Que o Ocidente está em declínio é um fato indiscutível. Mesmo a vitória expressiva de Trump veio com um gosto amargo de derrota, acompanhada por tentativas de assassinato e ações judiciais questionáveis, perpetradas por juízes federais que iniciaram uma guerra judicial contra o governo federal dos EUA. Tais atitudes, em outras épocas, seriam classificadas como traição, puníveis com pena capital.
Até o momento, o governo de Trump, eleito com amplo apoio popular, ainda não conseguiu nomear todos os cargos, devido a atrasos causados pelos democratas no Senado. Tais ações são consideradas por alguns como infrações evidentes; no entanto, a democracia moderna permite que ocorram sem punição, impondo ao governo um conflito político desigual, o que chamaríamos tecnicamente de guerra assimétrica.
Fiquei estarrecido ao assistir a relatos de perseguições contra proprietários de veículos Tesla, supostamente em razão do trabalho de Elon Musk no Departamento de Eficiência Governamental (DOGE). Desde que Trump assumiu, ocorreram pelo menos oito tiroteios em escolas, de 20 de janeiro a 2 de setembro de 2025, totalizando 4 mortos e 33 feridos, majoritariamente cristãos e de perfil conservador. Os autores desses crimes tinham motivações variadas, pertencentes, em grande parte, a ideologias opostas ao presidente, sendo muitos deles transexuais, imigrantes ilegais, ou adeptos da ideologia woke, demonstrando empiricamente que esquerdistas são pessoas desequilibradas, com tendências genocidas, com os quais não se deve manter qualquer tipo de diálogo.
Mas o que tudo isso tem a ver com a cadeia de obediência?
Para tanto, devemos nos referir a Yuri Bezmenov, que explica como esse processo começa no ocidente. No entanto, ele não explica como o processo termina, pois sua referência histórica é o plano clássico de implantação comunista soviético. Ele não considerou ideólogos como Saul Alinsky que influenciou democratas radicais da contracultura na década de 1960, como Hillary Clinton.
Bezmenov também não previu a influência dessa mesma esquerda radical nas universidades, especialmente nos cursos de ciências humanas, onde germinaram ideias malignas, como as teorias pseudocientíficas do racismo estrutural, machismo estrutural, trans-humanismo, o manifesto ciberpunk, as ideias de singularidade, entre outras. Simples tendências na década de 1990, chamadas pela mídia de "politicamente corretas", culminaram no amalgama psicótico do movimento woke em 2020, trazendo consigo as camisas de força da linguagem neutra, a ideia de que não existe racismo de negros contra brancos, bem como o nazismo tácito fantasiado de antissionismo.
Desde essa época, uma geração de funcionários públicos, políticos, agentes de forças ostensivas, artistas, tecnólogos e cientistas integrou-se ao sistema técnico-burocrático, sendo cooptada por verbas estatais desviadas para o terceiro setor. Um enorme contingente de trabalhadores e agentes, dentro e fora dos EUA, passou a ser sustentado por tais verbas, adquiridas pela contração de dívida pública americana, solapando a economia do país e intervindo, mediante propinas financiadas pela injeção deste dinheiro ilegal através da USAID, nas eleições e nas decisões geopolíticas das nações-alvo, por meio do financiamento do narcotráfico, terrorismo e guerras ao redor do mundo por mais de 20 anos.
O que acontece, então, quando um presidente decidido a acabar com esse sistema e libertar a nação toma posse? Seus agentes passam a reagir em conjunto contra qualquer ação que possa ameaçar o sistema. Apesar de já ser um imperativo categórico, é necessário entender que o que fala mais alto não é a ideologia, mas o contracheque. Se a elite, os líderes que arquitetaram o sistema, prossegue com o plano por poder, o agente o faz por sobrevivência.
Não importa se isso pode quebrar a economia do país, deixando-o na miséria, ou coloca-lo de joelhos perante nações inimigas em razão dessas agendas nefastas; ou mesmo facilitar a implantação de um regime autoritário que assolará o país por décadas seguidas. O que importa é que o contracheque pode parar hoje, e o hoje é mais urgente que o amanhã, uma vez que apenas a elite esquerdista tem consciência do processo histórico e está disposta a fazer sacrifícios.
Aqui está o cerne do problema da cadeia de obediência: seus membros agem por instinto. Por isto estão dispostos a enfrentar 20 anos de prisão por atirar uma pedra no para-brisa de uma viatura policial em movimento, ou saírem nas manifestações prontos para matar um idoso judeu, derrubando-o violentamente no chão, ou massacrar crianças numa escola católica, ou até mesmo atirar no presidente. Eles estão defendendo seu meio de subsistência, sua própria ideia de mundo, e jamais se recusarão a cumprir uma ordem ilegal. Na verdade, em muitos casos, eles mesmos tomarão a iniciativa e agirão sem comando direto, pois sua consciência está no nível do sistema límbico. Mesmo que o líder altruísta decepe todas os cabeças desse sistema, o corpo agirá por conta própria, pois foi programado para sobreviver a qualquer custo e sua razão de existência baseia-se na estrutura montada para sustentá-lo.
Em certo sentido sentido, a destruição total pode ser mais aceitável, pois, num cenário de ruptura, todos os grupos de interesse e seus agentes são destruídos, forçando um recomeço do zero. Um reset, por assim dizer, mas não no sentido globalista. A ideia globalista de ordem a partir do caos não passa de um devaneio cognitivo adquirido por meio de ensinamentos gnósticos, impossíveis de remover de seu imaginário. Eles permanecerão nesse erro porque os demônios que controlam seus intelectos têm sua própria agenda, que é a destruição total do mundo, pois intentam apenas frustrar o plano divino. Se o gado é marionete desse processo inexorável, em um nível mais elevado, a elite também o é.
Portanto, o inimigo é o agente policial que cumpre ordens ilegais, o funcionário público que aceita denúncias anônimas contra pais que praticam homeschooling, que denuncia aqueles que não querem tomar vacinas consideradas venenosas ou não as aplicam nos filhos, ou o DAS que sai para fazer campanha para o político que está na folha de pagamento do PCC, a fim de manter o cargo comissionado. Esse é o verdadeiro inimigo. É necessário então identificar e isolar esses agentes, identificá-los por nome e CPF e “eliminá-los”. Não haverá reversão sem quebrar a cadeia de obediência, e essa saída não é democrática.
Lembre-se que temos o poder dos números. Quantos desses agentes vivem na sua rua?
Aproximadamente, não é incorreto afirmar que a população masculina, em idade militar na Ucrânia, é de 10 Mi. Estimasse que podem ter morrido certa de 50 mil no conflito até agora. Alguns dizem que estão morrendo 7k por semana. Isto significa que, se continuar neste ritmo, tal população estaria dizimada em 27 anos mais ou menos.
O número de assassinatos no Brasil é de mais de 100 mil por ano, grande maioria de homens em idade militar. O Brasil, em tempos de “pás”, mata mais que a Ucrânia em tempos de guerra.
Agradeçam ao desarmamento do PT, capitaneado pelos malditos agentes das forças de segurança pública: TODOS DESARMAMENTISTAS (o que os torna cúmplice deste genocídio), aos juízes e sua política criminosa de impunidade e cumplicidade com os criminosos, e às políticas de desencarceramento promovidas pelo Estado brasileiro.
Antes de ficar preocupado com a Ucrânia, atente para o seu quintal.
Uma verdade nua e crua. O mundo, Trump vencendo ou perdendo, não comporta mais o modelo de produção antigo. Há dois caminhos para o ser humano hoje. Ele se separa do mundo de alguma forma, ou ele se integra.
A integração significa se adaptar ao novo modelo. Se Trump ganhar, essa adaptação pode ser mais fácil, abrangente e baseada na lei do que se adaptar melhor. O modelo da NOM é de genocídio e desespero, com determinação top down.
60% das profissões vão se extinguir ou não dar mais nada. Inclusive profissões como a minha. Mesmo a IA 'flopando' (o que tem uma grande possibilidade de acontecer), isso não significará uma mudança na tendência de ultra automatização. A IA não é sobre inteligência, mas sobre automatizar o que ainda não era possível automatizar. Nesta função ela está se saindo muito bem.
A IA, entretanto, tem um problema ainda maior e que jamais será corrigido. Ela é estocástica. Isso é intrínseco dela. Jamais poderá ser corrigido pois é sua própria característica. Por isso mesmo o rosto dos personagens em filmes curtos mudam. Cada pixel que é escrito na tela é resultado de cálculo probabilístico, o que impede, por arquitetura, a obtenção de um resultado constante quadro a quadro.
Por isso, com o mesmo prompt, é possível obtermos algo maravilhoso e logo em seguida, o resultado ir se deteriorando ou mudar completamente. Manter esse contexto é um problema de refinamento, mas é como lutar contra uma parede de pedra. É como tentar sempre encaixar algo redondo em um buraco quadrado. Vai sempre sobrar arestas. Se enjaular a tecnologia em sandboxes, esbarra-se no problema do limiar de qualidade e inovação. Ou seja, se troca a individualização do produto por uma padronização de baixo nível a fim de atingir um resultado mais ou menos determinístico. É um cachorro correndo atrás do rabo.
Quando Elon Musk diz que está refinando o sistema para resolver esses problemas, o que ele está dizendo é que vai enjaular o sistema em um PADRÃO determinístico para dar a ILUSÃO de que o sistema está se comportando de forma determinista.
Então ele vai no mundo que está aí e a fim de copiá-lo, ou cria dados sintéticos (o que é muito pior) para colocar essa IA nos trilhos. E uma vez colocada nos trilhos, o que teremos é uma linearização de tudo. Sem inovação, sem nada fora da curva. Um teto baixo onde tudo que todo mundo poderá fazer estará limitado por essa jaula invisível.
A pré-disposição bovina do afegão médio (sobretudo do influenciador profissional) já assimilou isso. Comportamentos como "@grok isso é verdade?" são para mim o sinais vermelhos; são como a concretização de que o mundo jaz no maligno de corpo, alma e espírito. Assim sendo, qualquer jaula que vier será a medida da verdade das POSSIBILIDADES.
Pela primeira vez na história estamos adentrando no reino mais totalitário jamais construído. O reino da limitação do imaginário humano.