Sabadão, nem 5:00am e o tio Lontra já está de pé. Sinais que apontam minha idade avançada, kkkk. Lembrem-se, tudo que escrevo é baseado em um conhecimento que eu tenho, porém, se mantia dormente. Qualquer crítica contida nisso é primeiramente direcionada a mim mesmo. Minha condição como ser humano é toda cagada, tenho muito pra crescer, mesmo sendo véio. Se vc se converter por algo que leu por aqui, o problema é exclusivamente seu e de Deus.
Bom dia!
Lontra Loki
lontraloki@nostrplebs.com
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Lontrenazol de Lokizenato
Do you really wanna fly to El Salvador?
Como transmitir uma live pelo Amethyst? Quando entro na aba de lives não vejo nenhum ícone para transmissão...
O tempo do percurso entre o Vale do Nilo no Egito até a Terra de Canaã era de apenas 11 dias. O Egito era a escravidão e Canaã a liberdade. Por que ao invés de 11 dias o povo demorou 40 anos para fazer a travessia?
Pergunte para seu biticonheiro favorito que usa o Xwitter e tem ignorado o Nostr. As desculpas serão similares às do povo que reclamava do Maná Divino com saudade dos alhos e cebolas do Egito. Não deixam o passado para trás para desfrutar o presente.
Oremos.
Políticos nada mais são do que bêbados brigando por causa da conta do bar durante a viagem do Titanic. Você já sabe o final da história. Não perca tempo com eles
Oikonomikos Metanoia - 4
De acordo com a cronologia da história da vida de Cristo (não confundir com a cronologia dos livros escritos que compõe o Novo Testamento), o conceito de arrependimento surge pela primeira vez com a pregação de João Batista.
Na imagem do post você encontra uma versão do grego original com a tradução interlinear para o português do texto de Mateus 3:1-3. A palavra usada é “metanoiete” (arrependei-vos).
Como já vimos, o sentido mais profundo do termo sugere uma mudança de mente. Mas porque João Batista urgia as pessoas a buscarem essa mudança através do ritual do batismo nas águas?
Para compreendermos essa figura devemos ter em mente que todo o início da pregação do Novo Testamento foi dirigida exclusivamente para os hebreus. Eles precisariam ter uma quebra de paradigma tremenda para entender que os 4.000 anos de história, tradições e rituais religiosos deixariam de ter valor, visto que simbolizavam apenas uma sombra da realidade que seria Cristo.
A nossa realidade atual não é diferente. Muitas conceitos passados, informações errôneas ou a simples ignorância nos impede de perceber as mudanças benéficas que deveríamos aceitar mais rapidamente.
Se analisarmos de forma mais profunda a história de João Batista, perceberemos que, mesmo ele, o porta-voz do início da era neotestamentária, que teve sua existência e importância indicada pelos profetas nos séculos que lhe antecederam talvez não tenha entendido a sua própria pregação.
Ora, se João Batista reconheceu Jesus como o Cristo quando este veio até ele para batizar-se, qual o motivo de ter continuado batizando a outros? Não deveria ele ter seguido o mestre assim como alguns de seus discípulos o fizeram? Não deveria ele, após cumprir as escrituras e batizar Jesus, pedir para que o Messias o batizasse?
Não questiono aqui a santidade de João Batista. Simplesmente quero expor que até alguém que foi escolhido como instrumento, mesmo desempenhando de forma perfeita o seu papel, pode não ter uma mudança de mente completa.
Na realidade que vivemos hoje, buscando uma economia livre do poder estatal e meios que garantam a livre expressão de maneira irrestrita, quantos já se perderam no caminho por não enxergarem de forma completa, ou, ao menos, estarem preparados para abrir seu campo de visão mais e mais no dia a dia?
Metanoiete!

