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Thiago
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Thiago 1 year ago
“A imprensa é muito séria, se você pagar eles até publicam a verdade”. Juca Chaves image
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Thiago 1 year ago
Musk pode até sair perdendo nessa jogada, mas ver a imagem de Alexandre de Moraes e o judiciário derreter na gringa, não tem preço. Acho que talvez essa fosse a intenção. image
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Thiago 1 year ago
Ontem a Globo no lacrastisco focou nas minúncias judiciais contra Elon Musk, ignorando completamente os Twitter Files Brazil. O jornalismo que omite informação para manipulação das massas, está morto. image
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Thiago 1 year ago
O judiciário é tão bosta que mal sabe que Linda Yaccarino é a CEO do X/Twitter e não Elon Musk. image
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Thiago 1 year ago
Moraes também preparou uma armadilha e quer fazer o Elon Musk jogar no seu campo. Mas Moraes irá ceder a pressão do tio Elão e pisar na caca? Ou, será que o bilhonario excêntrico de interesses e intenções escusas que vai fazer merda? Se é que já não fez. image
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Thiago 1 year ago
E Alexandre de Moraes mordeu a isca de Elon Musk incluído ele no inquérito infinito das fakenews. Dizem que o tio Elão tá entrando preparado para briga. Vamos ver até onde isto é verdade ou não.
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Thiago 1 year ago
O que aconteceu foi tipo isto. image
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Thiago 1 year ago
O que aconteceu foi tipo isto. image
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Thiago 1 year ago
O legista que assinou o laudo teve três opções possíveis de ameaça de morte se não concordasse com as ordens de Putin. 1) morrer por envenenamento, o que no caso, daria mais trabalho para o novo legista. 2) Cair por acidente da sacada de um edifício qualquer. 3) Ser acidentalmente atingido por um tiro de bala perdida de uma AK-47. image
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Thiago 1 year ago
O desvio de caráter o que parece, não se apresenta somente na personalidade do meliante.
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Thiago 1 year ago
Em um país onde o governo faz tudo o contrário do que diz e saqueia um povo pobre com arrecadações record sem o retorno esperado. Quem pode fugir desse hospício só deixa este tipo de recado. 👇 image
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Thiago 1 year ago
Em dois anos de mandato, Bolsonaro reuniu 111 votos para um impeachmant. Hoje Lula está conseguindo reunir 137 votos em um ano do 3º mandato para seu impeachmant. Ele está conseguindo quebrar os maiores recordes indigestos de Bolsonaro. image
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Thiago 1 year ago
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Thiago 1 year ago
Uma coisa que estou notando é o silêncio a dois dias do STF sobre as idiotices propagadas por Lula, como comparar judeus aos nazistas e as decisões retrógradas do governo como o retorno de pilantras nas estatais e o retorno da empreiteira dos irmãos batistas no governo alto declarados corruptos e que devolveram bilhões aos cofres públicos nos processos da Lava-jato. Agora o silêncio da justiça reina na republica de bananas. Mas ficam estes prints quando o Bolsonaro faziam bobagens e agia criminosamente como Lula está fazendo atualmente.
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Thiago 1 year ago
Olha o que um chargista esquerdista fez? Repare o lado em que a suástica com a faixa presidencial está apontando. 🤭 image
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Thiago 1 year ago
É como um canal ancap disse e começo a acreditar. As falas de Lula, deu um poder de barganha grande pro congresso. image
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Thiago 1 year ago
Lula poupa Maduro e Putin, mas ataca Israel e põe em dúvida compromissos com democracia Fica a dúvida de quais são as intenções do presidente brasileiro: se é uma questão de assessoramento, de ideologia, ou pragmatismo Fabiano Lana, O Estado de São Paulo (18/02/2024) Depois das revelações que deixaram patentes certas intenções golpistas do ex-presidente Bolsonaro e sua turma, Lula estava, mais uma vez, com o caminho aberto para se consolidar como líder democrata tanto com a opinião pública interna quanto no cenário internacional. Mas, no lugar de confirmar essa tese, ofereceu três declarações que provocaram dúvidas sinceras. Lula de fato teria compromissos com a democracia? Em entrevista na Etiópia, o presidente brasileiro comparou a ação de Israel em Gaza ao regime nazista; poupou o presidente russo, Vladimir Putin, das suspeitas da morte do ativista Alexey Navalny e; também cinicamente, não condenou a expulsão dos funcionários da agência da ONU ligada aos direitos humanos na Venezuela, por condenar a prisão de uma integrante da oposição, Rocío San Miguel, que acusou o governo de praticar tortura contra presos políticos. Nos três casos, em que se posicionou, na prática, a favor de governos ou movimento antidemocráticos, é possível uma linha mínima de defesa do presidente Lula que tem sido bastante utilizada por seus apoiadores nas redes. Israel, ao que tudo indica, tem cometido crimes de guerra na sua sanha vingativa contra o Hamas, deixa dezenas de milhares de mortos, inclusive crianças inocentes, e o exagero retórico teria uma base factual na violência desmedida. Mas, em uma situação tão antiga, complexa e nuançada como a da Palestina, estar assertivamente de um lado ou de outro é estar errado e cometer injustiças. No caso de Navalny, é acusado de xenofobia e do onipresente “fascismo”. De fato, o ativista russo participou de uma marcha contra o governo em que estavam neonazistas ao seu lado e deu declarações contra imigrantes de etnias não russas. Mas a morte do ativista não diminui o fato de que ele não é o primeiro, e talvez não seja o último, opositor russo envenenado em circunstâncias misteriosas. Nem o que aparece morto. Há uma lista de gente que morreu dessa maneira, inclusive uma repórter, Anna Politkovskaya, crítica de Vladimir Putin. O autocrata russo, inclusive, também é responsável por morte de crianças inocentes em bombardeios na Ucrânia, mas nesse caso recebe o beneplácito do colega sul-americano. Já com relação à Venezuela, um líder tão boquirroto como nosso presidente, rápido em condenar inimigos políticos internos e externos, alegar desconhecimento tergiversa o cinismo. Lula segue na sua campanha de reabilitar o presidente venezuelano Nicolás Maduro. Pelo jeito, pode ser a pior pessoa do mundo, mas basta ser antiamericano ou mesmo antiocidental que contará com a boa-vontade lulista. Fica a dúvida de quais são as intenções do presidente. Se é uma questão de assessoramento, de ideologia, ou pragmatismo. No último caso, entretanto, cada vez faz menos sentido. Porque além do apoio de seu rebanho mais fiel, que irá consentir e defender qualquer coisa que faça, Lula não agrega ninguém com suas declarações. No máximo perde apoios. De aplausos inesperados, até agora, só do grupo terrorista Hamas. Por causa de suas posições internacionais, Lula agora está distante dos Estados Unidos do Partido Democrata e estará ainda mais longe dos Republicanos, em caso de vitória de Donald Trump. Está em rota de colisão com os países europeus que se posicionam contra a Rússia. E, mesmo no seu quintal, Lula não tem apoio da Argentina de Javier Milei, por óbvios motivos. Líderes esquerdistas do continente têm se distanciado da posição do petista, caso de Gabriel Boric, mandatário do Chile, e José Mujica, ex-presidente do Uruguai – ambos têm condenado ações autoritárias cometidas por Nicolas Maduro. Na verdade, hoje, que país ou grupos de países relevantes que o Brasil lidera? Neste momento, nenhum. Lula então se distancia dos moderados e se isola no panorama internacional. O que ganha o Brasil em ser severo contra as posições das democracias ocidentais e estar no lado contrário de Joe Biden, dos EUA, Emmanuel Macron, da França, e Olaf Scholz, primeiro-ministro alemão? A necessidade da compra de fertilizantes da Rússia parece ser um argumento insuficiente no apoio velado a Putin (nesse caso, paradoxalmente, Lula tem a companhia algo desairosa tanto de Jair Bolsonaro como de Donald Trump). Ao sair do governo em 2010, Lula tinha altíssimos índices de popularidade e certa relevância internacional. Agora enfrenta um país dividido, calcificado, e não conseguiu encontrar ainda seu papel na arena internacional. Há década e meia atrás ele era “o cara”, segundo o ex-presidente Barack Obama. Hoje não mais. Segundo Obama, em suas memórias, “Lula tinha os escrúpulos de um chefão do Tammany Hall e circulavam boatos de clientelismo governamental, negócios por debaixo do pano e propinas na casa dos milhões”. Está na Página 353 de Uma Terra Prometida, para quem quiser conferir. Tammany Hall, não por acaso, é uma quadrilha política que agiu por décadas no estado de Nova York. Após a glória e o ocaso na prisão, e até mesmo com perda de prestígio internacional, Lula se reinventou politicamente como o salvador da democracia brasileira, líder de uma frente ampla que unia esquerda, centristas, moderados, empresários e muita gente que apertou o 13 para evitar os riscos e as bizarrices do governo Bolsonaro. Do ponto de vista internacional coloca tudo a perder ao apoiar, velada ou abertamente, ditadores e terroristas em diferentes locais do mundo