O Sillon coloca a autoridade pública primordialmente no povo, do qual deriva em seguida aos governantes, de tal modo, entretanto, que continua a residir nele. Ora, Leão XIII condenou formalmente esta doutrina em sua Encíclica Diuturnum Illud (DP 12) sobre o Principado Político, onde diz: «Grande número de modernos, seguindo as pegadas daqueles que, no século passado, se deram o nome de filósofos, declaram que todo o poder vem do povo; que, em consequência, aqueles que exercem o poder na sociedade, não a exercem como sua própria autoridade, mas como uma autoridade a eles delegada pelo povo e sob a condição de poder ser revogada pela vontade do povo, de quem eles a têm. Inteiramente contrário é o pensamento dos católicos, que fazem derivar de Deus o direito de mandar, como de seu princípio natural e necessário». Sem dúvida, o Sillon faz descer de Deus esta autoridade, que coloca em primeiro lugar no povo, mas de tal forma que «sobe de baixo para ir ao alto, enquanto na organização da Igreja, o poder desce do alto para ir até ao baixo» (Marc Sangnier, discurso de Rouen, 1907). Mas, além de ser anormal que a delegação suba, pois é próprio à sua natureza descer, Leão XIII refutou de antemão esta tentativa de conciliação entre a doutrina católica e o erro do filosofismo. Pois prossegue: «É necessário observá-lo aqui: aqueles que presidem ao governo da coisa pública podem bem, em certos casos, ser eleitos pela vontade e o julgamento da multidão, sem repugnância, nem oposição, com a doutrina católica. Mas, se esta escolha designa o governante, não lhe confere a autoridade de governar, não lhe delega o poder, apenas designa a pessoa que dele será investido».
Papa São Pio X in carta apostólica «Notre Charge Apostolique», 15 de Agosto de 1910.
Tiago G
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A principal divisa do político democrático é o voto que perpetua o status quo do poder. Sendo os portugueses cada vez mais uma minoria no seu território, é lógico assumir que os representantes dos mesmos vão cada vez mais investir no apelo ao voto dos migrantes fazendo o planeamento político para os mesmos. Os portugueses passarão rapidamente para segundo plano.
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He is risen, Aleluia !


“You have made us for yourself, O Lord, and our heart is restless until it rests in you.” -St. Augustine
É um facto histórico o facto de tôda a aristocracia ter começado pela riqueza, mas esta riqueza adquiria-se pelo talento político, pelas virtudes guerreiras e pela autoridade moral. A nobreza feudal tinha por base a posse da terra, mas a posse da terra suponha originàriamente um certo valor pessoal, um mérito qualquer que colocava fora do comum o fundador da família. A nossa aristocracia do dinheiro não se parece em nada com a antiga: - para adquirir fortuna o acaso é grande auxiliar e as qualidades necessárias para isso não se contam entre as mais elevadas. Ela não dispõe de merecimentos e difere assim pelo seu princípio das aristocracias que a precederam.
Teoria da Nobreza in Ao Princípio Era o Verbo de António Sardinha 1940
A cultura atual, influenciada de forma determinante pela filosofia marxista, está permanentemente a postular divisões de poder na sociedade que pressupõe duas categorias principais a de oprimido e opressor. Esta ideologia apoiada no revisionismo histórico e numa pedagogia social falaciosa incute desde cedo na população a ideia de que em algum momento, tendo ou não pertencido a uma minoria, somos vítimas. Vemos vários exemplos e derivações desta doutrina quando tocamos em temas como o feminismo, o racismo e outros ismos que se focam apenas nesta divisão dicotómica oprimido e opressor.

Know that you are now on a great stage where all heaven and earth are watching you. Fight like a knight, so that I can reward you. Do not be unduly fearful, because you are not alone
Faustina Kowalska
Do not be guided by feeling, because it is not always under your control; but all merit lies in the will.
Faustina Kowalska

O homem moderno fala de “amor” a toda a hora na televisão, em filmes, nas séries e em livros. Organiza até paradas sob o tema do “amor”. Apesar disto, temos as taxas de divórcio mais elevadas de sempre e as famílias completamente dilaceradas. Este “amor” pregão de muitos, é um amor sem sacrifício, amor sem compromisso, amor sem a cruz; conclusão: não é amor algum, é sim uma apropriação do termo.
O divórcio em Portugal, o aguilhão destruidor de famílias.
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