Victimæ Paschali Laudes
· Dong Won Kang · Yoon Seok Kim
The Priests OST
℗ 2016 EL Music
#God #Deus #Isten #Gott #Jesus #Católico #Catholic #Katholik #katholisch #Katolikus #catholique #Faith #Fé #foi #信仰 #Latin #Latim #Gospel #Evangelho #Evangélium #évangile #Dieu #福音 #日本 #カトリック #Bible #Biblestr #Nostr #Grownostr
Fabiano
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🇻🇦
«Ave Regina cælorum» en tono simple (oración incl.) – Antífona mariana para Cuaresma
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Título da obra em latim
MEDULLA S. THOMAE AQUITATIS PER OMNES ANNI LITURGICI DIES DISTRBUITA, SEU MEDITATIONES EX OPERIBUS S. THOMAE DEPROMPTAE
Recopilação e ordenação de
FR. Z. MÉZARD O. P.
OBSERVAÇÃO
Todos os títulos com asterisco contêm material que hoje
não mais se atribui a Santo Tomás de Aquino
22. Quarta-feira depois do III domingo da Quaresma: O Preço da Nossa Redenção
Quarta-feira da III Semana da Quaresma
«fostes comprados por um grande preço» (1 Cor 6, 20)
A injúria ou sofrimento mede-se pela dignidade do lesado: sofre maior injúria o rei, se esbofeteado, do que sofreria alguma pessoa privada. Ora, a dignidade da pessoa de Cristo é infinita, pois é uma pessoa divina. Portanto, qualquer sofrimento seu, por menor que seja, é infinito. Por conseqüência, qualquer sofrimento seu seria suficiente para a redenção de todo o gênero humano, mesmo sem sua morte.
Diz S. Bernardo que a menor gota de sangue de Cristo bastaria para a redenção do gênero humano. Ora, Cristo poderia ter derramado uma única gota de seu sangue sem morrer, logo, era possível que, mesmo sem morrer, redimisse todo o gênero humano com algum sofrimento seu.
Para se efetuar uma compra, duas coisas fazem-se necessárias: o montante do preço e sua destinação para a compra. Se alguém dá um valor inferior ao da coisa que se quer adquirir, não se diz que houve compra, mas que houve compra em parte e doação em parte: por exemplo, se alguém comprar um livro que vale vinte libras com apenas dez, em parte comprou o livro e em parte, o livro lhe foi dado. Do mesmo modo, se desse um valor mais alto mas não o destinasse à compra do livro, não se poderia dizer que houve compra.
Se, portanto, tratamos da redenção do gênero humano quanto ao preço, qualquer sofrimento de Cristo, mesmo sem morte, seria suficiente, pela infinita dignidade da sua pessoa.
Se, porém, falamos quanto a destinação do preço, então é preciso dizer que os demais sofrimentos do Cristo não foram destinados por Deus Pai e pelo Cristo para a redenção do gênero humano sem sua morte.
E isto por tríplice razão:
1. Para que o preço da redenção do gênero humano não fosse apenas de valor infinito, mas também do mesmo gênero; isto é, para que fossemos redimidos da morte, pela morte.
2. Para que a morte de Cristo não fosse apenas preço da redenção, mas também exemplo de virtude, para que os homens não temessem morrer pela verdade. E estas duas causas são assinaladas pelo Apóstolo: «a fim de destruir pela sua morte aquele que tinha o império da morte» (Heb 2, 14), quanto ao primeiro ponto e «para livrar aqueles que, pelo temor da morte, estavam em escravidão toda a vida» (Heb 2, 15), quanto ao segundo
3. Para que a morte de Cristo fosse também sacramento de salvação; pois, em virtude da morte de Cristo, morremos para o pecado, para as concupiscências da carne e para o amor próprio. E esta causa está assinalada nas Escrituras: «também Cristo morreu uma vez pelos nossos pecados, ele, justo pelos injustos, para nos oferecer a Deus, sendo efetivamente morto segundo a carne, mas vivificado pelo Espírito» (1 Pd 3, 18).
E, por isso, o gênero humano não foi redimido sem a morte de Cristo.
Mas, permanece verdade que Cristo, que não apenas deu sua vida, mas ainda sofreu tanto quanto se pode sofrer, teria pago um preço suficiente pela redenção do gênero humano, ainda que a menor parcela de sofrimento tivesse sido divinamente destinada a este fim; e isto, por causa da infinita dignidade da pessoa do Cristo.
Quodl. II, q. I, a. II
(P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)
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22. Quarta-feira depois do III domingo da Quaresma: O Preço da Nossa Redenção
Quarta-feira da III Semana da Quaresma
«fostes comprados por um grande preço» (1 Cor 6, 20)
A injúria ou sofrimento mede-se pela dignidade do lesado: sofre maior injúria o rei, se esbofeteado, do que sofreria alguma pessoa privada. Ora, a dignidade da pessoa de Cristo é infinita, pois é uma pessoa divina. Portanto, qualquer sofrimento seu, por menor que seja, é infinito. Por conseqüência, qualquer sofrimento seu seria suficiente para a redenção de todo o gênero humano, mesmo sem sua morte.
Diz S. Bernardo que a menor gota de sangue de Cristo bastaria para a redenção do gênero humano. Ora, Cristo poderia ter derramado uma única gota de seu sangue sem morrer, logo, era possível que, mesmo sem morrer, redimisse todo o gênero humano com algum sofrimento seu.
Para se efetuar uma compra, duas coisas fazem-se necessárias: o montante do preço e sua destinação para a compra. Se alguém dá um valor inferior ao da coisa que se quer adquirir, não se diz que houve compra, mas que houve compra em parte e doação em parte: por exemplo, se alguém comprar um livro que vale vinte libras com apenas dez, em parte comprou o livro e em parte, o livro lhe foi dado. Do mesmo modo, se desse um valor mais alto mas não o destinasse à compra do livro, não se poderia dizer que houve compra.
Se, portanto, tratamos da redenção do gênero humano quanto ao preço, qualquer sofrimento de Cristo, mesmo sem morte, seria suficiente, pela infinita dignidade da sua pessoa.
Se, porém, falamos quanto a destinação do preço, então é preciso dizer que os demais sofrimentos do Cristo não foram destinados por Deus Pai e pelo Cristo para a redenção do gênero humano sem sua morte.
E isto por tríplice razão:
1. Para que o preço da redenção do gênero humano não fosse apenas de valor infinito, mas também do mesmo gênero; isto é, para que fossemos redimidos da morte, pela morte.
2. Para que a morte de Cristo não fosse apenas preço da redenção, mas também exemplo de virtude, para que os homens não temessem morrer pela verdade. E estas duas causas são assinaladas pelo Apóstolo: «a fim de destruir pela sua morte aquele que tinha o império da morte» (Heb 2, 14), quanto ao primeiro ponto e «para livrar aqueles que, pelo temor da morte, estavam em escravidão toda a vida» (Heb 2, 15), quanto ao segundo
3. Para que a morte de Cristo fosse também sacramento de salvação; pois, em virtude da morte de Cristo, morremos para o pecado, para as concupiscências da carne e para o amor próprio. E esta causa está assinalada nas Escrituras: «também Cristo morreu uma vez pelos nossos pecados, ele, justo pelos injustos, para nos oferecer a Deus, sendo efetivamente morto segundo a carne, mas vivificado pelo Espírito» (1 Pd 3, 18).
E, por isso, o gênero humano não foi redimido sem a morte de Cristo.
Mas, permanece verdade que Cristo, que não apenas deu sua vida, mas ainda sofreu tanto quanto se pode sofrer, teria pago um preço suficiente pela redenção do gênero humano, ainda que a menor parcela de sofrimento tivesse sido divinamente destinada a este fim; e isto, por causa da infinita dignidade da pessoa do Cristo.
Quodl. II, q. I, a. II
(P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)
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View quoted note →Tota pulchra es Maria
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“Angelus Sung In Latin” • With Printable PDF Score (1 Page)
“Sing the Angelus” (Plainchant)
Jeff Ostrowski · January 26, 2017
YNN DEAHL is an Environmental Engineer with whom I was blessed to sing Gregorian chant about sixteen years ago. He gave me a plainsong setting of the ANGELUS (attributed to Dom Charpentier, OSB) which I habitually taught to my high school students—and they loved it.
Tutorial how to sing the Angelus
PDF Booklet • THE ANGELUS (Dom Charpentier, OSB)
https://www.ccwatershed.org/pdfs/6213-dom-charpentier-osb-angelus-plainsong-latin/download/
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Corpus Christi Watershed
PDF Download • “Sing the Angelus” (Plainchant)
Can you think of a better way to begin your choir rehearsals?
MYSTERIA GLORIAE (Mistérios Gloriosos) - Terço em Latim com o Papa Bento XVI - LEGENDAS EM LATIM
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Ursula von der Leyen says Radio Free Europe provides independent reporting to many countries where media freedom is threatened while, in fact, being the author, co-author and executor of orders to silence European citizens and all inconvenient truths, tightening her grip as an overlord stomping on Europe.
Ursula von der Leyen diz que a Rádio Free Europe fornece relatórios independentes a muitos países onde a liberdade de imprensa está ameaçada, enquanto, na verdade, é autora, co-autora e executora de ordens para silenciar cidadãos europeus e todas as verdades inconvenientes, apertando seu controle como uma governante que pisa no corpo da Europa.
#EU #EuropeanUnion #UniãoEuropéia #parliament #Nostr #GrowNostr
That is because do not know of, or understand, what Distributism is.
#Nostr #GrowNostr
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The Imaginative Conservative
What is Distributism?
Distributism is the name given to a socio-economic and political creed originally associated with G. K. Chesterton and Hilaire Belloc.... (essay by...
Title of the work in Latin
MEDULLA S. THOMAE AQUITATIS PER OMNES ANNI LITURGICI DIES DISTRBUITA, SEU MEDITATIONES EX OPERIBUS S. THOMAE DEPROMPTAE
Compilation and arrangement by
FR. Z. MÉZARD O. P.
NOTE
All titles with an asterisk contain material that is no longer attributed to Saint Thomas Aquinas.
21. Tuesday after the III Sunday of Lent: Christ, the True Redeemer
Tuesday of the III Week of Lent
“you were redeemed with the precious blood of Christ, as of a lamb unblemished and without spot” (1 Pet 1:19)
By the sin of our first parents, humankind separated itself from God, as St. Paul explains in the epistle to the Ephesians (chapter 2); man did not exclude himself from the power of God, but from the vision of His face, to which His children and family are admitted. Furthermore, we fell under the usurped power of the devil, to whom, by his consent, man submitted. Man delivered to him all that he was, although he could not give himself, for he was not master of himself and belonged to another.
The Passion of Christ, therefore, had two effects:
- It freed us from the power of the enemy, overcoming him with means contrary to those the enemy used in his victory over man: humility, obedience, and the austerity of penance, which opposes the delight of the forbidden fruit.
- Moreover, by satisfying for the faults of men, it united them to God and made them children and family of God.
This liberation therefore has a double character of redemption. While it freed us from the power of the devil, Christ redeemed us in the manner of a king who recovers by combat a kingdom occupied by an adversary. While appeasing God on our behalf, He redeemed us as if, rigorously satisfying for us, He paid a price for us to be freed from the penalty and from sin.
Now, the price of blood was not offered to the devil, but to God, in order to satisfy for us. And He snatched us from the devil by the victory of His Passion.
If the devil dominated us through an unjust usurpation, having fallen under his power after having been overcome by him was just. Therefore, it was necessary that he be defeated by means contrary to those by which the enemy overcame us, for he did not win by force, but by deceitfully inducing us to sin.
3 dist. 19 q. 1, a. IV
(P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)
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21. Tuesday after the III Sunday of Lent: Christ, the True Redeemer
Tuesday of the III Week of Lent
“you were redeemed with the precious blood of Christ, as of a lamb unblemished and without spot” (1 Pet 1:19)
By the sin of our first parents, humankind separated itself from God, as St. Paul explains in the epistle to the Ephesians (chapter 2); man did not exclude himself from the power of God, but from the vision of His face, to which His children and family are admitted. Furthermore, we fell under the usurped power of the devil, to whom, by his consent, man submitted. Man delivered to him all that he was, although he could not give himself, for he was not master of himself and belonged to another.
The Passion of Christ, therefore, had two effects:
- It freed us from the power of the enemy, overcoming him with means contrary to those the enemy used in his victory over man: humility, obedience, and the austerity of penance, which opposes the delight of the forbidden fruit.
- Moreover, by satisfying for the faults of men, it united them to God and made them children and family of God.
This liberation therefore has a double character of redemption. While it freed us from the power of the devil, Christ redeemed us in the manner of a king who recovers by combat a kingdom occupied by an adversary. While appeasing God on our behalf, He redeemed us as if, rigorously satisfying for us, He paid a price for us to be freed from the penalty and from sin.
Now, the price of blood was not offered to the devil, but to God, in order to satisfy for us. And He snatched us from the devil by the victory of His Passion.
If the devil dominated us through an unjust usurpation, having fallen under his power after having been overcome by him was just. Therefore, it was necessary that he be defeated by means contrary to those by which the enemy overcame us, for he did not win by force, but by deceitfully inducing us to sin.
3 dist. 19 q. 1, a. IV
(P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)
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MEDULLA S. THOMAE AQUITATIS PER OMNES ANNI LITURGICI DIES DISTRBUITA, SEU MEDITATIONES EX OPERIBUS S. THOMAE DEPROMPTAE
Recopilação e ordenação de
FR. Z. MÉZARD O. P.
OBSERVAÇÃO
Todos os títulos com asterisco contêm material que hoje
não mais se atribui a Santo Tomás de Aquino
21. Terça-feira depois do III domingo da Quaresma: Cristo, o verdadeiro Redentor
Terça-feira da III Semana da Quaresma
«fostes regatados pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e sem contaminação» (1 Pd 1, 19)
Pelo pecado dos nossos primeiros pais, o gênero humano apartou-se de Deus, como explica são Paulo na epístola aos Efésios (cap 2); o homem não se excluiu do poder de Deus, mas da visão da Sua face, a qual são admitidos aos Seus filhos e familiares. Ademais, caíramos sob o poder usurpado do diabo, ao qual, por seu consentimento, o homem se submeteu. O homem entregou-lhe tudo quanto nele era, embora não pudesse dar-se, pois não era mestre de si mesmo e a outro pertencia.
A Paixão de Cristo, portanto, teve dois efeitos:
- Livrou-nos do poder do inimigo, venceu-o com meios contrários aos que utilizara o inimigo na sua vitória sobre o homem: a humildade, a obediência e a austeridade da pena, que se opõe ao deleite do fruto proibido.
- Ademais, satisfazendo pela falta dos homens, ela os uniu a Deus e fez deles filhos e familiares de Deus.
Esta liberação tem, pois, um duplo caráter de redenção. Enquanto nos livrou do poder do diabo, Cristo nos redimiu ao modo de um rei que resgata pelo combate um reino ocupado pelo adversário. Enquanto aplacou a Deus em nosso favor, redimiu-nos como se, satisfazendo rigorosamente por nós, pagasse um preço para que fossemos libertados da pena e do pecado.
Ora, o preço do sangue, não foi oferecido ao diabo, mas a Deus, afim de satisfazer por nós. E ele nos arrancou do diabo pela vitória de sua Paixão.
Se o diabo nos dominou por uma injusta usurpação, termos caído sob seu poder, após termos sido vencidos por ele, foi justo. Por isso era preciso que fosse ele vencido pelos meios contrários àqueles pelos quais o inimigo nos venceu, pois não venceu pela força, mas nos induzindo fraudulentamente ao pecado.
3 dist. 19 q. 1, a. IV
(P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)
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21. Terça-feira depois do III domingo da Quaresma: Cristo, o verdadeiro Redentor
Terça-feira da III Semana da Quaresma
«fostes regatados pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e sem contaminação» (1 Pd 1, 19)
Pelo pecado dos nossos primeiros pais, o gênero humano apartou-se de Deus, como explica são Paulo na epístola aos Efésios (cap 2); o homem não se excluiu do poder de Deus, mas da visão da Sua face, a qual são admitidos aos Seus filhos e familiares. Ademais, caíramos sob o poder usurpado do diabo, ao qual, por seu consentimento, o homem se submeteu. O homem entregou-lhe tudo quanto nele era, embora não pudesse dar-se, pois não era mestre de si mesmo e a outro pertencia.
A Paixão de Cristo, portanto, teve dois efeitos:
- Livrou-nos do poder do inimigo, venceu-o com meios contrários aos que utilizara o inimigo na sua vitória sobre o homem: a humildade, a obediência e a austeridade da pena, que se opõe ao deleite do fruto proibido.
- Ademais, satisfazendo pela falta dos homens, ela os uniu a Deus e fez deles filhos e familiares de Deus.
Esta liberação tem, pois, um duplo caráter de redenção. Enquanto nos livrou do poder do diabo, Cristo nos redimiu ao modo de um rei que resgata pelo combate um reino ocupado pelo adversário. Enquanto aplacou a Deus em nosso favor, redimiu-nos como se, satisfazendo rigorosamente por nós, pagasse um preço para que fossemos libertados da pena e do pecado.
Ora, o preço do sangue, não foi oferecido ao diabo, mas a Deus, afim de satisfazer por nós. E ele nos arrancou do diabo pela vitória de sua Paixão.
Se o diabo nos dominou por uma injusta usurpação, termos caído sob seu poder, após termos sido vencidos por ele, foi justo. Por isso era preciso que fosse ele vencido pelos meios contrários àqueles pelos quais o inimigo nos venceu, pois não venceu pela força, mas nos induzindo fraudulentamente ao pecado.
3 dist. 19 q. 1, a. IV
(P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)
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MEDULLA S. THOMAE AQUITATIS PER OMNES ANNI LITURGICI DIES DISTRBUITA, SEU MEDITATIONES EX OPERIBUS S. THOMAE DEPROMPTAE
Compilation and arrangement by
FR. Z. MÉZARD O. P.
NOTE
All titles with an asterisk contain material that is no longer attributed to Saint Thomas Aquinas.
20. Monday after the Third Sunday of Lent: By the Passion we were freed from the power of the devil
Monday of the Third Week of Lent
The Lord said, at the imminent Passion: “Now will the prince of this world be cast out: and I, when I am lifted up from the earth, will draw all things to myself” (John 12:31). Now, the Lord was lifted up from the earth by the Passion of the cross. Therefore, by it, the devil was deprived of his power over men.
Regarding the power that the devil exercised over men before the Passion of Christ, we must make a threefold consideration:
1. The first, related to man, who by his sin deserved to be delivered to the power of the devil, by whose temptation he was overcome;
2. The second, related to God, whom man offended by sinning, and who in His justice abandoned man to the power of the devil.
3. The third relates to the devil, who with his most wicked will impeded man from attaining his salvation.
Thus, with regard to the first consideration, man was freed from the power of the devil by the Passion of Christ, because the Passion of Christ is the cause of the remission of sins.
As for the second, the Passion of Christ delivered us from the power of the devil, by reconciling us with God.
Concerning the third, the Passion of Christ liberated us from the devil, because in it the devil exceeded the measure of power that God had granted him, plotting the death of Christ, who did not deserve death since he had no sin. Hence Augustine says: “By the justice of Christ the devil was overcome, because although he found nothing in Him worthy of death, yet he killed Him. And thus it was just that the debtors whom he held in his power should be ordered free, believing in Christ, whom the devil killed, albeit He had no debt.”
It is true that the devil can still, with God's permission, tempt men in soul and torment their bodies; however, the remedy of the Passion of Christ is prepared for man, with which he can defend himself against the attacks of the enemy so as not to be dragged into the perdition of eternal death. And all those who, before the Passion, resisted the devil, were able to do so by faith in the Passion of Christ. Although, since this Passion had not yet been consummated, in a certain way no one could escape the hands of the devil, thus freeing himself from descending into hell; whereas after the Passion of Christ, we can all defend ourselves against the diabolical power.
God allows the devil to deceive certain people, at certain times and places, for a hidden reason of His judgments. But always, through the Passion of Christ, the remedy is prepared for men to defend themselves from the wickedness of demons, even in the time of the Antichrist. And the fact that certain people neglect to make use of this remedy in no way diminishes the efficacy of the Passion of Christ.
III, q. XLIX, a. II
(P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)
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20. Monday after the Third Sunday of Lent: By the Passion we were freed from the power of the devil
Monday of the Third Week of Lent
The Lord said, at the imminent Passion: “Now will the prince of this world be cast out: and I, when I am lifted up from the earth, will draw all things to myself” (John 12:31). Now, the Lord was lifted up from the earth by the Passion of the cross. Therefore, by it, the devil was deprived of his power over men.
Regarding the power that the devil exercised over men before the Passion of Christ, we must make a threefold consideration:
1. The first, related to man, who by his sin deserved to be delivered to the power of the devil, by whose temptation he was overcome;
2. The second, related to God, whom man offended by sinning, and who in His justice abandoned man to the power of the devil.
3. The third relates to the devil, who with his most wicked will impeded man from attaining his salvation.
Thus, with regard to the first consideration, man was freed from the power of the devil by the Passion of Christ, because the Passion of Christ is the cause of the remission of sins.
As for the second, the Passion of Christ delivered us from the power of the devil, by reconciling us with God.
Concerning the third, the Passion of Christ liberated us from the devil, because in it the devil exceeded the measure of power that God had granted him, plotting the death of Christ, who did not deserve death since he had no sin. Hence Augustine says: “By the justice of Christ the devil was overcome, because although he found nothing in Him worthy of death, yet he killed Him. And thus it was just that the debtors whom he held in his power should be ordered free, believing in Christ, whom the devil killed, albeit He had no debt.”
It is true that the devil can still, with God's permission, tempt men in soul and torment their bodies; however, the remedy of the Passion of Christ is prepared for man, with which he can defend himself against the attacks of the enemy so as not to be dragged into the perdition of eternal death. And all those who, before the Passion, resisted the devil, were able to do so by faith in the Passion of Christ. Although, since this Passion had not yet been consummated, in a certain way no one could escape the hands of the devil, thus freeing himself from descending into hell; whereas after the Passion of Christ, we can all defend ourselves against the diabolical power.
God allows the devil to deceive certain people, at certain times and places, for a hidden reason of His judgments. But always, through the Passion of Christ, the remedy is prepared for men to defend themselves from the wickedness of demons, even in the time of the Antichrist. And the fact that certain people neglect to make use of this remedy in no way diminishes the efficacy of the Passion of Christ.
III, q. XLIX, a. II
(P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)
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Podcast A Bíblia em Um Ano (com Pe. Mike Schmitz)
🇧🇷 Dublado e Legendado
Dia 83: A Astúcia dos Gabaonitas - A Bíblia em um Ano (com Pe. Mike Schmitz)
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Dong Won Kang · Yoon Seok Kim
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℗ 2016 EL Music
#God #Deus #Isten #Gott #Jesus #Católico #Catholic #Katholik #katholisch #Katolikus #catholique #Faith #Fé #foi #信仰 #Latin #Latim #Gospel #Evangelho #Evangélium #évangile #Dieu #福音 #日本 #カトリック #Bible #Biblestr #Nostr #Grownostr
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MEDULLA S. THOMAE AQUITATIS PER OMNES ANNI LITURGICI DIES DISTRBUITA, SEU MEDITATIONES EX OPERIBUS S. THOMAE DEPROMPTAE
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OBSERVAÇÃO
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não mais se atribui a Santo Tomás de Aquino
19. Terceiro domingo da Quaresma: Pela Paixão somos liberados do pecado
III Domingo da Quaresma
«Amou-nos e nos lavou dos pecados no seu sangue» (Ap 1, 5)
A Paixão de Cristo é a causa própria da remissão dos pecados, por três razões:
1. Primeiro, como causa que provoca caridade. Pois, no dizer do Apóstolo, «Deus faz brilhar a sua caridade em nós, porque ainda quando éramos pecadores, em seu tempo morreu Cristo por nós» (Rm 5, 8). Ora, pela caridade conseguimos o perdão dos pecados, conforme o Evangelho: «Perdoados lhe são seus muitos pecados, porque amou muito.» (Lc 7, 47).
2. Segundo, a Paixão de Cristo causa a remissão dos pecados a modo de redenção. Pois, sendo Cristo a nossa cabeça, pela Paixão que sofreu por obediência e caridade, liberou-nos, como a seus membros, do pecado, como pelo preço da sua Paixão; como no caso de alguém que, por uma obra meritória manual, se resgatasse dopecado que com os pés tivesse cometido. Assim como, pois, o corpo natural é uno, na diversidade dos seus membros, assim a Igreja na sua totalidade, que é o corpo místicode Cristo, é considerada quase uma mesma pessoa com a sua cabeça que é Cristo.
3. Terceiro, o modo de eficiência, enquanto a carne, na qual Cristo sofreu a sua Paixão, é o instrumento da divindade; pelo qual os padecimentos e as ações de Cristo agem com virtude divina, com o fim de delir o pecado.
_______________
Cristo, pela sua Paixão nos livrou dos pecados casualmente, i. é, por ter instituído a causa da nossa liberação, em virtude da qual pudesse perdoar num momento dado quaisquer pecados — passados, presentes ou futuros. Tal o médico que preparasse um remédio capaz de curar quaisquer doenças, mesmo futuras.
Mas, sendo a Paixão de Cristo a causa universal antecedente da remissão dos pecados, é necessário aplicá-la a cada um a fim de delir os pecados próprios. O que se dá pelo batismo, pela penitência e pelos outros sacramentos, que tiram a sua virtude da Paixão de Cristo.
Pela fé também nos é aplicada a Paixão de Cristo, a fim de lhe colhermos os frutos, segundo aquilo do Apóstolo: «Ao qual propôs Deus para ser vítima de propiciação pela fé no seu sangue» (Rm 3, 25). Mas a fé, pela qual nos purificamos do pecado, não é uma fé informe, que pode coexistir com o pecado, mas a fé informada pela caridade. De modo que a Paixão de Cristo nos é aplicada, não só quando ao intelecto, mas também quanto ao afeto. E também deste modo os pecados são perdoados por virtude da Paixão de Cristo.
III q. XLIX, a. I
(P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)
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19. Terceiro domingo da Quaresma: Pela Paixão somos liberados do pecado
III Domingo da Quaresma
«Amou-nos e nos lavou dos pecados no seu sangue» (Ap 1, 5)
A Paixão de Cristo é a causa própria da remissão dos pecados, por três razões:
1. Primeiro, como causa que provoca caridade. Pois, no dizer do Apóstolo, «Deus faz brilhar a sua caridade em nós, porque ainda quando éramos pecadores, em seu tempo morreu Cristo por nós» (Rm 5, 8). Ora, pela caridade conseguimos o perdão dos pecados, conforme o Evangelho: «Perdoados lhe são seus muitos pecados, porque amou muito.» (Lc 7, 47).
2. Segundo, a Paixão de Cristo causa a remissão dos pecados a modo de redenção. Pois, sendo Cristo a nossa cabeça, pela Paixão que sofreu por obediência e caridade, liberou-nos, como a seus membros, do pecado, como pelo preço da sua Paixão; como no caso de alguém que, por uma obra meritória manual, se resgatasse dopecado que com os pés tivesse cometido. Assim como, pois, o corpo natural é uno, na diversidade dos seus membros, assim a Igreja na sua totalidade, que é o corpo místicode Cristo, é considerada quase uma mesma pessoa com a sua cabeça que é Cristo.
3. Terceiro, o modo de eficiência, enquanto a carne, na qual Cristo sofreu a sua Paixão, é o instrumento da divindade; pelo qual os padecimentos e as ações de Cristo agem com virtude divina, com o fim de delir o pecado.
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Cristo, pela sua Paixão nos livrou dos pecados casualmente, i. é, por ter instituído a causa da nossa liberação, em virtude da qual pudesse perdoar num momento dado quaisquer pecados — passados, presentes ou futuros. Tal o médico que preparasse um remédio capaz de curar quaisquer doenças, mesmo futuras.
Mas, sendo a Paixão de Cristo a causa universal antecedente da remissão dos pecados, é necessário aplicá-la a cada um a fim de delir os pecados próprios. O que se dá pelo batismo, pela penitência e pelos outros sacramentos, que tiram a sua virtude da Paixão de Cristo.
Pela fé também nos é aplicada a Paixão de Cristo, a fim de lhe colhermos os frutos, segundo aquilo do Apóstolo: «Ao qual propôs Deus para ser vítima de propiciação pela fé no seu sangue» (Rm 3, 25). Mas a fé, pela qual nos purificamos do pecado, não é uma fé informe, que pode coexistir com o pecado, mas a fé informada pela caridade. De modo que a Paixão de Cristo nos é aplicada, não só quando ao intelecto, mas também quanto ao afeto. E também deste modo os pecados são perdoados por virtude da Paixão de Cristo.
III q. XLIX, a. I
(P. D. Mézard, O. P., Meditationes ex Operibus S. Thomae.)
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View quoted note →Tota pulchra es Maria
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«Ave Regina cælorum» en tono simple (oración incl.) – Antífona mariana para Cuaresma
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“Sing the Angelus” (Plainchant)
Jeff Ostrowski · January 26, 2017
YNN DEAHL is an Environmental Engineer with whom I was blessed to sing Gregorian chant about sixteen years ago. He gave me a plainsong setting of the ANGELUS (attributed to Dom Charpentier, OSB) which I habitually taught to my high school students—and they loved it.
Tutorial how to sing the Angelus
PDF Booklet • THE ANGELUS (Dom Charpentier, OSB)
https://www.ccwatershed.org/pdfs/6213-dom-charpentier-osb-angelus-plainsong-latin/download/
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Corpus Christi Watershed
PDF Download • “Sing the Angelus” (Plainchant)
Can you think of a better way to begin your choir rehearsals?
MYSTERIA GLORIAE (Mistérios Gloriosos) - Terço em Latim com o Papa Bento XVI - LEGENDAS EM LATIM
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