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Thiago
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Thiago 2 years ago
Keith Flint não morreu. Kkkk image
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Thiago 2 years ago
O STF insulta os brasileiros Editorial, O Estado de S. Paulo (03/02/2024) #press O Supremo parece se esforçar para convencer os cidadãos de que o monumental esquema de corrupção envolvendo empreiteiras nos governos do PT não passou de um delírio de todo um país No que depender do Supremo Tribunal Federal (STF), em particular do ministro Dias Toffoli, falta muito pouco para que milhões de brasileiros passem a acreditar que, talvez, no auge da Operação Lava Jato, tenham vivido uma espécie de surto coletivo. Tudo o que viram, leram e ouviram a respeito do monumental esquema de corrupção envolvendo as maiores empreiteiras do País durante os governos do PT, a despeito das inúmeras provas fornecidas pelos próprios acusados, aceitas como perfeitamente válidas em todas as instâncias judiciais ao longo de anos, simplesmente não aconteceu – e, pior, que as empresas envolvidas foram vítimas de uma sórdida conspiração da Lava Jato. Em setembro do ano passado, o ministro Dias Toffoli decidiu liminarmente anular todas as provas que consubstanciaram o acordo de leniência da Odebrecht, hoje rebatizada como Novonor. Como dissemos nesta página na ocasião, o despacho com tintas imperiais “foi uma decisão exagerada e desequilibrada que, numa só canetada, colocou abaixo o trabalho de anos de várias instituições estatais”. Quase três meses depois, o mesmo Dias Toffoli voltou a apor sua pena sobre o papel em que decidiu reescrever a história recente do País. Com mais uma infeliz canetada, o ministro, aproveitando o recesso de fim de ano do Poder Judiciário, suspendeu o pagamento da multa de R$ 10,3 bilhões prevista no acordo de leniência firmado entre a J&F e as autoridades brasileiras. Dias Toffoli parece seguir imparável no que se revela como uma autoatribuída missão de mostrar à sociedade que as investigações da Operação Lava Jato, as revelações da imprensa profissional e as confissões de centenas de executivos envolvidos em tramoias com agentes públicos – sem falar na extraordinária soma em dinheiro que tiveram de devolver ao erário – não passaram de uma conspiração urdida nos corredores do Poder Judiciário e do Ministério Público Federal em Curitiba. Na quinta-feira passada, foi a vez de o ministro suspender o pagamento da multa de R$ 6,8 bilhões da Odebrecht (em valores corrigidos), sob quase os mesmos argumentos que o levaram a decidir favoravelmente ao pleito da J&F. Dias Toffoli foi convencido pela equipe de defesa da Odebrecht de que seus executivos teriam sofrido “chantagem institucional” para assumir a autoria dos crimes e firmar os acordos de leniência. É curiosa, para dizer o mínimo, a interpretação exótica que o ministro Dias Toffoli faz da suposta coação, ou “chantagem”, de que teriam sido vítimas os executivos da Odebrecht. Em primeiro lugar, são necessárias doses generosas de candura ou boa vontade para acreditar que uma das maiores empresas privadas do País, assessorada, portanto, por uma equipe de advogados de primeira linha, poderia ser forçada a assinar o que quer que fosse. Ademais, que constrangimento ilegal ou abuso de autoridade seriam esses que, ora vejam, só serviriam para sustar os ônus do acordo de leniência, mantendo íntegros os bônus do pacto? Não faz sentido. Se firmados à força, sob chantagem, todos os acordos devem ser anulados em seus termos, inclusive os que beneficiam as empreiteiras, como a possibilidade de voltar a participar de licitações públicas e o fim do acordo de não persecução criminal. No limite, que os processos voltem à estaca zero, os erros cometidos pela força-tarefa da Operação Lava Jato sejam saneados e os implicados voltem a responder por seus atos. Tudo é ainda mais estupefaciente quando se observa que, até hoje, nenhuma das decisões monocráticas do ministro Dias Toffoli sobre os acordos de leniência foi submetida ao crivo do plenário do Supremo. Ocioso esperar que seus pares cassem essas liminares, algo que raramente acontece na Corte. Mas os outros dez ministros poderiam ao menos dar um sinal à sociedade de que o Supremo ainda é um tribunal colegiado, como diz a Constituição. Na abertura do ano Judiciário, no dia 1.º passado, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, comemorou o fato de que “as instituições funcionam na mais plena normalidade” hoje. Resta a pergunta: para quem? image
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Thiago 2 years ago
O líder máximo dos comunas e progressistas em uma tacada só foi racista e misógino. Porém é o racismo e a misógina do amor. E a imprensa chapa branca trata está boçalidade como um erro a ser corrigido. A questão aqui não é o que se diz, mas quem diz, nesse caso o espectro da direita. image
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Thiago 2 years ago
OPINIÃO: ‘O STF insulta os brasileiros’ – No que depender do Supremo, em particular de Dias Toffoli, falta pouco para que milhões de brasileiros passem a acreditar que, no auge da Lava Jato, tenham vivido uma espécie de surto coletivo. (O Estadão) image
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Thiago 2 years ago
Sobre o discurso eleitoreiro ontem e de sua falsa pacificação em Santos. #Tarcisio #Lula #DonaLindu #teatro image
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Thiago 2 years ago
Atual e verídico. Porém, vale destacar que existe o bom jornalismo feito por aí. É só saber distinguir eles até entre os vendidos. image
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Thiago 2 years ago
Olha o imbróglio que os americanos se meteram, o estado do Texas fez certo em jogar no quintal de nova York esses imigrantes ingratos que agora cospem na cara de Biden e os governadores progressistas.
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Thiago 2 years ago
Com imigração desenfreada, EUA sente os efeitos das politicas extremamente permissivas adotadas pelo governo Biden. 7 estrangeiro espancam um policial novaiorquino, agressores poderão ser julgados e deportados do país. image
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Thiago 2 years ago
Após negar envolvimento com a choquei e indução a um homicídio, Mynd 8 tenta três acordos com mãe de Jéssica.
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Thiago 2 years ago
Depois de longas décadas e algumas controvérsias do suposto acidente em uma metalúrgica, Lula consegue encontrar seu dedo perdido. image
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Thiago 2 years ago
Essa é uma mensagem clichê de um jornalista que costumo acompanhar por suas ótimas matérias. A despeito de seu otimismo sobre fatos alheios e que circundam seu trabalho. Admintindo suas esperanças em contrastes com parte de suas colunas semanais. Existe um paradoxo entre o que a pessoa tenta realmente transmitir no seu trabalho e o que ela apresenta como um esforço em acreditar que tudo vai melhorar, no que depende de cada um de nós. longe de comparações frivolas entre esse e aquele, sempre nos escondemos ou nos apegamos em um misto entre a dor, seja qual for, e a esperança de um amanhã condizente com seus sentimentos em que a fuga na satisfação de dizer que as coisas melhoraram, deixem de ser palavras vazias em uma rede social e seja compartilhada com os seus e aqueles mais próximos. image
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Thiago 2 years ago
Governo fecha seu primeiro ano com mais de R$ 230 bi em endividamento, a 2º maior divida da história o que equivale mais de 2% do PIB nacional. Sem mencionar os gastos do governo, Haddad culpa os precatórios do governo anterior. Mesmo sem pagar os precatórios herdados de Bolsonaro, a conta continua fechando no vermelho em mais de 1%, promessa de meta zero que não foi cumprida no ano de 2023. Em outubro do ano passado, o ministro da economia projetou uma meta fiscal entre de 0,25% e 0,5% para 2024, algo improvável sem a perspectivas de corte de gastos e as circunstâncias eleitoreiras deste ano, onde a demanda por dinheiro lícito ou não, serão fundamentais para projeção petista nas eleições municípiais em preparação de seu contingente e de aliados para futuras eleições federais e estaduais no legislativo, setor onde o governo está enfraquecido. Aqui deixo minhas previsões que ficaram similares ao déficit do ano passado, mas que são para este ano.
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Thiago 2 years ago
E com vocês a jornalista de Taubaté, Daniela Lima. Kkkkkkk 😂 image
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Thiago 2 years ago
Daniela Lima: "Eu estou fazendo fakenews. Entenda como isso é bom."
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Thiago 2 years ago
Milton Neves, nunca discordei. image
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Thiago 2 years ago
A RAPOSA NO GALINHEIRO Opinião Folha de S. Paulo (20/01/2024) Irã na presidência de grupos sobre direitos humanos e armas da ONU parece piada, mas as vítimas da teocracia não estão rindo Sabe-se que o poder de alcance da Organização das Nações Unidas é limitado, vide a invasão do Iraque pelos EUA sem a aprovação do Conselho de Segurança. Assim como a política doméstica, a geopolítica envolve acordos e concessões que parecem contraditórios e frustrantes. De todo modo, trata-se da entidade cuja missão é garantir a segurança global e promover os direitos humanos. Nesse sentido, a relação da ONU com o Irã causa no mínimo espanto e, no limite, indignação por aqueles que foram alvo das atrocidades cometidas pelo regime teocrático e por quem luta contra ele. Após a Polícia da Moralidade matar Mahsa Amini por não usar o véu como deveria, em setembro de 2022, a onda de protestos que varreu o país foi reprimida com milhares de presos e centenas de mortos. Para investigar violações, a ONU instituiu uma missão independente de apuração, que foi rechaçada pelo Irã. A missão constatou diversas violações aos direitos humanos. O relator especial da ONU sobre o Irã, Javaid Rehman, disse que as ações do governo poderiam ser enquadradas como crimes contra a humanidade. Um ano depois, quem foi indicado para presidir o Fórum Social do Conselho de Direitos Humanos do órgão? O Irã. Sim, parece piada. E não para aí. Sabe-se que o país apoia, até com fornecimento de armas, grupos terroristas, como o libanês Hezbollah e o palestino Hamas, e rebeldes, como os houthis no Iêmen. O diretor da Agência Internacional de Energia Nuclear da ONU diz que é temerária a escalada iraniana no enriquecimento de urânio, cujo volume ultrapassou em 15 vezes os limites firmados em acordo de 2015. O risco é que Teerã seja capaz de produzir bomba atômica. O que faz a ONU? Permite que o Irã presida a Conferência do Desarmamento entre março e maio deste ano. Seria cômico, se não fosse trágico. Ao colocar a raposa para cuidar do galinheiro, a ONU avilta o sofrimento das iranianas e sua própria missão, além de fornecer respaldo simbólico a uma teocracia assassina. https://nostrcheck.me/media/thiago/604b0b3dbfe22149bfbef782d1d4c8803f3f73c9b53fe61b9cd908b5ab1f97e0.webp#m=image%2Fwebp&dim=740x416&blurhash=iHB%3A%3FbVC4T%25%25OaIT%251s%3AROMwadWZR.xtWARjf8s%3AWFxuxuRiRjM%7CbIxtafRiRioya%23ogbFoIRjWB%25LogbIodNGj%3Ft7R*fk&x=725a21865b8cbecdbb2a2c01dea0190b6b45c0c32db05686dc9733ed5e9a947c