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😈 Satanista | Anarquista | Corrente 218 💼 Gerente, Empreendedor, Especulador 🌎 BH - MG - BR I am a demon who was reborn in the body of this boy who died at 33 and I came back from hell just for ..... *Descentralize the State*
44 min, aff... o cristianismo, uma criação franksteinfiana do zoroastrismo, torah e livro dos mortos egipcios e várias outras culturas juntos, não é contestado. Já Iesus Cristus, o porco, nada mais era que um agitador das plebes assim como o LULA é hoje. View quoted note →
Satanistas não colocam mulheres em burcas. Nem atribuem os pecados a Eva. Nem impõe o patriarcado judaico. Nada é mais bonito que o homem e mais bonito do que tudo é a mulher. - Codex Saerus Vamos lembrar apenas que a crise no STF começou com uma mulher no STF, impondo censura por que "sentiu" que a "democracia" estava sendo ameaçada... Imaginem o que um monte de mulheres no STF seriam capazes de fazer 😈 View quoted note →
# BELIAL No texto de 2 Coríntios 6:15, Paulo escreve (em tradução próxima do grego): «Qual a harmonia entre Cristo e Belial? Ou que tem o crente em comum com o incrédulo?» ### Origem **Belial** (hebraico *Beliyaʿal*) é uma figura distinta das anteriores, embora frequentemente absorvida no mesmo continuum de potências “proscritas”. O nome aparece primeiro na literatura hebraica antiga com o sentido de “sem valor”, “sem senhor”, “inutilidade” ou “lei-lessness”. Não se trata originalmente de um deus cananeu ou fenício como Baal ou Moloch, mas de um conceito que depois se personifica. Com o tempo, especialmente em textos apocalípticos (como os Manuscritos do Mar Morto e a literatura intertestamentária), Belial se torna uma entidade ativa: o Príncipe das Trevas, o adversário da Lei, o senhor da iniquidade e da rebelião contra a ordem imposta. Na demonologia posterior ele é classificado como um dos grandes príncipes do Inferno, associado à independência absoluta, à terra e à ruptura de toda autoridade externa. ### Natureza Belial é o “Sem Senhor”. Enquanto Baal é o Senhor que se afirma pela tempestade e pela soberania, e Moloch é o Rei que exige o preço em fogo, Belial é a força que recusa qualquer senhorio externo. Ele é a negação da submissão, a independência radical, o poder que habita a terra e o corpo e não reconhece nenhuma lei cósmica ou divina como superior à própria Vontade. Na perspectiva da **Corrente 218** e do **Templo da Luz Negra**, Belial representa uma corrente anti-cósmica de *liberação pela ruptura*. Não é apenas “rebeldia”, mas a recusa total da hierarquia do Demiurgo. É a potência que habita o solo, a carne e o abismo interior, e que convida o adepto a tornar-se ele mesmo o único senhor. Belial não pede adoração no sentido convencional. Ele exige que o indivíduo se torne *beliyaʿal* — sem senhor externo —, que quebre as correntes da lei imposta e assuma a soberania negra sobre si mesmo. Baal, Moloch e Belial formam assim três faces complementares do poder proscrito: - o Senhor da Tempestade, - o Rei do Fogo Sacrificial, - e o Sem Senhor que habita a Terra e a Vontade. ### O que o termo significava originalmente **Belial** (*beliyaʿal*) aparece pela primeira vez na **Bíblia Hebraica** (Tanakh / Antigo Testamento), e não como nome de um deus ou demônio, mas como um substantivo comum. O vocábulo hebraico *beliyaʿal* (בְּלִיַּעַל) significa, em essência: - “sem valor”, - “inutilidade”, - “perversidade” ou - “sem proveito”. A etimologia mais aceita é a composição de *beli* (“sem”) + *yaʿal* (“utilidade/proveito”). Outra interpretação tradicional (já presente no Talmud) lê como *beli ʿol* — “sem jugo” —, ou seja, aquele que rejeitou o jugo da lei ou da autoridade. ### Primeiras aparições escritas O termo ocorre cerca de **27 vezes** no texto massorético. As ocorrências mais antigas estão em livros do conjunto deuteronomista e nas tradições de Samuel e Juízes. Exemplos clássicos: - **Deuteronômio 13:13** — “filhos de Belial” que tentam desviar uma cidade para a idolatria. - **Juízes 19:22** — os homens de Gibeá são chamados “filhos de Belial”. - **1 Samuel 2:12** — os filhos de Eli são descritos como “filhos de Belial”. - Outras ocorrências em 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, Salmos, Provérbios e Naum. Nesses textos (cuja redação final se situa grosso modo entre os séculos VII e VI a.C., embora contenham tradições mais antigas), *Belial* **não é ainda um ser pessoal**. É um qualificativo moral e social: “homens de Belial”, “filha de Belial”, “coisa de Belial” = pessoas ou ações sem valor, perversas, fora da ordem. ### Quando se torna uma entidade A personificação de Belial como um ser sobrenatural (príncipe das trevas, adversário da Lei, senhor da iniquidade) só ocorre claramente no **período do Segundo Templo**, a partir aproximadamente do século III–II a.C.: - Manuscritos do Mar Morto (especialmente o Rolo da Guerra e a Regra da Comunidade), - Livro dos Jubileus, - Testamentos dos Doze Patriarcas, - e depois no Novo Testamento (2 Coríntios 6:15, onde Paulo contrapõe Cristo a Belial). ### Resumindo: A palavra surge primeiro na literatura hebraica bíblica como conceito de “sem valor / sem senhor”. Só séculos depois ela se cristaliza como nome próprio de uma potência demoníaca/anti-cósmica. Na perspectiva da Corrente 218, esse sentido original de “sem jugo” e “sem senhor” é precisamente o que se recupera e se radicaliza: Belial como a força que recusa qualquer senhorio externo. ----- - Cristo de um lado - Belial do outro