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Fábiohs23
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fabiohs23 6 months ago
Desde a década de 1970, os níveis de testosterona nos homens vêm caindo de forma preocupante. A quantidade de espermatozoides, por exemplo, diminuiu pela metade nos últimos 50 anos. Além disso, as gerações mais jovens, como a Y e Z, já apresentam níveis significativamente mais baixos que os homens de gerações anteriores. Sintomas como cansaço, falta de libido, ganho de peso e dificuldade de crescer músculo na academia estão fortemente ligados à testosterona baixa. A ciência da testosterona pode parecer complicada, mas aqui a ideia é simplificar para que você entenda de forma clara como esse hormônio impacta sua vida. O que é testosterona? A testosterona é o principal hormônio sexual masculino, produzida principalmente nos testículos e, em menor quantidade, nos ovários. Ela faz parte do grupo dos andrógenos, responsáveis por características típicas masculinas, como voz mais grave, pelos no corpo e maior densidade dos ossos. Mas, apesar de ser chamada de “hormônio masculino”, não é exclusiva dos homens: as mulheres também produzem testosterona e dependem dela para manter massa muscular, libido, saúde óssea e bem-estar. Da mesma forma, os homens também produzem estrogênio, só que em menor quantidade. A testosterona atua desde antes do nascimento, ajudando na formação do sistema reprodutor masculino, e na puberdade promove mudanças físicas marcantes. Já na vida adulta e no envelhecimento, continua regulando energia, massa muscular, composição corporal e saúde metabólica. Queda natural da testosterona na vida adulta A partir dos 30 anos, os níveis de testosterona caem de forma lenta e contínua, em média 1% ao ano. Aos 50 anos ou mais, essa queda pode trazer sintomas que alguns chamam de andropausa — uma espécie de “menopausa masculina”. Mas, ao contrário da menopausa, que é um evento claro na vida da mulher, a andropausa não é um consenso entre médicos, já que a queda é gradual e varia muito de homem para homem. Então, veja que a queda da testosterona na vida do homem é lenta e contínua, ocorrendo ao longo de toda a vida; por isso, tecnicamente, não existe andropausa. A seguir, veremos como diversos profissionais da saúde utilizam o conceito de andropausa para justificar a terapia de reposição hormonal. O que existe de fato é a testosterona baixa. Os valores normais de testosterona total ficam entre 300 e 1000 ng/dL. Abaixo de 300, já pode ser considerada deficiência. A forma ativa do hormônio, chamada testosterona livre, representa apenas 1% a 3% do total, mas é ela que está mais ligada à força e crescimento muscular. Quando os níveis ficam abaixo dessa faixa, pode acontecer o chamado hipogonadismo, condição que traz vários prejuízos à saúde. Um dos fatores mais associados ao hipogonadismo é a obesidade. Isso acontece porque quanto mais gordura corporal, menor tende a ser a testosterona. E a relação é de mão dupla: baixos níveis do hormônio favorecem o acúmulo de gordura, e a obesidade, por sua vez, mantém o corpo em um estado de inflamação constante, mesmo que silenciosa, o que também derruba a testosterona. Homens com testosterona baixa apresentam maior risco de desenvolver diabetes tipo 2 e síndrome metabólica. Além disso, a perda de massa muscular é mais acelerada, principalmente em homens mais velhos. É importante entender que o ganho de massa muscular não depende só do treino, mas também do equilíbrio hormonal e da nutrição. Para o corpo crescer e se recuperar, ele precisa produzir mais proteínas do que degrada, e isso só acontece quando há alimentação adequada e níveis hormonais saudáveis. Como você viu, a testosterona não é apenas um hormônio ligado à libido, mas um regulador central da energia, da composição corporal e da saúde metabólica. Quando seus níveis estão baixos, todo o corpo sente os efeitos — e não é à toa que muitos homens relatam queda no desempenho físico, mental e sexual. A boa notícia é que existem formas seguras e naturais de otimizar os níveis de testosterona, principalmente por meio de mudanças no estilo de vida, como alimentação, sono e treino. Em alguns casos específicos, pode haver também a necessidade de intervenção médica. Antes de falar sobre cada estratégia, é importante entender que o objetivo não é criar um “super-humano”, mas sim recuperar o equilíbrio hormonal ideal para o corpo funcionar no seu máximo potencial. Diversos médicos e profissionais da saúde acabam indicando a terapia de reposição de testosterona (TRT) como solução rápida para qualquer homem que reclame de cansaço ou libido baixa. O problema é que, na maioria dos casos, isso não tem fundamento. Quando a terapia de reposição hormonal é indicada A TRT só é recomendada em situações bem específicas: quando existe hipogonadismo, ou seja, níveis de testosterona abaixo de 300 ng/dL, confirmados por exames e diagnóstico médico. E mesmo assim, apenas cerca de 12% dos homens vão desenvolver hipogonadismo ao longo da vida, a grande maioria deles idosos. Nesse grupo, sim, a reposição hormonal pode trazer ganhos importantes de qualidade de vida. Agora, existe um fato preocupante: homens das gerações Y e Z têm níveis de testosterona mais baixos que os das gerações anteriores. Mas atenção — isso não significa hipogonadismo. Na maioria dos casos, esses níveis ainda estão dentro da faixa considerada normal. Então, se não é hipogonadismo, por que tantos homens mais jovens se queixam de queda de energia, falta de libido e dificuldade de manter o peso? A resposta vai além da testosterona. O Brasil é o país mais ansioso do mundo, e as taxas de depressão e burnout crescem a cada ano. Somado a isso, o aumento da obesidade e do sedentarismo cria um cenário que impacta diretamente o bem-estar físico e mental. É aqui que está a raiz do problema. Antes de pensar em uma solução farmacológica como a TRT, precisamos olhar para a base: uma vida mais saudável. Sono de qualidade, atividade física regular, alimentação adequada e controle do estresse são fatores que não só ajudam a manter a testosterona em bom nível, mas também resolvem de forma muito mais ampla os sintomas que muitos homens sentem no dia a dia. Fatores que reduzem a testosterona Um dos pilares mais importantes para manter a testosterona em bons níveis é o sono. Dormir pouco não só reduz a energia e o foco no dia seguinte, mas também derruba a produção natural de hormônios. Cerca de 72% dos brasileiros sofrem com problemas de insônia, e a privação de sono está diretamente ligada à queda da testosterona. Um estudo clássico mostrou que homens saudáveis que costumavam dormir 8 a 9 horas por noite tiveram redução significativa nos níveis do hormônio após apenas uma semana dormindo 5 horas. Ou seja, não adianta buscar fórmulas milagrosas se o básico não está em dia. A primeira forma de aumentar naturalmente a testosterona é simples (embora desafiadora para muitos): dormir melhor. Outro ponto importante é o consumo de álcool e cigarro. Muita gente acredita que eles podem até ajudar na testosterona, mas a realidade é bem diferente. No caso do álcool, alguns estudos mostram que uma dose baixa — equivalente a duas latas de cerveja — pode gerar um pequeno aumento nos níveis de testosterona em homens saudáveis. Parece bom, mas esse efeito é tão pequeno que não tem relevância prática. Na vida real, esse “benefício” não faz diferença alguma no corpo. O problema é que, acima dessa dose, o efeito se inverte: o álcool começa a derrubar a testosterona, prejudicar a qualidade do sono e ainda aumenta os riscos de doenças metabólicas e hepáticas. O resumo é simples: não existe dose segura de álcool quando o assunto é saúde a longo prazo. Já o cigarro é outro caso de confusão. Alguns estudos chegaram a mostrar um aumento discreto da testosterona em fumantes, mas, na prática, esse ganho é insignificante perto dos malefícios. O tabagismo está fortemente ligado à disfunção erétil, piora da circulação, envelhecimento precoce e aumento do risco de câncer. Ou seja, se a ideia é melhorar saúde sexual, performance e longevidade, o cigarro vai na direção contrária. Outro mito bastante difundido é o da masturbação. Muita gente acredita que se masturbar aumenta os níveis de testosterona, mas isso não é verdade. Em um estudo, dez homens saudáveis ficaram três semanas sem ejacular, seja por masturbação ou por relação sexual. Após esse período, foram expostos a filmes eróticos em laboratório para induzir a masturbação, com coleta de sangue antes e depois. O resultado foi claro: os níveis de testosterona não aumentaram após a masturbação. O que acontece é que, durante a abstinência, os níveis podem ficar levemente mais altos, mas não existe ganho real relacionado ao ato em si. Esse exemplo mostra bem como muitos homens buscam soluções rápidas ou acreditam em atalhos para aumentar a testosterona, quando, na prática, o que realmente faz diferença é o estilo de vida. E aqui vem a boa notícia: existem várias formas naturais e eficazes de aumentar a testosterona. Nenhuma delas é milagrosa ou imediata, mas, quando aplicadas juntas e com consistência, podem trazer resultados sólidos tanto na saúde hormonal quanto no desempenho físico, mental e sexual. Como aumentar a testosterona naturalmente? 1:Exercícios físicos Treinamento de força: agachamento, levantamento terra, supino. Exercícios que envolvem grandes grupos musculares geram maior pico de testosterona. Treino intervalado de alta intensidade (HIIT): melhora a testosterona e reduz gordura corporal. 2:Peso corporal saudável Reduzir gordura abdominal (principalmente visceral) aumenta testosterona. O acúmulo de gordura abdominal aumenta enzimas que transformam testosterona em estrogênio (hormônios femininos). 3:Alimentação Zinco: carnes, frutos do mar, leguminosas, oleaginosas. Magnésio: espinafre, sementes, amêndoas. Gorduras saudáveis: abacate, azeite, castanhas Vitamina D: 15–30 minutos de sol/dia; suplementar se necessário. Proteínas adequadas: para manutenção de massa muscular e equilíbrio hormonal (1,6 a 2,2g/kg de peso — consultar um nutricionista) Carboidratos em torno do treino: ajudam a reduzir o cortisol pós-exercício. 4:Sono 7 a 9 horas por noite, sono profundo essencial para produção de testosterona. Manter horários regulares de sono e evitar luzes fortes à noite. 5:Estresse Reduzir cortisol com meditação, respiração profunda, yoga ou hobbies prazerosos. O estresse crônico impacta negativamente a testosterona. 6: Evitar substâncias que prejudicam Testosterona Álcool em excesso e tabaco reduzem a produção hormonal. Evitar BPA (plásticos reutilizáveis ou que vão ao micro-ondas). 7:Evitar dietas estremas Dietas muito restritivas em calorias ou gorduras reduzem a produção de testosterona. Manter uma alimentação balanceada e nutritiva é essencial. testosterona é um hormônio central para a saúde masculina, impactando não apenas a libido, mas também a composição corporal, a massa muscular, a energia e o bem-estar geral. Apesar da tendência de queda gradual ao longo da vida, fatores modernos como obesidade, sedentarismo, sono inadequado e estresse crônico potencializam essa redução, afetando homens de todas as idades, incluindo as gerações mais jovens. Embora a terapia de reposição hormonal possa ser necessária em casos específicos de hipogonadismo confirmado, a maioria dos homens se beneficia muito mais de mudanças naturais no estilo de vida. Sono adequado, atividade física regular, alimentação balanceada, manejo do estresse e a redução de substâncias nocivas como álcool e tabaco são estratégias eficazes para otimizar a testosterona de forma segura e sustentável. Portanto, mais do que buscar soluções rápidas ou milagrosas, o caminho para níveis hormonais saudáveis e melhor qualidade de vida está na consistência e no equilíbrio do dia a dia. Cuidar da saúde integral é, acima de tudo, a maneira mais confiável de manter a testosterona em níveis adequados e garantir um desempenho físico, mental e sexual ideal. Referências FIOCRUZ BRASÍLIA. Quase metade dos adultos brasileiros viverão com obesidade em 20 anos. Fiocruz Brasília, 26 jun. 2024. Disponível em: BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. 10/3 – Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo. Biblioteca Virtual em Saúde MS, 1 jan. 1970. Disponível em: RIZK, J. An overview on androgen-mediated actions in skeletal muscle. Steroid Biochemistry and Molecular Biology, v. 235, p. 106393, 2023. DOI: https://doi.org/10.1016/j.jsbmb.2023.106393.
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fabiohs23 6 months ago
Eu concordo que as mulheres devem ser protegidas mais não pelo estado e sim por seu parentes, Eu nunca conheci em toda minha vida uma mulher que tenha pai ou irmão homen que apanhe ! Existia um principio na nossa constituição de 1824 quem esta na bíblia Êxodo 18:21-22: que é o principal da subsidiariedade ! O princípio da subsidiariedade estabelece que um órgão ou autoridade hierarquicamente superior só deve intervir quando uma autoridade ou nível inferior não conseguir realizar uma tarefa de forma eficiente. Assim, garante a autonomia a níveis mais próximos do cidadão, como a família ou a comunidade local, e a nível governamental, como um governo local ou uma região O estado só deve interferir em assuntos que a comunidade não consegue resolver, a comunidade só pode interferir em assuntos que a igreja não consegue resolver, a igreja só deve interferir em assuntos que a família não consegue resolver e a família só deve interferir em assuntos que a própria pessoa não consegue resolver, Se você tiver um filho e ficar colocando comida na boquinha dele ele nunca vai aprender a usar o talher, Se você fica colocando fralda na criança ela nunca vai aprender a usar o vaso sanitário! São pequenas coisas que nos ajuda a nos desenvolver como pessoas ! Quando o estado começa a interferir na vida das pessoas ela tira não só a autoridade da família como cria uma falsa sensação de segurança pro indivíduo que se torna alienado, nesse caso específico a mulher, na cabeça dela agora o protetor dele passa a ser o estado e não sua família, e como o estado assume também o papel de provedor dando bolsa família na cabeça dela o macho dela passa a ser o estado que prover e proteger ela sempre que ela ligar, Esse tipo de comportamento está destruindo as famílias aumentando o número de famílias desestruturadas e filhos bastardos! O número de epidemia mental tem crescido sistemático e um dos fatores disso é a destruição das famílias o vínculo com gerações passadas e o aumento da intervenção e do controle do estado sobre nossas vidas! Quem tiver algum interesse pesquise o livro do professor Olavo de Carvalho jardim das aflições que fala principalmente do aumento exponencial do estado e das consequências disso em nossas vidas, Além do que a maioria dos criminosos, psicopatas, assassinos estupradores e todo tipo de crime hediondo é violento são praticados por pessoas que vieram de famílias desestruturadas com ausência de pai dentro de casa principalmente, Sem citar que cerca de 97% das acusações de violência doméstica são falsas! Quanto maior for o número de famílias desestruturadas mais violenta será a sociedade, e quanto menor for o contato com parentes e amigos íntimos maior é o número de epidemia mental e quanto menos familiar a pessoa tiver pra recorrer mais ela se torna dependente do estado aumentando assim o poder do leviatã! image
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fabiohs23 6 months ago
Quando Satoshi Nakamoto lançou o Bitcoin em 2009, muitos olharam apenas para o aspecto técnico: um dinheiro digital descentralizado, resistente à censura e baseado em prova de trabalho. Mas reduzir o Bitcoin a um protocolo é perder de vista a verdadeira dimensão da obra. O que está diante de nós não é apenas uma invenção tecnológica, mas a tradução em código de um pensamento filosófico milenar: a busca por liberdade frente à tirania, a preservação do tempo humano frente à corrosão do poder, a recusa em aceitar que o dinheiro — o sangue da economia — seja manipulado por aqueles que se beneficiam da inflação. O Bitcoin não é apenas software; é um manifesto. Cada bloco minerado é uma afirmação de resistência e, cada satoshi economizado é uma negação à lógica inflacionária que aprisiona sociedades. A filosofia por trás do trabalho de Satoshi é, ao mesmo tempo, libertária, ética e existencial. Ele não apenas criou uma moeda: ele ofereceu ao mundo uma alternativa civilizatória. A ruptura com a autoridade e o problema da confiança Ao longo da história, o dinheiro sempre esteve ligado ao poder político. Reis adulteraram moedas de prata e ouro para financiar guerras. Governos modernos abandonaram o lastro e transformaram o dinheiro em papel que perde valor com o tempo. Bancos centrais criaram uma arquitetura de crédito infinito, sustentada por ciclos de inflação e resgates. Tudo isso baseado em um contrato invisível: “confie em nós”. Satoshi quebrou esse paradigma. Ele entendeu que a confiança é um custo altíssimo, e sempre termina em abuso. Sua filosofia é radical em sua simplicidade: don’t trust, verify. A validação deixa de ser monopólio de um emissor central e passa a ser distribuída em milhares de nós ao redor do mundo. O que era fé cega, virou matemática; o que era hierarquia, virou consenso. Pela primeira vez, temos uma moeda que não depende de submissão à autoridade, mas da compreensão transparente de suas regras. Escassez como ética, não como restrição A pedra angular do Bitcoin são os 21 milhões. Essa escassez absoluta não é um detalhe técnico, mas uma posição filosófica contra a manipulação monetária. Durante séculos, o dinheiro foi constantemente expandido para atender às necessidades imediatas de governos e elites financeiras, corroendo silenciosamente o poder de compra da população. Satoshi respondeu a isso com uma regra que não pode ser mudada nem por ele próprio. Essa escolha é mais do que programação: é ética. Ela carrega a afirmação de que o dinheiro deve refletir a realidade da escassez humana e não os caprichos de autoridades. O Bitcoin é previsível, transparente e imutável. Cada halving é uma lembrança de que não estamos mais em um sistema sujeito à arbitrariedade, mas em um regime monetário enraizado no tempo e na matemática. Em um mundo onde tudo é relativo, Satoshi nos entregou algo absoluto. O tempo como essência Se o ouro foi o dinheiro do espaço, o Bitcoin é o dinheiro do tempo. A cada dez minutos, um novo bloco é minerado. Essa cadência imutável é uma forma de marcar a passagem do tempo no tecido econômico. O halving, que reduz pela metade a emissão de novos bitcoins a cada quatro anos, funciona como um “calendário monetário”, dividindo a história do protocolo em eras. Essa dimensão temporal é profundamente filosófica. O sistema fiduciário rouba tempo dos indivíduos, diluindo salários, corroendo poupanças, transferindo riqueza do futuro para o presente de forma artificial. O Bitcoin faz o oposto: preserva o tempo, converte energia e esforço humano em unidades imutáveis que podem ser transmitidas ao futuro sem perda de valor. Ao fixar a moeda, Satoshi fixou também o elo entre trabalho, vida e posteridade. Ele nos lembrou que o recurso mais escasso não é o dinheiro, mas a própria existência. Dissidência pacífica: a revolução sem sangue O bloco gênese é um manifesto em si. Ao registrar a manchete do The Times de 3 de janeiro de 2009 — “Chancellor on brink of second bailout for banks” — Satoshi gravou para sempre no DNA do Bitcoin a denúncia contra um sistema podre. Foi uma resposta direta ao colapso financeiro de 2008, quando governos e bancos centrais decidiram socializar perdas e privatizar ganhos. A filosofia aqui é clara: resistência sem violência. O Bitcoin não busca derrubar governos por meio de revoltas, mas torná-los irrelevantes. Ele oferece uma alternativa que não pede permissão, não depende de acordos e não se curva à censura. Cada pessoa que escolhe guardar satoshis ao invés de reais ou dólares está praticando uma forma de desobediência civil pacífica. O anonimato como escolha filosófica Satoshi não apenas criou o Bitcoin, ele desapareceu. Esse gesto, por si só, é parte da filosofia da obra. Enquanto políticos buscam poder e reconhecimento, Satoshi recusou o culto à personalidade. Seu anonimato foi um ato de coerência: para que o Bitcoin fosse verdadeiramente descentralizado, não poderia existir um líder carismático a ser seguido, nem um “pai fundador” para ser idolatrado ou atacado. Esse vazio no centro é o que dá força ao sistema. Não há líder a ser preso, não há CEO a ser processado, não há rosto a ser difamado. O Bitcoin sobrevive porque é órfão. A ausência de Satoshi é um lembrete constante: o dinheiro não pertence a indivíduos, mas a todos que participam de sua rede, e nela empregam trabalho. O legado filosófico de uma obra aberta Satoshi não escreveu tratados nem pediu adesão política. Ele simplesmente deixou o código, publicou em fóruns, compartilhou ideias, e depois se retirou. Isso também é filosofia: a liberdade não se impõe, se oferece. Cada pessoa pode aceitar ou rejeitar o convite. No fundo, o Bitcoin é a prova de que ideias podem ser encarnadas em tecnologia. Satoshi não fez discursos inflamados contra o sistema bancário; ele construiu um sistema paralelo onde o discurso se torna irrelevante. O resultado é uma obra viva, minerada a cada bloco, carregando em si a mensagem de que a soberania não é concedida por governos, mas conquistada pelo indivíduo. O Bitcoin é a interseção rara entre filosofia, economia e tecnologia. Ele nos lembra que a confiança é cara demais para ser terceirizada, que escassez é condição da liberdade e que o tempo é o bem mais precioso que possuímos. A obra de Satoshi é, portanto, um gesto de ousadia civilizatória: provar que podemos construir um dinheiro incorruptível em um mundo de corrupção; um sistema descentralizado em uma era de centralização; uma rede de soberania em tempos de servidão monetária. image
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fabiohs23 6 months ago
Se você não quer mais financiar as viagens da nossa primeira dama Se você não quer mais financiar a lagosta do stf, se você não quer financiar aborto, castrasao infantiu, tribunal feminista, ditaduras comunistas é todas essas outras desgraça que acontece hoje no nosso país Se você assim como eu quer ter direito ao suor do seu rosto Se você assim como eu estar cansado de ser roubado, tinha do é escravisado por essa ditadura, sua única opção é comprar Bitcoin! Seu voto real é oque voce faz com seu dinheiro, seu voto na urna é matematicamente intelevante, Em um estado de exceção onde a legalidade não é a regra você só tem duas opções, votar com os pés ( desinvestindo e indo embora ) ou votar com armas ( matando e criando uma guerra civil ) como demostrado no PUBLIC CHOICE TEORE ( teoria das escolhas públicas ) E como demostrado na arte de guerra o lado vencedor é sempre o mais organiza que não somos nós Seremos mascarados entrando em guerra contra a ditadura, Nesse caso só nos resta votar com os pés 🦶 Desinvista e vai em bora, se você tem menos de 40 anos nao tem nada pra você nesse país! Se você não puder tirar o seu dinheiro do país , tire o país do seu dinheiro compre Bitcoin e faça auto custódia ! Agora mais importante que ter uma arma é saber a atirar Mais importante do que comprar bitcoin e estudar bitcoin Qualquer coisa que você for fazer na vida sem estudar você vai se lascar ! O Bitcoin muda a relação entre homem e mulher, pai e filho, e governantes é governado além de ser a única propriedade privada no mundo atualmente, ele é tão seu que nem todas as pessoas do mundo conseguem tirar de você , nem todos os juízes do mundo ordenando conseguem pegar, se ninguém for digno do seu patrimônio você tem a faculdade de morrer e levar com você pro caixão, Se você quer ser soberano sobre seu patrimônio estude bitcoin Seja Homen e faça oque tem que fazer Um abraço e minha honra !!
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fabiohs23 6 months ago
Como pode existir estupro de cônjuge é isso ainda ser chamado de casamento ? No casamento bíblico verdadeiro o homem abandona seu pai e sua mãe para se unir a sua esposa e tornando assim uma só carne ! A partir de então o Homen não manda mais no seu próprio corpo quem manda é a mulher e a mulher não manda mais no seu próprio corpo quem manda é o homem! Se eles se tornaram uma só carne como pode existir estupro de cônjuge ? Não faz sentido uma violação sexual da própria carne ! O fato da mulher estar casada já não seria uma aceitação tácita que vai ter sexo? Não seria uma espécie de contrato nupcial? Essa é mais uma das degenerações criadas pelo estado ! O casamento estatal não é o casamento bíblico verdadeiro ! Se você casa na lei de Deus onde não existe divórcio e depois procura o estado onde existe divórcio pra se separar você estará quebrando o pacto que fez com Deus ! Se sua mulher não reconhece oque está escrito no primeiro livro da bíblia ela não é sua esposa ela é sua amiga do sexo ! Meu corpo minhas regras não existe no casamento bíblico verdadeiro e o que Deus unificou só Deus pode separar ! image
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fabiohs23 6 months ago
Resumo: Modelagem de Justiça de transição para libertação de ditaduras totalitárias sem qualquer gasto público externo. Rascunho para o qual correções e sugestões são bem-vindas. Palavras-Chave: Justiça de Transição; Estado Paralelo; Venezuela; Apostas descentralizadas; mercados de morte. JEL Code: D74Conflict/Conflict Resolution/Alliances/Revolutions; H56 National Security and War. Introdução: A terapêutica, a cura, para as ditaduras totalitárias comunistas e seus processos de infiltração, subversão e aparelhamento são os objetos deste texto, exemplificando no caso da Venezuela. Sobre o tema, sobram diagnósticos excelentes,como “ponerologia”1, “as religiões políticas”2 e"a mente esquerdista”3 e  prognósticos descritivos4. A solução para rogue/failed states (Estados bandidos/falidos) como a Venezuela, Bielorrússia, Síria, Turcomenistão, Guiné Equatorial, Suriname, Cuba e até Coréia do Norte não é ação militar direta dos EUA nem de coalizão de caridade. O custo e os riscos (político e financeiro) são altos demais. A Guerra do Golfo de 1991 custou US$ 61 bilhões aos EUA5 e a “Guerra do Iraque”,na década seguinte, saltou para US$2 trilhões (metade do custo total da segunda guerra inteira para os EUA em dólares atuais). Dois trilhões6 de dólares é mais que o PIB de Banânia, ninguém vai gastar isso para fazer caridade. Desta maneira, nenhuma ação de ocupação de país com milhões de habitantes, com o custo atual, seria viável para um exército regular de país democrático. Isso sem contar que a ação na Venezuela não traria retorno significativo aos libertadores, nem político nem financeiro (especialmente com abundância de energia devido a novas fontes de energia, com custo marginal zero de gás nos EUA e guerra de preços do petróleo). A solução é criar alinhamento de interesses entre quem pode libertar o país e quem pode financiar e executar essa libertação. Plataformas de venda de ativos e direitos públicos podem "juntar a fome com a vontade de comer": arrecadar recursos com venda de direitos públicos e dirigi-los a financiamento do governo legítimo, viabilizando as ações de decapitação da ditadura criminosa. Tecnologias atuais permitem mecanismos de captação de recursos e remuneração de ações pseudo-anônimas em escala e natureza sem precedentes - como demonstrado por diversos crowdfundings de centenas de milhões e até bilhões7 de dólares. Governos paralelos podem capitalizar sua autoridade e reconhecimento em sistemas de governança que: a) vendam direitos públicos (imóveis, cidadania, isenções tributárias e concessões nos respectivos países); b) usem esses recursos para garantir o funcionamento das suas instituições - financiando suas funções próprias (salários de funcionalismo, embaixadas e demais repartições, etc.); e, c)  financiem eliminação de criminosos ou a captura destes e/ou dos bens que servem à servindo a ditadura comunista. A oferta dos EUA de recompensa por informação que leve à captura dos líderes do regime venezuelano não tem qualquer garantia de pagamento. Além do risco de não receber a recompensa, há também o risco da mera reclamação resultar em retaliação. Se fosse fácil ou barato prender ditadores entrincheirados, infernos totalitários como Cuba e Coreia do Norte não existiriam. A solução é a remuneração por sistema de aposta de morte dos criminosos condenados, no qual executor receberia de maneira pseudo anônima sem discussão de autoria ou identidade: se apostou no dia certo da morte (natural ou não), recebe em cripto, seja por sorte ou mérito. Reduzindo risco de retaliação e de prova de autoria, é reduzido custo de transação. No Direito Natural, é amplamente lícita a oferta pública de prêmios em apostas de morte pela cabeça de criminosos praticando ação delituosa, ainda mais em conluio com ditadura assassina. Matar bandido em flagrante para evitar o crime é legítima defesa (ou desforço imediato), como ilustrado até mesmo no Antigo Testamento8. A venda de direitos públicos pelo governo legítimo e dos ativos onde não existe mais legalidade nem titularidade segura não viola qualquer direito - já que no regime atual não existe exercício de propriedade. Se os contribuintes comprassem os imóveis sobre os quais têm pretenção de propriedade ou posse, pagariam por eles menos que uma fração dos impostos sobre terra médios da maioria dos países.  Se pagam impostos territoriais a ditadura e não usaram esse valor para adquirir o imóvel do governo verdadeiro, então são comparsas. Propriedade surge de primeiro uso ou aquisição secundária e é mantida por demarcação e defesa. Quem não a adquirir publicamente no site não a demarcou nem defendeu (de outro demarcar nem da ditadura) e não adquiriu de parte legítima. No Direito Positivo essas ações seriam legais, pois autorizadas por Lei do governo paralelo. Para aqueles que preferirem agir como militares, cobertos por regras internacionais, o Estado paralelo também pode vender títulos de “guarda nacional”9, inclusive financiando legião estrangeira. Formalmente, os tribunais do Estado legítimo poderiam previamente julgar os criminosos, terceirizando sua execução; ou, alternativamente, vender concessões de magistraturas de exercício privado, com os juizes de paz do período imperial no Brasil, para que os executores pudessem julgar os criminosos in situ. Desenvolvimento - cura criptográfica em governança superior: Existe uma gama de registros históricos de Governos paralelos no exílio. A França manteve Estado paralelo durante a ocupação alemã e o Kuwait manteve diante a ocupação iraquiana. Dezenas de exemplos de sucesso existem, até mesmo com a constituição de Estados e governos paralelos/concorrentes em secessão, como os pais fundadores. Atualmente governos paralelos controlam partes da Líbia e do Iêmen. Em ambos os casos, os governos arrecadam recursos e lutam guerra civil moderna por meio de venda de direitos públicos e tributação10. Venda de cidadania (como St. Kitts, Vanuatu e Antigua), golden visas (como Portugal, Espanha e El Salvador), isenções perpétuas de impostos (como Zug), propriedade sobre imóveis e concessões por Estados não são novidades, mas - graças a tecnologias atuais -, como criptomoedas e smart contracts, podem atingir escala sem precedentes - com transações pseudo anônimas e sistema de governança e motivações descentralizados. A aquisição de cidadania por serviço militar é política pública atual nos EUA e na França e já existia desde a Roma Antiga. A participação no regime de transição, mesmo como investidor é parte vital do esforço de guerra. O pagamento por cabeça de criminosos (captura ou execução em auto de resistência) também já mostrou seu valor na História, como no "velho oeste” com as ofertas de “wanted dead or alive”11. No caso analisado seriam de criminosos contra a Humanidade condenados em exercício de crimes continuados, em legítima defesa de suas vítimas. O Direito norte-americano também permite seguros de vida de políticos eleitos em que o contratante é o beneficiário, em uma estrutura de benefícios homóloga às apostas de morte12. O mundo só sofre a ameaça comunista hoje porque os crimes soviéticos não foram julgados e não foram desmoralizados, empobrecidos e estigmatizados como os nazistas, no processo de desnazificação. Os criminosos contra a Humanidade comunistas não foram caçados e julgados como seus aliados nazistas que caíram nas mãos do Mossad e das forças Aliadas - até com ofertas de prêmio e esforços privados, como aquelas da Fundação Wiesenthal . Onde essa plataforma fosse aplicada, haveria estímulos para uma “desnazificação de comunistas” ocorrer com eficiência sem precedentes. Cada empresa ou pessoa que adquira concessões do Estado Paralelo passa a ser stakeholder (interessada na vitória como se sócia fosse), seu patrimônio só terá algum valor caso haja eliminação da ditadura.  Se concessões forem vendidas a empresas, pode-se denotar que seu conteúdo editorial e toda a sua influência sobre decisões governamentais tendem a corroborar com a aceleração da eliminação da ditadura. Outros ciclos virtuosos ocorrem, enquanto houver plataforma na Internet vendendo terras e concessões públicas e usando os recurso arrecadados(em bitcoins ou outras criptos como stable dólares) para colocar a prêmio cabeça de criminosos: primeiro, quanto mais criminosos morrerem mais os apostadores estão certos que as promessas de pagamento são firmes; segundo, quanto mais imóveis e concessões são vendidos mais recursos e stakeholders estão comprometidos com a destruição da ditadura. Desde 2004, o artigo de Jim Bell já previa que os mercados de execuções remuneradas por apostas de morte seriam inevitáveis, mas com a aposta exclusiva do dia da morte ele se torna uma maneira eficaz de resolver a questão da “lógica da ação coletiva”13 de Olson. Apostar na morte de um bandido passa a ser, ao mesmo tempo, uma boa ação e um investimento especulativo, vez que é possível ganho maior que muitas loterias Não adianta colocar a cabeça dos bandidos a prêmio sem mecanismo anônimo de pagamento seguro a quem efetuou a missão na compra de imóvel ou concessão. Esses valores podem ser pseudo-anonimamente pagos em créditos na plataforma ou diretamente devolvidos ao endereço de criptomoeda que tenha sido originário do depósito da aposta no dia que a respectiva missão foi reconhecidamente cumprida. Uma vez arrecadados os primeiros milhões com vendas de direitos públicos, um valor piso poderia ser colocado na cabeça de qualquer criminoso militar, policial, servidor civil ou político da ditadura. Um valor mínimo qualquer, hipoteticamente, 1 dólar por dia para a aposta de morte e 100 US$ de prêmio (4x o salário médio venezuelano e 3x o cubano) já financiaria o desenvolvimento de uma economia paralela para obter esses bounties. Para dar uma noção dos valores que poderiam ocorrer, se cada aposta exclusiva de um dia custar 1 US$ mais que a anterior e a primeira custar 1 US$, considerando apenas uma janela de 50 anos (18262 dias) - que ignora os participantes ideológicos sem pretensão de nada receber e assim podem apostar em dias mais de 50 anos no futuro-, então os prêmios poderiam superar 166,7 milhões de US$. Isso sem contar se as apostas e saldos estiverem em bitcoins, sofrendo valorização passiva. Se apenas 10.000 dias fossem apostados, seriam 10.001/2 x 10.000=50M. Se apenas 5000 dias fossem apostados, neste esquema, daria 5001/2x5000=12,5M. As mortes poderiam ser confirmadas por vídeos produzidos pelos executores, com reconhecimento de voz e facial amplamente utilizados em perícias forenses ou por amostras de DNA (como fêmur ou arcada inferior ou escalpo e.g.) enviadas a representações diplomáticas. A mera divulgação desses materiais poderia desintegrar a ditadura com explosão no número de deserções militares e defecções civis. O governo norte americano chegou a colocar bounty de 15 milhões pela captura14 de Maduro, em vão. Com uma fração desse valor a neutralização teria muito mais chance de ser concretizada, contanto que pudesse ser sacada em bitcoin de maneira pseudo anônima, através de plataforma lícita do Estado paralelo, um mecanismo de apostas exclusivas por dia. Quem apostasse no dia correto da morte receberia a recompensa, quando comprovada morte no período (por vídeos com áudio, evidência de DNA ou mesmo documentos, como certidões de óbito ou notícias em periódicos - há dezenas de soluções para o problema do oráculo, como a solução simples de confiar no reconhecimento das instituições da plataforma, ou da não oposição da maioria dos demais apostadores após reclamado prêmio). Não adianta o governo legítimo vender imóveis e concessões sem promessa crível de vitória. A solução para essa questão é a vinculação voluntária de percentual significativo das vendas para os prêmios por cabeça dos bandidos condenados. Se uma parcela da arrecadação do regime de transição (hipoteticamente) 80%, puder ser vinculado a prêmios por cabeça de criminosos ou a cumprir missões estratégicas (como recuperação ou destruição de ativos sob posse ilícita da ditadura), o comprador de direitos passa a ter a possibilidade de recuperar a maior parte dos valores investidos cumprindo missões a seu alcance. Esse mecanismo que permite a compradores indicarem para qual objetivo deve ser dirigido parte do recurso facilita a recuperação da maior parte dos BTCs investidos pelo próprio investidor, propiciando acumulação exponencial. Hipoteticamente, se um carrasco em potencial tem acesso a um criminoso (servidor público, juiz, militar ou vereador da ditadura previamente listado na plataforma como condenado), mas o valor da recompensa pela sua cabeça é baixo, o executor pode elevar o valor da missão adquirindo bens do Estado paralelo e indicando que percentual do pagamento deve financiar a cabeça do criminoso ao qual tem acesso (elevando sua própria recompensa futura). Se a referida plataforma permitir abertura de contas com saques e depósitos de valores diversos em BTC por meio de Liquid, Lighting e outras sidechains e eventuais soluções de 2ª camada, aumentará ainda mais o nível de anonimidade (com menor rastreabilidade onchain). Até mesmo mercenários estrangeiros e militares publicamente leais ao regime teriam motivações para eliminar criminosos e receber por isso, caso os depósitos e saques na plataforma fossem feitos em criptomoedas (como bitcoins e stable dólares). Desta maneira, poderiam receber recompensas sem ter que assumir publicamente autoria. Imóveis e concessões não têm qualquer valor sob ditadura totalitária de exceção, mesmo vendendo-os a 1/20.000 do valor venal equivalente em países vizinhos ainda seria “justo” se fosse definido por mecanismo de mercado livre. Também é conveniente que a plataforma dobre os preços a cada 0.5 a 1% dos bens vendidos, também por motivos de gamificação e de ajuste a demanda (estratégia de discriminação perfeita usual em venda de passagens aéreas). Inicialmente, militantes contra comunismo contribuiriam na plataforma do mesmo modo que investiriam em um crowdfunding. Depois, alguns iam adquirir passaportes para planejamento tributário. Daí, pessoas e empresas aportariam como investimento especulativo. Quanto mais pessoas investissem, mais próximo estaria o acesso aos bens e mais valiosos estariam, passando a ser investimentos de menor risco. Poucas semanas após a emissão de passaportes e a venda de (a) concessões, (b) cidadania, (c) isenção de impostos pessoais perpétua e (d) terras fosse iniciada com valores viáveis, já haveria recursos para financiar um Estado operacional completo - com serviços de inteligência (até para identificar mais criminosos com cabeça a prêmio), representações diplomáticas e consulares e serviços públicos próprios (nem que fossem majoritariamente online). Uma vez que houvesse a estrutura de qualquer venezuelano ou estrangeiro, legalmente, comprar ativos e recuperar 80% dos recursos investidos eliminando criminosos (pagando e recebendo de maneira pseudo-anônima com bitcoin ou outras criptos), uma economia paralela ia se desenvolver no país, dedicada a exterminar os condenados inveterados. Esse conjunto de motivações cria uma situação ganha-ganha na Teoria dos Jogos: se apostadores tentarem matar bandidos e não tiverem sucesso, o Estado paralelo arrecada; se criminosos apostarem na própria cabeça para obter salvo-conduto por alguns dias ou semanas (até para fugir do país), o Estado paralelo arrecada; se executores cumprirem objetivo, o Estado paralelo paga um bounty e estimula dezena de investidores e mercenários a colaborar. Encerrando com um pequeno exercício praxiológico responda a si mesmo sinceramente: 1) Compraria um passaporte venezuelano do governo de Guaidó com sede nos EUA (reconhecido pela UE e EUA) por 0.01btc ou 3500US$ com 10 anos de isenção pessoal de impostos? ou preferia pagar o dobro por um documento com isenção perpétua? quantas pessoas acredita que comprariam tal documento se chegasse pelo correio em 30 dias te dando acesso pleno a todos os direitos políticos online? 2) Compraria do governo de Guaidó 1000 hectares de terra boa por 0.01 BTC com isenção perpétua de impostos sobre imóvel? quantas pessoas comprariam? 3) Compraria a concessão perpétua de frequência de rádio ou de cartório ou de magistratura civil ou criminal de alguma região por 0.01 BTC? quantas pessoas acredita que comprariam? 4) Uma vez havendo milhões em prêmios, faltariam pessoas interessadas em caçar os bandidos pelos BTC (ou créditos que poderiam ser usados para fazer compras na plataforma)? Conclusões: 1: Não adianta esperar que alguém liberte a Venezuela por caridade, se os interessados e titulares de direitos no país não investirem nem venderem direitos, então o regime tenderá a se perpetuar como na Coreia do Norte, Cuba, China continental e demais ditaduras comunistas. 2: Se um Estado paralelo começar a vender e entregar cidadania/passaportes e isenções tributárias pessoais por décadas ou perpétuas poderá arrecadar bilhões. O mercado de golden visas e venda de cidadanias e isenções fiscais perpétuas existem e provam isso.  3: Se o Estado paralelo oferecer concessões públicas, terras, cidadanias e isenções tributárias pessoais a venda pela Internet arrecadará recursos, se vincular uma parte significante desses recursos para premiar pela cabeça de criminosos do regime, arrecadará exponencialmente mais, valorizando os ativos no país o quanto mais bandidos morrerem, decapitando o regime (literal e metaforicamente). 4: Se o Estado paralelo não tiver jurisdição para criar normas autorizando isso, basta fazer eleições online (como Estônia já faz desde 2005) até para convocar constituinte - se for depois de vender alguns milhões de passaportes para novos cidadãos com direito a voto, então tenderá a ser a constituição mais anti-comunista e pró-mercado já redigida. Inicialmente, crimes de oportunidade tenderiam a ser a regra (envenenamento doméstico ou por colega de trabalho; execução por vizinho ou empregado) e com o aumento dos prêmios e da reputação da plataforma bounty hunters (mercenários e demais profissionais da morte) iam passar a participar e agir de maneira sistemática e competente. Com a plataforma no ar, centenas de pessoas que vivem hoje na Venezuela poderiam atingir independência financeira em poucos dias, simplesmente executando um bandido aos quais têm acesso e não executam hoje porque não têm qualquer ganho material com isso. Quando dezenas de pessoas ligadas ao regime passassem a morrer por semana, com suas execuções divulgadas amplamente pela Internet, inevitavelmente o regime colapsaria ao atingir massa crítica, permitindo a reconstrução do país. No mínimo, financiaria ações concretas de resistência e combate ao crime e reduziria seu poder - e a expectativa de vida dos seus comparsas. Se a iniciativa não der certo, seja por não haver arrecadação significativa seja por não haver pessoas dispostas a matar ou capturar criminosos condenados por dinheiro, isso não resultará na morte de nenhum inocente e nem em qualquer perda além de investimentos voluntários para colocar o site online. O marco jurídico para o regime de transição não tende a encontrar resistência nas autoridades legítimas, pois essa legislação é que pagaria seus salários e libertaria seu país.  Quase nada a perder, tudo a ganhar. Esse é o modelo viável de destruição de ditaduras comunistas e libertação de países no século XXI: zero gastos públicos, zero mortes inocentes e zero recrutamento militar obrigatório. Todos os recursos e riscos privados e voluntários, seja na Venezuela, Cuba ou qualquer outra ditadura totalitária. Ponerologia política: https://preview.tinyurl.com/y59maqgo Religiões políticas: https://preview.tinyurl.com/yywo7bkh Mente esquerdista: https://preview.tinyurl.com/y629re7f Besmenov: Gulf War cost: Iraq War cost: ICO do Telegram de 1.7 bilhão de dólares: Como o Brasil fez em 1831 substituindo forças regulares que não eram mais consideradas confiáveis: Caças e helicópteros com pilotos russos na Líbia: Bounty hunter: The Insurable Interest Requirement For Life Insurance: https://pdfs.semanticscholar.org/579b/65324acd2569bb933fbdb71f128d4857648d.pdf Lógica da ação coletiva:  15 milhões por Maduro: https://www.reuters.com/article/us-usa-venezuela-maduro-rewards/us-announces-reward-up-to-15-million-for-venezuelas-maduro-idUSKBN21D2M7 image
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fabiohs23 6 months ago
Introdução: Depois do colapso da FTX não se pode mais negar que os grandes grupos mundiais de poder tem seus aparelhos e representantes no ecossistema do Bitcoin, hora colaborando e hora entrando em conflitos - como ficou evidente na batalha da “guerra das guerras”1 A revisão de literatura sobre o tema já se encontra no artigo anterior nesse mesmo substack2 abordando a legalidade dos seguros de vida feitos sobre mortes de políticos; a analogia exata das motivações de apostas de morte com seguros; plausibilidade de uso legal do sistema, vez a morte pode ser natural, não seria um mercado de sicários, necessariamente; e, o histórico das publicações sobre mercados de captura/assassinatos. O MAM desperta crescente interesse público e as principais questões deste mercado foram bem descritas por Alan neste episódio dos intankaveis3: “identificador descentralizado, oráculo descentralizado e escrow". Modelo: Toda corrupção deriva da separação de controle e propriedade. Com os governos modernos essa questão atingiu seu ápice, com políticos eleitos e até burocratas não eleitos causando prejuízos a milhões ou bilhões de pessoas de maneira absolutamente impune. O mercado de apostas de mortes seria uma forma de realinhar poder e responsabilidade. Ao possibilitar vítimas a investir pequenas quantidades apostando na morte de seus algozes, resolveria o “problema da ação coletiva” de Olson - que explica porque bandidos tendem a capturar administrativamente governos (benefícios centralizados e prejuízos difusos). O MAM também inviabiliza/encarece crimes, comportamentos abjetos não criminais e até a mera corrupção pela captura administrativa, aumentando o risco de se tornar alvo de apostas significativas. Em outras palavras, ditadores e criminosos em cargos públicos provocam perdas em milhões de pessoas - ou bilhões - mas não em grandeza suficiente para que um deles efetue retaliação. Com o MAM, a organização coletiva independerá de negociação ou outra comunicação além da plataforma ou smart contract - e mesmo outras pessoas que não as vitimas terão interesse em investir nas apostas - como: a) sicários, com fim de ganhar a aposta; b) apostador, como alternativa a loterias estatais (usualmente fraudadas e com custos tributários, em muitos casos, de mais de 50% do prêmio); e, até c) do próprio alvo, em busca de salvo conduto. Um milhão de pessoas apostariam, em média, 1000 dólares no dia que um ditador vai morrer? Se a reposta for sim, então, 1 bilhão de dólares poderiam ser pseudo-anonimamente arrecadados para quem apostasse no dia da morte corretamente. Por um valor dessa grandeza, provavelmente até parentes e empregados mais próximos estariam dispostos a garantir a morte em dia determinado - especialmente se não fosse público o destino e titularidade do pagamento. No artigo anterior, foram discutidos mecanismos de gamificação para que isso ocorresse de maneira mais eficiente: apostas exclusivas por dia (evitando risco de divisão do prêmio), apostas e pagamentos por meio pseudo anônimo; e, custos de apostas crescentes (discriminação perfeita), como explicado no trecho: “Para dar uma noção dos valores que poderiam ocorrer, se cada aposta exclusiva de um dia custar 1 US$ mais que a anterior e a primeira custar 1 US$, considerando apenas uma janela de 50 anos (18.262 dias) - que ignora os participantes ideológicos sem pretensão de nada receber e assim poderem apostar em dias mais de 50 anos no futuro-, então os prêmios poderiam superar 166,7 milhões de US$. Isso sem contar se as apostas e saldos estiverem em bitcoins, sofrendo valorização passiva. Se apenas 10.000 dias fossem apostados, seriam (10.001/2)*10.000=50M. Se apenas 5000 dias fossem apostados, neste esquema, daria (5001/2)*5000=12,5M.” O primeiro termo representa aproximação a média da aposta por dia de 1 a 5000 (5001/2) e o segundo o número de dias apostados.” Em suma, haveria uma plataforma - seja centralizada em ente soberano com reputação e interesses alinhados ou sidechain/federação rodando smart contract - que propiciaria as vítimas a indicar seus algozes e apostar na cabeça deles, através de mecanismo pseudo anônimo, inclusive poderiam haver vários mercados de apostas para cada algoz, ampliando a discriminação perfeita, iniciando as apostas no primeiro dia com 1US$ (ou qualquer outra unidade) e aumentando nos dias subsequentes apostados - embora o ganho proporcional seja crescente com apostas mais altas: Dez pessoas em progressão aritmética de 1US$ a mais por dia apostado, começando com 1, o 11# acertando ganharia 5x o que apostou; o 31# , ganharia 15x o que apostou; o 1001# levaria 500x; 10.000 apostando, o 10.001# ampliaria 5000x o investimento; 100.000 pessoas apostando, o 100.001# ganharia 50.000x o valor apostado; com 501.000 apostas, o prêmio seria de 250.000x a próxima aposta diária; e, assim, sucessivamente. Um sicário apostaria 10 mil em um dia para ganhar 50 milhões? apostaria 1001 para receber 500.000? ou ambos? O próprio objeto da aposta com um premio de 500.000 na cabeça dele, não apostaria 1000 por dia que ele tivesse que se expor (a morte violenta ou natural, como procedimento medico invasivo) evitando que outras pessoas tivessem ganhos com sua morte nestes dias e aumentando seu legado? Se as respostas a pelo menos uma dessas questões for “sim”, então há demanda pelo MAM - e ele é capaz de realinhar responsabilidade e poder. Uma solução simples para o identificador descentralizado é devolver o prêmio ao endereço que enviou a aposta. A transação, para ficar ainda mais clara, poderia conter indicação de dia em mensagem para o endereço que o escrow/smart contract definiu como destino. Os endereços de bitcoin são pseudo anônimos e até que seu controle seja provado com assinatura de chaves a atribuição de sua propriedade é probabilística. Nessa solução, o identificador seria mais privado quanto fosse a boa prática de transacionar os referidos valores para efetuar a aposta e receber o prêmio - se for efetuado on-chain. Uma solução mais elaborada para manter a privacidade (dos apostadores, mas principalmente do vencedor) seria rodar esse smart contract em outra camada - e alternativas já existem, como transações confidenciais na Liquid4; soluções de privacidade na rede Lightning5 ; e, coinjoin e coinsawps6 Quanto a questão do oráculo descentralizado, uma solução seria um sistema de contestação que a qualquer momento, qualquer participante pudesse clamar o final da aposta (indicando data determinada da morte) e/ou indicar sua concordância ou oposição ao fato ter ocorrido na data indicada. Ninguém determina melhor o resultado de uma aposta que as partes que apostaram desejando o resultado. O prazo de pagamento pode ser proporcional a diferença entre apostadores que contestaram e concordaram com fato ter ocorrido na data indicada. Por exemplo, se o prazo para pagamento for (apenas nos casos q haja mais concordância que discordância em pontos percentuais inteiros): Prazo para pagamento = 30dias+30dias*[100-(aceitou%-discordou%)] Então, se 100% concordou, paga (e encerra enquete) em 30 dias. Se 80% concordou e 10% contestou, paga em 930 dias (30+30*[30]). Se 50% concordou e ninguém discordou, paga em 1530 dias (se não aumentar sinalização de concordância nem discordância), se 30% concordou e 20% discordou paga em 2730 dias. Mesmo com a diferença mínima (1%) de concordantes do que de discordantes, o sistema ainda pagaria em 30+30*(99)=3000 dias - menos de 8,5 anos. Esse mecanismo estimula que o vencedor comprove o fato publicamente - ao tempo que permite maior coleta de evidência por mais tempo quanto menor for o grau de convencimento dos demais apostadores. No artigo anterior sobre o tema, em que o MAM seria uma solução para libertar um país sob ditadura totalitária com governo paralelo no exílio reconhecido internacionalmente, o oráculo poderia ser centralizado (com entes fazendo análise forense de imagens, DNA e sentenciando judicialmente) e o escrow estaria resolvido: bastava que a plataforma do governo paralelo recebesse os depósitos e efetuasse os pagamentos como qualquer exchange cefi. Caso o MAM seja instituído sem respaldo de ente soberano, aí a questão do escrow poderia ser resolvida através de smart contract que recebesse pagamentos com indicações de data, mensagens destes endereços/emissores de contestação/confirmação de encerradas apostas e que efetuasse o pagamento ao apostador vencedor. Outra solução ao problema do escrow é centralizada: plataforma com reputação oferecer o serviço na deepweb - como já houve Silk Road e Silk Road 2.0. Conclusões A questão da anonimidade do pagamento está ligada a anonimidade da forma de deposito e recebimento - e a sua solução estaria ligada as boas práticas específicas do meio usado. On-chain, a anonimidade poderia ser garantida com aquisição dos valores usados de maneira privada e o pagamento dos prêmios nos endereços que fizeram as apostas vitoriosas. Além disso, soluções em outras camadas já existem. A questão do oráculo é solucionada por um sistema de contestação. Quanto mais apostadores confirmam data do fato e menos apostadores contestam, menor o período para manter a enquete e pagar logo o vencedor. A maioria dos usuários teria motivação de se manifestar sinceramente, até para continuar gozando dos benefícios do sistema em que são usuários - e a maioria sem qualquer vantagem em se comportar de maneira diversa (no caso dos apostadores ideológicos, que apostam desejando o resultado, mesmo perdendo). A questão do escrow, poderia ser resolvida com ente soberano iniciando o sistema; com alguém com reputação ofertando serviço na deep web - como ocorreu com o Silk Road; ou, idealmente, com smart contract rodando em segunda camada. Várias questões não foram discutidas por estarem fora do corte epistemológico, como por exemplo a remuneração da plataforma e o que fazer com os recursos quando há confirmação de morte em dia que não foi apostado. Confidential transctions na Liquid: Soluções de privacidade na Lightning Coinjoin e coinswaps: image
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fabiohs23 6 months ago
Resumo: trata-se de um rascunho (sugestões são bem vindas) demonstrando duas alternativas não excludentes e voluntárias para o colapso inevitável do welfare: 1) como renda mínima universal - RMU (universal basic income - UBI) alternativa aos sistemas corruptos atuais pode eliminar a pobreza involuntária no Brasil em esquema "Pareto Ótimo" sem aumentar gastos públicos - demonstrando que o valor per capita de limite de pobreza é menor que a mesada potencial (população beneficiaria em potencial dividida pelo quanto já é gasto em políticas assistências atuais, somado a rendas impróprias) e os benefícios de segunda ordem (como eliminação de estímulos perversos e oportunistas); e, 2) como a manutenção dos cidadãos em simulações (metaverso) e/ou sob efeito de drogas é uma alternativa viável de pacificação social, atingindo uma economia da abundância. As conclusões indicam que não adotar alternativas voluntárias é optar pela violência e que não adotar instituições que produzem dominância de comportamentos cooperativos é perpetuar a corrupção e o subdesenvolvimento. Palavras Chave: Incentivos perversos; renda mínima universal; Teoria da Escolha Racional; Economia da Abundância; Política Pública. Introdução: Estados social, “Estado de bem estar social”, “Estado Providência“ ou welfare state é a organização política que considera o Estado como ente garantidor e organizador da economia a ponto de condicionar a seu arbítrio e interesse até mesmo a propriedade (vide conceito de fim social como limite e fundamento da propriedade). No Estado social os cidadãos tem direitos sociais positivos, o Estado teria (em tese, formalmente) dever de garantir direitos como saúde, educação, moradia, aposentadoria e assistência. Tais direitos, em regra, só são exercidos decentemente pelos “amigos do rei” e que custam mais ao Erário do que valem ao beneficiário - aumentando a assimetria de controle e propriedade e, com isso, explodindo a corrupção, a captura administrativa e a carga tributária. Esse modelo de organização política é insustentável, o que resta provado na prática - com déficits exponenciais e sistemáticos - e em teoria - nas refutações do socialismo de Carl Menger (Teoria subjetiva de valor), Böhm-Bawerk (lei da preferência temporal), Mises (problema do cálculo econômico) e Hayek (problema do uso do conhecimento humano), dentre outros. A evidência empírica corrobora as demonstrações teóricas mencionadas: quanto maior o controle estatal sobre a economia, mais captura administrativa e distorções, tornando motivações oportunistas dominantes e destruindo a moeda, a moral e as motivações cooperativas - desde o primeiro Estado Social1. A miséria é a condição natural da Humanidade, por séculos, a maioria das pessoas (incluindo idosos e crianças) precisou trabalhar a maior parte do tempo apenas para ter abrigo e alimento, com a explosão de produtividade e riqueza2 derivadas das Revoluções Industriais (em grande parte resultado de garantias de direitos individuais mitigados com o welfare), o cenário mudou3. Em termos históricos, o número de horas trabalhadas segue uma tendência de queda sistemática por séculos, devido a ganhos de produtividade causados por diversos fatores - tais como ganhos de escala, tecnológicos e aumento nos níveis de investimento e poupança. O aprofundamento dessas tendências levaria a “desemprego estrutural” (inevitável, provocado por novas tecnologias) para a maior parte da população, que simplesmente não teria qualquer chance de desempenhar trabalho remunerado a custo inferior a sistema automatizado, como argumentam Bill Gates e Elon Musk4 . Ray Kurzweil5 considera RMU “inevitável” até 2030 (quando computadores teriam inteligência equivalente a humana) e prevê singularidade até 2045, quando computadores superariam a inteligência coletiva da Humanidade. Mesmo que não haja aumento do desemprego estrutural, a maioria da população do Brasil já é desocupados6 (38% ocupados, incluindo ai sub ocupados e ocupados em atividades que não geram qualquer riqueza e só existem devido a regulações) - e com o envelhecimento sistemático, sem eliminação de regulações e “direitos sociais” como trabalhistas, a tendência é apenas piorar. Como demonstrado por Olavo de Carvalho no “Jardim das Aflições”, por Jouvenel no “O Poder - história natural de seu crescimento” e nas evidências empíricas confirmando a Lei de Wagner7 (Lei do Aumento dos Gastos Estatais), a tendência é que Estados aumentem - de maneira absoluta e porporcional - até o colapso da economia privada. Definido o objeto e o problema, o texto passa a tratar de duas soluções voluntárias e não excludentes para sua resolução: 1) o fim do welfare pela renúncia voluntária de direitos político e sociais (e rendas estatais) por renda mínima mensal; e/ou, 2) o fim do Estado Social pela satisfação plena dos cidadãos de seus desejos através de drogas e simulações. Ofertar renda mínima universal para os cidadãos que renunciem a exercício de direitos políticos e sociais (que custam ao erário mais do que valem para os beneficiários devido a ineficiências estatais como leaky bucket e dead weight loss) é a maneira de reduzir sistematicamente o Estado social e acabar com estímulos perversos, de maneira voluntária. Como pagamento alternativo em moeda aos “direitos” seria voluntário e poderia ser a qualquer ano revogado, seria Pareto Ótimo (beneficiando alguns sem trazer qualquer prejuízo aos demais) e propiciaria, em seus efeitos de segunda ordem, ganhos gerais com aumento de produtividade, arrecadação e estímulos cooperativos; e, redução do gasto público, captura administrativa e corrupção. Como os “direitos”custam mais ao erário que valem para os beneficiários (como nos cursos universitários nas federais que custam 400% do valor de particulares equivalentes8), a tendência é que mesmo com o aumento em valor real sistemático da RMU, os gastos públicos fossem sendo sistematicamente reduzidos, como as distorções resultantes dos direitos sociais, aumentando a produtividade e reduzindo a corrupção e dominância de oportunismo. 2. Desenvolvimento 2.1 Renda Minima Universal (RMU) A primeira solução proposta e analisada por este artigo é simples: em vez de uma miríade de benefícios sociais e programas sociais ineficientes que estimulam o oportunismo, o crime e o aumento do Estado (e da corrupção) subsidiando a desocupação e o ócio, se o governo oferecesse alternativa e voluntariamente renda mínima universal (RMU) aos programas existentes, poderia eliminar a pobreza involuntária sem aumentar o gasto público, como já demonstrado com dados do governo, desde 20159. Atualizando os dados (população e gasto público) usados no trabalho referido, uma renda mínima de mais de 1000 (duas vezes mais que a “linha de pobreza do IBGE"10) poderia ser ofertada a qualquer brasileiro que se comprometesse a: 1) cumprir a lei (perdendo o benefício caso tivesse citação/intimação ou execução criminal, civil ou administrativa pendente); 2) renunciar a outras rendas públicas e exercício de direitos políticos e sociais - reduzindo a pobreza que aumentou nos últimos anos, mesmo com os aumentos de gastos sociais - durante os anos que recebesse o benefício. Se o cumprimento de deveres legais também fosse condicionante, suspendendo pagamento da RMU caso o cidadão em mora com qualquer obrigação judicial ou administrativa, o “custo Brasil” seria reduzido, acelerando processos, facilitando execuções e tornando comportamentos cooperativos dominantes11. Um cidadão que tivesse garantida renda mínima igual ou superior ao “salário mínimo legal“ já teria, em tese, seu mínimo existencial garantido e não haveria motivos para opor que condição para recebimento destes valores fosse a renúncia de direitos sociais (previdenciários, trabalhistas e assistenciais) - inclusive ampliando brutalmente a sua possibilidade de trabalhar e produzir riqueza, livre dos elevadíssimos custos sociais (que impõem taxa mínima de desemprego e desocupação, impedindo jovens e pobres de se qualificar ganhando experiência12). Também não há razão para se opor a sua renúncia de exercício de direitos políticos, primeiro porque não renuncia o direito (apenas seu exercício) e pode voltar a exercê-los a qualquer momento renunciando a renda mínima. Sendo sustentado pelo erário, votar seria tanto julgar em causa própria (e se tal dispositivo se estendesse a aposentados e servidores também reduziria amplamente estímulos oportunistas) quanto estímulo ao oportunismo (sendo que ele preferiu ser recebedor líquido em vez de contribuinte). Os dados da Lei Orçamentária de 2013 indicavam que, sem aumentar os gastos estatais, apenas dividindo gasto assistencial total da União somado as rendas impróprias pelo número de beneficiários potenciais com renda inferior ao RMU potencial (98 milhões), o resultado foi R$4.996,54 por ano; ou, R$416,37 por mês (o salário mínimo na época era R$678 e a linha de pobreza R$291). Ou seja, em 2013 já era possível eliminar a pobreza involuntária sem aumento de gasto. Isso sem considerar qualquer acréscimo de arrecadação por efeitos secundários e sem considerar políticas de renda mínima que estados e municípios poderiam igualmente implementar. A lei orçamentária13 de 2013 previa R$ 2,16 trilhões de gastos e a de 2021 já é de R$ 4,325 trilhões, a população brasileira cresceu menos de 1% aa nesse período e a atividade econômica, medida por indicadores como PIB, caiu em Dólar elevando a dívida de 60% para 90% do PIB. Com crescimento decrescente da população e envelhecimento exponencial, as perspectivas para as próximas décadas são medonhas. De 2010 a 2020 o PIB mundial cresceu mais de 40% em US$ - e o do Brasil decresceu mais de 40%14. O aumento da dívida com estagnação do PIB certamente indica uma menor capacidade de implementar políticas por governos e empobrecimento sistemático do país em seu período de bônus demográfico (quando há mais proporção de pessoas em idade produtiva). Ao mesmo tempo, serve de diagnóstico de que as políticas atuais além de ineficazes a combater a pobreza, também garantem a perpetuação da estagnação econômica e institucional. 2.2 Metaverso e drogas A solução privada para a pacificação social de massas desocupadas e sem oportunidades políticas ou econômicas é oferecer fuga da realidade cruel: vídeo games, política partidária, fofocas de sub celebridades e de crimes macabros, futebol e esportes (praticados por terceiros), filmes, novelas, BBB, only fans e sex dolls. Todas essas distrações tendem a ser absolutamente superadas por experiências com drogas e/ou realidade virtual (VR/RV) como o metaverso15 combinadas com tecnologias de interfaces de máquinas com cérebros, como a Neuralink16. A legalização e até subsídio de drogas como política pública é muito clara na epidemia de opiáceos dos Estados Unidos e seu papel para o fim da república17. Após 2020 não é mais possível negar o poder político da Big Pharma e sua capacidade de captura administrativa. Políticas de “Pão e Circo” para pacificação social de massas desocupadas e sem perspectivas de progresso existem há milênios. Porém, com as novas tecnologias eles tendem a atingir novos patamares: se only fans proporcionou vídeos e áudio de mulheres as quais os clientes nunca teriam acesso sem pagar dezenas de vezes mais; sex dolls tem potencial de oferecer, alem de visão e audição, tato e olfato; e a RV com interface de máquina no sistema nervoso tem potencial de proporcionar a experiência plena em todos os sentidos - inclusive superior, em vários aspectos, ao potencial da realidade. Se a tecnologia de interfaces entre máquinas e sistema nervoso cumprir seus objetivos, logo, as experiências virtuais cotidianas de sexo, comida e relações sociais, em vários aspectos superarão as reais - impactando brutalmente em mercados, vez que inicia a Economia da Abundância em civilização pós-escassez18: mercado em que o custo marginal tende a zero, que bilhões de pessoas podem ter a experiência de comer a lagosta (ou possuir a melhor mulher do mundo, ou uma mulher melhor que qualquer mulher que já existiu) vez que essa lagosta é apenas uma simulação (dados). Na RV com interface com sistema nervoso, você poderá ter a garota dos seus sonhos a sua disposição, ou três delas ao mesmo tempo (com idades diferentes) em seu harém - ou poderá ser o super-homem penetrando a cloaca de dinossauros, o que puder ser imaginado poderá ser programado e, então, experimentado com os cinco sentidos. A tentação para passar o máximo de tempo possível nesses ambientes será brutal - como a dominância econômica e política dos meta capitalistas que as controlarem19. As fugas da realidade - sejam através de ideologias, religiões, simulações ou drogas - sempre foram e tendem a continuar sendo as alternativas privadas para aqueles que se veem sem oportunidades de desenvolvimento, pessoal, econômico ou político20. Kurzweil avisava desde 201221 que se as interfaces entre máquina e sistema nervoso trouxerem ganhos de produtividade, inteligência e rendimento físico, aqueles que se recusarem a receber esses implantes passarão a ser marginais miseráveis apegados a métodos obsoletos - como comunidade amish22 que prefere viver sem usar energia elétrica. Para este mesmo autor, o passo seguinte para a perpetuidade seria o download de sua consciência para que pudesse ser baixado em RV, robôs ou surrogates a qualquer tempo ou até simultaneamente. Nessa visão, com o fim do trauma da morte inevitável, a Humanidade estaria livre de religiões convencionais e com o fim da escassez, não haveria mais sentido para considerar relevante “religião política”. Conclusão, síntese e recomendações: Como demonstrado, o welfare é insustentável e todas as experiências de Estados sociais terminaram em colapso moral, social e econômico devido as distorções e assimetrias de propriedade e controle que produz. Na usual analogia do condomínio que os porteiros não apenas votam, como são maioria, tendem a sempre votar para que haja aumentos da taxa condominial, dos benefícios e número de porteiros até que o valor de cada unidade seja destruído, os condôminos evadam e o condomínio colapse (exemplificando a “tragédia dos comuns”). Foram apresentadas duas saídas, não excludentes e voluntárias, para resolver o problema: a) uma pública, em uma proposta para que o governo oferte mesada (RMU) em troca do exercício de direitos políticos, sociais e rendas estatais, em que voluntariamente entes estatais poderiam extinguir gastos sociais gradualmente, renunciando a eles; e, b) uma privada, em que grandes corporações cantilionárias passam a controlar grande parte da população desocupada, mantendo-a em fugas da realidade, seja através de drogas e/ou simulações (como metaverso) onde todas as demandas podem ser virtualmente satisfeitas com custo marginal zero (ou seja, sem o problema da abundância). Uma vez satisfeitas as necessidades conscientes da maioria das pessoas, elas não têm mais motivação de participar da sociedade política nem de professar “religião política”abrindo caminho para a restauração das democracias em repúblicas - ou oligarquias dos controladores das massas (Big Tech e Big Pharma). Por séculos, os três principais mercados foram de pessoas (escravos, terra com servos ou venda direta da mão de obra por livres), armas (poder e liberdade) e drogas (prazer e alívio de dor) e as perspetivas indicam que devem continuar sendo, até no metaverso. A alternativa às soluções voluntárias (apresentadas) é a violência. A alternativa à política que torne comportamento cooperativo dominante é corrupção e subdesenvolvimento perpétuos. Morrendo a moeda, morre a moral - caso de Weimar, primeiro experimento de Estado social: Riqueza pode ser derivada de três fatores: a) investimento, que só aumenta com segurança jurídica e diminui com falsas promessas de segurança (como aposentadoria estatal à população com fecundidade insuficiente e juro negativo, onde é impossível previdência de caixa ou repartição e de capitalização); b) tecnologia/inovação, que só floresce em ambiente de liberdade econômica; e, c) aumento de pessoas de valor, que podem ser produzidas por famílias estruturadas ou atraídas por baixos impostos. O welfare reduz segurança jurídica inviabilizando investimento; reduz ou destrói liberdade negocial, inviabilizando inovação; desestrutura famílias e eleva carga tributária e custo de vida, impossibilitando aumento migratório ou reprodutivo. Na Alemanha caindo a menos da metade em 120 anos: Elon Musk defende RMU: RMU seria inevitável até 2030 para engenheiro chefe do Google: O desperdício ultrajante da força de trabalho no Brasil: Lei de Wagner: Quanto custa aluno de universidade federal: Sistemas de renda mínima e a armadilha da dependência: Pobreza aumenta, mesmo com gastos crescentes em assistencialismo: https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2020/11/12/antes-da-pandemia-brasil-tinha-517-milhoes-abaixo-da-linha-da-pobreza-diz-ibge.htm Em termos simples: ser vagabundo/oportunista não seria vantajoso, como é hoje Salário Mínimo, Estupidez Máxima: Receita estimada em 4,325 tri em 2021: e de de R$ 2,165 trilhões em 2013: Gráfico interativo do banco mundial que compara PIB (GDP) do Brasil com o mundo: https://data.worldbank.org/indicator/NY.GDP.MKTP.KD.ZG?end=2020&start=2012 Metaverso: Neuralink: Drugs, Power, and Politics Narco Wars, Big Pharma, and the Subversion of Democracy: https://www.routledge.com/Drugs-Power-and-Politics-Narco-Wars-Big-Pharma-and-the-Subversion-of/Boggs/p/book/9781612058719 https://www.youtube.com/channel/UCZFipeZtQM5CKUjx6grh54g Se os “usuários” do metaverso tiverem poder/participação política ou precisarem pagar pela manutenção da simulação tendem a ter uma relação homologa a usuários dependentes com traficantes. Se houver mercado competitivo para RV, com RMU condicionada a renuncia de exercício de direitos políticos, o poder dos meta capitalistas resta esvaziado. Por isso os governos precisam que seus vassalos não tenham famílias sólidas e numerosas, não tenham bitcoin, não tenham religião, não tenham comunidade, nem tenham habilidades úteis, porque se tiverem, não precisam mais dos governos e não são escravizáveis. How to create a mind: Amish: image
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fabiohs23 6 months ago
Explicando o óbvio: Por que uma fechadura q abre para qualquer chave é uma inútil arrombada e uma chave que abre qq porta é uma chave mestra? 1) fatos estatísticos 2) hipergamia e poliginia 3) VSM1 (valor sexual de mercado, sua nota de 0 a 10) para macho e fêmea 4) Distorções legais (legislação misandrica) 5) Distorções econômico-financeiras 6) Soluções 1) Fatos reais/lógicos 1.1 Cada pênis que uma mulher toca cai a chance de ser esposa perpétua de alguém2 - seja pelas sequelas físicas, metais ou espirituais. Como Jesus deixou claro e repetiu em João 4 (mulher do poço) e ao afirmar que não existe divórcio nem segunda chance para repudiada, mesmo sem culpa (Matheus 5:32, Matheus 19:9 - eventos também descrito em Lucas 16:18). Também Romanos 7 e Coríntios 7 também deixam claro q a regra do adultério é específica por gênero, como inúmeras passagens no Antigo Testamento. Além da Bíblia e dos dados estatísticos, a teoria médica corrobora que quantos mais parceiros sexuais uma mulher teve, menos chances de ser uma boa esposa ou mãe3, devido a resistência a dopamina e ocitocina. 1.2 Até fazer sexo com sua própria esposa antes do casamento reduz chance de sucesso da união4. 1.3 Lobo pré-frontal de macho não está pronto antes dos 30. Homem nenhum é adulto antes dos 30, nem Jesus pregou antes. Você realmente se acha melhor que Ele? O caso de Cristo é só corolário, na Antiguidade Clássica isso já era consolidado!5 2) Hipergamia6 nas fêmeas e poliginia nos machos é um fato etno biológico/sociobiológico e que se confirma em diversas espécies, na proporção de homens e mulheres que deixaram descendentes na história e nas curtidas nos app de sexo7. Isso explica porque a maioria dos homens não deixaram descendentes e a maioria das vaginas sim - e em proporção semelhantes das curtidas em aplicativos como Tinder8. Aceite a realidade ou sirva ao diabo: 3) Fêmeas buscam caras acima (hipergamia) e isso é potencializado com a Internet, que possibilita que elas tenham acesso a caras top shelf (topo do armário) que nunca teriam em seu meio social físico. Assim mulheres conseguem "sair” com homens 3 a 5 pontos acima que nunca se comprometeriam com elas - porém as aceitariam para um sexo grátis, fácil e eventual. Essa é a explicação de promíscuas que viraram "tias dos gatos" dizerem q "os homens não prestam mais" ou "são exigentes" - os que prestavam eram os que só as usaram no topo e nunca se comprometeriam e nunca que tiveram que pagar mais que uma conta e 2h de motel pelo uso delas. 3.1) Quais os critérios de valoração? 3.1.1) O valor de uma mulher deriva de sua fertilidade (medida pela beleza e juventude) e fidelidade (medida por virgindade e pedigree). 3.1.2) O valor de um macho deriva de sua capacidade de prover segurança - material, emocional ou financeira. Por isso tem fila para dar a presidiários pé-de-chinelo (porque dar a eles garante segurança física, na proteção do tribunal do crime) 3.2) Desinformação devido a confusão de critérios. Mulheres afirmam que "são exigentes" e "não tem homem de valor para elas" porque se avaliam segundo critérios de macho9. Para homem, mulher ser "educada", "independente" ou ter milhares de betas adulando é PASSIVO porque reduz chance de fidelidade e é mais exposição a betas/alfas inflando seu ego e reduzindo sua chance de ser fiel (física e mentalmente). 3.3) Solução tradicional (casamento mediterrâneo) e falsa solução (gigolô) Historicamente, fêmea apenas MANTÉM valor com o tempo e basta não fazer merda para reproduzir. Por outro lado, macho GANHA valor ou não vai ter acesso a família. A maioria das mulheres deixaram descendentes e a maioria dos homens, não10. Por isso, o casamento mediterrâneo é o de maior sucesso por MILÊNIOS (fêmeas de 14-18 com cara de 33-40): ambos no pico e declinando juntos - e a diferença garantindo domínio financeiro, moral e psicológico do homem, evitando competição e garantindo que ambos exercem seus papéis em sua plenitude. Duas imagens ilustram isso didaticamente (gráfico com dados do Rollo Tomassi, ainda considerando pico feminino 23, enquanto nos clássicos era 14-18 e registro anedotal que mulher se desenvolve e perder fertilidade e atributos muito mais cedo): Uma menina de 18 anos que "namora” um coleguinha de 18 anos (sem qualquer compromisso real de longo prazo, gravidez nem investimento), perde o pico de seu potencial de fidelidade e fertilidade, para em poucos anos ela ter metade do valor sexual original - e ele o dobro - tornando a união desequilibrada. Sem qualquer custo para vazar, a tendência é ela ser trocada por uma "novinha" sem qualquer compensação nem ganho real. Além disso, você realmente acha que alguém que não se sustenta tem condições de decidir sozinho com quem deve casar? Mais um aspecto onde o "educacionismo” (o mito que instrução formal elevaria inteligência, riqueza ou produtividade ou seria mais importante que formar família, especialmente para mulheres) reduz a fecundidade e a estruturação de famílias. Tendo filhos mais tarde, são produzidos menos filhos e o contato e apoio inter generacional diminui com menos avós ou eles mais velhos. Não há qualquer curso ou formação mais importante que casar cedo e bem, seja em termos de felicidade ou sucesso material. Mais importante que família sólida só salvação espiritual, que também é facilitada com ela. Uma alternativa as largadas com 30-40 anos é "comprar” um marido - na verdade gigolô para fingir que é marido. Nesse caso, trata-se apenas de prostituição e inversão de papéis (em que ambos tendem a se frustrar) e o contrato só vai continuar sendo sustentável enquanto a cliente continuar pagando e o prestador sem outra alternativa de renda. 4) Por que socialismo destrói fecundidade e famílias? Leis feministas, como as 15 apoiadas por Jair, são a principal causa de destruição de famílias e fecundidade. Prova disso é a fecundidade em TODOS os países socialistas e soviéticos nos últimos 100 anos. Fêmea escolhe se vai dar, macho se vai casar. Com sexo grátis e zero ganho em casamento, acaba família. 5) Welfare é uma máquina de tirar dinheiro de produtores (maioria machos) e dar a parasitas (maioria fêmeas). Com Estado como provedor pleno, fêmea não precisa do macho.Basta ver quem paga mais IR/INSS e quem recebe mais de 75%11. Por isso, socialismo destrói fecundidade 6) Soluções: O problema da bolha misândrica já era claro em 2010 e suas soluções já enumeradas naquela época12 : 6.1 Saída de homens do legacy, provocando erosão fiscal e colapso das instituições corrompidas - o que foi aumentado com desenvolvimento do Bitcoin e demais criptos. 6.2 Globalização, buscando esposas ou adotando filhos em outros países ou mudando de residência para países onde leis sejam menos misândricas (por exemplo onde seja devidamente aplicada a Sharia). 6.3 "Brinquedos adultos” e avanços da realidade virtual (daí a fixação dos MGTOW com útero artificial e Waifus) 6.4 Educação do jogo - entender as regras da realidade das coisas para se comportar de maneira compatível com elas. 6.5 Extinção das sociedades matriarcais e sua colonização por patriarcados, mesmo que fracos, como islã - como ocorre hoje na colonização islâmica da Europa (artigos demonstram que mesmo parando hoje a migração e não havendo conversões, mantendo taxas de fecundidade, a maioria da Europa será islâmica em 209013). O último artigo referenciado é um relatório completo das causas e consequências da misandria ocidental, inclusive, concluindo que ela é a chave para a "escravidão do século XXI” expressa hoje pelo "“você não terá nada e será feliz” do fórum econômico mundial). A solução institucional é o BTC: “Bitcoin fixes it”. Dinheiro de verdade leva a educação, alimentação e relações de verdade. Sem nada relevante no legacy não perde nada. Bitcoin provoca erosão fiscal, reduzindo o riqueza de parasitas e destruição de produtores. Mircea Popescu, autor que entendeu o problema misândrico há mais de 10 anos: "Bitcoin é a coisa mais conservadora desde Jesus Cristo"14. Em resumo: ou aceita a realidade, ou serve ao demônio que é o príncipe da mentira. Na época de Pelopidas e Epaminondas já se dizia q a fecundidade de Esparta era insuficiente por excesso de privilégios e poderes as mulheres15 - uma geração depois foram obliterados pelos casais sodomitas de Tebas16. Não importa se o afastamento de Deus leva a destruição das instituições (como as famílias), ou vice versa, o processo é cíclico "homens fracos produzem tempos difíceis que produzem homens fortes”. Até mesmo dentre os animais, experiências demonstram empiricamente que quando machos e fêmeas perdem seus valores e comportamentos específicos (primeira morte), as populações tendem a extinção (segunda morte), mesmo com abundância de recursos17. O valor sexual de mercado foi popularizado no livro "The Rational Male” de Rollo Tomassi. Análise Econométrica: https://ifstudies.org/blog/does-sexual-history-affect-marital-happiness… Hooked: How to Build Habit-Forming Products: Mesmo sexo pré-marital com marido reduz chance de sucesso de casamento: https://ifstudies.org/blog/counterintuitive-trends-in-the-link-between-premarital-sex-and-marital-stability… Vide "Política” de Aristoteles e “A República” Platão. Hipergamia: Mulheres buscam acima nos app de sexo: Mulheres curtem 5% dos perfis e homens 53%, em média: https://thebolditalic.com/the-two-worlds-of-tinder-f1c34e800db4 Humanidade tem (MUITO) mais mães que pais (em TODOS os continentes): Mulheres recebem mais de 86% das pensões e mais de 60% das aposentadoria por idade (https://www.gov.br/previdencia/pt-br/images/arquivos/office/3a_090304-090524-090.pdf), ocupam mais de 59% dos cargos no serviço público ( e os homens são os maiores pagadores - tanto de INSS quando de IR (https://www.cartacapital.com.br/blogs/brasil-debate/mulheres-pagam-mais-imposto-de-renda-do-que-homens-no-brasil/) The Misandry Bubble: https://www.singularity2050.com/2010/01/the-misandry-bubble.html https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/PRR-12-2018-0034/full/html Bitcoin and the poor: Spartiates (espartanos de plena cidadania) caíram de 8000 para 1000. Guerreiros sodomitas: https://en.wikipedia.org/wiki/Sacred_Band_of_Thebe https://www.adeprin.org/universo-25-el-colapso-demografico-explicado-por-ratones/