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Shllomo N
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Bitcoin Maximalist, Christian, Landmark Baptist, Pretribulationist, Anti-state, Anti-government, Anti-pharma, Anti-psychology, Pro Guns, Pro Self Defense, Anticommunist.
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ShllomoN 1 month ago
Quando painho terminar o trabalho em 2026, antes de pegar o segundo turno, o bostiliero não vai mais ter nem a prega rainha. Quero ver o quanto estica o esfíncter desse povo frouxo. View quoted note →
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ShllomoN 1 month ago
Vocês têm que decidir: ou a IA é o cajuzinho obrigatório do verão, ou é uma palhaçada que vai virar pedágio global. O que não pode é ficar mentindo feito o @EddieOz ⚡ que tem a boca atolada com os ovos de panda do Xi do PCC, incapaz de olhar nos olhos do seu público baba ovo, e dizer que tudo naquela nação imunda é escravidão, genocídio, subsídio estatal e fraude. Trump está apenas tratando o tal "assunto estratégico" DA MESMA FORMA que os gafanhotos chineses do PCC tratam, e está BASTANTE ATRASADO, diga-se de passagem. O que eu acho é que essa tecnologia é uma piada, ela não trouxe nada de bom, e já estragou coisas demais. O correto seria ela morrer, seja por regulação de proteção de direitos autorais, sejam pela entropia e custo astronômico de execução. Como nenhuma das duas potências vão largar esse osso seco, pois acreditam ter nele a chave do futuro de bosta que eles planejam para nós, seremos todos obrigados a pagar esse pedágio escroto. View article →
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ShllomoN 1 month ago
Dizer que já estamos numa ditadura é conversa de sabichão. A ditadura, necessariamente precisa que certos "detalhes" estruturais estejam consolidados para gerar pretextos. Estes "pequenos" detalhes são essenciais. Serão eles que fundamentarão o expurgo posterior. Muitos já foram testado no Bolsonaro, em breve serão nos desafetos, e por fim na população: - Ei, Lucian Hang, que tu tá fazendo com esse dinheiro aqui no seu cofre? - Mas é da Havan, eu ia levar amanhã para o banco! Está tudo legalizado! - Conversa! Teje preso e dinheiro confiscado. E por aí vai. Faltam ainda mais alguns detalhes, creio que de 2026 não passa. Continuem gritando libertarianismo!, libertarianismo! image
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ShllomoN 1 month ago
Vídeo que eu achei que tinha perdido, consegui encontrar no bitechute.
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ShllomoN 1 month ago
Qualcomm muda termos do Arduino e recebe críticas da comunidade: entre as alterações está uma licença perpétua sobre qualquer código ou design de placa enviado pelos usuários. A plataforma agora pode manter informações pessoais mesmo após o encerramento das contas, e esses dados passam a ser integrados ao ecossistema da Qualcomm. Críticos afirmam que as mudanças fazem com que o Arduino deixe de ser um espaço comunitário para tornar-se um serviço corporativo rigidamente controlado. As informações são do site TechSpot. O controle completo e total está chegando.
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ShllomoN 1 month ago
Kits de memória RAM DDR5 estão custando mais que um PlayStation 5 algumas lojas nos EUA estão vendendo kits de 64 GB por 599 dólares, valor que supera em 200 dólares um PS5 digital e um Xbox Series S no país. Entre julho e agosto, um kit similar custava apenas 139 dólares. Acredita-se que isso seja resultado da crescente demanda da indústria de IA por DRAM. Em paralelo, fabricantes de PCs estariam adquirindo grandes volumes de memória, o que pode agravar a escassez desses componentes até 2027. As informações são do site TechSpot. 😡 🗞️ 🗞️
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ShllomoN 1 month ago
Isso é muito suspeito. O que temos na Alemanha é o caos para qualquer empresa, com empresas fugindo de lá. Então esses bastardos da Marvel vão para o país mais antissemita e progressista da Europa? E a desculpa é o seguro de saúde. O caralho que é!
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ShllomoN 1 month ago
Que bom saber que o preconceito com tatuagens está crescendo. A égua sabe que fez merda, mas não dá o braço a torcer. Essa geração Z tem que morrer no deserto mesmo.
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ShllomoN 1 month ago
A título de "defesa" o dinheiro da compra de votos está garantido. Isso pode ter duas consequências: Milico com o cu cheio de grana pra manter o apoio à patifaria bolivariana brasileira, ou roubo puro e simples com direito a sigilo do uso. Projetos de defesa são maravilhosos para isso. Alguém ainda acha que vai dar centrão em 2026? Até o vagabundo do 13oitão está alardeando que Tarcísio é candidato do PT. Eu diria PCC chinês, essas afirmações tardias e desencontradas do que ele falava antes, demonstram o grau de vileza daquele baiano zaroio desgraçado.
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ShllomoN 1 month ago
O que a ideia anterior pode ajudar no Nostr Tecnologia | Filosofia | Ponto forte | Ponto fraco A “internet fantasma” camuflada em HTTPS/QUIC + IPv6 Infraestrutura invisível 🕸 Camuflagem total do tráfego Não resolve coordenação, publicação ou persistência de eventos NOSTR Protocolo de eventos p2p Comunicação distribuída, resistente à censura Depende de relays públicos detectáveis e metadados claros Conclusão: Rede oculta entrega a camada INVISÍVEL (transporte oculto) NOSTR entrega a camada SOCIAL & COORDENAÇÃO (eventos, perfis, timelines) Juntas, elas formam uma internet paralela funcional e completa. Como eles se complementam? 1. Problema estrutural do NOSTR O NOSTR tem pontos fracos reais: ❌ Relays são PÚBLICOS, em portas típicas (:443, :80, ou :7000) ❌ Event IDs e tipos são explícitos nos payloads ❌ Metadados são fáceis de identificar e bloquear ❌ Para “parecer normal”, ele depende de WebSockets → facilmente detectáveis Portanto, governos ou ISPs podem: Bloquear relays Observar perfis e relações sociais Fazer análise de tráfego (quem fala com quem e com que frequência) 2. Uma infraestrutura invisível pode corrigir esses problemas Quando unimos a rede camuflada ao NOSTR, isso pode acontecer: Problema do NOSTR | Solução via “Internet Fantasma” Relays detectáveis | Relays mascarados como HTTPS/QUIC normais Tráfego identificável | Pacotes parecendo navegação de site WebSocket suspeito | Embutir eventos NOSTR em HTTP/3 headers Fácil bloquear domínios | Relay distribuído via IPv6 DHT interno Fontes públicas | Relays peer-to-peer sem IP visível APIs fixas | Replicação event-driven dentro da rede fantasma Não precisaríamos mudar o protocolo NOSTR — apenas o transporte. Os mesmos eventos (JSON) seriam enviados, mas DENTRO de frames QUIC disfarçados. ARQUITETURA SUGERIDA → “NOSTR INVISÍVEL” CAMADA 1 — Transporte invisível QUIC/TLS1.3 tudo cifrado Portas padrão (443/tcp, 443/udp) IPv6 público, mas não anunciando serviço visível “Relays-fantasma” que parecem servidores web normais CAMADA 2 — Roteamento privado DHT p2p para achar outros relays (como Yggdrasil, cjdns ou Kademlia) Prefixos IPv6 gerados a partir da chave pública do relay Nada visível em DNS ou scan de portas CAMADA 3 — NOSTR normal (sem modificação do protocolo!) Eventos são transmitidos como: X-Nostr-Event: <base64 do evento JSON> X-Nostr-Sig: <assinatura> Ou via corpo de requisição POST normal: POST /index.php Content-Type: application/json {"kind": 1, "pubkey": "...", "content": "Hello"} Para o ISP, parece isto: POST /comentario.php Referer: https://site-normal.com/blog/2025/nov/25/ Impossível saber que é NOSTR. GANHO FINAL DE AMBOS O que NOSTR ganha com esta estrutura | O que a estrutura ganha com NOSTR Resistência a bloqueio real (China/Irã style) | Estrutura social + coordenação + eventos Relay P2P mascarado Modelo de identidade (keys) DHT dentro da rede fantasma |. Sistema de publicação e chat pronto Assinaturas e perfis | Uso real + comunidade Base de usuários Protocolização e padronização infraestrutura invisível → NOSTR fornece a infraestrutura social.
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ShllomoN 1 month ago
Uma rede paralela que “se camufla” dentro do tráfego comum da internet, usando IPv6 público + criptografia + protocolos padrão (HTTPS, QUIC) para que o tráfego pareça normal, e assim seja impossível ou impraticável de bloquear pelos provedores. Ou seja: não é apenas criar uma overlay network. É usar a própria internet como camada de transporte, sem levantar suspeitas, explorando o fato de que: IPv6 dá conectividade direta e global. HTTPS/QUIC cifram tudo (payload, handshake, SNI — com ESNI/ECH). TLS 1.3 e HTTP/3 ocultam cada vez mais metadados. Com bilhões de dispositivos, isolar ou mapear uma “rede paralela camuflada” se torna operacionalmente inviável. Tecnicamente, já existem ideias próximas: Tecnologia / Conceito - Como se relaciona com o objetivo ESNI / ECH (Encrypted SNI) | A parte visível do handshake TLS fica escondida (nem o domínio é revelado) HTTP/3 sobre QUIC | Tudo cifrado a nível de transporte — até controle de fluxo DoH / DoT DNS camuflado como tráfego HTTPS Covert Channels | Dados escondidos dentro de requisições HTTP normais Domain Fronting (Cloudflare/AWS) | Você acessa X através de Y sem revelar X Decentralized DNS (PowerDNS, DHT) | Resolução de nomes sem servidores explícitos QUIC raw mode | Pode transportar qualquer payload mas parecer HTTP comum Se os pacotes parecerem tráfego HTTPS padrão, na porta 443, com handshake legítimo e certificados válidos os ISPs não têm como bloquear sem quebrar toda a internet real. É difícil, mas não impossível? 1. Metadados continuam visíveis Mesmo com tudo criptografado, o ISP ainda vê: IP de origem e destino Timestamp e tamanho dos pacotes Frequência das conexões: Isso permite identificar padrões suspeitos (machine learning de tráfego), mesmo sem ver conteúdo. Mas com bilhões de dispositivos, análise se torna impraticável QUIC ajuda MUITO, porque muda o padrão de tráfego constantemente com congestion control + multiplexação automática. 2. Servidores precisam parecer “legítimos” Se um nó hostear um serviço oculto, mas responder com padrões anormais (latência, pacotes uniformes, ausência de domínios reais), ele pode levantar suspeita em inspeção passiva. Estratégia: SERVIÇOS MÁSCARAS Um servidor pode: hospedar um blog real (WordPress, por exemplo) mas responder a comandos secretos via header HTTP cifrado/dissimulável exemplo real: I2P Hidden Services Plugin para Apache 3. DNS é o ponto fraco Mesmo com DoH, o resolvedor padrão é de um ISP ou Big Tech. Se usarmos outro resolver, o provedor pode suspeitar. Melhor abordagem: DNS embutido na rede DNS-over-QUIC (draft já existe), ou Zero-Knowledge DHT com discovery via fingerprint no handshake TLS, ou PGP-WoT derivando IPv6 da hash pública (já feito no projeto cjdns) Como realmente construir isso? Princípio de design: "Não é uma rede separada — é uma rede que se comporta como internet normal" Ou seja, não cria portas novas, não anuncia prefixos BGP, não cria protocolos estranhos. Você só “fala HTTPS/QUIC”, mas o payload é sua rede “paralela”. Arquitetura POSSÍVEL [Cliente] ↓ (QUIC/TLS1.3 / porta 443) [Nó mascarado com servidor HTTP/3 real] ↓ Payload invisível dentro de frames QUIC -> Rede paralela ↓ Serviços (DNS, API, chat, storage) ↓ Conteúdo replicado via DHT + IPFS-like system O segredo é: cada nó tem um serviço “normal” exposto → web/blog/api. Mas ele também aceita comandos “secretos” embutidos em headers HTTP, timing ou payload de QUIC. Esse sistema é chamado de Cover Traffic + Covert Signaling → já é usado em: Mixnet Loopix State-sponsored covert comms I2P SSU2 (sobre UDP/QUIC) — nova versão está MUITO madura
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ShllomoN 1 month ago
I have a dream: that each device takes ownership of its connection and processing power. That it can be transparent and unstoppable, that the superstructure created by the elite, which necessarily cannot be dismantled, we parasitize through a parallel and incommunicable structure that uses the first just as the strangler fig uses a tree to grow and suffocate its host.
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ShllomoN 1 month ago
If nostr is a protocol, why are the building blocks so large? Everyone focused on creating the email service and the instant messaging service, but why not the fundamental and smaller blocks? I may be being radical, but I want to see DNS first, I want HTTP, I want the fundamentals first. How about focusing on an equivalent of a REST API? Everything in nostr is a pain, everything is complicated, when what is really needed are simple building blocks that facilitate the construction of more complex services.
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ShllomoN 1 month ago
I believe that IPv6, which is routable despite being dynamic, holds the key to achieving greater engagement from the community as a whole. I haven't seriously considered this yet, but I still think valuable decentralized resources are being wasted by ignoring the fact that, today, even a smartphone, has routed addresses with considerable bandwidth. View quoted note →