 8° a.C. A cidade foi habitada de forma quase constante por milênios, com seus próprios poços de ventilação e de água, estábulos, igrejas, armazéns e uma ampla rede de casas subterrâneas. E servia também de abrigo de emergência para até 20 mil pessoas, em caso de invasão. Como em Coober Pedy, as moradias subterrâneas ajudavam os habitantes da região a enfrentar o clima continental, que alterna entre invernos frios com neve e verões quentes e secos. No lado externo, a temperatura flutua de vários graus abaixo de zero até mais de 30 °C, enquanto, embaixo da terra, ela fica estável em 13 °C. Mesmo nos dias de hoje, as cavernas construídas por seres humanos na região são famosas pelas suas capacidades de refrigeração passiva – uma técnica de construção que envolve o uso de opções de design para reduzir o aumento e a perda de calor sem o uso de energia. As antigas galerias e passagens da Capadócia abrigam hoje milhares de toneladas de batatas, limões, repolhos e outros produtos que precisariam ser refrigerados se fossem armazenados em outros locais. A demanda popular cresceu tanto que novas cavernas estão sendo construídas na região. A cidade subterrânea de Derinkuyu, na Capadócia (Turquia), foi abandonada em 1923. Ele ficou totalmente esquecida até ser redescoberta, nos anos 1960 Getty Images/BBC Solução eficaz Mais à frente, na estrada para Coober Pedy, fica o centro da cidade. À primeira vista, ela pode ser confundida com um assentamento comum da região desértica que compõe o chamado outback australiano. As ruas são cor-de-rosa devido à poeira e existem restaurantes, bares, supermercados e postos de gasolina. No alto de uma colina, a única árvore da cidade – na verdade, uma escultura feita de metal – observa o panorama. Na superfície, Coober Pedy é assustadoramente vazia. As casas são bastante espaçadas entre si e a impressão é de que algo realmente parece estar errado. Mas, embaixo do solo, tudo se explica. Alguns dos “subterrâneos” de Coober Pedy podem ser visitados através dessas casas. Elas têm aparência normal, mas suas passagens subterrâneas se revelam gradualmente à medida que entramos. Parece que estamos atravessando um guarda-roupa para sair no mundo fictício de Nárnia (de As Crônicas de Nárnia, de C.S.Lewis). Outras passagens são mais óbvias. Em uma área de camping chamada Riba’s, as pessoas podem montar suas tendas em nichos vários metros abaixo da superfície. A entrada é através de um túnel escuro. Em Coober Pedy, as construções subterrâneas precisam ficar a pelo menos quatro metros de profundidade, para evitar que o teto desabe. Embaixo daquele enorme volume de rocha, a temperatura é sempre agradável: 23 °C. As pessoas que moram acima do solo precisam suportar verões extremamente quentes e noites frias de inverno, com temperaturas que costumam cair até 2-3 °C. Mas as casas subterrâneas mantêm a temperatura ambiente perfeita, 24 horas por dia, o ano inteiro. Além do conforto, outra importante vantagem de morar embaixo da terra é a economia. Coober Pedy gera toda a eletricidade que consome – 70% dela, de origem eólica e solar. Mas ligar o ar-condicionado, muitas vezes, é caro e impraticável. Em Coober Pedy, a rocha é tão mole que pode ser raspada com a unha. Alamy “Para viver acima do solo, você paga uma verdadeira fortuna pelo aquecimento e refrigeração, já que, muitas vezes, faz mais de 50°C no verão”, afirma Jason Wright, o morador local que administra o Riba’s. Por outro lado, muitas casas subterrâneas em Coober Pedy são relativamente baratas. Em um recente leilão, o preço médio das casas de três quartos foi de cerca de 40 mil dólares australianos (cerca de R$ 126 mil). Muitas dessas propriedades eram extremamente básicas ou precisavam de reforma, mas existe uma grande diferença entre esses valores e os praticados na cidade grande mais próxima, Adelaide. Lá, o preço médio das residências é de 700 mil dólares australianos (cerca de R$ 2,25 milhões). E as casas subterrâneas oferecem outros benefícios. Um deles é que não há insetos. “Quando você chega à porta, as moscas saem das suas costas, elas não querem entrar no escuro e no frio”, conta Wright. E também não há poluição sonora e luminosa embaixo da terra. Curiosamente, o estilo de vida subterrâneo também pode oferecer alguma proteção contra terremotos. Wright descreve que os tremores de terra na região produzem um ruído vibrante que aumenta e passa através do subterrâneo até o outro lado. “Tivemos dois [terremotos] desde que me mudei para cá e nunca sequer me abalei”, ele conta. Mas o nível de segurança das estruturas subterrâneas durante atividades sísmicas depende inteiramente do seu tamanho, complexidade e profundidade. Rocha da região explica praticidade única das casas subterrâneas de Coober Pedy Getty Images/BBC Configuração ideal A questão é se as casas subterrâneas poderiam ajudar as pessoas a combater os efeitos das mudanças climáticas em outros lugares do planeta. E por que elas são tão poucas? Existem diversas razões que explicam a praticidade única da construção de subterrâneos em Coober Pedy. A primeira são as rochas da região. “Elas são muito moles, você pode raspá-las com um canivete ou com a unha”, afirma Barry Lewis, funcionário do centro de informações turísticas da cidade. Nos anos 1960 e 70, os moradores de Coober Pedy ampliaram suas casas da mesma forma que criaram as minas de opala, usando pás, picaretas e explosivos. Algumas delas não exigiram muito trabalho para serem escavadas, já que muitos moradores usaram poços de minas abandonados como pontos de partida. Mas, hoje em dia, os túneis costumam ser escavados com equipamento industrial. “Uma boa máquina de perfuração de túneis pode retirar cerca de seis metros cúbicos de rocha por hora, de forma que você pode ter uma casa subterrânea construída em menos de um mês”, explica Wright. Na Capadócia, existem muitas casas escavadas na rocha vulcânica. Elas não são mais usadas como moradia Getty Images/BBC Mas ainda é possível escavar manualmente. Por isso, quando os moradores precisam de mais espaço, às vezes eles simplesmente começam a cavar. E, como se trata de uma área de mineração de opala, não é raro que um projeto de reforma acabe dando lucros. Já houve um homem que encontrou uma gema grande saindo da parede enquanto instalava um chuveiro e, durante uma obra de ampliação, um hotel local descobriu opalas no valor de 1,5 milhão de dólares australianos (cerca de R$ 4,8 milhões). O arenito também é estruturalmente estável sem precisar de apoios. Por isso, é possível construir salões literalmente cavernosos com pé-direito alto, em qualquer forma que você quiser, sem acrescentar materiais. Na verdade, a construção de túneis em Coober Pedy é tão simples que muitos moradores têm casas de luxo sofisticadas, com piscinas subterrâneas, salões de jogos, grandes banheiros e salas de estar de alto padrão. Um morador local chegou a descrever sua casa subterrânea “como um castelo”, com 50 mil tijolos aparentes e portas em arco em todos os quartos. “Temos alguns subterrâneos surpreendentes por aqui”, afirma Wright. Ele explica que os moradores são notoriamente reservados – outra possível consequência de viver embaixo da terra – e você só consegue descobrir algo sobre eles quando é convidado para jantar. Questão de umidade Os benefícios de Cooper Pedy não seriam os mesmos em outros lugares parecidos. Das muitas moradias em rochas habitadas por seres humanos, a maioria fica em locais secos. Elas incluem desde as torres e paredes construídas nos rochedos de Mesa Verde, no Colorado (Estados Unidos), habitadas por mais de 700 anos pelo povo conhecido como ancestral pueblo, até os elaborados templos, túmulos e palácios escavados no arenito rosa de Petra, na Jordânia. Atualmente, uma das últimas aldeias cortadas na rocha e ainda habitadas do mundo é Kandovan, aos pés do monte Sahand, no Irã – um vale marcado por estranhas cavernas pontiagudas que foram escavadas e transformadas em casas, como uma colônia de cupinzeiros. A região recebe apenas 11 mm de chuva por mês, em média, durante todo o verão. Mas construir embaixo da terra em regiões mais úmidas é claramente mais complicado. O metrô de Londres é um exemplo. Para impermeabilizar seus túneis subterrâneos originais, construídos no século 19, eles foram revestidos com diversas camadas de tijolos e uma generosa camada de betume. Atualmente, são utilizados métodos mais modernos. Mas, mesmo com essas precauções, ainda é comum a incidência de mofo preto nas galerias. Coober Pedy é uma cidade incomum no sul da Austrália, onde tudo é subterrâneo, de igrejas a locais de acampamento Getty Images/BBC O mesmo problema afeta fundações de edifícios, porões e estacionamentos subterrâneos em regiões com forte incidência de chuvas em todo o mundo. Existem duas razões principais para o fenômeno. Uma é a falta de ventilação, que pode fazer com que a umidade da cozinha, dos banheiros e da própria respiração das pessoas se condense nas frias paredes das cavernas. O outro motivo é a água subterrânea, se as construções estiverem perto do lençol freático. As cavernas de Hazan, em Israel, são uma complexa rede de esconderijos subterrâneos construídos pelos judeus para escapar da perseguição dos romanos no século 2 d.C.. Ela inclui cozinhas, salões, reservatórios de água e um mausoléu de urnas funerárias. A apenas 66 metros de distância da entrada da caverna, a temperatura nos túneis cai significativamente em comparação com o lado externo. Mas a umidade também é o dobro dos 40% verificados na entrada da caverna. Um dos motivos pode ser o fato de que o sistema de cavernas foi construído em rocha porosa, em uma área de planície. Nestas condições, a tendência é de que o volume de água subterrânea seja maior. E seus corredores estreitos e entradas limitadas fazem com que haja pouco fluxo de ar. Mas, em Coober Pedy, construída sobre 50 metros de arenito poroso, as condições são áridas até nos subterrâneos. “Aqui é muito, muito seco”, afirma Wright. Poços de ventilação garantem o fornecimento adequado de oxigênio e permitem que a umidade das atividades internas escape do subterrâneo. Mas eles, muitas vezes, são simples canos que se estendem através do teto. Esses bunkers à prova de calor trazem, entretanto, um fator de preocupação. Lewis mora atualmente na superfície, em um parque para trailers. Sua casa subterrânea ficava embaixo do mesmo ponto onde ele mora hoje, mas ela simplesmente desabou. “Não acontece com muita frequência”, segundo ele. “Ela estava em um local ruim.” Também não é incomum que os moradores derrubem acidentalmente uma parede, atravessando até a casa do vizinho. Apesar do contratempo, Lewis sente falta da vida nos subterrâneos. E Wright também recomenda o ambiente embaixo da terra para pessoas que sofrem em locais com temperaturas absurdamente altas. Para ele, “é moleza quando você sente aquele calor”. E se o mundo continuar esquentando, é possível, sim, que, num futuro próximo, comecem a pipocar pirâmides de areia como as de Coober Pedy em outros lugares do mundo. Sexta-feira promete mais calor pelo Brasil; veja a previsão para o país e para sua região
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Natal bate recorde de calor em SP <img src="https://s2-g1.glbimg.com/l3Jp4nWq2DyBswEJQ-av2Tj_nxk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/Q/y/I7humATQCAcguiIFvzAw/globo-canal-5-20251225-2000-frame-62275.jpeg"/> Natal bate recorde de calor em SP Reprodução/TV Globo Em São Paulo, o Natal bateu recorde de calor. Foi o dia de dezembro mais quente em 64 anos. 34° e o Parque Augusta, no centro de São Paulo, ganha ares de praia paulistana. "Gosto de conversar com as pessoas, ver gente, é muito gostoso", diz Marcinha Ducorinto, atriz. Na sombra, uma rede para descansar. No sol, um livro para ler e se proteger. "Estou conseguindo ler, a prosa é difícil, mas é bem interessante e está dando para pegar uma cor, para quem é do Rio de Janeiro, pegar uma cor em São Paulo é bem diferente", afirma Tom Queirós, autônomo. A falta de praia não foi problema para a criançada que descobriu o chafariz no Parque da Independência. “Uma delícia, a gente estava passando de carro, eu vi, falei vamos parar porque tá muito calor, eles estão se divertindo. A gente está fazendo um acordo já, já passou uns 30 minutos, e eles: 'mais cinco, mais cinco'". O calor nesta quinta-feira (25) em São Paulo chegou a um nível histórico: 35,9°. É a maior temperatura registrada pelo Instituto Nacional de Meteorologia na capital paulista no mês de dezembro, desde 1961. Por isso, todo refresco é bem-vindo. "Hoje está tudo liberado, final de contas um verão desses... melhor que ficar dentro de um apartamento, fechado, é poder vir ao ar livre, brincar, se divertir, brincar com água, então é gostoso, faz bem", comenta Jeferson Santos, administrador. Mas calor e água podem ser também motivo de preocupação. O nível das represas que abastecem a região metropolitana de São Paulo está abaixo de 30%. E hoje caiu ainda mais. A alta temperatura em todo o estado, nesta semana, provocou um aumento de consumo de água até 60%, de acordo com a Sabesp. Por isso, segundo a empresa, a pressão está menor e o abastecimento não chega a todos os lugares. Alguns bairros da Grande São Paulo passaram o Natal sem água. "A gente levantou cedo abrindo as torneiras com a esperança que ia ter água e não teve", comenta uma moradora. No litoral de São Paulo, a temperatura hoje ficou 5° acima da média de dezembro. E sem registro de chuva — o que aumentou a sensação de calor. "Eu vim para cá para me molhar e me refrescar. Está um dia quente, mas tá um dia bom, né? Pra ficar numa prainha assim, né? Nossa, não tem coisa melhor", conta Luís Gustavo Pilon, mecânico.
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João Pessoa registra três casos de violência contra mulher no Natal; uma vítima morreu e outras duas sofreram tentativas de feminicídio image João Pessoa registra três casos de violência contra mulher no Natal; uma vítima morreu e outras duas sofreram tentativas de feminicídio Divulgação/Polícia Militar Três crimes de violência contra a mulher, entre feminicídios consumados e tentados, foram registrados nesta quinta-feira (25), feriado de Natal. As ocorrências aconteceram na Zona Sul de João Pessoa. O feminicídio ocorreu durante a madrugada no Engenho Velho, bairro de Gramame. Marlucia Barbalho Soares, de 60 anos, foi morta com cinco golpes de faca que atingiram o pescoço, tórax e braços. Segundo a Polícia Civil, o autor do crime seria o companheiro da vítima. Marlucia não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Após o ataque, o suspeito tentou tirar a própria vida e foi socorrido com ferimentos para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Ele permanece internado sob custódia policial. No segundo registro do dia, uma jovem de 22 anos, grávida de cinco meses de gêmeos, sofreu uma tentativa de feminicídio por arma branca. Inicialmente, ela foi levada ao Ortotrauma de Mangabeira (Trauminha), mas, devido à gravidade das lesões, precisou ser transferida pelo SAMU para o Hospital de Trauma. A vítima passou por procedimentos de emergência e segue internada em estado grave. O suspeito, que tinha um relacionamento com a jovem, foi preso em flagrante. Ainda na manhã desta quinta, um homem de 39 anos foi preso após agredir a ex-esposa, no bairro João Paulo II. A vítima sofreu fraturas no rosto e na cabeça. De acordo com as investigações, ela já possuía uma medida protetiva contra o agressor. A mulher foi encaminhada ao Hospital de Emergência e Trauma, onde recebeu atendimento médico e, após período de observação, recebeu alta. Os números de feminicídio na Paraíba O número de feminicídios subiu para 26 casos, na Paraíba, entre os meses de janeiro e outubro de 2025. O número já superava o total de casos registrados em todo o ano de 2024. De janeiro a outubro de 2025, a Paraíba registrou os 26 feminicídios em diferentes cidades, de acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Foram 3 feminicídios registrados no mês de janeiro, seis no mês de fevereiro, mais três em março, 2 em abril, 3 em maio, 3 em junho, nenhum em julho, 1 em agosto, 3 em setembro e 2 em outubro. Os casos registrados aconteceram em Cajazeiras, Coremas, Araçagi, Cacimba de Dentro, Campina Grande, Conde, Cuité, Itaporanga, João Pessoa, Mulungu, Patos, Pilões, Pombal, Santa Rita, Solânea, Nova Floresta, Marizópolis, Juru, Lagoa Seca e Triunfo. Em 2024, 25 mulheres foram assassinadas na Paraíba, simplesmente, por serem mulheres. Cerca de duas mulheres foram vítimas de feminicídio por mês no estado. Como denunciar Denúncias de estupros, tentativas de feminicídios, feminicídios e outros tipos de violência contra a mulher podem ser feitas por meio de três telefones: 197 (Disque Denúncia da Polícia Civil) 180 (Central de Atendimento à Mulher) 190 (Disque Denúncia da Polícia Militar - em casos de emergência) Lei do Feminicídio completa 10 anos, destacando avanços na proteção e conscientização Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
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Saiba como se inscrever no concurso de professor da UFS com remuneração de mais de R$ 7 mil <img src="https://s2-g1.glbimg.com/lfHq5702IHn8f4X6R5pJVCSJLJU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/m/1/oypUkuQf6II4Zuu8J7Mw/whatsapp-image-2024-02-25-at-15.57.54-2-.jpeg"/> Campus da Universidade Federal de Sergipe em São Cristóvão Leonardo Barreto/ g1 A Universidade Federal de Sergipe (UFS) está com edital de concurso público para professor efetivo aberto, com nove vagas em diferentes áreas e campi. A remuneração é de R$ 7.107,99. Segundo a UFS, a titulação mínima exigida para o cargo é de doutorado e a taxa de inscrição é de R$ 200, mas há a possibilidade de isenção. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp As inscrições acontecem exclusivamente pela internet, entre os dias 22 de dezembro de 2025 e 20 de janeiro de 2026, neste link. Será solicitado o preenchimento de um formulário com os dados pessoais do candidato como RG, CPF, endereço e outros. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O candidato também deverá selecionar se deseja reserva de vagas para pessoas com deficiência, pretas e pardas, quilombolas e indígenas, e ainda se necessita de condições especiais para realização da prova. Para acessar o edital e demais informações, clique aqui. Campi e áreas disponíveis: Campus de Nossa Senhora da Glória: Zootecnia Campus de Itabaiana: Ciências Contábeis, Matemática Campus de Laranjeiras: Museologia Campus de São Cristóvão: Computação, Ciências Sociais, Direito Campus de Aracaju: Medicina Cronograma do edital: Período das inscrições: 22/12/2025 a 20/01/2026 Pagamento da taxa de inscrição: 22/12/2025 a 21/01/2026 Pedido de isenção de taxa: 22/12/2025 a 31/12/2025 Divulgação do resultado da isenção de taxa: 09/01/2026 Divulgação da lista preliminar das inscrições deferidas: 27/01/2026 Recurso contra indeferimento de inscrição: 28/01/2026 e 29/01/2026 Divulgação definitiva das inscrições deferidas: 30/01/2026 Prazo para realização das provas: a partir do dia 20/02/2026 até o dia 16/06/2026
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Rio registra temperatura de 39ºC no Natal <img src="https://s2-g1.glbimg.com/A4eRnNugH6A6GPz8ZLHkrjOOGHw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/I/k/SkjGFnQVW7NEZSn6Pc7Q/g1-calorao3.jpeg"/> Praia de Copacabana ficou lotada na manhã desta quinta-feira (25). Sérgio Telles/ TV Globo O Rio de Janeiro registrou nesta quinta-feira (25) um calor de 39ºC, segundo o Climatempo. A previsão era que a temperatura poderia atingir os 40ºC. A recomendação das autoridades municipais e estaduais é que os cuidados com proteção da pele e hidratação sejam redobrados. A capital fluminense está, desde a quarta (24), no nível Calor 3, definido pelo Centro de Operações e Resiliência do Rio de Janeiro (COR-Rio). O índice é o terceiro da escala que vai até a 5 — quando a temperatura está elevada e a previsão indica manutenção desse cenário. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Rio tem dia de praias cheias e termômetros que podem chegar a 40ºC LEIA MAIS: Calor severo ou extremo: veja as 22 cidades do RJ em alerta, entenda o cálculo e veja riscos e orientações Praias do Rio têm 15 trechos impróprios após chuvas; Glória tenta voltar a ser liberada Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-RJ), os municípios podem registrar calor classificado como leve, severo ou extremo. Confira a lista das cidades aqui. Mesmo com os termômetros nas alturas, as areias ficaram lotadas em Copacabana e em Ipanema. Muitos banhistas apostaram no guarda-sol e no protetor solar para aproveitar. Praia do Arpoador estava cheia na manhã de Natal Fabio Gabry/ Arquivo pessoal Nem todo mergulho está liberado no calorão. Segundo o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), 15 pontos da orla da capital estão impróprios para banho, principalmente por causa das chuvas intensas que atingiram a cidade no início de dezembro e afetaram a qualidade da água do mar. De acordo com o boletim mais recente do Inea, Copacabana está entre os 26 pontos próprios para banho no município. Do Leme ao Pontal, as praias aparecem todas liberadas. Praia de Copacabana lotada no feriado de Natal no Rio Sérgio Telles/ TV Globo Águas da Praia de Ipanema na manhã de Natal Marcello Cavalcanti/ Arquivo pessoal
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Homem é morto a tiros dentro de ambulância em Canhotinho image Delegacia de Polícia de Garanhuns investiga o crime Reprodução/Google Street View Um homem foi assassinado dentro de uma ambulância enquanto estava sendo socorrido em Canhotinho, no Agreste de Pernambuco. O crime aconteceu na noite da quarta-feira (24), véspera de natal. O nome e a idade da vítima não foram informados. Por meio de nota, a Polícia Civil disse que o crime foi registrado como homicídio consumado somente na quinta-feira (25), através da Delegacia de Garanhuns, também no Agreste do estado. A vítima foi encontrada com perfurações de arma de fogo dentro da ambulância. ✅ Receba as notícias do g1 Caruaru e região no seu WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ao g1, a polícia informou que a vítima havia sido socorrida pela equipe médica com perfurações de arma branca e estava sendo levada até um hospital. Duas pessoas em uma motocicleta abordaram a ambulância e um deles executou o homem em cima da maca. “As investigações foram iniciadas e seguirão até a elucidação dos fatos”, reforçou a polícia.
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Escolas de Teresina devem substituir sinais sonoros para proteger alunos autistas a partir de 2026 <img src="https://s2-g1.glbimg.com/HSyYmyo8BGsabLTU2MoVldZyQI0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/9/O/Ym5EQsQxi1PNqtgs61AQ/whatsapp-image-2022-10-21-at-11.17.09.jpeg"/> Escolas de Teresina devem substituir sinais sonoros para proteger alunos autistas a partir de 2026 Divulgação/MPPI A Prefeitura de Teresina sancionou a lei nº 6.295 que obriga a substituição de sinais sonoros e campainhas nas escolas públicas do município por sinais musicais. A medida pretende tornar o ambiente escolar mais inclusivo e acolhedor às crianças com Transtorno de Espectro Autista (TEA). A medida entra em vigor em 1º de janeiro de 2026 e foi publicada no Diário Oficial do Município da terça-feira (23). ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp "Caberá à Prefeitura Municipal de Teresina, através de seu órgão competente, adotar todas as providências necessárias para a execução da determinação contida nesta Lei", diz o documento. O texto, no entanto, não detalha qual o prazo para adequação das escolas e se alguma penalidade pode ser aplicada àquelas que não se adequarem à determinação. Desde 2024, também está vigente a lei estadual nº 8.352, que também determina que estabelecimentos de ensino públicos e privados do Piauí devem utilizar sinais musicais. A medida já foi adotada em algumas escolas do país, como em Franca (SP). Confira: Escolas de Franca, SP, trocam sirene por música suave para alunos autistas VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
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Festividade do Menino Jesus encerra com procissão, missa, seresta e show de prêmios image Celebração eucarística na Comunidade Menino Jesus no Mapiri, em Santarém-PA Pascom Menino Jesus Encerra nesta quinta-feira (25) a Festividade do Menino Jesus 2025, realizada pela Comunidade Menino Jesus, no bairro Mapiri, em Santarém, oeste do Pará. A programação do último dia contempla procissão, celebração eucarística, seresta e show de prêmios. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp Iniciada no último dia 20 de dezembro, a festividades é marcada por fé, tradição e participação da comunidade nas celebrações religiosas, atividades culturais, musicais e sociais, fortalecendo a espiritualidade, a convivência comunitária e a valorização da cultura local. Com o tema “Menino Jesus, Fonte de Esperança Jubilar”, a festividade contou com uma intensa agenda de celebrações eucarísticas, novenas, procissões, batizados, apresentações musicais, shows de calouros e atrações regionais, envolvendo diversas pastorais, comunidades, movimentos e fiéis da Arquidiocese de Santarém. O ponto alto da festividade acontece nesta quarta-feira, com a Procissão de Encerramento, momento central de fé e devoção, que simboliza a culminância espiritual da festividade. A procissão tem início às 18h, com saída da Igreja Menino Jesus, percorrendo ruas do bairro Mapiri, reunindo fiéis em um forte testemunho público de fé cristã. Ao final do percurso, acontece a celebração eucarística de encerramento, presidida por Dom Irineu Roman, Arcebispo da Arquidiocese de Santarém. A missa marca oficialmente o encerramento da Festividade do Menino Jesus 2025, reforçando a mensagem de Esperança, Comunhão e renovação da Fé Cristã. Programação social e cultural Após a celebração, a comunidade participa da Seresta com Avelino, seguida da 2ª Noite do Show de Prêmios, atividades que integram o caráter social e comunitário da festividade, promovendo confraternização, lazer e fortalecimento dos laços entre os moradores. Importância da festividade A Festividade do Menino Jesus é uma das mais tradicionais de Santarém, reunindo fé, cultura popular e ação pastoral. Além do aspecto religioso, o evento cumpre um importante papel social, promovendo integração comunitária, solidariedade e participação popular. VÍDEOS: Mais vistos do g1 Santarém e Região
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Pioneiro no Brasil, álbum de Natal de Simone chega aos 30 anos com mais glórias e memes do que antipatias image Simone cria site oficial para conectar ouvintes do álbum '25 de dezembro', lançado há 30 anos Willy Biondani / Divulgação ♫ ANÁLISE ♬ Então é Natal e Simone – cantora nascida em Salvador (BA) em 25 de dezembro de 1949 – faz 76 anos às voltas com ação de marketing que revitaliza o álbum 25 de dezembro, lançado em 1995 e desde então alvo de amores e ódios. Hoje mais amores do que ódios. Sim, o álbum mais vendido da carreira da banda, título pioneiro na então escassa discografia natalina brasileira, chega aos 30 anos com mais glórias do que hate. A cantora e a Universal Music – gravadora que encampou em 1999 a Philips / Polygram, companhia fonográfica que editou o álbum 25 de dezembro – se uniram em ação que envolveu a criação de site (www.entaooquevocefez.com.br) para coletar histórias sobre o disco e conectar os ouvintes desse trabalho tão controvertido. Ainda alvo de memes, o álbum 25 de dezembro tem sido reavaliado nos últimos anos e, sob a benção da perspectiva do tempo, tem tido exaltados os méritos até então ofuscados por preconceitos. Mas o que ninguém conta e Simone tampouco fala em entrevistas é a razão do hate iniciado em 1995. O que aconteceu é que Marcos Maynard – executivo então no comando da gravadora Polygram e conhecido pelo marketing agressivo com que promove artistas e discos sob sua égide – orquestrou série de ações de marketing e publicidade pautadas pelo excesso para divulgar o álbum de Simone. Traduzindo em bom português: a gravadora quis empurrar o disco natalino de Simone goela abaixo do povo brasileiro. Em dezembro de 1995, era difícil não se deparar com o álbum de alguma forma, seja ligando o rádio em casa ou andando nas ruas. Se você entrasse em qualquer loja de disco, a música tocada era Então é Natal, faixa eleita para promover o álbum 25 de dezembro. Então é Natal é versão em português de Cláudio Rabello para Happy Xmas (War is over), pacifista canção natalina composta, gravada e lançada em 1971 por John Lennon (1940 – 1980) e Yoko Ono. A música carregava o espírito de Natal com mensagem de paz e união entre os povos. Como a canção ficou massificada na versão de Simone, começou o hate quando essa palavra ainda nem existia no dicionário do então incipiente mundo digital. Para piorar a situação, a divulgação ostensiva na mídia dos resultados comerciais do disco contribuiu para a sensação de que o marketing em torno do álbum 25 de dezembro era da mesma dimensão do sucesso do disco. Essa necessidade de afirmação na mídia do sucesso de 25 de dezembro fez com que parte do público e críticos (como este colunista) tivessem certa antipatia e má vontade com o disco naquele momento para escapar do assédio. É preciso contextualizar para entender que todo esse marketing ostensivo não aconteceu em vão. Havia muita coisa em jogo no lançamento do álbum. Campeã de vendas da CBS nos anos 1980, Simone saiu meio por baixo da gravadora – então já denominada Sony Music – em 1995, ano em que a cantora se transferiu para a PolyGram, acolhida por Maynard. Era questão de honra para cantora e para o executivo que o álbum se transformasse em um retumbante sucesso de vendas. Nessa fogueira de vaidades, quem ardeu em chamas foi o disco, que ganharia em 1996 uma faixa-bônus, a regravação de Ave Maria (Vicente Paiva e Jayme Redondo, 1950) com o coro das Meninas Cantoras de Petrópolis, música desde então incorporada ao repertório de clássicos natalinos. Foi preciso que o tempo – eterno senhor da razão – apagasse essa fogueira para que o álbum fosse reavaliado sem paixões e sem a fúria gerada em dezembro de 1995. Orquestrado com produção musical de Max Pierre e Moogie Canazio a partir de ideia proposta por Simone ao executivo Marcos Maynard (consta que a cantora teve a ideia ao se deparar com diversos álbuns natalinos em loja de discos de Nova York e intuir que discos do gênero poderiam dar certo no Brasil), o álbum 25 de dezembro acertou ao reavivar então esquecida canção de Roberto Carlos e Erasmo Carlos (1941 – 2022), Pensamentos (1982), que se afinava com o espírito de Natal. Clássico da dupla de compositores sempre presente nos shows de Roberto, o spiritual Jesus Cristo (1970) também ressurgiu no disco de Simone com coro de tom gospel. A cantora também deu voz standards natalinos como Sino de Belém / Jingle bells (James Pierpont, 1857, em versão em português de Evaldo Ruy, 1941), Natal das crianças (Blecaute, 1955), O velhinho (Otávio Babo Filho, 1954) – cantado por Simone no devido tempo de delicadeza – e Noite feliz (1912), versão em português – escrita pelo frade Pedro Sinzig (1876 – 1952) – da canção austríaca Stille nacht (Franz Gruber e Joseph Mohr, 1818), conhecida em inglês como Silent night. Versão em português de White Christmas (Irving Berlin, 1942), escrita pelo compositor fluminense Marino Pinto (1916 – 1965), Natal branco (1956) ganhou as cores de arranjo que evocava a era norte-americana das big bands do jazz. Em contrapartida, resultou desafinada a ideia de reviver a tristonha marcha Boas festas (Assis Valente, 1933) com o baticum do grupo baiano Timbalada. O tom expansivo da gravação diluiu o sentimento da letra, contrariando a natureza melancólica de versos que denunciavam a injustiça social evidenciada no Brasil a cada Natal em que umas crianças têm tudo e outras têm nada. Que maravilha viver... – versão em português de Claudio Rabello de What a wonderful world (1967), último sucesso do trompetista e cantor Louis Armstrong (1901 – 1971) – completou o repertório deste álbum que, aos 30 anos de vida, já gera mais simpatia do que antipatia. Até porque as ações massificantes para vender o álbum ficaram esquecidas ao longo desses 30 anos. Apagada a fogueira das vaidades, a música sempre sobrevive ao marketing. Capa do álbum ‘25 de dezembro’, de Simone Divulgação
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Mulher morre em acidente no viaduto do Manoa na madrugada de Natal <img src="https://s2-g1.glbimg.com/zs-ea4a21H1C74XfjyWIBlopDyM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/b/N/GiMxG2Q1a6Cp2qctX0bw/whatsapp-image-2025-12-25-at-08.11.17-1-.jpeg"/> Mulher morre em acidente no viaduto do Manoa na madrugada de Natal. Ruan Lucas, g1 AM Uma mulher de 28 anos morreu na madrugada desta quinta-feira (25), após um grave acidente no Complexo Viário Professora Isabel Victoria, conhecido como viaduto do Manoa, localizado na Avenida Max Teixeira, no bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus. A identidade da vítima não foi divulgada. Segundo informações obtidas pela Rede Amazônica, o carro em que a jovem estava seguia pela via quando o motorista perdeu o controle da direção. O veículo capotou várias vezes e só parou após percorrer alguns metros pela pista. Com a força do impacto, a vítima sofreu ferimentos gravíssimos. Parte do corpo ficou presa nas ferragens e foi esmagada pela estrutura do próprio automóvel. O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) foi acionado para atender a ocorrência. Equipes do Departamento Técnico-Científico (DPTC) e do Instituto Médico Legal (IML) também estiveram no local para realizar a perícia e providenciar a remoção do corpo. As circunstâncias do acidente serão investigadas.
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IPTU 2025: prazo para pagamento da segunda parcela acaba nesta sexta-feira (31) <img src="https://s2-g1.glbimg.com/BPPMACwsb2gnJATpcYO4Yq9fsaE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/m/V/VoSQK1T5icdO4Kg5ESHg/img-5793-1.jpeg"/> IPTU 2025: veja calendário de vencimento do imposto em Teresina Divulgação/SEMF O prazo para o pagamento da segunda parcela do Imposto de Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) de 2025 em Teresina encerra nesta sexta-feira (30). A dívida poderia ser paga em cota única, com 7% de desconto, ou dividida em até seis vezes. LEIA MAIS: IPTU pode aumentar 8 vezes em 2026, alerta presidente do Creci No mesmo boleto entra a cobrança da Taxa de Coleta de Resíduos Sólidos Domiciliares (TCRD) e da Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública (COSIP). O calendário para o pagamento do IPTU de 2025 em Teresina foi publicado no Diário Oficial do Município. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Datas de vencimentos do IPTU O boleto e o Documento de Arrecadação de Tributos Municipais (DATM), que comprova o pagamento dos impostos municipais, estão disponíveis no site: iptu.teresina.pi.gov.br. Também é possível solicitar o documento presencialmente nas seguintes Unidades de Atendimento ao Público (UAP): Secretaria Municipal de Finanças - Rua Coelho Rodrigues, 1911, Centro (7h30 às 13h30); Show Auto Mall - Av. João XXIII, 5325, Santa Isabel (7h30 às 17h30); Espaço Cidadania do Teresina Shopping - Av. Raul Lopes, 1000, Noivos(7h30 às 17h30) VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
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Av. Francisco Bicalho é liberada após protesto de parentes de mortos em operação; SIGA image Av. Francisco Bicalho é liberada após protesto de parentes de mortos em operação; SIGA Segundo as autoridades de segurança, lista de mortos na megaoperação deve ser divulgada até o fim de semana. Operação deixou 121 mortos e 113 presos. Após divergências, Castro e Lewandowski se reuniram e anunciaram cooperação. O que dizem os moradores e o governador sobre a operação. 'Muro do Bope': entenda estratégia da polícia e veja INFOGRÁFICO. Castro disse que não pediu GLO; entenda o que é e por que o termo voltou a ser discutido
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Amigos viralizam ao entrar em drive-thru a cavalo e pedir lanche em fast food; VÍDEO image Cliente raiz: dupla chega a cavalo no drive-thru e rouba a cena em Ipojuca Dois homens viralizaram nas redes sociais após irem comprar lanche em um drive-thru montados a cavalo. A situação inusitada aconteceu na quarta-feira (29), em uma lanchonete da rede McDonald's em Porto de Galinhas, em Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco. A dupla chamou a atenção pelo bom humor e pela forma peculiar de fazer o pedido. Nas imagens, Yuri Reithler e seu amigo, conhecido como Bu, aparecem rindo e se divertindo com a situação. Eles são moradores de Maracaípe, praia vizinha ao famoso destino turístico pernambucano (veja vídeo acima). ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp “Pode, né, com cavalo? Não está dirigindo? E ainda poderia estar bebendo", comenta Yuri. “Exatamente, não tem bafômetro”, responde o amigo. Segundo Yuri, ele e o amigo passavam pelo restaurante e tiveram vontade de tomar refrigerante. Entretanto, não podiam entrar na loja com os cavalos. A solução seria passar no drive-thru — que não atende pedestres. “A gente tinha essa ideia de passar lá e estava querendo uma Coca-Cola, de fato. Aí a gente pegou e foi. Só que não dá para entrar com o cavalo dentro da loja, né? Aproveitamos e passamos no drive. A gente estava ‘dirigindo’ cavalo mesmo”, disse. No vídeo, eles aparecem fazendo o pedido no totem de atendimento do restaurante e pegando refrigerantes. Como surgiu a ideia Yuri Reithler, um dos protagonistas do vídeo, contou ao g1 que a ideia surgiu de forma espontânea. Segundo ele, tanto sua família quanto a do amigo têm tradição com cavalos, e o uso do animal como transporte é comum na rotina dos dois. “Um dia a gente surfa, outro dia anda a cavalo, fica nessa variação, sempre juntos. Acabou que lançou esse McDonald's e a gente teve a ideia de ir lá e pegar o lanche, só que a cavalo, que é como a gente anda por aqui”, contou Yuri. Yuri, que é proprietário de uma pousada em Maracaípe, explicou que a região tem um estilo de vida mais tranquilo, o que facilita momentos de lazer mesmo em meio aos dias úteis da semana. “Como a gente não pega trânsito, sobra muito tempo para fazer o resto das coisas, acaba que dá para andar de cavalo quase todo dia ou surfar. Mesmo com todo o trabalho, sobra tempo”, comentou. Ele explicou que o uso de carro é raro entre eles, e que andar a cavalo faz parte do cotidiano da comunidade local. “A gente faz muita coisa a cavalo. Como a gente passeia e passa na frente dos lugares, aproveita e para. É um costume normal, meu pai fazia muito isso, minha mãe e eu também”, contextualizou. Yuri Reithler e o amigo Bu utilizaram o drive-thru do McDonald’s a cavalo Montagem/g1 VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias
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g1 (RSS Feed) 2 months ago
Novo vereador é diplomado em substituição a presidente cassado em São Luiz, interior de RR image Roberto Curió ao ser diplomado como vereador de São Luiz, no interior de Roraima TRE-RR/Divulgação A Justiça Eleitoral diplomou nesta quinta-feira (30) Roberto da Rocha Silva (PP), o Roberto Curió, como novo vereador de São Luiz, no Sul de Roraima. Ele vai ocupar a vaga deixada por Faguinho (PP), cassado por comprar votos nas eleições de 2024. Com o diploma, Roberto Curió está apto a ser empossado na Câmara Municipal de São Luiz. Nas redes sociais, ele celebrou a diplomação e disse que vai trabalhar em prol da população: "Quero agradecer a cada amigo, cada pessoa que tava torcendo por esse papelzinho aqui [diploma]". ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Faguinho era presidente da Casa e foi condenado por compra de votos e abuso de poder econômico em decisão unânime do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). A decisão também determinou a imediata retotalização do resultado das eleições, o que beneficiou Roberto Curió, autor da ação contra o colega de partido. Após a diplomação do novo eleito, o TRE comunicou a Câmara de São Luiz . A posse de Roberto Curió deve ocorrer na próxima terça-feira (4), às 9h. O novo vereador recebeu 299 votos. LEIA TAMBÉM: Presidente da Câmara de São Luiz é cassado por compra de votos 'Dá duzentinho para cada um que é para alegrar': MP pede cassação de presidente da Câmara Quem é Roberto Curió? Antes de 2024, Roberto Curió havia se candidatado outras cinco vezes (2004, 2008, 2014, 2016 e 2020) mas em nenhuma delas se elegeu. Ele é natural de Fortaleza, no Ceará, e tem 49 anos. Nas eleições do ano passado, declarou R$ 135 mil em bens ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) - R$ 15 mil de uma moto e R$ 120 mil de um carro. O grau de instrução dele é ensino fundamental completo. Veja outra notícia sobre São Luiz: CPI da ALE-RR ouve testemunhas sobre aplicação de recursos em São Luiz do Anauá Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.
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Estágios e vagas de jovem aprendiz estão com inscrições abertas em Macapá <img src="https://s2-g1.glbimg.com/iERW1VG6Fjifx1rwYGdwoTKX8EY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/I/O/HLgGhfQKyVpf44NNBTFg/whatsapp-image-2025-02-18-at-11.32.08.jpeg"/> Estágios e vagas de jovem aprendiz estão com inscrições abertas em Macapá O Instituto Inova – Estágio e Aprendiz está com inscrições abertas para programas de estágio e jovem aprendiz no Amapá. As oportunidades são voltadas para estudantes a partir de 16 anos e oferecem bolsas de até R$ 850. Há vagas em Macapá com carga horária de seis horas por dia. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site inovaestagioeaprendiz.org.br. O Instituto é uma organização social sem fins lucrativos que atua na inserção de jovens no mercado de trabalho por meio de programas remunerados. Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça   Quem pode participar Para o programa de estágio, podem se inscrever estudantes a partir de 16 anos que estejam matriculados no ensino médio, técnico, superior, educação especial ou na modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA). Já o programa jovem aprendiz é voltado para pessoas entre 14 e 24 anos, que estejam cursando ou tenham concluído o ensino fundamental ou médio. CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER LEIA TAMBÉM: Chamada Escolar Unificada inicia nesta terça-feira (14) em Macapá Governo do Amapá abre cadastro obrigatório para alunos da rede pública em 2026 Vagas disponíveis Confira abaixo as oportunidades com inscrições abertas: 📌 Ensino Médio, EJA, Gestão de Pessoas ou Recursos Humanos 1º semestre Horário: 8h às 14h Local: bairro Central - Macapá Bolsa auxílio: R$ 800 Auxílio transporte: 150 📌 Direito 5º semestre Horário: 8h às 14h - segunda a sexta Local: bairro Central - Macapá Bolsa auxílio: R$ 850 Auxílio transporte: R$ 42,90 📌 Marketing, Gestão Comercial, Publicidade e Propaganda, Recursos Humanos ou Secretariado Executivo 1º semestre Horário: 8h30 às 14h30 ou das 12h às 18h (6h diárias) Local: bairro Central - Macapá Bolsa auxílio: R$ 800 Auxílio transporte: R$ 7,40 por dia (pagamento mensal) 📌 Administração, Recursos Humanos, Secretariado ou áreas associadas 1º semestre Horário: 9h às 15h ou 11h às 17h (segunda a sábado) Local: bairro Jesus de Nazaré - Macapá Bolsa auxílio: R$ 800 Auxílio transporte: 200 📌 Ensino Médio Horário: 9h às 15h ou 11h às 17h (segunda a sábado) Local: bairro Central - Macapá Bolsa auxílio: R$ 700 Auxílio transporte: R$ 200 Fecomércio abre vagas de estágio em diferentes áreas no AP Fecomércio-AP/Divulgação Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:
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g1 (RSS Feed) 2 months ago
Estudante comemora aplicação do Enem no Bailique (AP): ‘Facilita a vida de quem mora na região’ image Ministério da Educação confirma aplicação das provas do Enem no Arquipélago do Bailique A Justiça Federal decidiu que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 será aplicado no Arquipélago do Bailique, no Amapá. A medida foi tomada para facilitar o acesso de estudantes da região, que antes precisavam enfrentar uma viagem de mais de 160 km até Macapá. O trajeto, feito de barco, pode durar até 16 horas — e chegou a levar três dias em 2024, por causa da seca e da baixa dos rios. Charlyane Silva, de 17 anos, está no último ano do ensino médio e, em 2024, fez o Enem como ‘treineira’ — estudante que participa da prova apenas para adquirir experiência. Ela lembra que o deslocamento até Macapá exigiu planejamento e mais custos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp “O deslocamento foi bem longo e acabei tendo um investimento muito maior que o habitual quando fui para Macapá. Foi um esforço grande só pra conseguir chegar no local da prova”, conta. LEIA TAMBÉM: Justiça Federal determina realização de provas do Enem no Arquipélago do Bailique, no AP Mais de 33 mil inscrições são confirmadas para o Enem 2025, no Amapá Charlyane Silva, de 17 anos, enfrentou uma viagem de mais de 12 horas de barco para fazer as provas Crystofher Andrade/g1 Charlyane relata que a viagem foi feita em um barco fretado e que os estudantes ficaram acomodados em um alojamento de uma escola no centro da capital. A viagem leva entre 12 e 14 horas, dependendo das condições de tempo, baixa dos rios ou estiagem. “A viagem em si é bastante cansativa mesmo. Com essa mudança, facilita muito a vida da gente. Enfrentamos diversas dificuldades no dia a dia, e essa medida torna o processo mais acessível”, diz a estudante. Jacirene Ramos, professora da Escola Bosque do Bailique, afirma que a aplicação da prova no arquipélago é essencial para garantir igualdade de acesso aos estudantes que vivem nas comunidades ribeirinhas. “Se a prova continuasse a ser realizada apenas em Macapá, seria extremamente prejudicial para todos os alunos daqui, pois implica em logística para o deslocamento à cidade. A viagem para Macapá é bastante exaustiva. Os professores precisam acompanhar os alunos, o que aumenta o cansaço”, contou. Decisão da justiça Em setembro, a Justiça Federal determinou que o Enem 2025 seja aplicado no arquipélago. A decisão liminar, publicada no dia 8, atendeu a uma recomendação do Ministério Público Federal (MP-AP) e definiu que as provas sejam realizadas nas escolas Cláudio dos Santos Barbosa ou Bosque, com apoio logístico do governo estadual. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) havia argumentado que a região não atendia ao critério técnico de ter mais de 600 inscritos para sediar a prova. No entanto, a Justiça considerou as particularidades do Bailique, com cerca de 8 mil habitantes, destacando que a ausência de local de prova na região configuraria “discriminação indireta”. A decisão também ponderou que, embora exista risco à segurança dos malotes de provas, esse fator não deve impedir a aplicação do exame. O juiz destacou que o deslocamento até Macapá representa um risco ainda maior à integridade dos estudantes. Ribeirinhos puxam embarcações para não ficarem isolados após seca de rios no Amapá Escola Bosque, no Bailique Divulgação/Orleano Marques *Estagiário sob supervisão do editor Rafael Aleixo. Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:
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g1 (RSS Feed) 2 months ago
Tenente-coronel preso por atirar no sogro e dar soco na esposa havia cometido outras agressões, diz vítima image Tenente-coronel do Exército, Kleber Yanez do Nascimento, foi preso em flagrante pela PM Reprodução/Facebook/Kleber Yanez A esposa do tenente-coronel Kleber Yañez do Nascimento, de 46 anos, suspeito de agredi-la e de atirar no sogro, afirmou à Polícia Civil que havia sido vítima de agressões anteriores. Yañez teve a prisão preventiva decretada pela Justiça nessa segunda-feira (20), em Boa Vista. Em depoimento à polícia, que o g1 teve acesso com exclusividade, a mulher, de 42 anos, afirmou que é casada há 20 anos com o tenente-coronel e que, nesse período, foi agredida fisicamente pelo marido em várias ocasiões. No entanto, ela disse nunca ter registrado boletim de ocorrência contra ele. Yañez foi preso na noite de domingo (19) após agredir a esposa e atirar no sogro, que tentava ajudar a vítima. A filha do casal, uma menina de 11 anos, viu o pai agredindo a mãe e pediu ajuda a um tio. O crime ocorreu numa vila militar no bairro São Francisco, zona Norte. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Na delegacia, o tenente-coronel foi atuado em flagrante pelos de tentativa de feminicídio e lesão corporal dolosa contra o sogro. Soco na boca da esposa Agressão ocorrida na noite de domingo, segundo depoimento da esposa, foi sido motivada por ciúmes do marido. Ela disse à polícia que foi atingida por um soco na boca e que Yañez havia consumido bebida alcoólica, mas não estava embriagado. A mulher afirmou ainda temer pela própria vida porque o marido possui arma de fogo e é "atirador de elite". LEIA TAMBÉM: Justiça mantém prisão de tenente-coronel do Exército suspeito de agredir esposa e atirar no sogro Tenente-coronel do Exército é preso por agredir esposa e atirar no sogro Ao decretar a prisão preventiva, o juiz considerou as declarações da esposa: "As circunstâncias do delito imputado ao custodiado demonstram a necessidade de sua segregação cautelar para a garantia da ordem pública e, em especial, da segurança da própria vítima", cita trecho da audiência de custódia. Segundo a mulher, o pai dela foi atingido com dois tiros na barriga, foi levado ao Hospital Geral de Roraima (HGR), onde passou por cirurgia e foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Em nota, o Exército informou que "tem adotado todas as medidas cabíveis e colaborado de forma plena e irrestrita com as autoridades estaduais competentes, além de prestar todo apoio médico e psicológico aos familiares do militar." Kleber Yañez está preso preso no quartel-general do 1ª Brigada de Infantaria de Selva, à disposição da Justiça. Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.
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g1 (RSS Feed) 2 months ago
Mestres abridores de letras promovem oficina gratuita e criam obra ao vivo em programação em Belém image Mestres abridores de letras da Amazônia: ofício completa 100 anos em 2025 ILQF Depois de aportar em Fortaleza, Rio de Janeiro, Brasília, Recife e Salvador, o projeto Letras que Navegam – Oficinas de Letras Amazônicas pelo Brasil ancora em Belém para comemorar o centenário do ofício dos mestres ribeirinhos. No dia 23 de outubro, das 18h às 20h, a CAIXA Cultural Belém recebe bate-papo gratuito e aberto ao público com criação ao vivo das letras e paisagens — oportunidade rara de ver, de perto, o gesto que nasceu nos rios da Amazônia e hoje cruza o país. A itinerância, iniciada no começo de outubro de 2025, passa ainda por São Paulo e Curitiba, marcando a primeira circulação nacional desses guardiões da tradição secular. A prática de abrir letras surgiu em 1925, quando a Capitania dos Portos passou a exigir a identificação pintada nas embarcações amazônicas. Do preto-e-branco às paletas vibrantes atuais, formou-se um vocabulário visual de curvas, ornamentos e cromias que carrega memória, território e pertencimento. Pela primeira vez em cem anos, os próprios abridores circulam o Brasil como formadores, conduzindo oficinas e trazendo para o centro da cena um saber que, por décadas, permaneceu restrito às beiras de rio. “É uma oportunidade única de mostrar a Amazônia e permitir que o Brasil conheça de perto esses artistas populares”, afirma Fernanda Martins, presidenta do Instituto Letras que Flutuam (ILQF). “Esse encontro fortalece os laços entre os mestres e consolida um coletivo que carrega um patrimônio imaterial centenário.” Em Belém, as oficinas e o bate-papo são ministrados por Francivaldo da Silva Oliveira e Simão “Ramito” Costa Sarraf. Além do encontro aberto ao público, os mestres também se encontram com estudantes do Colégio Antônio Lemos e da Escola Estadual Jarbas Passarinho, reforçando a transmissão intergeracional desse saber ribeirinho. “Voltar a Belém é como voltar ao ponto de partida, ao lugar onde essa arte nasceu e continua viva”, diz Francivaldo, ex-vaqueiro que aprendeu a abrir letras observando o avô, tios e primos. “A gente leva a Amazônia para o Brasil e traz o Brasil de volta para as nossas águas.” Jovens de diversas regiões do Brasil participam de oficinas de mestres abridores de letras ILQF Com 45 anos de experiência no ofício, Ramito, de Breves, no Marajó, conta que a primeira experiência veio na infância, quando improvisou um pincel com “barba de bode” para batizar o barco da mãe. Desde então, ampliou o alcance de seu trabalho, participando de projetos coletivos de mural e representando os abridores em circuitos nacionais, o que ajudou a projetar a técnica para fora do Pará. “Nossa valorização abre portas e gera renda; é importante para que o ofício siga vivo e reconhecido”, afirma. A etapa pedagógica que preparou a itinerância ocorreu em setembro, durante o III Encontro de Abridores de Letras do Pará, em Belém, com formação conduzida pela pesquisadora Marcela Castro. “Cada abridor tem um modo único de ensinar, e isso é riqueza. O trabalho foi pensar juntos em caminhos para que esse conhecimento alcance mais pessoas sem perder a raiz ribeirinha”, resume Marcela. Serviço: Data: 23 de outubro de 2025 | Horário: 18h às 20h Local: CAIXA Cultural Belém, Av. Mal. Hermes, S/N - Armazém 6A - Reduto Atividade: Bate-papo gratuito com demonstração ao vivo de pintura ribeirinha Acesso: Aberto ao público VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Leia as últimas notícias do estado no g1 Pará