O #Bitcoin agora possui um valor de mercado de $2,5 trilhões, ainda $23,8 trilhões atrás do ouro.
O ouro vale hoje 10,5 vezes mais que o #Bitcoin...
Mesmo que o #Bitcoin chegasse a $1.000.000 por unidade e o ouro permanecesse no mesmo valor, ele ainda representaria apenas cerca de 75% do tamanho do mercado do ouro.
Ainda estamos no começo.
O fato é que o #Bitcoin já se tornou gigantesco e, ao mesmo tempo, ainda é pequeno diante do potencial que tem.
À medida que entramos em uma nova era da política monetária, o #Bitcoin prospera enquanto o dinheiro fiduciário derrete.
Os bitcoinheiros já sabem o que está por vir.
Tiago Cypherpunk 🐍
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Razão acima de tudo
³² Σ 𝒾₌₀ 𝟐𝟏𝟎,𝟎𝟎𝟎 (𝟻𝟶|𝟸𝒾) ♾️
#Libertarianismo #Maximalista
“O #Bitcoin não está indo para US$ 150 mil, ele está indo para o infinito.”
Estamos falando de um mercado de poupança global entre US$ 400 e 500 trilhões, enquanto o #Bitcoin hoje vale apenas US$ 2,43 trilhões.
Isso representa um potencial de valorização entre 100 e 200 vezes.
Você ainda não está otimista o suficiente.
SÃO TRILHÕES!
“Não acredito que algum dia teremos um bom dinheiro novamente antes de tirarmos das mãos do governo; não podemos tirá-lo violentamente das mãos do governo; tudo o que podemos fazer é, por algum caminho indireto e astuto, introduzir algo que eles não possam parar.” — Friedrich Hayek, Denationalisation of Money (1976). 

O #Bitcoin acaba de romper uma resistência de 8 anos! 👀 

Brutal!
Não sobra nada pra galera do Monero ☠️
Silent Payments é uma forma nova de receber bitcoins sem precisar ficar mostrando novos endereços toda hora e sem perder privacidade.
Cada pagamento chega em um endereço único, mas só a sua carteira sabe que é seu, quem olha de fora não consegue ligar os pontos.
Silent Payments é uma forma nova de receber bitcoins sem precisar ficar mostrando novos endereços toda hora e sem perder privacidade.
Cada pagamento chega em um endereço único, mas só a sua carteira sabe que é seu, quem olha de fora não consegue ligar os pontos.Parabéns ao governo e aos bancos centrais! Com tanto “cuidado” em imprimir dinheiro infinito, acabaram nos dando um presente: o #Bitcoin 🙌🏼 

A próxima rodada de cortes de juros do FED vai bater mais forte que fentanil em um estacionamento do McDonald's.
Até o Natal, os “normies” vão estar vendendo as skins de Free Fire dos filhos pra comprar bitcoins, enquanto os apresentadores da GloboNews começam a falar em línguas.
O real e o dólar estão apodrecendo.
O #Bitcoin está fazendo um exorcismo demoníaco do fiat, ao vivo, em pay-per-view neste quarto trimestre.
Apertem os cintos, estamos entrando no arrebatamento laranja.


Como a Tether pode enterrar o DÓLAR e tornar o #BITCOIN o ativo de reserva global
1. E se eu te dissesse que o maior catalisador para o #Bitcoin
É uma stablecoin lastreada em dólar?
Sim, a Tether pode estar prestes a explodir o sistema financeiro global de dentro para fora.
2. A Tether foi criada para dar estabilidade ao mercado cripto.
Mas ao comprar +100.000 #BTC, ela se tornou uma bomba monetária — no centro da hegemonia americana.
3. Mesmo que a Tether cresça para US$ 20 trilhões e compre trilhões em Treasuries…
Isso só reduziria a dívida dos EUA em 5%.
Um erro de arredondamento num sistema que queima US$ 2T por ano.
4. A Tether não cria demanda por dólar.
Ela desloca.
Libaneses, argentinos e nigerianos não compram Treasuries.
Eles compram USDT para fugir do colapso local.
A Tether virou a escotilha de emergência do dólar.
5. Mas aqui está o ponto de ruptura:
A Tether está trocando Treasuries por #Bitcoin.
Um ativo digital, soberano, incensurável, que só valoriza no tempo.
6. Isso inverte seu balanço patrimonial:
❌ Treasuries: passivos frágeis, sujeitos a calote, vulneráveis a riscos políticos.
✅ BTC: ativo em ascensão, soberano, colateral neutro e resistente à censura.
Com o tempo, o verdadeiro lastro da Tether passa a ser o #Bitcoin — não mais o dólar.
7. E aí vem a reprecificação:
1 USDT = US$ 1,20
Depois US$ 2
Depois… 100.000 sats?
Tether se torna um banco-sombra com reservas em #BTC.
Um cavalo de Troia. Mas com #Bitcoin, não gregos.
8. A dinâmica explode:
🔁 Emite USDT
→ Compra #BTC
→ #BTC sobe
→ Reservas da Tether valorizam
→ Mais USDT, mais #BTC…
Um loop monetário viral.
Como o sistema eurodólar, mas anabolizado.
9. Reguladores entram em pânico.
O Tesouro dos EUA tenta intervir, congelar ativos da Tether, acusar de lavagem…
Mas é tarde.
A Tether deixa o lastro flutuar, o mercado aceita.
A adaptação vence a repressão.
10. Países como Argentina, Turquia e Egito legalizam o USDT.
Querem dólar, mas ganham #Bitcoin.
Sem perceber, suas reservas nacionais são superadas pelas reservas em #BTC da Tether.
É a “dolarização que acumula #bitcoin”.
Surpresa!
11. O BRICS faz diferente:
Usa USDT para comércio internacional.
Acumula #BTC por baixo dos panos.
Sai do sistema do dólar sem disparar um único tiro monetário.
Isso não é desdolarização.
É hiperbitcoinização troiana.
12. Resultado?
O Tesouro dos EUA se torna dependente de stablecoins para absorver seus títulos.
Mas essas stablecoins só compram Treasuries como ponte para comprar #BTC.
O império vira refém do ativo que tentou ignorar.
13. E quando o #BTC ultrapassar os Treasuries em valor?
A Tether deixa de ser proxy do dólar.
Vira proxy do #Bitcoin — disfarçada de fiat.
O dólar continua como moeda oficial…
Mas obsoleto.
Usado por governos, ignorado pelas pessoas.
14. O mundo muda em silêncio:
Empresas liquidam em sats.
Bancos centrais fazem hedge em #BTC.
Riscos passam a ser precificados em #Bitcoin — não mais em dólar.
O denominador global muda.
15. O #Bitcoin não vira moeda de reserva por decreto.
Vira por matemática.
Como colateral neutro, inevitável, incorruptível.
E tudo isso começou com…
Uma stablecoin.
16. A Tether foi o cavalo de Troia.
Não contra o dólar.
Dentro do dólar.
E dentro dela, havia #Bitcoin.
O destino não será decidido por governos.
Mas por balanços.
Por incentivos.
Por chaves privadas.
17. Quanto mais o mundo adota USDT para fugir de moedas ruins…
Mais rápido a Tether compra #BTC.
Mais rápido o dólar perde o controle.
O #Bitcoin não precisava de uma revolução.
Só de uma ponte.
A Tether construiu.
Agora o #Bitcoin está atravessando.
Satoshi por satoshi.
🟧⛓️
2. A Tether foi criada para dar estabilidade ao mercado cripto.
Mas ao comprar +100.000 #BTC, ela se tornou uma bomba monetária — no centro da hegemonia americana.
3. Mesmo que a Tether cresça para US$ 20 trilhões e compre trilhões em Treasuries…
Isso só reduziria a dívida dos EUA em 5%.
Um erro de arredondamento num sistema que queima US$ 2T por ano.
4. A Tether não cria demanda por dólar.
Ela desloca.
Libaneses, argentinos e nigerianos não compram Treasuries.
Eles compram USDT para fugir do colapso local.
A Tether virou a escotilha de emergência do dólar.
5. Mas aqui está o ponto de ruptura:
A Tether está trocando Treasuries por #Bitcoin.
Um ativo digital, soberano, incensurável, que só valoriza no tempo.
6. Isso inverte seu balanço patrimonial:
❌ Treasuries: passivos frágeis, sujeitos a calote, vulneráveis a riscos políticos.
✅ BTC: ativo em ascensão, soberano, colateral neutro e resistente à censura.
Com o tempo, o verdadeiro lastro da Tether passa a ser o #Bitcoin — não mais o dólar.
7. E aí vem a reprecificação:
1 USDT = US$ 1,20
Depois US$ 2
Depois… 100.000 sats?
Tether se torna um banco-sombra com reservas em #BTC.
Um cavalo de Troia. Mas com #Bitcoin, não gregos.
8. A dinâmica explode:
🔁 Emite USDT
→ Compra #BTC
→ #BTC sobe
→ Reservas da Tether valorizam
→ Mais USDT, mais #BTC…
Um loop monetário viral.
Como o sistema eurodólar, mas anabolizado.
9. Reguladores entram em pânico.
O Tesouro dos EUA tenta intervir, congelar ativos da Tether, acusar de lavagem…
Mas é tarde.
A Tether deixa o lastro flutuar, o mercado aceita.
A adaptação vence a repressão.
10. Países como Argentina, Turquia e Egito legalizam o USDT.
Querem dólar, mas ganham #Bitcoin.
Sem perceber, suas reservas nacionais são superadas pelas reservas em #BTC da Tether.
É a “dolarização que acumula #bitcoin”.
Surpresa!
11. O BRICS faz diferente:
Usa USDT para comércio internacional.
Acumula #BTC por baixo dos panos.
Sai do sistema do dólar sem disparar um único tiro monetário.
Isso não é desdolarização.
É hiperbitcoinização troiana.
12. Resultado?
O Tesouro dos EUA se torna dependente de stablecoins para absorver seus títulos.
Mas essas stablecoins só compram Treasuries como ponte para comprar #BTC.
O império vira refém do ativo que tentou ignorar.
13. E quando o #BTC ultrapassar os Treasuries em valor?
A Tether deixa de ser proxy do dólar.
Vira proxy do #Bitcoin — disfarçada de fiat.
O dólar continua como moeda oficial…
Mas obsoleto.
Usado por governos, ignorado pelas pessoas.
14. O mundo muda em silêncio:
Empresas liquidam em sats.
Bancos centrais fazem hedge em #BTC.
Riscos passam a ser precificados em #Bitcoin — não mais em dólar.
O denominador global muda.
15. O #Bitcoin não vira moeda de reserva por decreto.
Vira por matemática.
Como colateral neutro, inevitável, incorruptível.
E tudo isso começou com…
Uma stablecoin.
16. A Tether foi o cavalo de Troia.
Não contra o dólar.
Dentro do dólar.
E dentro dela, havia #Bitcoin.
O destino não será decidido por governos.
Mas por balanços.
Por incentivos.
Por chaves privadas.
17. Quanto mais o mundo adota USDT para fugir de moedas ruins…
Mais rápido a Tether compra #BTC.
Mais rápido o dólar perde o controle.
O #Bitcoin não precisava de uma revolução.
Só de uma ponte.
A Tether construiu.
Agora o #Bitcoin está atravessando.
Satoshi por satoshi.
🟧⛓️Governos totalitários estão em guerra contra a liberdade. Nossas armas de defesa: criptografia e descentralização. Quem não se curva à religião civil ponerológica vira o “novo judeu”. No futuro todo país será inferno ou paraíso fiscal regulatório, não haverá meio termo. 

O #Bitcoin é como uma ferramenta definitiva da humanidade para preservar a realidade objetiva—recursos, riqueza e soberania—por meio de um sistema descentralizado sustentado por poder físico. À medida que o mundo o adota, a Prova de Trabalho não apenas protege o ciberespaço, ela se torna os chifres da civilização, garantindo que a verdade econômica reflita a realidade física, watt por watt.


💥 US$ 1,5 MILHÃO POR BITCOIN É GARANTIDO 💥
Sem rodeios:
Hoje existem 19,92 milhões de BTC registrados on-chain.
Entre 3 e 4 milhões já estão perdidos para sempre. Chaves esquecidas, HDs queimados, pen-drives no fundo do mar.
Restam ≈ 16 milhões de moedas “no papel”, mas ± 71% não se moveram em um ano.
Os ETFs à vista dos EUA já engaiolaram 1,32 milhão de BTC... mais do que o próprio estoque do Nakamoto.
Empresas, governos e grandes fortunas estão tratando sats como um baú de ouro: raros, preciosos, intocáveis.
A liquidez real? No máximo 2 milhões de moedas.
E a BlackRock ainda nem mostrou os dentes.
Enquanto isso, no cenário macro:
🌍 A dívida pública + privada global passou de US$ 251 trilhões.
🇺🇸 Washington queima US$ 2 trilhões por ano, um trilhão a cada 6–8 semanas.
🇯🇵 O Banco do Japão vive apagando incêndio nos rendimentos.
🇨🇳 O PBoC tapa buracos de um mercado imobiliário em ruínas.
🇪🇺 A Europa está a uma eleição de encenar um teatro de hiperinflação.
Só os bancos americanos carregam US$ 210 trilhões em derivativos nocionais, pólvora seca demais para brincar.
No total, há mais de US$ 500 trilhões em ações, títulos, caixa e derivativos circulando, todos procurando uma cadeira quando a música parar.
E não é preciso adoção em massa, na verdade: basta 2–3% desse capital entrar em pânico e migrar.
Isso significa US$ 10 trilhões correndo atrás de talvez 2 milhões de BTC disponíveis.
📈 Matemática rápida: US$ 5 milhões por bitcoin.
Mesmo que metade desse capital seja desviada para as shitcoins, a própria mecânica de oferta ainda empurra o preço acima de US$ 1 milhão.
🔶 O Bitcoin é triagem monetária.
Sangue novo para um sistema fiat sufocado em dívidas zumbis.
Quando a demanda explodir? Não haverá oferta.
O capital inteligente já trancou a saída.
Aproveite seus fundos de índice enquanto os bitcoinheiros ficam ricos.
No livro "A Revolta de Atlas", Ayn Rand busca criar um novo sistema econômico baseado na liberdade individual e na propriedade privada.
Os bitcoiners estão criando um novo sistema financeiro que não depende do controle governamental.
Ambos representam uma rejeição ao controle estatal e uma busca por maior liberdade individual.
Isso significa que o controle sobre o dinheiro e a economia estará nas mãos dos indivíduos, e não mais nas mãos de um grupo seleto de políticos e burocratas parasitas.
A conexão entre Revolta de Atlas e o #Bitcoin é clara que Satoshi Nakamoto, assim como John Galt, acreditavam que a única forma de alcançar a verdadeira liberdade seria "parando o motor do mundo".
Essa narrativa de “chegar a 1 #BTC” deveria parar.
Falo sério: toda vez que alguém insiste nessa ideia, outra pessoa desiste achando que #Bitcoin não é para ela. Eu já conversei com pessoas no dia a dia, e a maioria acredita que é impossível, então não compra nada...
Percebe o absurdo? Estamos falando do dinheiro mais acessível e sem permissões que já existiu, mas passamos a impressão de que só quem tem mais de R$ 607 mil pode conquistar liberdade.
O que realmente importa é simples: ter QUALQUER quantidade de #bitcoin já coloca você à frente de todos que não têm nenhum.
Pode guardar R$ 25 por semana? Excelente! Está acumulando riqueza real no dinheiro mais sólido da história.
Conseguiu separar R$ 100? Perfeito! É um valor que nenhum governo pode imprimir ou corroer. Só pode R$ 10 de vez em quando? Ótimo! Você acabou de conquistar R$ 10 de soberania financeira.
É preciso reforçar: cada satoshi que você segura é seu. Não é do banco. Não é dos Faria Limers. Não é de político nenhum que promete o que não pode cumprir. É 100% seu.
Não importa se você tem 0,0001 ou 10 bitcoins...
O que importa é entender que essa tecnologia pode transformar sua vida em QUALQUER escala. Quem tem R$ 50 em #Bitcoin já possui algo que alguém com R$ 10 mil em poupança fiat não tem: dinheiro que não pode ser inflacionado, confiscado ou controlado por ninguém.
#Bitcoin nasceu para dar liberdade financeira a todos, não só a quem tem capital para comprar uma moeda inteira...
Quando repetimos que só “1 #bitcoin inteiro” é suficiente para ser livre, estamos reproduzindo exatamente o vício do sistema financeiro tradicional: restringir a liberdade de acordo com o tamanho da sua conta.
Minha esperança é que cada pessoa compre o que puder e que cada passo nessa jornada seja celebrado.
#Bitcoin não é sobre alcançar um número arbitrário. É sobre sair de um sistema quebrado. Um satoshi de cada vez.
Se isso clareou sua visão, compartilhe. Talvez alguém precise ouvir essa mensagem hoje. Obrigado por ajudar a espalhar esperança e liberdade.
🧡
O BITCOIN É UMA ARMA DE GUERRA, AS PESSOAS SÓ NÃO SE DERAM CONTA PORQUE FOI CHAMADO DE MOEDA.
Resumo: Softwar (Guerra Suave), Uma Nova Teoria Sobre Projeção de Poder e o Significado Estratégico Nacional do Bitcoin - Major Jason Lowery.
Os humanos sempre buscaram proteger seus recursos, impondo custos e restringindo fisicamente seus inimigos por meio de quatro domínios: terra, mar, ar e espaço. Em terra, utilizam exércitos; no mar, a marinha; no ar, a força aérea; e no espaço, foguetes e satélites.
E se surgisse um novo domínio chamado ciberespaço? Nesse novo domínio, há informações valiosas que os humanos gostariam de proteger, como dados financeiros. Todos os domínios sempre foram protegidos fisicamente; porém, no quinto domínio, o ciberespaço, os humanos estão falhando, pois tentam proteger suas informações valiosas apenas com lógica codificada, vulnerável a ataques de negação de serviço e outras formas eletrônicas de exploração.
Os humanos sempre protegeram seus recursos com poder físico. Por que no ciberespaço seria diferente? E se existisse um sistema ancorado na realidade material, conectando o mundo digital ao físico?
Isso permitiria que os humanos protegessem suas informações valiosas com poder físico.
Esse sistema é um computador mundial, e seu circuito é a rede elétrica mundial, que consome energia física do mundo real através de hardwares.
Esse computador converte a rede elétrica global em um "macrochip" para garantir a segurança de dados, descentralizando o controle e envolvendo as nações em "competições de eletricidade".
Os humanos aprenderam a impor custos físicos a invasores através do ciberespaço. Essa pode ser a peça que faltava do quebra-cabeça.
O ser humano pode ter aprendido a proteger suas informações valiosas através desse sistema que chamamos de Bitcoin, ao consumir quantidades de energia do mundo físico, conferindo-lhe uma ancoragem na realidade que muitas outras entidades digitais carecem.
AS MOEDAS DO BITCOIN SEMPRE FORAM UMA METÁFORA
Os nomes que dão aos sistemas de computação são metáforas; esses nomes não devem ser tomados literalmente.
O sistema de computador que armazena nossos e-mails e fotos de gatos não é literalmente uma “nuvem”. Da mesma forma, o sistema de computador usado para vender informações pessoais e preferenciais de bilhões de pessoas aos anunciantes não é literalmente um “Livro rosto” (Facebook).
Além disso, qualquer objeto descrito por meio de especificações de projeto de software orientado a objetos não é um objeto real — essas descrições são abstrações criadas para facilitar a compreensão da funcionalidade e do comportamento desejados do software.
Em 2008, um engenheiro de software pseudônimo chamado Satoshi Nakamoto decidiu descrever uma variação do primeiro sistema reutilizável de prova de trabalho desenvolvido por Hal Finney como uma “moeda” em vez de continuar a chamá-la de “prova”. Em vez de chamá-lo de protocolo de prova de trabalho reutilizável que utilizava uma arquitetura de servidor descentralizada em vez de uma arquitetura de servidor confiável, esse engenheiro pseudônimo o chamou de “Bitcoin” e afirmou que poderia ser usado como um sistema de dinheiro eletrônico ponto a ponto.
Esse engenheiro, sob o pseudônimo de Satoshi Nakamoto, foi notoriamente conciso ao descrever a tecnologia. Ninguém sabe ao certo quem ele era ou onde trabalhava (embora fosse evidente que possuía experiência em criptografia). A especificação que escreveu foi publicada de forma informal e tem apenas 8 páginas. O engenheiro não forneceu muitos detalhes sobre o projeto em conversas posteriores e desapareceu apenas 2 anos após o anúncio inicial. Nenhum material foi formalmente publicado ou revisado por pares.
O ponto a seguir precisa ficar claramente explícito: o que a academia e a indústria discutem sobre o Bitcoin — incluindo, e principalmente, o que foi formalmente publicado sobre essa tecnologia — reflete principalmente as opiniões de pessoas que não participaram do seu design, baseadas em um dos muitos possíveis casos de uso para tecnologias de prova de trabalho. Isso se apoia em uma especificação de design metafórica criada por uma entidade pseudônima, que acabou deixando o projeto sem um responsável.
Tudo o que foi escrito sobre o Bitcoin por meio de canais formais foi produzido por pessoas que especulam sobre os conceitos de design metafórico de outra pessoa, desenvolvendo suas próprias teorias e conectando os pontos com base nas mesmas informações públicas limitadas. Como resultado, não existem especialistas ou autoridades sobre os casos de uso gerais de tecnologias de prova de trabalho como o Bitcoin. Existem apenas aqueles com experiência em um caso específico de uso dessas tecnologias. A grande maioria das análises profissionais e acadêmicas sobre o Bitcoin tem se centrado na suposição de que o único caso de uso dessa tecnologia é atuar como um sistema de dinheiro eletrônico ponto a ponto, aparentemente sem outra justificativa além do fato de que os pagamentos ponto a ponto foram o primeiro caso de uso operacionalmente bem-sucedido dessa tecnologia, desenvolvido pelo engenheiro pseudônimo responsável.
O público parece estar ignorando os princípios da teoria da computação e interpretando o nome e as especificações de design do Bitcoin de forma literal, em vez de metafórica. Isso é especialmente curioso, considerando que "moeda" nem mesmo foi o primeiro nome ou caso de uso teorizado para a tecnologia de prova de trabalho no passado. As pessoas não apenas assumem que o único possível uso dessa tecnologia é financeiro, mas também agem como se as "moedas" do Bitcoin fossem de fato moedas, apesar de ser inegável que todas as especificações de design de software orientado a objetos são abstratas. Em outras palavras, é indiscutível que as "moedas" do Bitcoin não existem — são um conceito completamente imaginário. Como qualquer abstração, as "moedas" do Bitcoin podem ser facilmente reinterpretadas como qualquer outra coisa que a imaginação permita, como tokens ou selos — razão pela qual as tecnologias de prova de trabalho foram chamadas de outras coisas por mais de uma década antes de Nakamoto publicar a especificação de design do Bitcoin.
No entanto, as pessoas continuam tratando as "moedas" do Bitcoin como se fossem estritamente moedas. Além disso, indivíduos com conhecimento econômico ou financeiro continuam se comportando como especialistas em tecnologias de prova de trabalho, como o Bitcoin, por praticamente nenhuma outra razão além do fato de que essa tecnologia foi arbitrariamente chamada de "moeda" e tem diversos casos de uso no setor financeiro. Motores de combustão interna, por exemplo, são úteis para cortar árvores com motosserras, mas isso não faz de um lenhador um especialista em design de motores de combustão interna. Então, por que os profissionais do setor financeiro se consideram especialistas em tecnologias de prova de trabalho como o Bitcoin? O máximo que podem afirmar ser especialistas é em como utilizar tecnologias de prova de trabalho, como o Bitcoin, em diversos casos de uso financeiro.
A computação tradicional busca reduzir o custo físico de processar informações – passamos anos melhorando a capacidade de fazer mais cálculos e armazenar mais dados usando menos energia. Isso criou um mundo onde tratamos coisas digitais, como saldos em contas ou propriedades virtuais, como se fossem reais, mesmo que os bits que as representam quase não tenham custado nada fisicamente para serem criados.
O Bitcoin faz o oposto:
1. Ele torna as mudanças no sistema intencionalmente caras, usando prova de trabalho (proof of work).
2. Um paradoxo de escassez e abundância – Restringindo artificialmente o espaço total de dados (21 milhões de bitcoins ou 2,1 quadrilhões de satoshis)
3. Cada unidade de informação no Bitcoin representa uma quantidade de energia física gasta.
4. Mas mesmo assim, tratamos essas informações com base física como se fossem apenas números financeiros abstratos.
Enquanto a computação tradicional transforma coisas digitais em algo que parece físico, o Bitcoin faz o contrário – pega informações com base física real e as trata como algo mais abstrato.
Isso mostra que focar apenas no aspecto monetário do Bitcoin pode ser um erro. A verdadeira inovação está em criar um sistema onde a informação tem um custo físico real, em vez de ser algo virtualmente gratuito de produzir.
PARE DE DEPENDER EXCLUSIVAMENTE DE TEÓRICOS FINANCEIROS, MONETÁRIOS E ECONÔMICOS PARA INFLUENCIAR A POLÍTICA DO BITCOIN.
É preciso deixar de confiar exclusivamente em teorias financeiras, monetárias e econômicas para orientar as políticas públicas sobre tecnologias de prova de trabalho, como o Bitcoin. A experiência em finanças apenas qualifica alguém a falar sobre casos de uso financeiros do Bitcoin, não sobre todos os casos de uso da tecnologia, e muito menos sobre as tecnologias de prova de trabalho de forma geral. A experiência financeira é irrelevante para a teoria da computação. Da mesma forma, o conhecimento em economia ou teoria monetária não qualifica alguém a discutir os méritos técnicos de um sistema de computador arbitrariamente denominado "moeda". Assim como o conhecimento em meteorologia não torna alguém qualificado para avaliar os méritos técnicos de um sistema de computador chamado "nuvem".
PARA DESTACAR COMO O BITCOIN É ÚNICO E DIFERENTE, CHAME-O DE BITPOTÊNCIA (BITPOWER) EM VEZ DE BITMOEDA (BITCOIN).
Para resolver o problema da ocultação de informações e tornar mais claro o entendimento das propriedades únicas e irreprodutíveis do Bitcoin, sugere-se o uso de um termo tecnicamente mais preciso para as "provas de poder" geradas pelos protocolos de prova de trabalho: "potência de bits".
A palavra "potência" em bitpower refere-se à quantidade de energia física (medida em watts) extraída do mundo real ao longo do tempo, convertida e então amostrada digitalmente pela rede de computadores que executam o protocolo de função de custo físico (também conhecido como rede de hash). Já a parte "bit" em bitpower refere-se aos bits de informação legíveis por máquina, gerados a partir desses watts amostrados.
Ao unir esses dois conceitos, bitpower representa, literalmente, a conversão de energia física (watts) em bits de informação digitalmente verificáveis, que são escassos, descentralizados e possuem um alto custo de produção—e que podem ser transferidos pelo ciberespaço.
Este conceito é ilustrado abaixo 👇🏼
Ao contrário da maioria das especificações de software, o termo bitpower não é uma abstração arbitrária. Ele deve ser interpretado literalmente, e não metaforicamente, como ocorre com a maioria das abstrações em software. Essa literalidade é benéfica porque bitpower não esconde informações essenciais sobre o que acontece nos bastidores do software, ao contrário de termos abstratos como bitmoeda.
Bitpower refere-se diretamente à energia física real extraída do ambiente e consumida pela rede de computadores que executam o protocolo de prova de trabalho. Essa energia é convertida em bits de informação legíveis por máquina, que podem ser transmitidos pelo ciberespaço e utilizados de diversas formas, conforme a intenção dos usuários. Diferente de conceitos metafóricos criados para simplificar o entendimento de um caso de uso específico, bitpower é literalmente energia digitalizada.
A razão pela qual bitpower não é um termo metafórico está no próprio funcionamento do protocolo: ele utiliza quantidades reais de energia física (em oposição a simples estados de transistores) para transmitir, receber e armazenar bits de informação. Como muitos aspectos do protocolo Bitcoin, o termo pode parecer confuso porque é recursivo—o poder serve como mecanismo fundamental de mudança de estado, e o significado atribuído a esse estado se transforma conforme a informação processada pela rede.
Ao utilizar protocolos baseados em bitpower, como o Bitcoin, os usuários não estão simplesmente manipulando transistores para armazenar bits de informação e atribuindo significados metafóricos a esses bits. Em vez disso, estão utilizando energia física real e descrevendo o comportamento emergente dessa energia como poder digitalizado.
Dessa forma, bitpower não se qualifica como uma hipostasia, ao contrário de termos como "moeda". A hipostasia ocorre quando uma ideia abstrata é tratada como algo concretamente real—como quando bits de informação são chamados de "moedas" e passam a ser percebidos como se fossem objetos físicos. Já o termo bitpower descreve algo que é concretamente real: grandes quantidades de energia elétrica extraídas da rede elétrica e convertidas em informação verificável.
Bitpower é, portanto, a versão digitalizada de uma força física mensurável, que pode ser utilizada por máquinas dentro do ambiente digital que chamamos de ciberespaço.
Essa é uma distinção sutil, mas crucial, pois demonstra como as "moedas" geradas por outras supostas tecnologias de "blockchain" ou "criptomoeda" são fundamentalmente incomparáveis ao Bitcoin. Para tornar mais evidente a dominância e a singularidade do protocolo Bitcoin em relação a outras "criptomoedas", podemos chamá-lo de bitpower em vez de "moeda". Com essa mudança de nomenclatura, fica mais claro que nenhum outro protocolo chega remotamente perto de representar tanto poder físico quanto o bitpower do Bitcoin. Atualmente, o Bitcoin detém 94% da taxa de hash de todos os protocolos baseados em função de custo físico combinados.
A taxa de hash serve como um indicador aproximado da quantidade de energia real consumida pela rede e convertida em bits de informação. Isso significa que a rede Bitcoin é hoje dezesseis vezes mais poderosa do que todos os outros protocolos de prova de trabalho somados (entre os principais concorrentes estão Dogecoin, Litecoin, Bitcoin Cash, Monero, Ethereum Classic, Dash e Zcash).
Essa realidade é notável, pois a percepção pública sobre o domínio do Bitcoin tem sido distorcida por aqueles que deliberadamente ignoram, minimizam ou até condenam seu consumo energético. Se alguém negligenciasse a produção de energia do Bitcoin e o categorizasse arbitrariamente como apenas mais uma "blockchain" ou "criptomoeda", ele pareceria ser apenas um entre milhares de ativos digitais, sem uma liderança evidente. No entanto, ao reconhecer a saída de energia como sua principal função de entrega de valor, torna-se inegável que o Bitcoin é, de longe, o protocolo dominante.
O PARADOXO DA TROMBETA DO GABRIEL MOSTRA QUE É LOGICAMENTE POSSÍVEL O BITCOIN SER INFINITAMENTE ESCASSO, MAS INFINITAMENTE ESCALÁVEL.
Uma ideia importante sobre o Bitcoin é que a quantidade de poder digital (bitpower) que ele gera é limitada pelo seu suprimento, tornando-o perfeitamente escasso. Porém, de maneira curiosa, essa mesma limitação também permite que ele seja infinitamente escalável. Isso significa que mesmo com um suprimento fixo, o Bitcoin pode atender qualquer número de usuários e converter qualquer quantidade de energia real em poder digital.
Essa característica surpreendente acontece porque o bitpower é digital e, por isso, não tem massa. Para entender melhor essa ideia, podemos pensar na "Trombeta do Gabriel", um conceito matemático inspirado no anjo Gabriel, presente nas tradições religiosas. Essa trombeta, representada por uma forma geométrica especial, tem uma propriedade interessante: ela tem volume finito, mas uma área de superfície infinita. Isso ilustra como algo pode ser limitado e, ao mesmo tempo se expandir infinitamente—assim como o Bitcoin.
Se você plotar a função em um gráfico bidimensional, cortar a curva resultante do ponto em que X e Y são iguais a 1 e, em seguida, girar a curva em qualquer um dos eixos, obterá o famoso volume de revolução conhecido como Trombeta do Gabriel.
A Trombeta do Gabriel é interessante porque tem características matemáticas especiais. Ela tem um volume limitado, mas sua superfície é infinita. Isso significa que se existisse no mundo real, poderíamos enchê-la com uma quantidade fixa de tinta, mas nunca conseguiríamos pintar toda a sua superfície, não importa quanta tinta tivéssemos. Esse fenômeno é chamado de Paradoxo do Pintor.
Na prática, não podemos construir uma trombeta do Gabriel, mas ela ainda é um conceito matematicamente válido. Ela mostra que algo pode ter um espaço interno limitado, mas uma área externa que cresce sem fim. Esse mesmo princípio ajuda a entender uma característica essencial do Bitcoin.
No Bitcoin, existe um limite fixo de bitpower (a unidade de valor gerada pelo protocolo), mas ele pode ser usado por qualquer quantidade de pessoas e pode representar qualquer quantidade de energia do mundo real. Mesmo que computadores gastem cada vez mais energia tentando minerar bitcoin, a quantidade total de bitpower gerado continua a mesma.
Isso pode parecer um paradoxo difícil de entender: a energia física usada no sistema pode crescer infinitamente, mas o bitpower total continua fixo. Ao mesmo tempo, embora o bitpower seja limitado, ele pode ser dividido em partes cada vez menores, permitindo que qualquer pessoa tenha acesso a ele. Essas pequenas partes podem representar quantidades enormes de energia.
Um único bit de bitpower pode ser ajustado para representar um poder físico ilimitado. Como bits não têm massa e podem ser divididos infinitamente, qualquer pessoa pode acessar o bitpower do Bitcoin e usá-lo de forma escalável.
À primeira vista, isso parece quebrar as leis da física, mas o Paradoxo da Trombeta do Gabriel mostra que o conceito faz sentido matematicamente. Para entender melhor essa lógica, podemos imaginar o bitpower como a superfície infinita da trombeta do Gabriel, em vez de pensar nela como uma simples "moeda".
O protocolo do Bitcoin transforma uma quantidade ilimitada de energia física em um bitpower fixo, que por sua vez pode representar qualquer quantidade de energia. Por isso, pode ser mais útil visualizar o bitpower como partes da superfície da trombeta do Gabriel, e não como moedas convencionais.
No desenvolvimento de software, os programadores usam a programação orientada a objetos para descrever o funcionamento de seus programas como se fossem objetos. Isso facilita a compreensão porque os humanos estão acostumados a pensar no mundo em termos de objetos físicos.
Da mesma forma, a energia computacional do Bitcoin pode ser descrita como uma "moeda", mas também poderia ser representada de outras formas, como pequenas partes da superfície da trombeta do Gabriel, uma figura matemática infinita. Essa comparação ajuda a entender as propriedades complexas e paradoxais do Bitcoin.
Uma característica importante do Bitcoin é que sua energia computacional (bitpower) não pode ser diluída conforme mais poder físico entra no sistema. Quem já possui bitpower automaticamente mantém sua participação proporcional, independentemente de quanto mais energia física for adicionada.
Isso acontece porque, assim como a superfície da trombeta do Gabriel pode crescer infinitamente, o bitpower pode representar quantidades ilimitadas de energia física. Assim, mesmo um único "bit" de Bitcoin poderia, teoricamente, projetar uma quantidade infinita de energia computacional no ciberespaço.
Além disso, embora a energia física adicional reduza a participação relativa de cada unidade física individual, isso não acontece no mundo digital do Bitcoin. A participação percentual de cada unidade de bitpower permanece fixa porque o fornecimento total de bitpower é limitado. Isso significa que, à medida que mais energia física é adicionada, o valor de cada unidade de bitpower aumenta para acompanhar essa expansão.
O resultado desse design é que a capacidade de projeção de energia do bitpower nunca pode ser reduzida, não importa quanta energia física extra seja adicionada ao sistema. Quem possui bitpower mantém sua participação proporcional na influência digital, independentemente do crescimento do sistema.
Isso cria uma vantagem para aqueles que adquirem bitpower cedo, pois sua participação não será diluída no futuro. Esse é um fator estratégico importante.
A combinação dessas propriedades torna o Bitcoin um ativo de segurança cibernética extremamente valioso. Como o bitpower representa um custo físico real e seu fornecimento é fixo, quem o possui herda automaticamente qualquer novo poder computacional adicionado ao sistema.
Ter bitpower significa poder acessar quantidades ilimitadas de energia física do mundo real no ciberespaço, sem risco de ser diluído no futuro, não importa o quanto o sistema cresça.
Visualizar o bitpower como segmentos da superfície da trombeta do Gabriel pode ajudar a entender esse conceito. A ideia principal é que mesmo uma fração mínima de bitpower pode representar uma quantidade gigantesca de energia física para qualquer número de usuários, sem perder seu valor.
Isso cria uma vantagem implacável aos que aderem antecipadamente pois não serão diluído aos que entrarão futuramente, isso é importante para as pessoas entenderem.
OS SERES HUMANOS TÊM UMA TENDÊNCIA NOTÁVEL PARA ABRAÇAR IDEIAS QUE RESIDEM APENAS NA ESFERA DA IMAGINAÇÃO, DESVINCULADAS DA NATUREZA CONCRETA.
“Tempos difíceis criam homens fortes, homens fortes criam tempos bons, tempos bons criam homens fracos e homens fracos criam tempos difíceis.” - G. Michael Hopf
Uma das falácias lógicas mais onipresentes na sociedade agrária moderna é uma falácia de ambiguidade chamada hipóstase, onde as pessoas interpretam uma abstração, ideia ou conceito contextualmente subjetivo e complexo como um objeto universal. Em termos simples, a hipóstase é o erro de acreditar que algo imaginário é algo real. A falácia da hipóstase é tão comum e onipresente na sociedade que é fácil esquecer que ela acontece praticamente o tempo todo (semelhante ao ditado sobre os peixes esquecerem a presença da água, os humanos esquecem a presença da hipóstase porque pensam constantemente de forma abstrata). A hipóstase é uma das falácias lógicas mais comuns, mas raramente é discutida. Sistemas inteiros de filosofia, política, religião e teorias sociais são construídos ou apoiados por essas falácias.
"Se não for sonho, me belisque para verificar" 👉🏼
Nossos sentidos muitas vezes exigem contato físico para validar o que visualizamos; em ambientes escuros por exemplo, a necessidade de tocar um objeto para distinguir entre um galho e uma cobra ilustra essa busca pela confirmação tangível da realidade.
"– Neo, não tente entortar a colher. Isto é impossivel. Ao invés disto tente perceber a verdade.
– Que verdade?
– Não há colher.
– Não há colher?
– Então você verá que não é a colher que entorta, e sim você mesmo."
Ao longo da história, testemunhamos como as pessoas foram exploradas fisicamente devido a suas crenças enraizadas no imaginário abstrato.
Líderes manipularam tais ideias para justificar conflitos e guerras, moldando o curso da evolução civilizacional com base em conceitos que careciam de fundamento no mundo tangível.
Surgiram reis-deuses com enormes quantidades de poder abstrato reificado. Como descreve Turchin, “eles nos oprimiram, nos escravizaram e nos sacrificaram nos altares de deuses sanguinários. Eles encheram seus palácios de tesouros e seus haréns com as mulheres mais bonitas da terra. Eles alegaram ser deuses vivos e nos forçaram a adorá-los.”
As pessoas continuam pensando que suas leis as manterão seguras. Elas continuam subscrevendo crenças comprovadamente falhas de que restrições lógicas codificadas em leis e assinadas por pessoas com poder abstrato são suficientes para protegê-las contra exploração e abuso sistêmicos, e elas inevitavelmente se encontram presas em estados de grande desigualdade e opressão sem capacidade de reconhecer a fonte da armadilha, portanto, sem esperança de escapar dela.
Elas se enredam mentalmente acreditando que as restrições lógicas são substitutos viáveis para as restrições físicas como um mecanismo para manter a segurança de si mesmas e de suas propriedades. Elas não se esforçam para entender a diferença entre restrições lógicas ou físicas, nem a diferença entre poder imaginário e poder real, e são devoradas. Em todas as guerras, a causa pela qual as pessoas lutam costuma ser imaginária; as pessoas frequentemente lutam por nada mais do que um sistema de crenças. Presos atrás da jaula de seus neocórtices dominados e superativos, os sapiens constroem realidades abstratas indistinguíveis da realidade física que são mais significativas e satisfatórias para eles. Seus modelos mentais imaginários do mundo tornam-se tão importantes para eles que eles se alinharão com gratidão e morrerão por eles.
Seus pensamentos abstratos dominam completamente seus instintos de não ferir sua própria espécie, e eles cometem quantidades não naturais e sem precedentes de fratricídio intraespécie, estripando e mutilando uns aos outros por causa do “bem” ou “deus” ou “governo” porque as pessoas não podem parecer ser capazes de chegar a um consenso global sobre o que essas coisas significam ou qual é o design correto para elas.
Na era digital estaríamos repetindo esse mesmo padrão?
No cenário atual do ciberespaço, a exploração persiste, mas agora se manifesta através de software e programas que muitas vezes carecem de correspondência com a realidade material física.
Contudo, emerge uma exceção notável: o sistema do Bitcoin desafia o paradigma ao consumir quantidades substanciais de energia do mundo físico, lhe conferindo uma ancoragem na realidade que muitas outras entidades digitais carecem (Lembre-se dos Tokens de Prova-de-Participão).
Assim, o Bitcoin se destaca como um agente disruptivo, potencialmente quebrando o ciclo de exploração no ciberespaço ao estabelecer uma conexão direta com o mundo tangível.
Este fenômeno evidencia como as fronteiras entre o imaginário e o concreto continuam a ser desafiadas, mesmo em meio às complexidades da era digital.
Essa é a importância crucial do Bitcoin consumir uma quantidade significativa de energia. Ao contrário das shitcoins que existem apenas no reino virtual, o consumo energético do Bitcoin o ancora diretamente ao mundo físico.
Essa característica confere ao Bitcoin uma validação tangível, desafiando a suscetibilidade à manipulação que frequentemente permeia o ciberespaço.
Assim, o consumo energético do Bitcoin não é apenas uma característica técnica, mas uma salvaguarda contra a exploração cibernética desenfreada, estabelecendo uma ponte entre a imaginação cibernética e a solidez do mundo material.
O Bitcoin emerge como uma força que desafia as normas estabelecidas, remodelando a percepção de valor no ciberespaço.
A GUERRA ELETROCIBERNÉTICA: O FUTURO DA DEFESA SEM MASSA
Einstein teorizou que a massa pode ser trocada por energia.
Supondo que ele esteja certo, isso implicaria que as nações poderiam um dia aprender como trocar alguns de seus sistemas de defesa baseados em massa (ou seja, cinéticos) por sistemas de defesa baseados em energia (ou seja, não cinéticos) para aplicações relacionadas à segurança física e defesa nacional. As forças armadas modernas já utilizam sistemas de defesa cibernéticos e eletrônicos, mas talvez haja algum outro tipo de tecnologia de defesa que possa combinar sistemas de defesa elétricos e cibernéticos em uma forma de tecnologia de defesa eletrocibernética. Se for verdade, talvez um dia a sociedade aprenda a utilizar esse tipo especial de tecnologia como uma forma “suave” de guerra para resolver disputas políticas internacionais, estabelecer hierarquias de domínio, defender propriedades, reequilibrar estruturas de poder ou até mitigar ameaças associadas a “combates difíceis”, como uma escalada nuclear. A guerra eletrocibernética não é uma ideia nova; tem pelo menos 123 anos.
Nikola Tesla previu o Bitcoin em seu ensaio intitulado "O problema do aumento da energia humana", escrito em 1900.
Tesla viu o potencial para a guerra eletrônica substituir a guerra cinética. Ele previu que a sociedade chegaria a um ponto em que as tecnologias de projeção de poder cinético seriam tão eficazes que não seriam mais úteis para a resolução de disputas físicas.
Ele imaginou um futuro em que máquinas altamente poderosas, operadas por um número mínimo de indivíduos, competiriam entre si em disputas de poder físico, enquanto as nações seriam espectadores interessados e ambiciosos.
Tesla acreditava que isso levaria à paz duradoura.
Tesla também enfatizou que a paz duradoura não seria alcançada se essas tecnologias de projeção de poder causassem derramamento de sangue. Em vez disso, ele viu a competição de energia elétrica como o caminho para garantir a paz.
Nesse cenário, as nações competiriam usando formas "suaves" de projeção de poder não cinético, que envolvem energia elétrica, em oposição às formas "duras" que envolvem forças físicas. Isso permitiria resolver disputas, estabelecer controle sobre recursos e chegar a acordos sobre propriedade e sua rastreabilidade de maneira igualitária e baseada em confiança zero.
Tesla previu que as máquinas lutariam umas contra as outras em uma competição sem derramamento de sangue, enquanto os humanos observariam do lado de fora. Ele acreditava que essa competição eletrônica global permitiria que as nações mantivessem a segurança física de seus recursos valiosos sem recorrer à destruição mútua.
Portanto, a visão de Tesla sugere que o caminho para uma paz duradoura e segura contra predadores sistêmicos envolve a transição para formas eletrônicas de projeção de poder físico em uma competição global de energia elétrica, onde as máquinas desempenham um papel central, permitindo que as nações resolvam disputas e estabeleçam hierarquias de maneira não letal e não destrutiva.
Em suas palavras:
“Qual é a próxima fase dessa evolução? Ainda não a paz, de forma alguma. A próxima mudança que deve seguir naturalmente dos desenvolvimentos modernos deve ser a diminuição contínua do número de indivíduos engajados na batalha. O aparelho será de grande poder específico, mas apenas alguns indivíduos serão necessários para operá-lo. Essa evolução trará cada vez mais destaque a uma máquina com o menor número de indivíduos como elemento de guerra, e a consequência absolutamente inevitável disso será o abandono de unidades grandes, desajeitadas, de movimento lento e incontroláveis.
A maior velocidade possível e a taxa máxima de entrega de energia pelo aparato de guerra serão o objetivo principal. A perda de vidas se tornará cada vez menor e, finalmente, o número de indivíduos em conflito físico diminuirá continuamente, apenas máquinas se enfrentarão em uma competição sem derramamento de sangue, as nações sendo simplesmente espectadores interessados e ambiciosos. Quando essa feliz condição for realizada, a paz estará assegurada.”
“Não importa em que grau de perfeição armas de fogo rápido, canhões de alta potência, projéteis explosivos, torpedeiros ou outros implementos de guerra possam ser trazidos, não importa o quão destrutivos possam ser feitos, essa condição [de paz garantida] nunca pode ser alcançado através de tal desenvolvimento...
Seu objetivo é matar e destruir... Para quebrar esse espírito feroz, uma partida radical deve ser feita, um princípio inteiramente novo deve ser introduzido, algo que nunca existiu antes na guerra - um princípio que forçosamente, inevitavelmente, transformará a batalha em um mero espetáculo, uma peça, uma disputa sem perda de sangue.”
Outros titãs da revolução industrial americana tiveram ideias complementares sobre o uso da eletricidade para mitigar a ameaça de guerra.
Em 1921, Henry Ford afirmou que a sociedade poderia eliminar uma das causas profundas dos combates aprendendo a criar uma forma elétrica de moeda que os banqueiros não podiam controlar.
Tanto Tesla quanto Ford viram potencial na ideia de usar eletricidade para eliminar a causa raiz da guerra ou eliminar a causa raiz da destruição e perdas associadas à guerra.
No entanto, nenhum deles teve sucesso na construção da tecnologia necessária para testar ou validar suas hipóteses. Ambas as teorias são anteriores à invenção de "máquinas inteligentes", também conhecidas como computadores de programa armazenado de uso geral.
As teorias de Tesla e Ford são anteriores à popular estrutura teórica que chamamos de "ciência da computação" e ao desenvolvimento da abstração que chamamos de "software".
A GUERRA PODE SER DESCRITA COMO UMA BLOCKCHAIN.
Estude a guerra por tempo suficiente e ela começa a parecer tão previsível quanto um relógio. O ciclo de feedback de auto-reforço dos sistemas de crenças humanos falhos é tão confiável que parece que poderíamos definir nosso relógio para isso.
As populações adotam hierarquias abstratas de poder e deixam de projetar poder físico, fazendo com que se sinta confortável além de um limite seguro, criando oportunidades onde as populações voltarão aos seus instintos primordiais para capturar recursos ou impor altos custos físicos aos invasores.
Muitos watts (e vidas) serão gastos até que as populações tenham reduzido suficientemente seus recursos, resolvido suas disputas, estabelecido autoridade de controle sobre seus recursos e chegado a um consenso sobre o estado legítimo de propriedade e a cadeia de custódia de suas propriedades.
Passará um período de tempo em que as pessoas poderão desfrutar de um alívio dessa competição de poder físico em escala global. Esse indulto é tão reverenciado que recebe um nome especial: "paz".
E então, quando tiver passado tempo suficiente para que as pessoas se tornem complacentes, a população esquecerá como eles são dolorosamente previsíveis, seu conforto irá subir, os predadores vão voltar, e todo o processo começa de novo.
Esses blocos de tempo se conectam linearmente, formando uma cadeia de blocos de tempo ou um blockchain. Os vencedores dessa contínua competição de poder global recebem o privilégio de escrever a história, que nada mais é do que um livro distribuído globalmente que registra quem tem controle de quê e qual é o estado geral de consenso sobre o estado legítimo de propriedade e cadeia de custódia dos recursos mundiais.
Pode-se argumentar que o pacifismo é o que acontece quando as pessoas passam muito tempo com as versões amigáveis, dóceis e domesticadas de si mesmas, ou assistem a muitos vídeos cuidadosamente editados da natureza que têm as partes implacáveis, brutais e cruéis (isto é, as partes mais naturais filtradas).
Pacifismo é o que acontece quando gerações de pessoas passam suas vidas inteiras terceirizando sua segurança física e predação para outras pessoas, para que não tenham que experimentar o desconforto associado a essas atividades.
Eles passam a vida sem ter que ganhar sua comida ou sua liberdade de ação – sem ter que matar os animais que comem, ou matar as pessoas que não simpatizam com seu desejo de viver confortavelmente com as propriedades e políticas que valorizam.
Não deveria ser surpresa que esse tipo de pessoa possa desenvolver pontos de vista distorcidos sobre a realidade. Os pacifistas são pessoas que se estragam com os despojos da guerra, alheios ao motivo pelo qual podem se dar ao luxo de esquecer.
Populações bem sucedidas podem ficar tão à vontade vivendo suas vidas domésticas, sedentárias e descontraídas que ganham o luxo de desenvolver crenças imaginárias incontestadas sobre o mundo – mundos onde as pessoas não estão ativamente capturando e garantindo acesso a tudo usando força bruta, poder físico e onde os próprios pacifistas não se beneficiam diretamente desse comportamento.
Os pacifistas parecem viver em um mundo imaginário que não existe (um desprovido de predadores), talvez porque eles tenham pouco conhecimento experimental da natureza selvagem da segurança e conforto de suas sociedades bem estruturadas e não perseguidas.
Por praticamente todos os relatos escritos, este mundo nunca existiu. A sociedade agrária moderna parece ter sempre lutado fisicamente entre si de forma intermitente. É uma verdade incontestável que a perda do poder físico torna uma população fisicamente impotente para se defender.
Além disso, há relações claras e causalmente inferidas entre projeção de poder físico e prosperidade (ou, inversamente, há uma relação clara e causalmente inferida entre pacifismo e valas comuns).
Portanto, é igualmente fácil argumentar que a guerra é justificável em alguns casos e que dominar a arte da guerra é moralmente imperativo para a sociedade.
A história deixa claro que o pacifismo pode ser um risco à segurança, então pode-se facilmente argumentar que é antiético para os pacifistas motivar as pessoas a adotarem ideologias pacifistas que as tornam comprovadamente inseguras contra a predação.
Essa mesma linha de raciocínio foi repetida muitas vezes ao longo da história. As lições da história nos dizem por que é estrategicamente crucial que as populações não se permitam acreditar que as competições de força física são ruins para a sociedade apenas porque gastam muita energia ou porque correm o risco de lesões.
Quando os pacifistas condenam moralmente o uso do poder físico, eles contribuem para um risco de segurança sistêmica que comumente convida à invasão ou opressão.
A GUERRA É UM RECURSO DE SEGURANÇA, NÃO UM BUG.
A corrupção do governo é essencialmente uma forma de abuso psicológico.
Para evitar gastar energia ou arriscar ferimentos para resolver suas disputas e administrar seus recursos, as populações adotaram sistemas de crenças onde dão poder imaginário a outras pessoas.
As pessoas com poder imaginário obtêm autoridade de controle sobre os recursos da população. O principal vetor de ataque para qualquer predador que deseja obter e manter acesso a esses recursos valiosos é se tornar a pessoa com poder imaginário e, então, explorá-lo.
Quando fazem isso, estão explorando a população por meio de seu próprio sistema de crenças.
Pense na segurança contra incêndios. Os engenheiros de segurança contra incêndio projetam portas especiais chamadas portas corta-fogo.
As portas corta-fogo melhoram a segurança do edifício porque podem conter e isolar incêndios em partes específicas de um edifício para evitar que se espalhem ou retardar sua expansão.
Com esse conceito em mente, considere a função das fronteiras nacionais. As fronteiras nacionais são forjadas pela guerra e têm essencialmente os mesmos recursos de segurança das portas corta-fogo.
Quando uma hierarquia de poder abstrata se torna perigosa (por exemplo, opressiva), as fronteiras nacionais permitem conter ou isolar esse perigo em uma região específica do mundo e impedir que ele se espalhe. Graças às fronteiras nacionais, as hierarquias de poder abstratas exploradoras e abusivas permanecem contidas.
Enquanto uma população puder fazer um bom trabalho protegendo suas próprias fronteiras, a única ameaça de opressão com a qual eles devem se preocupar é a opressão de sua própria classe dominante.
E enquanto nossa espécie continuar a fazer um bom trabalho na guerra para dividir a autoridade de controle sobre nossos valiosos recursos físicos, podemos minimizar a quantidade de dano que poderia ser causada por uma única classe dominante.
Portanto a guerra é um recurso de segurança, não um bug. Ela protege os humanos de si mesmos – particularmente de seus sistemas de crenças exploráveis. Previne a disseminação de sistemas de crenças perigosos, contendo-os.
A RESILIÊNCIA DA INFRAESTRUTURA DO BITCOIN CONTRA ATAQUES FÍSICOS.
Algo notável sobre a forma incorpórea e transnacional da infraestrutura de segurança do Bitcoin é que ela parece ser altamente resistente a ataques físicos, incluindo ataques nucleares estratégicos. A infraestrutura do Bitcoin está espalhada por todo o mundo e é composta pela internet distribuída globalmente, rede elétrica e todas as pessoas que executam esses sistemas.
Por ser uma rede descentralizada, a única forma de destruí-la é destruindo toda a rede. Isso sugere que a única maneira de destruir a infraestrutura do Bitcoin é destruir a Internet e a rede elétrica global. Embora isso seja teoricamente viável, não é viável na prática por causa das guerras. É caro, muito caro para todos os países guerrearem simultaneamente.
Nossa espécie provavelmente se extinguiria mais cedo do que ser capaz de destruir toda a infraestrutura física da internet e da rede elétrica global.
Tecnicamente, podemos ter a capacidade de destruir a infraestrutura do Bitcoin, mas devido as fronteiras, parece ser muito caro fazê-lo. Em outras palavras, o custo-benefício de destruir o Bitcoin é simplesmente muito alto.
Em suma, o Bitcoin é verdadeiramente descentralizado porque compartilha o mesmo princípio de segurança emergente que existe nas guerras. Em conflitos cinéticos, os custos impostos ao inimigo limitam fisicamente sua capacidade de ataque. As fronteiras, historicamente, foram definidas por essas guerras.
Para uma única nação controlar todo o território global o custo seria insustentável. Quando isso é tentado, a resposta humana natural é acionar o protocolo de segurança que chamamos de guerra — um mecanismo que impõe altos custos ao agressor. Nesse sentido, a guerra não é um bug da civilização, mas um recurso de segurança.
O Bitcoin se assemelha a isso. Tentar controlar todos os bits da rede globalmente exige um custo gigantesco. A mineração é distribuída entre diversos países, e qualquer tentativa de monopólio por uma única nação enfrentaria barreiras logísticas, econômicas e energéticas extremamente caras.
O protocolo foi intencionalmente desenhado para ser custoso. Isso aumenta o custo operacional e desincentiva ataques, funcionando como uma defesa emergente de guerra.
A REVOLUÇÃO DESCENTRALIZADA NA TROCA IGUALITÁRIA DE INFORMAÇÕES GLOBAIS
Se a sociedade adotasse um protocolo como o Bitcoin, que alavanca a rede de energia elétrica distribuída globalmente como um mecanismo de estado em escala mundial sobre o qual nenhuma pessoa, organização ou nação pode se dar ao luxo de ter um controle centralizado e irrepreensível, então o espaço do estado desse mecanismo representaria uma nova via especial que as nações poderiam utilizar para trocar suas informações mais valiosas de maneira igualitária, sem confiança e sem permissão.
As nações poderiam, teoricamente, usar esse computador em escala mundial para configurar suas rotas de comércio digital, transmitindo todas as informações que desejam manter seguras contra ataques de negação de serviço e outras explorações sistêmicas.
Seria do interesse de uma nação estabelecer algo assim, considerando como sempre foi responsabilidade do governo manter as rotas comerciais abertas e preservar a liberdade de ação em todos os domínios em que operam.
Simplesmente não há razão para esperar que o domínio cibernético seja uma exceção a outros domínios a esse respeito. Aqui reside um dos insights mais críticos do Bitcoin que pode estar sendo negligenciado.
O protocolo de prova de trabalho como o Bitcoin utiliza a rede elétrica global como um computador em escala mundial que adiciona um novo espaço especial ao estado existente da internet, então esse novo espaço de estado pode representar a primeira rota de comércio digital verdadeiramente igualitária, sem confiança e sem permissão no ciberespaço, na qual as nações podem confiar para trocar suas informações mais valiosas.
Um primeiro caso de uso óbvio para essa tecnologia é preservar a liberdade de troca de informações financeiras necessárias para o comércio internacional e liquidação, mas haveria vários casos de uso adicionais.
Os humanos não estão sendo ineficientes ao executar esses sistemas; eles estão programando nosso mundo como se fosse um computador.
Estão usando nossa rede de energia elétrica globalmente descentralizada como a placa-mãe de um mecanismo de estado em escala global, convertendo os watts que ela produz em bits de informação (fisicamente restritos).
Ao fazer isso, estão adicionando novos recursos e capacidades ao ciberespaço que não existiam antes. Estão abrindo um portal entre mundos que importa as restrições físicas do mundo real e as restrições termodinâmicas da realidade objetiva compartilhada para a realidade virtual, ancorando uma realidade na outra e fazendo o ciberespaço funcionar mais como um espaço tridimensional.
Os benefícios teóricos de fazer isso são bastante convincentes, principalmente no que se refere à segurança sistêmica, e essa ideia provavelmente mal arranha a superfície do que poderia ser possibilitado por essa tecnologia no futuro.
A HISTÓRIA NÃO SE REPETE MAS ECOA.
A campanha Apollo foi um esforço oculto para arrecadar fundos públicos e apoio para a pesquisa e desenvolvimento da tecnologia militar crítica necessária para permanecer estrategicamente competitiva contra a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.
Em um momento em que o apoio público aos militares estava em baixa, já que toda a campanha aconteceu durante a Guerra do Vietnã e um movimento pacifista estava crescendo.
Diante do crescente pacifismo causado pelo descontentamento com uma guerra em andamento, como convencer o público americano a enviar muito dinheiro público para cientistas e engenheiros nazistas recém-patriados para desenvolver melhores mísseis nucleares intercontinentais e cislunares?
Simples: troque ogivas nucleares com astronautas e bombeie fundos para uma estratégia de marketing diferente que coloque muitas imagens disso na TV com narrativas inspiradoras sobre paz e exploração.
Com esse simples deslize, uma força de trabalho terá pouca ou nenhuma reserva em dedicar quantidades substanciais de seu tempo, talento técnico e recursos públicos para o desenvolvimento de recursos militares estratégicos.
Tudo o que se deve fazer para circunavegar as opiniões negativas de uma população domesticada sobre guerra é simplesmente chamá-lo de algo diferente de guerra.
O mesmo pode estar acontecendo com o Bitcoin.
O Bitcoin é uma arma de guerra mas as pessoas não se deram conta porque foi chamado de algo diferente.
O militar general Ferdinand Foch, afirmou que “aviões são brinquedos interessantes, mas sem valor militar”. Ele disse isso durante o início dos anos 1900, logo após as primeiras máquinas voadoras se tornarem operacionais.
Com mais de um século de retrospectiva, podemos olhar para trás em citações como essa e rir sobre como as pessoas podem ser ruins em prever o impacto que as novas tecnologias terão na profissão de combatente.
O lugar desse homem na história é manchado por essa citação. Até hoje, isso prejudica suas outras conquistas, como, por exemplo, se tornar o comandante supremo aliado da Primeira Guerra Mundial.
Mas e se formos igualmente ruins em ver o quadro geral? E se houver novas tecnologias ao nosso redor hoje nas quais pensamos da mesma forma?
E se formos tão culpados quanto o General Foch por não reconhecer como as novas tecnologias estão prestes a interromper nosso modo atual de guerra e nos forçar a pensar sobre a defesa de maneira diferente?
A pólvora foi inventada por alquimistas chineses que estavam tentando fazer remédios.
Por centenas de anos, a pólvora foi chamada de remédio e comercializada como remédio. Levou SÉCULOS para as pessoas descobrirem que a pólvora era muito, muito mais do que um remédio e mudaria para sempre a natureza da guerra. Dizem que a história não se repete, mas ecoa. E acredito que a história está ecoando nesse exato momento.
Na sociedade criamos instituições e contratos sociais para tentar evitar conflitos diretos, como brigas ou disputas por poder. No entanto, essas soluções muitas vezes só adiam os problemas e, em alguns casos, podem torná-los ainda maiores e mais difíceis de resolver no futuro.
Na natureza, as coisas funcionam de forma simples: quem consegue proteger algo, como um território ou comida, fica com aquilo. Não há regras complicadas ou intermediários para decidir quem tem razão, apenas a força ou a capacidade de cada um.
O Bitcoin é uma inovação que permite resolver disputas de forma mais parecida com a natureza, onde tudo é mais direto e claro. Ele cria um sistema onde as pessoas podem competir de forma justa, sem depender de instituições ou regras complexas, o que pode levar a uma sociedade mais estável e equilibrada.
O BITCOIN NÃO É APENAS PREJUDICIAL AOS SISTEMAS MONETÁRIOS.
É perturbador a forma como os humanos respondem à questão existencialmente importante de gerenciar seus recursos. Tecnologias de prova de trabalho, como o Bitcoin, podem mudar a dinâmica de 10.000 anos de competições de poder físico.
Consequentemente interrompendo a forma como as sociedades se organizam e mudando o equilíbrio global de poder. É difícil subestimar o quão disruptivas as tecnologias de projeção de energia cibernética, como o Bitcoin, podem ser para nossa dinâmica de energia atual, uma vez que abrimos a mente e paramos de olhar para essa tecnologia como se fosse estritamente uma "moeda digital".
Ao ver o Bitcoin como um sistema de "software" em vez de apenas um sistema de pagamento eletrônico ponto a ponto, as implicações estratégicas dessa tecnologia ficam mais claras. Essa tecnologia pode mudar drasticamente a maneira como os humanos competem pelo controle sobre as coisas que valorizam e redefinir o equilíbrio global de poder de maneiras que apenas guerras mundiais cinéticas em grande escala fizeram no passado.
As nações parecem estar aprendendo como são vulneráveis a ataques de negação de serviço pelos administradores de sistema das redes de telecomunicações de computadores que escolhem usar.
As sanções tomadas por organizações como a SWIFT contra o Irã e a Rússia mostraram ao mundo que quem quer que controle a rede de computadores gerenciando os valiosos bits de informação de que dependem, tem tacitamente controle completo e irrepreensível sobre eles.
As nações podem estar começando a ver que uma rede de computação sem permissão e de confiança zero que permite que bits de informação sejam transmitidos, recebidos e armazenados sem a ameaça de ataques de negação de serviço ou outras formas de exploração sistêmica é uma segurança estratégica nacional vital prioridade. Não apenas por informações financeiras, mas por qualquer tipo de informação.
Isso implicaria que o Bitcoin poderia se tornar amplamente reconhecido como um imperativo de segurança estratégica nacional.
As ações de El Salvador demonstram que as nações já estão começando a reconhecer o Bitcoin como uma solução candidata.
Se o Bitcoin fosse adotado por outras nações, isso poderia validá-lo como uma rede de computadores sistemicamente segura e estrategicamente importante. Até o momento, nenhuma nação foi capaz de superar o enorme custo físico necessário para o ataque de negação de serviço ou explorar sistematicamente os bits do Bitcoin – incluindo e especialmente superpotências nucleares. Isso é digno de nota, e as nações parecem estar prestando atenção.
A PRÓXIMA GRANDE COMPETIÇÃO DE PODER GLOBAL PODERIA SER UMA FORMA DE GUERRA "SUAVE " OU ELETROCIBERNÉTICA TRAVADA NO CIBERESPAÇO USANDO UM PROTOCOLO DE "SOFTWARE".
Pode ser algum tipo de luta revolucionária de equilíbrio de poder entre uma classe governada e dominante existente (não necessariamente contra governos, mas contra administradores de sistemas de software como um todo...
Que podem incluir, mas não se limitar a governos). Além disso, essa guerra revolucionária "suave" poderia acontecer simultaneamente em todo o mundo e, portanto, qualificar-se tecnicamente como uma terceira guerra mundial.
Por último e mais importante, essa terceira guerra mundial suave e não letal já poderia ter começado, mas nossos líderes ainda não a reconhecem porque esperam que seja uma guerra cinética travada no espaço tridimensional, em vez de uma guerra elétrica travada no ciberespaço.
Em outras palavras, os líderes de hoje podem perder o domínio de seus impérios porque esperam que a próxima guerra mundial se pareça com a última guerra mundial.
Não só é possível que uma guerra mundial eletrocibernética já tenha começado, como também é possível que a resultante transformação do equilíbrio de poder já esteja bem encaminhada e que as superpotências existentes possam estar bem atrás da curva de poder.
Tudo porque seus líderes não entendem o suficiente sobre a teoria do computador ou a profissão de combatente para reconhecer que surgiu uma nova tecnologia não letal de combate eletrocibernético que muda drasticamente o equilíbrio de poder na sociedade da era digital, chamada Bitcoin.
PODEMOS VER O BITCOIN SOB UMA NOVA LUZ.
O Bitcoin é atraente não como um candidato a sistema monetário, mas como um sistema de segurança cibernética.
A tecnologia subjacente de prova de trabalho do Bitcoin está provando ser uma maneira bem sucedida de proteger fisicamente bits de informação contra exploração e abuso sistêmicos, dando às pessoas a capacidade de projetar poder físico para impor custos físicos severos (custos denominados em watts) em atores beligerantes que tentam explorá-los através de seu software.
O Bitcoin demonstra que as pessoas podem obter e manter controle de confiança zero, sem permissão, igualitário e descentralizado sobre bits de informação, desde que estejam dispostas e sejam capazes de projetar poder físico para protegê-lo. Isso sugeriria que o Bitcoin não é apenas um sistema monetário, mas talvez algum tipo de forma “suave” de competição de poder que replicou com sucesso os mesmos benefícios emergentes complexos da guerra, mas sem os efeitos colaterais destrutivos.
Por meio da adoção global contínua do Bitcoin, as pessoas parecem estar construindo a maior hierarquia de domínio baseada em poder físico já criada na história da humanidade, e as implicações sociotécnicas disso podem ser extraordinariamente perturbadoras para todas as hierarquias de poder existentes, incluindo e especialmente os estados nacionais.
Com a adoção global do ciberespaço, combinada com a adoção global de uma forma eletrocibernética de competição de poder físico habilitada por tecnologia de prova de trabalho, como o Bitcoin, a humanidade pode estar no início da criação de um tipo completamente novo de política que nunca foi visto antes.
Um tipo novo ou ajustado de sistema de governança que permite a formação de uma sociedade organizada que se assemelha a algo (ou talvez até superior) a um governo tradicional.
Com o surgimento do ciberespaço e uma nova forma de projetar poder através do ciberespaço, a humanidade pode estar cruzando o horizonte de eventos de uma descoberta altamente impactante semelhante à descoberta da agricultura.
Essa tecnologia pode remodelar nossa compreensão do que significa o termo "defesa nacional" ao mudar o significado de "nacional", porque essa tecnologia pode mudar como as hierarquias abstratas de poder são forjadas em primeiro lugar.
Esse fenômeno não apenas reconfigura a dinâmica econômica, mas promove uma redefinição dos estados-nação, forçando uma adaptação às novas realidades do mundo através do ciberespaço. 🟡⚫️🐍
As táticas de projeção de poder na era digital mudaram claramente e os EUA 🇺🇸 precisa aprender como se adaptar a essas novas táticas; caso contrário, não deverá esperar continuar sendo uma superpotência global na era digital, independentemente de suas capacidades cinéticas.
Sua força militar combinada é praticamente inútil no domínio abstrato do ciberespaço, onde não há massas para deslocar com forças.
Supondo que as teorias apresentadas na tese de Jason Lowery sejam válidas, isso implicaria que, se os EUA quiserem ser poderosos no ciberespaço, eles precisarão considerar o armazenamento de bitpower (também conhecido como bitcoin) e precisarão apoiar uma robusta indústria doméstica de hash.
Pode até valer a pena considerar a posição de organizações dedicadas aos recursos de projeção de poder dos EUA para proteger e defender sua indústria doméstica de hash.
Os EUA podem um dia considerar o uso de seus recursos militares para proteger fisicamente a infraestrutura baseada em massa e a integridade da rede Bitcoin (por exemplo, internet, rede elétrica, instalações de computação, recursos de fabricação de chips, etc.).
Para esse fim, é concebível que os EUA possam um dia empregar algum tipo de componente de combate dedicado a proteger e defender a infraestrutura de hashing de Bitcoin do país, assim como já fazem para outros ativos estrategicamente importantes.
CONSIDERE A IDEIA DE PROTEGER O BITCOIN SOB A SEGUNDA EMENDA DA CONSTITUIÇÃO DOS EUA.
A recomendação é que os formuladores de políticas dos EUA explorem a ideia de proteger tecnologias de prova de trabalho como o Bitcoin sob a segunda emenda. Pode argumentar que os esforços atuais de alguns formuladores de políticas para proibir o Bitcoin são uma violação da segunda emenda da Constituição dos EUA.
As pessoas têm o direito de proteger fisicamente o que elas livremente escolhem valorizar. Na era da informação, as tecnologias que as pessoas usam para proteger fisicamente o que valorizam devem mudar, mas a intenção da segunda emenda não deve mudar.
Os cidadãos dos EUA têm o direito de portar armas (seja qual for a forma que essas armas assumam, cinética ou elétrica) para garantir fisicamente sua propriedade. Não deveria importar se a propriedade, assim como o sistema usado para impor custos físicos severos aos invasores, assumiria a forma de um sistema de computador.
Na verdade, não deveria ser surpreendente que isso acontecesse na era digital da informação. Pode-se argumentar que um sistema de segurança cibernética não letal como o Bitcoin pode se qualificar como algum tipo de armamento digital não letal.
Se isso acontecer, então o senso comum diz que os americanos deveriam ter o direito de portar armas não letais para defender fisicamente suas informações contra ataques, incluindo e especialmente contra ataques de suas próprias políticas governamentais exageradas (o fato de que não pode causar lesão é ainda mais racional para apoiá-la, na minha opinião).
Assim, tentar banir o Bitcoin alegando que ele usa muita energia pode ser uma afronta flagrante aos valores americanos.
O estado final da guerra é Bitcoin porque é a tecnologia de projeção de poder mais poderosa e eficiente já inventada. Também não é letal, pois é elétrico.
Ao digitalizar nossa propriedade monetária e, em seguida, defendê-la eletronicamente em vez de cineticamente, eliminamos a necessidade de matar uns aos outros para garantir nossa propriedade monetária e, possivelmente, resolvemos um impasse estratégico cinético nuclear.
As implicações disso são enormes, mas nosso país está dormindo nisso.
O Bitpower se compara aos chifres de cervos, onde ambos funcionam para aumentar o custo do ataque sem colocar o atacante em perigo letal.
O Bitcon é a tecnologia de projeção de poder mais poderosa e eficiente que os humanos já inventaram para proteger seus recursos, e também é completamente não letal, inaugurando assim uma nova era de paz e prosperidade.
O Bitcoin não é só um sistema financeiro, mas também um sistema de segurança física. Ele pode ser mais do que uma nova estrutura para o sistema financeiro, pois aprendemos a proteger informações financeiras contra ataques físicos.
Isso sugere que o Bitcoin pode ser um novo tipo de sistema de computação, permitindo a troca segura de informações na internet, sem vulnerabilidades aos abusos que as redes de computadores atuais têm.
O Bitcoin pode ter implicações importantes para a segurança nacional, além de ser apenas um sistema monetário, e não devemos ignorá-lo só porque as pessoas não estão questionando suas suposições.
Podemos estar como os alquimistas antigos, vendo a pólvora como um remédio apenas porque seu criador a usou assim pela primeira vez.
O Bitcoin é uma rede de computadores que transfere bits de informação entre computadores usando um sistema de segurança sem precisar confiar em ninguém.
Essas informações podem ser de qualquer tipo, incluindo informações financeiras que permitem pagamentos internacionais e transferências de dinheiro.
É lógico que o primeiro uso de uma rede de computadores assim seja proteger a troca de informações financeiras importantes, mas esse não é o único uso possível.
Essa tecnologia pode ser usada para proteger muitos outros tipos de informações valiosas que queremos manter seguras.
Por isso, o Bitcoin pode ser o início de uma nova forma de segurança de informações, um sistema que pessoas e países podem usar para fortalecer suas defesas digitais e proteger sua liberdade no ciberespaço.
Em resumo, o Bitcoin pode ser mais do que um sistema de pagamento, podendo se tornar um protocolo de defesa digital.
A tecnologia de prova-de-trabalho pode mudar a segurança nacional e as relações de poder no mundo de maneiras que ainda estamos começando a entender.
O principal insight da Teoria da Projeção de Poder do Bitcoin pode ser resumido em duas frases:
1 - A tecnologia, como o Bitcoin, pode representar a descoberta de uma tática de projeção de poder sem precedentes, oferecendo às pessoas uma nova maneira de estabelecer suas hierarquias de domínio e proteger fisicamente as propriedades e políticas que valorizam.
2 - Essa tecnologia tem o potencial de perturbar a estrutura política humana em sua própria base, mudando a maneira como os humanos administram um de seus recursos mais preciosos: a própria informação e todo o conhecimento e poder abstrato derivados dela.
O ciberespaço já está mudando o equilíbrio de poder na sociedade moderna. Este é um campo de batalha que não favorece as superpotências nucleares, mas pode dar uma grande vantagem às superpotências digitais.
Os Estados Unidos deveriam começar a pensar seriamente em se posicionar como uma superpotência digital.
Enquanto isso, os países estão começando a usar ativamente o Bitcoin para proteger e defender seus interesses. Eles estão levantando dinheiro público para construir e administrar forças de hash.
Ao fazer isso, estão validando as teorias de Tesla sobre o futuro da guerra.
As pessoas estão começando a mostrar como diminuir a utilidade da guerra tradicional, tornando todas as nações, grandes ou pequenas, igualmente capazes de se defender através do ciberespaço.
Estamos vendo as teorias de Tesla acontecerem na prática, mas poucos parecem perceber isso.
Resumo: Softwar (Guerra Suave), Uma Nova Teoria Sobre Projeção de Poder e o Significado Estratégico Nacional do Bitcoin - Major Jason Lowery.
Os humanos sempre buscaram proteger seus recursos, impondo custos e restringindo fisicamente seus inimigos por meio de quatro domínios: terra, mar, ar e espaço. Em terra, utilizam exércitos; no mar, a marinha; no ar, a força aérea; e no espaço, foguetes e satélites.
E se surgisse um novo domínio chamado ciberespaço? Nesse novo domínio, há informações valiosas que os humanos gostariam de proteger, como dados financeiros. Todos os domínios sempre foram protegidos fisicamente; porém, no quinto domínio, o ciberespaço, os humanos estão falhando, pois tentam proteger suas informações valiosas apenas com lógica codificada, vulnerável a ataques de negação de serviço e outras formas eletrônicas de exploração.
Os humanos sempre protegeram seus recursos com poder físico. Por que no ciberespaço seria diferente? E se existisse um sistema ancorado na realidade material, conectando o mundo digital ao físico?
Isso permitiria que os humanos protegessem suas informações valiosas com poder físico.
Esse sistema é um computador mundial, e seu circuito é a rede elétrica mundial, que consome energia física do mundo real através de hardwares.
Esse computador converte a rede elétrica global em um "macrochip" para garantir a segurança de dados, descentralizando o controle e envolvendo as nações em "competições de eletricidade".
Os humanos aprenderam a impor custos físicos a invasores através do ciberespaço. Essa pode ser a peça que faltava do quebra-cabeça.
O ser humano pode ter aprendido a proteger suas informações valiosas através desse sistema que chamamos de Bitcoin, ao consumir quantidades de energia do mundo físico, conferindo-lhe uma ancoragem na realidade que muitas outras entidades digitais carecem.
AS MOEDAS DO BITCOIN SEMPRE FORAM UMA METÁFORA
Os nomes que dão aos sistemas de computação são metáforas; esses nomes não devem ser tomados literalmente.
O sistema de computador que armazena nossos e-mails e fotos de gatos não é literalmente uma “nuvem”. Da mesma forma, o sistema de computador usado para vender informações pessoais e preferenciais de bilhões de pessoas aos anunciantes não é literalmente um “Livro rosto” (Facebook).
Além disso, qualquer objeto descrito por meio de especificações de projeto de software orientado a objetos não é um objeto real — essas descrições são abstrações criadas para facilitar a compreensão da funcionalidade e do comportamento desejados do software.
Em 2008, um engenheiro de software pseudônimo chamado Satoshi Nakamoto decidiu descrever uma variação do primeiro sistema reutilizável de prova de trabalho desenvolvido por Hal Finney como uma “moeda” em vez de continuar a chamá-la de “prova”. Em vez de chamá-lo de protocolo de prova de trabalho reutilizável que utilizava uma arquitetura de servidor descentralizada em vez de uma arquitetura de servidor confiável, esse engenheiro pseudônimo o chamou de “Bitcoin” e afirmou que poderia ser usado como um sistema de dinheiro eletrônico ponto a ponto.
Esse engenheiro, sob o pseudônimo de Satoshi Nakamoto, foi notoriamente conciso ao descrever a tecnologia. Ninguém sabe ao certo quem ele era ou onde trabalhava (embora fosse evidente que possuía experiência em criptografia). A especificação que escreveu foi publicada de forma informal e tem apenas 8 páginas. O engenheiro não forneceu muitos detalhes sobre o projeto em conversas posteriores e desapareceu apenas 2 anos após o anúncio inicial. Nenhum material foi formalmente publicado ou revisado por pares.
O ponto a seguir precisa ficar claramente explícito: o que a academia e a indústria discutem sobre o Bitcoin — incluindo, e principalmente, o que foi formalmente publicado sobre essa tecnologia — reflete principalmente as opiniões de pessoas que não participaram do seu design, baseadas em um dos muitos possíveis casos de uso para tecnologias de prova de trabalho. Isso se apoia em uma especificação de design metafórica criada por uma entidade pseudônima, que acabou deixando o projeto sem um responsável.
Tudo o que foi escrito sobre o Bitcoin por meio de canais formais foi produzido por pessoas que especulam sobre os conceitos de design metafórico de outra pessoa, desenvolvendo suas próprias teorias e conectando os pontos com base nas mesmas informações públicas limitadas. Como resultado, não existem especialistas ou autoridades sobre os casos de uso gerais de tecnologias de prova de trabalho como o Bitcoin. Existem apenas aqueles com experiência em um caso específico de uso dessas tecnologias. A grande maioria das análises profissionais e acadêmicas sobre o Bitcoin tem se centrado na suposição de que o único caso de uso dessa tecnologia é atuar como um sistema de dinheiro eletrônico ponto a ponto, aparentemente sem outra justificativa além do fato de que os pagamentos ponto a ponto foram o primeiro caso de uso operacionalmente bem-sucedido dessa tecnologia, desenvolvido pelo engenheiro pseudônimo responsável.
O público parece estar ignorando os princípios da teoria da computação e interpretando o nome e as especificações de design do Bitcoin de forma literal, em vez de metafórica. Isso é especialmente curioso, considerando que "moeda" nem mesmo foi o primeiro nome ou caso de uso teorizado para a tecnologia de prova de trabalho no passado. As pessoas não apenas assumem que o único possível uso dessa tecnologia é financeiro, mas também agem como se as "moedas" do Bitcoin fossem de fato moedas, apesar de ser inegável que todas as especificações de design de software orientado a objetos são abstratas. Em outras palavras, é indiscutível que as "moedas" do Bitcoin não existem — são um conceito completamente imaginário. Como qualquer abstração, as "moedas" do Bitcoin podem ser facilmente reinterpretadas como qualquer outra coisa que a imaginação permita, como tokens ou selos — razão pela qual as tecnologias de prova de trabalho foram chamadas de outras coisas por mais de uma década antes de Nakamoto publicar a especificação de design do Bitcoin.
No entanto, as pessoas continuam tratando as "moedas" do Bitcoin como se fossem estritamente moedas. Além disso, indivíduos com conhecimento econômico ou financeiro continuam se comportando como especialistas em tecnologias de prova de trabalho, como o Bitcoin, por praticamente nenhuma outra razão além do fato de que essa tecnologia foi arbitrariamente chamada de "moeda" e tem diversos casos de uso no setor financeiro. Motores de combustão interna, por exemplo, são úteis para cortar árvores com motosserras, mas isso não faz de um lenhador um especialista em design de motores de combustão interna. Então, por que os profissionais do setor financeiro se consideram especialistas em tecnologias de prova de trabalho como o Bitcoin? O máximo que podem afirmar ser especialistas é em como utilizar tecnologias de prova de trabalho, como o Bitcoin, em diversos casos de uso financeiro.
A computação tradicional busca reduzir o custo físico de processar informações – passamos anos melhorando a capacidade de fazer mais cálculos e armazenar mais dados usando menos energia. Isso criou um mundo onde tratamos coisas digitais, como saldos em contas ou propriedades virtuais, como se fossem reais, mesmo que os bits que as representam quase não tenham custado nada fisicamente para serem criados.
O Bitcoin faz o oposto:
1. Ele torna as mudanças no sistema intencionalmente caras, usando prova de trabalho (proof of work).
2. Um paradoxo de escassez e abundância – Restringindo artificialmente o espaço total de dados (21 milhões de bitcoins ou 2,1 quadrilhões de satoshis)
3. Cada unidade de informação no Bitcoin representa uma quantidade de energia física gasta.
4. Mas mesmo assim, tratamos essas informações com base física como se fossem apenas números financeiros abstratos.
Enquanto a computação tradicional transforma coisas digitais em algo que parece físico, o Bitcoin faz o contrário – pega informações com base física real e as trata como algo mais abstrato.
Isso mostra que focar apenas no aspecto monetário do Bitcoin pode ser um erro. A verdadeira inovação está em criar um sistema onde a informação tem um custo físico real, em vez de ser algo virtualmente gratuito de produzir.
PARE DE DEPENDER EXCLUSIVAMENTE DE TEÓRICOS FINANCEIROS, MONETÁRIOS E ECONÔMICOS PARA INFLUENCIAR A POLÍTICA DO BITCOIN.
É preciso deixar de confiar exclusivamente em teorias financeiras, monetárias e econômicas para orientar as políticas públicas sobre tecnologias de prova de trabalho, como o Bitcoin. A experiência em finanças apenas qualifica alguém a falar sobre casos de uso financeiros do Bitcoin, não sobre todos os casos de uso da tecnologia, e muito menos sobre as tecnologias de prova de trabalho de forma geral. A experiência financeira é irrelevante para a teoria da computação. Da mesma forma, o conhecimento em economia ou teoria monetária não qualifica alguém a discutir os méritos técnicos de um sistema de computador arbitrariamente denominado "moeda". Assim como o conhecimento em meteorologia não torna alguém qualificado para avaliar os méritos técnicos de um sistema de computador chamado "nuvem".
PARA DESTACAR COMO O BITCOIN É ÚNICO E DIFERENTE, CHAME-O DE BITPOTÊNCIA (BITPOWER) EM VEZ DE BITMOEDA (BITCOIN).
Para resolver o problema da ocultação de informações e tornar mais claro o entendimento das propriedades únicas e irreprodutíveis do Bitcoin, sugere-se o uso de um termo tecnicamente mais preciso para as "provas de poder" geradas pelos protocolos de prova de trabalho: "potência de bits".
A palavra "potência" em bitpower refere-se à quantidade de energia física (medida em watts) extraída do mundo real ao longo do tempo, convertida e então amostrada digitalmente pela rede de computadores que executam o protocolo de função de custo físico (também conhecido como rede de hash). Já a parte "bit" em bitpower refere-se aos bits de informação legíveis por máquina, gerados a partir desses watts amostrados.
Ao unir esses dois conceitos, bitpower representa, literalmente, a conversão de energia física (watts) em bits de informação digitalmente verificáveis, que são escassos, descentralizados e possuem um alto custo de produção—e que podem ser transferidos pelo ciberespaço.
Este conceito é ilustrado abaixo 👇🏼
Ao contrário da maioria das especificações de software, o termo bitpower não é uma abstração arbitrária. Ele deve ser interpretado literalmente, e não metaforicamente, como ocorre com a maioria das abstrações em software. Essa literalidade é benéfica porque bitpower não esconde informações essenciais sobre o que acontece nos bastidores do software, ao contrário de termos abstratos como bitmoeda.
Bitpower refere-se diretamente à energia física real extraída do ambiente e consumida pela rede de computadores que executam o protocolo de prova de trabalho. Essa energia é convertida em bits de informação legíveis por máquina, que podem ser transmitidos pelo ciberespaço e utilizados de diversas formas, conforme a intenção dos usuários. Diferente de conceitos metafóricos criados para simplificar o entendimento de um caso de uso específico, bitpower é literalmente energia digitalizada.
A razão pela qual bitpower não é um termo metafórico está no próprio funcionamento do protocolo: ele utiliza quantidades reais de energia física (em oposição a simples estados de transistores) para transmitir, receber e armazenar bits de informação. Como muitos aspectos do protocolo Bitcoin, o termo pode parecer confuso porque é recursivo—o poder serve como mecanismo fundamental de mudança de estado, e o significado atribuído a esse estado se transforma conforme a informação processada pela rede.
Ao utilizar protocolos baseados em bitpower, como o Bitcoin, os usuários não estão simplesmente manipulando transistores para armazenar bits de informação e atribuindo significados metafóricos a esses bits. Em vez disso, estão utilizando energia física real e descrevendo o comportamento emergente dessa energia como poder digitalizado.
Dessa forma, bitpower não se qualifica como uma hipostasia, ao contrário de termos como "moeda". A hipostasia ocorre quando uma ideia abstrata é tratada como algo concretamente real—como quando bits de informação são chamados de "moedas" e passam a ser percebidos como se fossem objetos físicos. Já o termo bitpower descreve algo que é concretamente real: grandes quantidades de energia elétrica extraídas da rede elétrica e convertidas em informação verificável.
Bitpower é, portanto, a versão digitalizada de uma força física mensurável, que pode ser utilizada por máquinas dentro do ambiente digital que chamamos de ciberespaço.
Essa é uma distinção sutil, mas crucial, pois demonstra como as "moedas" geradas por outras supostas tecnologias de "blockchain" ou "criptomoeda" são fundamentalmente incomparáveis ao Bitcoin. Para tornar mais evidente a dominância e a singularidade do protocolo Bitcoin em relação a outras "criptomoedas", podemos chamá-lo de bitpower em vez de "moeda". Com essa mudança de nomenclatura, fica mais claro que nenhum outro protocolo chega remotamente perto de representar tanto poder físico quanto o bitpower do Bitcoin. Atualmente, o Bitcoin detém 94% da taxa de hash de todos os protocolos baseados em função de custo físico combinados.
A taxa de hash serve como um indicador aproximado da quantidade de energia real consumida pela rede e convertida em bits de informação. Isso significa que a rede Bitcoin é hoje dezesseis vezes mais poderosa do que todos os outros protocolos de prova de trabalho somados (entre os principais concorrentes estão Dogecoin, Litecoin, Bitcoin Cash, Monero, Ethereum Classic, Dash e Zcash).
Essa realidade é notável, pois a percepção pública sobre o domínio do Bitcoin tem sido distorcida por aqueles que deliberadamente ignoram, minimizam ou até condenam seu consumo energético. Se alguém negligenciasse a produção de energia do Bitcoin e o categorizasse arbitrariamente como apenas mais uma "blockchain" ou "criptomoeda", ele pareceria ser apenas um entre milhares de ativos digitais, sem uma liderança evidente. No entanto, ao reconhecer a saída de energia como sua principal função de entrega de valor, torna-se inegável que o Bitcoin é, de longe, o protocolo dominante.
O PARADOXO DA TROMBETA DO GABRIEL MOSTRA QUE É LOGICAMENTE POSSÍVEL O BITCOIN SER INFINITAMENTE ESCASSO, MAS INFINITAMENTE ESCALÁVEL.
Uma ideia importante sobre o Bitcoin é que a quantidade de poder digital (bitpower) que ele gera é limitada pelo seu suprimento, tornando-o perfeitamente escasso. Porém, de maneira curiosa, essa mesma limitação também permite que ele seja infinitamente escalável. Isso significa que mesmo com um suprimento fixo, o Bitcoin pode atender qualquer número de usuários e converter qualquer quantidade de energia real em poder digital.
Essa característica surpreendente acontece porque o bitpower é digital e, por isso, não tem massa. Para entender melhor essa ideia, podemos pensar na "Trombeta do Gabriel", um conceito matemático inspirado no anjo Gabriel, presente nas tradições religiosas. Essa trombeta, representada por uma forma geométrica especial, tem uma propriedade interessante: ela tem volume finito, mas uma área de superfície infinita. Isso ilustra como algo pode ser limitado e, ao mesmo tempo se expandir infinitamente—assim como o Bitcoin.
Se você plotar a função em um gráfico bidimensional, cortar a curva resultante do ponto em que X e Y são iguais a 1 e, em seguida, girar a curva em qualquer um dos eixos, obterá o famoso volume de revolução conhecido como Trombeta do Gabriel.
A Trombeta do Gabriel é interessante porque tem características matemáticas especiais. Ela tem um volume limitado, mas sua superfície é infinita. Isso significa que se existisse no mundo real, poderíamos enchê-la com uma quantidade fixa de tinta, mas nunca conseguiríamos pintar toda a sua superfície, não importa quanta tinta tivéssemos. Esse fenômeno é chamado de Paradoxo do Pintor.
Na prática, não podemos construir uma trombeta do Gabriel, mas ela ainda é um conceito matematicamente válido. Ela mostra que algo pode ter um espaço interno limitado, mas uma área externa que cresce sem fim. Esse mesmo princípio ajuda a entender uma característica essencial do Bitcoin.
No Bitcoin, existe um limite fixo de bitpower (a unidade de valor gerada pelo protocolo), mas ele pode ser usado por qualquer quantidade de pessoas e pode representar qualquer quantidade de energia do mundo real. Mesmo que computadores gastem cada vez mais energia tentando minerar bitcoin, a quantidade total de bitpower gerado continua a mesma.
Isso pode parecer um paradoxo difícil de entender: a energia física usada no sistema pode crescer infinitamente, mas o bitpower total continua fixo. Ao mesmo tempo, embora o bitpower seja limitado, ele pode ser dividido em partes cada vez menores, permitindo que qualquer pessoa tenha acesso a ele. Essas pequenas partes podem representar quantidades enormes de energia.
Um único bit de bitpower pode ser ajustado para representar um poder físico ilimitado. Como bits não têm massa e podem ser divididos infinitamente, qualquer pessoa pode acessar o bitpower do Bitcoin e usá-lo de forma escalável.
À primeira vista, isso parece quebrar as leis da física, mas o Paradoxo da Trombeta do Gabriel mostra que o conceito faz sentido matematicamente. Para entender melhor essa lógica, podemos imaginar o bitpower como a superfície infinita da trombeta do Gabriel, em vez de pensar nela como uma simples "moeda".
O protocolo do Bitcoin transforma uma quantidade ilimitada de energia física em um bitpower fixo, que por sua vez pode representar qualquer quantidade de energia. Por isso, pode ser mais útil visualizar o bitpower como partes da superfície da trombeta do Gabriel, e não como moedas convencionais.
No desenvolvimento de software, os programadores usam a programação orientada a objetos para descrever o funcionamento de seus programas como se fossem objetos. Isso facilita a compreensão porque os humanos estão acostumados a pensar no mundo em termos de objetos físicos.
Da mesma forma, a energia computacional do Bitcoin pode ser descrita como uma "moeda", mas também poderia ser representada de outras formas, como pequenas partes da superfície da trombeta do Gabriel, uma figura matemática infinita. Essa comparação ajuda a entender as propriedades complexas e paradoxais do Bitcoin.
Uma característica importante do Bitcoin é que sua energia computacional (bitpower) não pode ser diluída conforme mais poder físico entra no sistema. Quem já possui bitpower automaticamente mantém sua participação proporcional, independentemente de quanto mais energia física for adicionada.
Isso acontece porque, assim como a superfície da trombeta do Gabriel pode crescer infinitamente, o bitpower pode representar quantidades ilimitadas de energia física. Assim, mesmo um único "bit" de Bitcoin poderia, teoricamente, projetar uma quantidade infinita de energia computacional no ciberespaço.
Além disso, embora a energia física adicional reduza a participação relativa de cada unidade física individual, isso não acontece no mundo digital do Bitcoin. A participação percentual de cada unidade de bitpower permanece fixa porque o fornecimento total de bitpower é limitado. Isso significa que, à medida que mais energia física é adicionada, o valor de cada unidade de bitpower aumenta para acompanhar essa expansão.
O resultado desse design é que a capacidade de projeção de energia do bitpower nunca pode ser reduzida, não importa quanta energia física extra seja adicionada ao sistema. Quem possui bitpower mantém sua participação proporcional na influência digital, independentemente do crescimento do sistema.
Isso cria uma vantagem para aqueles que adquirem bitpower cedo, pois sua participação não será diluída no futuro. Esse é um fator estratégico importante.
A combinação dessas propriedades torna o Bitcoin um ativo de segurança cibernética extremamente valioso. Como o bitpower representa um custo físico real e seu fornecimento é fixo, quem o possui herda automaticamente qualquer novo poder computacional adicionado ao sistema.
Ter bitpower significa poder acessar quantidades ilimitadas de energia física do mundo real no ciberespaço, sem risco de ser diluído no futuro, não importa o quanto o sistema cresça.
Visualizar o bitpower como segmentos da superfície da trombeta do Gabriel pode ajudar a entender esse conceito. A ideia principal é que mesmo uma fração mínima de bitpower pode representar uma quantidade gigantesca de energia física para qualquer número de usuários, sem perder seu valor.
Isso cria uma vantagem implacável aos que aderem antecipadamente pois não serão diluído aos que entrarão futuramente, isso é importante para as pessoas entenderem.
OS SERES HUMANOS TÊM UMA TENDÊNCIA NOTÁVEL PARA ABRAÇAR IDEIAS QUE RESIDEM APENAS NA ESFERA DA IMAGINAÇÃO, DESVINCULADAS DA NATUREZA CONCRETA.
“Tempos difíceis criam homens fortes, homens fortes criam tempos bons, tempos bons criam homens fracos e homens fracos criam tempos difíceis.” - G. Michael Hopf
Uma das falácias lógicas mais onipresentes na sociedade agrária moderna é uma falácia de ambiguidade chamada hipóstase, onde as pessoas interpretam uma abstração, ideia ou conceito contextualmente subjetivo e complexo como um objeto universal. Em termos simples, a hipóstase é o erro de acreditar que algo imaginário é algo real. A falácia da hipóstase é tão comum e onipresente na sociedade que é fácil esquecer que ela acontece praticamente o tempo todo (semelhante ao ditado sobre os peixes esquecerem a presença da água, os humanos esquecem a presença da hipóstase porque pensam constantemente de forma abstrata). A hipóstase é uma das falácias lógicas mais comuns, mas raramente é discutida. Sistemas inteiros de filosofia, política, religião e teorias sociais são construídos ou apoiados por essas falácias.
"Se não for sonho, me belisque para verificar" 👉🏼
Nossos sentidos muitas vezes exigem contato físico para validar o que visualizamos; em ambientes escuros por exemplo, a necessidade de tocar um objeto para distinguir entre um galho e uma cobra ilustra essa busca pela confirmação tangível da realidade.
"– Neo, não tente entortar a colher. Isto é impossivel. Ao invés disto tente perceber a verdade.
– Que verdade?
– Não há colher.
– Não há colher?
– Então você verá que não é a colher que entorta, e sim você mesmo."
Ao longo da história, testemunhamos como as pessoas foram exploradas fisicamente devido a suas crenças enraizadas no imaginário abstrato.
Líderes manipularam tais ideias para justificar conflitos e guerras, moldando o curso da evolução civilizacional com base em conceitos que careciam de fundamento no mundo tangível.
Surgiram reis-deuses com enormes quantidades de poder abstrato reificado. Como descreve Turchin, “eles nos oprimiram, nos escravizaram e nos sacrificaram nos altares de deuses sanguinários. Eles encheram seus palácios de tesouros e seus haréns com as mulheres mais bonitas da terra. Eles alegaram ser deuses vivos e nos forçaram a adorá-los.”
As pessoas continuam pensando que suas leis as manterão seguras. Elas continuam subscrevendo crenças comprovadamente falhas de que restrições lógicas codificadas em leis e assinadas por pessoas com poder abstrato são suficientes para protegê-las contra exploração e abuso sistêmicos, e elas inevitavelmente se encontram presas em estados de grande desigualdade e opressão sem capacidade de reconhecer a fonte da armadilha, portanto, sem esperança de escapar dela.
Elas se enredam mentalmente acreditando que as restrições lógicas são substitutos viáveis para as restrições físicas como um mecanismo para manter a segurança de si mesmas e de suas propriedades. Elas não se esforçam para entender a diferença entre restrições lógicas ou físicas, nem a diferença entre poder imaginário e poder real, e são devoradas. Em todas as guerras, a causa pela qual as pessoas lutam costuma ser imaginária; as pessoas frequentemente lutam por nada mais do que um sistema de crenças. Presos atrás da jaula de seus neocórtices dominados e superativos, os sapiens constroem realidades abstratas indistinguíveis da realidade física que são mais significativas e satisfatórias para eles. Seus modelos mentais imaginários do mundo tornam-se tão importantes para eles que eles se alinharão com gratidão e morrerão por eles.
Seus pensamentos abstratos dominam completamente seus instintos de não ferir sua própria espécie, e eles cometem quantidades não naturais e sem precedentes de fratricídio intraespécie, estripando e mutilando uns aos outros por causa do “bem” ou “deus” ou “governo” porque as pessoas não podem parecer ser capazes de chegar a um consenso global sobre o que essas coisas significam ou qual é o design correto para elas.
Na era digital estaríamos repetindo esse mesmo padrão?
No cenário atual do ciberespaço, a exploração persiste, mas agora se manifesta através de software e programas que muitas vezes carecem de correspondência com a realidade material física.
Contudo, emerge uma exceção notável: o sistema do Bitcoin desafia o paradigma ao consumir quantidades substanciais de energia do mundo físico, lhe conferindo uma ancoragem na realidade que muitas outras entidades digitais carecem (Lembre-se dos Tokens de Prova-de-Participão).
Assim, o Bitcoin se destaca como um agente disruptivo, potencialmente quebrando o ciclo de exploração no ciberespaço ao estabelecer uma conexão direta com o mundo tangível.
Este fenômeno evidencia como as fronteiras entre o imaginário e o concreto continuam a ser desafiadas, mesmo em meio às complexidades da era digital.
Essa é a importância crucial do Bitcoin consumir uma quantidade significativa de energia. Ao contrário das shitcoins que existem apenas no reino virtual, o consumo energético do Bitcoin o ancora diretamente ao mundo físico.
Essa característica confere ao Bitcoin uma validação tangível, desafiando a suscetibilidade à manipulação que frequentemente permeia o ciberespaço.
Assim, o consumo energético do Bitcoin não é apenas uma característica técnica, mas uma salvaguarda contra a exploração cibernética desenfreada, estabelecendo uma ponte entre a imaginação cibernética e a solidez do mundo material.
O Bitcoin emerge como uma força que desafia as normas estabelecidas, remodelando a percepção de valor no ciberespaço.
A GUERRA ELETROCIBERNÉTICA: O FUTURO DA DEFESA SEM MASSA
Einstein teorizou que a massa pode ser trocada por energia.
Supondo que ele esteja certo, isso implicaria que as nações poderiam um dia aprender como trocar alguns de seus sistemas de defesa baseados em massa (ou seja, cinéticos) por sistemas de defesa baseados em energia (ou seja, não cinéticos) para aplicações relacionadas à segurança física e defesa nacional. As forças armadas modernas já utilizam sistemas de defesa cibernéticos e eletrônicos, mas talvez haja algum outro tipo de tecnologia de defesa que possa combinar sistemas de defesa elétricos e cibernéticos em uma forma de tecnologia de defesa eletrocibernética. Se for verdade, talvez um dia a sociedade aprenda a utilizar esse tipo especial de tecnologia como uma forma “suave” de guerra para resolver disputas políticas internacionais, estabelecer hierarquias de domínio, defender propriedades, reequilibrar estruturas de poder ou até mitigar ameaças associadas a “combates difíceis”, como uma escalada nuclear. A guerra eletrocibernética não é uma ideia nova; tem pelo menos 123 anos.
Nikola Tesla previu o Bitcoin em seu ensaio intitulado "O problema do aumento da energia humana", escrito em 1900.
Tesla viu o potencial para a guerra eletrônica substituir a guerra cinética. Ele previu que a sociedade chegaria a um ponto em que as tecnologias de projeção de poder cinético seriam tão eficazes que não seriam mais úteis para a resolução de disputas físicas.
Ele imaginou um futuro em que máquinas altamente poderosas, operadas por um número mínimo de indivíduos, competiriam entre si em disputas de poder físico, enquanto as nações seriam espectadores interessados e ambiciosos.
Tesla acreditava que isso levaria à paz duradoura.
Tesla também enfatizou que a paz duradoura não seria alcançada se essas tecnologias de projeção de poder causassem derramamento de sangue. Em vez disso, ele viu a competição de energia elétrica como o caminho para garantir a paz.
Nesse cenário, as nações competiriam usando formas "suaves" de projeção de poder não cinético, que envolvem energia elétrica, em oposição às formas "duras" que envolvem forças físicas. Isso permitiria resolver disputas, estabelecer controle sobre recursos e chegar a acordos sobre propriedade e sua rastreabilidade de maneira igualitária e baseada em confiança zero.
Tesla previu que as máquinas lutariam umas contra as outras em uma competição sem derramamento de sangue, enquanto os humanos observariam do lado de fora. Ele acreditava que essa competição eletrônica global permitiria que as nações mantivessem a segurança física de seus recursos valiosos sem recorrer à destruição mútua.
Portanto, a visão de Tesla sugere que o caminho para uma paz duradoura e segura contra predadores sistêmicos envolve a transição para formas eletrônicas de projeção de poder físico em uma competição global de energia elétrica, onde as máquinas desempenham um papel central, permitindo que as nações resolvam disputas e estabeleçam hierarquias de maneira não letal e não destrutiva.
Em suas palavras:
“Qual é a próxima fase dessa evolução? Ainda não a paz, de forma alguma. A próxima mudança que deve seguir naturalmente dos desenvolvimentos modernos deve ser a diminuição contínua do número de indivíduos engajados na batalha. O aparelho será de grande poder específico, mas apenas alguns indivíduos serão necessários para operá-lo. Essa evolução trará cada vez mais destaque a uma máquina com o menor número de indivíduos como elemento de guerra, e a consequência absolutamente inevitável disso será o abandono de unidades grandes, desajeitadas, de movimento lento e incontroláveis.
A maior velocidade possível e a taxa máxima de entrega de energia pelo aparato de guerra serão o objetivo principal. A perda de vidas se tornará cada vez menor e, finalmente, o número de indivíduos em conflito físico diminuirá continuamente, apenas máquinas se enfrentarão em uma competição sem derramamento de sangue, as nações sendo simplesmente espectadores interessados e ambiciosos. Quando essa feliz condição for realizada, a paz estará assegurada.”
“Não importa em que grau de perfeição armas de fogo rápido, canhões de alta potência, projéteis explosivos, torpedeiros ou outros implementos de guerra possam ser trazidos, não importa o quão destrutivos possam ser feitos, essa condição [de paz garantida] nunca pode ser alcançado através de tal desenvolvimento...
Seu objetivo é matar e destruir... Para quebrar esse espírito feroz, uma partida radical deve ser feita, um princípio inteiramente novo deve ser introduzido, algo que nunca existiu antes na guerra - um princípio que forçosamente, inevitavelmente, transformará a batalha em um mero espetáculo, uma peça, uma disputa sem perda de sangue.”
Outros titãs da revolução industrial americana tiveram ideias complementares sobre o uso da eletricidade para mitigar a ameaça de guerra.
Em 1921, Henry Ford afirmou que a sociedade poderia eliminar uma das causas profundas dos combates aprendendo a criar uma forma elétrica de moeda que os banqueiros não podiam controlar.
Tanto Tesla quanto Ford viram potencial na ideia de usar eletricidade para eliminar a causa raiz da guerra ou eliminar a causa raiz da destruição e perdas associadas à guerra.
No entanto, nenhum deles teve sucesso na construção da tecnologia necessária para testar ou validar suas hipóteses. Ambas as teorias são anteriores à invenção de "máquinas inteligentes", também conhecidas como computadores de programa armazenado de uso geral.
As teorias de Tesla e Ford são anteriores à popular estrutura teórica que chamamos de "ciência da computação" e ao desenvolvimento da abstração que chamamos de "software".
A GUERRA PODE SER DESCRITA COMO UMA BLOCKCHAIN.
Estude a guerra por tempo suficiente e ela começa a parecer tão previsível quanto um relógio. O ciclo de feedback de auto-reforço dos sistemas de crenças humanos falhos é tão confiável que parece que poderíamos definir nosso relógio para isso.
As populações adotam hierarquias abstratas de poder e deixam de projetar poder físico, fazendo com que se sinta confortável além de um limite seguro, criando oportunidades onde as populações voltarão aos seus instintos primordiais para capturar recursos ou impor altos custos físicos aos invasores.
Muitos watts (e vidas) serão gastos até que as populações tenham reduzido suficientemente seus recursos, resolvido suas disputas, estabelecido autoridade de controle sobre seus recursos e chegado a um consenso sobre o estado legítimo de propriedade e a cadeia de custódia de suas propriedades.
Passará um período de tempo em que as pessoas poderão desfrutar de um alívio dessa competição de poder físico em escala global. Esse indulto é tão reverenciado que recebe um nome especial: "paz".
E então, quando tiver passado tempo suficiente para que as pessoas se tornem complacentes, a população esquecerá como eles são dolorosamente previsíveis, seu conforto irá subir, os predadores vão voltar, e todo o processo começa de novo.
Esses blocos de tempo se conectam linearmente, formando uma cadeia de blocos de tempo ou um blockchain. Os vencedores dessa contínua competição de poder global recebem o privilégio de escrever a história, que nada mais é do que um livro distribuído globalmente que registra quem tem controle de quê e qual é o estado geral de consenso sobre o estado legítimo de propriedade e cadeia de custódia dos recursos mundiais.
Pode-se argumentar que o pacifismo é o que acontece quando as pessoas passam muito tempo com as versões amigáveis, dóceis e domesticadas de si mesmas, ou assistem a muitos vídeos cuidadosamente editados da natureza que têm as partes implacáveis, brutais e cruéis (isto é, as partes mais naturais filtradas).
Pacifismo é o que acontece quando gerações de pessoas passam suas vidas inteiras terceirizando sua segurança física e predação para outras pessoas, para que não tenham que experimentar o desconforto associado a essas atividades.
Eles passam a vida sem ter que ganhar sua comida ou sua liberdade de ação – sem ter que matar os animais que comem, ou matar as pessoas que não simpatizam com seu desejo de viver confortavelmente com as propriedades e políticas que valorizam.
Não deveria ser surpresa que esse tipo de pessoa possa desenvolver pontos de vista distorcidos sobre a realidade. Os pacifistas são pessoas que se estragam com os despojos da guerra, alheios ao motivo pelo qual podem se dar ao luxo de esquecer.
Populações bem sucedidas podem ficar tão à vontade vivendo suas vidas domésticas, sedentárias e descontraídas que ganham o luxo de desenvolver crenças imaginárias incontestadas sobre o mundo – mundos onde as pessoas não estão ativamente capturando e garantindo acesso a tudo usando força bruta, poder físico e onde os próprios pacifistas não se beneficiam diretamente desse comportamento.
Os pacifistas parecem viver em um mundo imaginário que não existe (um desprovido de predadores), talvez porque eles tenham pouco conhecimento experimental da natureza selvagem da segurança e conforto de suas sociedades bem estruturadas e não perseguidas.
Por praticamente todos os relatos escritos, este mundo nunca existiu. A sociedade agrária moderna parece ter sempre lutado fisicamente entre si de forma intermitente. É uma verdade incontestável que a perda do poder físico torna uma população fisicamente impotente para se defender.
Além disso, há relações claras e causalmente inferidas entre projeção de poder físico e prosperidade (ou, inversamente, há uma relação clara e causalmente inferida entre pacifismo e valas comuns).
Portanto, é igualmente fácil argumentar que a guerra é justificável em alguns casos e que dominar a arte da guerra é moralmente imperativo para a sociedade.
A história deixa claro que o pacifismo pode ser um risco à segurança, então pode-se facilmente argumentar que é antiético para os pacifistas motivar as pessoas a adotarem ideologias pacifistas que as tornam comprovadamente inseguras contra a predação.
Essa mesma linha de raciocínio foi repetida muitas vezes ao longo da história. As lições da história nos dizem por que é estrategicamente crucial que as populações não se permitam acreditar que as competições de força física são ruins para a sociedade apenas porque gastam muita energia ou porque correm o risco de lesões.
Quando os pacifistas condenam moralmente o uso do poder físico, eles contribuem para um risco de segurança sistêmica que comumente convida à invasão ou opressão.
A GUERRA É UM RECURSO DE SEGURANÇA, NÃO UM BUG.
A corrupção do governo é essencialmente uma forma de abuso psicológico.
Para evitar gastar energia ou arriscar ferimentos para resolver suas disputas e administrar seus recursos, as populações adotaram sistemas de crenças onde dão poder imaginário a outras pessoas.
As pessoas com poder imaginário obtêm autoridade de controle sobre os recursos da população. O principal vetor de ataque para qualquer predador que deseja obter e manter acesso a esses recursos valiosos é se tornar a pessoa com poder imaginário e, então, explorá-lo.
Quando fazem isso, estão explorando a população por meio de seu próprio sistema de crenças.
Pense na segurança contra incêndios. Os engenheiros de segurança contra incêndio projetam portas especiais chamadas portas corta-fogo.
As portas corta-fogo melhoram a segurança do edifício porque podem conter e isolar incêndios em partes específicas de um edifício para evitar que se espalhem ou retardar sua expansão.
Com esse conceito em mente, considere a função das fronteiras nacionais. As fronteiras nacionais são forjadas pela guerra e têm essencialmente os mesmos recursos de segurança das portas corta-fogo.
Quando uma hierarquia de poder abstrata se torna perigosa (por exemplo, opressiva), as fronteiras nacionais permitem conter ou isolar esse perigo em uma região específica do mundo e impedir que ele se espalhe. Graças às fronteiras nacionais, as hierarquias de poder abstratas exploradoras e abusivas permanecem contidas.
Enquanto uma população puder fazer um bom trabalho protegendo suas próprias fronteiras, a única ameaça de opressão com a qual eles devem se preocupar é a opressão de sua própria classe dominante.
E enquanto nossa espécie continuar a fazer um bom trabalho na guerra para dividir a autoridade de controle sobre nossos valiosos recursos físicos, podemos minimizar a quantidade de dano que poderia ser causada por uma única classe dominante.
Portanto a guerra é um recurso de segurança, não um bug. Ela protege os humanos de si mesmos – particularmente de seus sistemas de crenças exploráveis. Previne a disseminação de sistemas de crenças perigosos, contendo-os.
A RESILIÊNCIA DA INFRAESTRUTURA DO BITCOIN CONTRA ATAQUES FÍSICOS.
Algo notável sobre a forma incorpórea e transnacional da infraestrutura de segurança do Bitcoin é que ela parece ser altamente resistente a ataques físicos, incluindo ataques nucleares estratégicos. A infraestrutura do Bitcoin está espalhada por todo o mundo e é composta pela internet distribuída globalmente, rede elétrica e todas as pessoas que executam esses sistemas.
Por ser uma rede descentralizada, a única forma de destruí-la é destruindo toda a rede. Isso sugere que a única maneira de destruir a infraestrutura do Bitcoin é destruir a Internet e a rede elétrica global. Embora isso seja teoricamente viável, não é viável na prática por causa das guerras. É caro, muito caro para todos os países guerrearem simultaneamente.
Nossa espécie provavelmente se extinguiria mais cedo do que ser capaz de destruir toda a infraestrutura física da internet e da rede elétrica global.
Tecnicamente, podemos ter a capacidade de destruir a infraestrutura do Bitcoin, mas devido as fronteiras, parece ser muito caro fazê-lo. Em outras palavras, o custo-benefício de destruir o Bitcoin é simplesmente muito alto.
Em suma, o Bitcoin é verdadeiramente descentralizado porque compartilha o mesmo princípio de segurança emergente que existe nas guerras. Em conflitos cinéticos, os custos impostos ao inimigo limitam fisicamente sua capacidade de ataque. As fronteiras, historicamente, foram definidas por essas guerras.
Para uma única nação controlar todo o território global o custo seria insustentável. Quando isso é tentado, a resposta humana natural é acionar o protocolo de segurança que chamamos de guerra — um mecanismo que impõe altos custos ao agressor. Nesse sentido, a guerra não é um bug da civilização, mas um recurso de segurança.
O Bitcoin se assemelha a isso. Tentar controlar todos os bits da rede globalmente exige um custo gigantesco. A mineração é distribuída entre diversos países, e qualquer tentativa de monopólio por uma única nação enfrentaria barreiras logísticas, econômicas e energéticas extremamente caras.
O protocolo foi intencionalmente desenhado para ser custoso. Isso aumenta o custo operacional e desincentiva ataques, funcionando como uma defesa emergente de guerra.
A REVOLUÇÃO DESCENTRALIZADA NA TROCA IGUALITÁRIA DE INFORMAÇÕES GLOBAIS
Se a sociedade adotasse um protocolo como o Bitcoin, que alavanca a rede de energia elétrica distribuída globalmente como um mecanismo de estado em escala mundial sobre o qual nenhuma pessoa, organização ou nação pode se dar ao luxo de ter um controle centralizado e irrepreensível, então o espaço do estado desse mecanismo representaria uma nova via especial que as nações poderiam utilizar para trocar suas informações mais valiosas de maneira igualitária, sem confiança e sem permissão.
As nações poderiam, teoricamente, usar esse computador em escala mundial para configurar suas rotas de comércio digital, transmitindo todas as informações que desejam manter seguras contra ataques de negação de serviço e outras explorações sistêmicas.
Seria do interesse de uma nação estabelecer algo assim, considerando como sempre foi responsabilidade do governo manter as rotas comerciais abertas e preservar a liberdade de ação em todos os domínios em que operam.
Simplesmente não há razão para esperar que o domínio cibernético seja uma exceção a outros domínios a esse respeito. Aqui reside um dos insights mais críticos do Bitcoin que pode estar sendo negligenciado.
O protocolo de prova de trabalho como o Bitcoin utiliza a rede elétrica global como um computador em escala mundial que adiciona um novo espaço especial ao estado existente da internet, então esse novo espaço de estado pode representar a primeira rota de comércio digital verdadeiramente igualitária, sem confiança e sem permissão no ciberespaço, na qual as nações podem confiar para trocar suas informações mais valiosas.
Um primeiro caso de uso óbvio para essa tecnologia é preservar a liberdade de troca de informações financeiras necessárias para o comércio internacional e liquidação, mas haveria vários casos de uso adicionais.
Os humanos não estão sendo ineficientes ao executar esses sistemas; eles estão programando nosso mundo como se fosse um computador.
Estão usando nossa rede de energia elétrica globalmente descentralizada como a placa-mãe de um mecanismo de estado em escala global, convertendo os watts que ela produz em bits de informação (fisicamente restritos).
Ao fazer isso, estão adicionando novos recursos e capacidades ao ciberespaço que não existiam antes. Estão abrindo um portal entre mundos que importa as restrições físicas do mundo real e as restrições termodinâmicas da realidade objetiva compartilhada para a realidade virtual, ancorando uma realidade na outra e fazendo o ciberespaço funcionar mais como um espaço tridimensional.
Os benefícios teóricos de fazer isso são bastante convincentes, principalmente no que se refere à segurança sistêmica, e essa ideia provavelmente mal arranha a superfície do que poderia ser possibilitado por essa tecnologia no futuro.
A HISTÓRIA NÃO SE REPETE MAS ECOA.
A campanha Apollo foi um esforço oculto para arrecadar fundos públicos e apoio para a pesquisa e desenvolvimento da tecnologia militar crítica necessária para permanecer estrategicamente competitiva contra a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.
Em um momento em que o apoio público aos militares estava em baixa, já que toda a campanha aconteceu durante a Guerra do Vietnã e um movimento pacifista estava crescendo.
Diante do crescente pacifismo causado pelo descontentamento com uma guerra em andamento, como convencer o público americano a enviar muito dinheiro público para cientistas e engenheiros nazistas recém-patriados para desenvolver melhores mísseis nucleares intercontinentais e cislunares?
Simples: troque ogivas nucleares com astronautas e bombeie fundos para uma estratégia de marketing diferente que coloque muitas imagens disso na TV com narrativas inspiradoras sobre paz e exploração.
Com esse simples deslize, uma força de trabalho terá pouca ou nenhuma reserva em dedicar quantidades substanciais de seu tempo, talento técnico e recursos públicos para o desenvolvimento de recursos militares estratégicos.
Tudo o que se deve fazer para circunavegar as opiniões negativas de uma população domesticada sobre guerra é simplesmente chamá-lo de algo diferente de guerra.
O mesmo pode estar acontecendo com o Bitcoin.
O Bitcoin é uma arma de guerra mas as pessoas não se deram conta porque foi chamado de algo diferente.
O militar general Ferdinand Foch, afirmou que “aviões são brinquedos interessantes, mas sem valor militar”. Ele disse isso durante o início dos anos 1900, logo após as primeiras máquinas voadoras se tornarem operacionais.
Com mais de um século de retrospectiva, podemos olhar para trás em citações como essa e rir sobre como as pessoas podem ser ruins em prever o impacto que as novas tecnologias terão na profissão de combatente.
O lugar desse homem na história é manchado por essa citação. Até hoje, isso prejudica suas outras conquistas, como, por exemplo, se tornar o comandante supremo aliado da Primeira Guerra Mundial.
Mas e se formos igualmente ruins em ver o quadro geral? E se houver novas tecnologias ao nosso redor hoje nas quais pensamos da mesma forma?
E se formos tão culpados quanto o General Foch por não reconhecer como as novas tecnologias estão prestes a interromper nosso modo atual de guerra e nos forçar a pensar sobre a defesa de maneira diferente?
A pólvora foi inventada por alquimistas chineses que estavam tentando fazer remédios.
Por centenas de anos, a pólvora foi chamada de remédio e comercializada como remédio. Levou SÉCULOS para as pessoas descobrirem que a pólvora era muito, muito mais do que um remédio e mudaria para sempre a natureza da guerra. Dizem que a história não se repete, mas ecoa. E acredito que a história está ecoando nesse exato momento.
Na sociedade criamos instituições e contratos sociais para tentar evitar conflitos diretos, como brigas ou disputas por poder. No entanto, essas soluções muitas vezes só adiam os problemas e, em alguns casos, podem torná-los ainda maiores e mais difíceis de resolver no futuro.
Na natureza, as coisas funcionam de forma simples: quem consegue proteger algo, como um território ou comida, fica com aquilo. Não há regras complicadas ou intermediários para decidir quem tem razão, apenas a força ou a capacidade de cada um.
O Bitcoin é uma inovação que permite resolver disputas de forma mais parecida com a natureza, onde tudo é mais direto e claro. Ele cria um sistema onde as pessoas podem competir de forma justa, sem depender de instituições ou regras complexas, o que pode levar a uma sociedade mais estável e equilibrada.
O BITCOIN NÃO É APENAS PREJUDICIAL AOS SISTEMAS MONETÁRIOS.
É perturbador a forma como os humanos respondem à questão existencialmente importante de gerenciar seus recursos. Tecnologias de prova de trabalho, como o Bitcoin, podem mudar a dinâmica de 10.000 anos de competições de poder físico.
Consequentemente interrompendo a forma como as sociedades se organizam e mudando o equilíbrio global de poder. É difícil subestimar o quão disruptivas as tecnologias de projeção de energia cibernética, como o Bitcoin, podem ser para nossa dinâmica de energia atual, uma vez que abrimos a mente e paramos de olhar para essa tecnologia como se fosse estritamente uma "moeda digital".
Ao ver o Bitcoin como um sistema de "software" em vez de apenas um sistema de pagamento eletrônico ponto a ponto, as implicações estratégicas dessa tecnologia ficam mais claras. Essa tecnologia pode mudar drasticamente a maneira como os humanos competem pelo controle sobre as coisas que valorizam e redefinir o equilíbrio global de poder de maneiras que apenas guerras mundiais cinéticas em grande escala fizeram no passado.
As nações parecem estar aprendendo como são vulneráveis a ataques de negação de serviço pelos administradores de sistema das redes de telecomunicações de computadores que escolhem usar.
As sanções tomadas por organizações como a SWIFT contra o Irã e a Rússia mostraram ao mundo que quem quer que controle a rede de computadores gerenciando os valiosos bits de informação de que dependem, tem tacitamente controle completo e irrepreensível sobre eles.
As nações podem estar começando a ver que uma rede de computação sem permissão e de confiança zero que permite que bits de informação sejam transmitidos, recebidos e armazenados sem a ameaça de ataques de negação de serviço ou outras formas de exploração sistêmica é uma segurança estratégica nacional vital prioridade. Não apenas por informações financeiras, mas por qualquer tipo de informação.
Isso implicaria que o Bitcoin poderia se tornar amplamente reconhecido como um imperativo de segurança estratégica nacional.
As ações de El Salvador demonstram que as nações já estão começando a reconhecer o Bitcoin como uma solução candidata.
Se o Bitcoin fosse adotado por outras nações, isso poderia validá-lo como uma rede de computadores sistemicamente segura e estrategicamente importante. Até o momento, nenhuma nação foi capaz de superar o enorme custo físico necessário para o ataque de negação de serviço ou explorar sistematicamente os bits do Bitcoin – incluindo e especialmente superpotências nucleares. Isso é digno de nota, e as nações parecem estar prestando atenção.
A PRÓXIMA GRANDE COMPETIÇÃO DE PODER GLOBAL PODERIA SER UMA FORMA DE GUERRA "SUAVE " OU ELETROCIBERNÉTICA TRAVADA NO CIBERESPAÇO USANDO UM PROTOCOLO DE "SOFTWARE".
Pode ser algum tipo de luta revolucionária de equilíbrio de poder entre uma classe governada e dominante existente (não necessariamente contra governos, mas contra administradores de sistemas de software como um todo...
Que podem incluir, mas não se limitar a governos). Além disso, essa guerra revolucionária "suave" poderia acontecer simultaneamente em todo o mundo e, portanto, qualificar-se tecnicamente como uma terceira guerra mundial.
Por último e mais importante, essa terceira guerra mundial suave e não letal já poderia ter começado, mas nossos líderes ainda não a reconhecem porque esperam que seja uma guerra cinética travada no espaço tridimensional, em vez de uma guerra elétrica travada no ciberespaço.
Em outras palavras, os líderes de hoje podem perder o domínio de seus impérios porque esperam que a próxima guerra mundial se pareça com a última guerra mundial.
Não só é possível que uma guerra mundial eletrocibernética já tenha começado, como também é possível que a resultante transformação do equilíbrio de poder já esteja bem encaminhada e que as superpotências existentes possam estar bem atrás da curva de poder.
Tudo porque seus líderes não entendem o suficiente sobre a teoria do computador ou a profissão de combatente para reconhecer que surgiu uma nova tecnologia não letal de combate eletrocibernético que muda drasticamente o equilíbrio de poder na sociedade da era digital, chamada Bitcoin.
PODEMOS VER O BITCOIN SOB UMA NOVA LUZ.
O Bitcoin é atraente não como um candidato a sistema monetário, mas como um sistema de segurança cibernética.
A tecnologia subjacente de prova de trabalho do Bitcoin está provando ser uma maneira bem sucedida de proteger fisicamente bits de informação contra exploração e abuso sistêmicos, dando às pessoas a capacidade de projetar poder físico para impor custos físicos severos (custos denominados em watts) em atores beligerantes que tentam explorá-los através de seu software.
O Bitcoin demonstra que as pessoas podem obter e manter controle de confiança zero, sem permissão, igualitário e descentralizado sobre bits de informação, desde que estejam dispostas e sejam capazes de projetar poder físico para protegê-lo. Isso sugeriria que o Bitcoin não é apenas um sistema monetário, mas talvez algum tipo de forma “suave” de competição de poder que replicou com sucesso os mesmos benefícios emergentes complexos da guerra, mas sem os efeitos colaterais destrutivos.
Por meio da adoção global contínua do Bitcoin, as pessoas parecem estar construindo a maior hierarquia de domínio baseada em poder físico já criada na história da humanidade, e as implicações sociotécnicas disso podem ser extraordinariamente perturbadoras para todas as hierarquias de poder existentes, incluindo e especialmente os estados nacionais.
Com a adoção global do ciberespaço, combinada com a adoção global de uma forma eletrocibernética de competição de poder físico habilitada por tecnologia de prova de trabalho, como o Bitcoin, a humanidade pode estar no início da criação de um tipo completamente novo de política que nunca foi visto antes.
Um tipo novo ou ajustado de sistema de governança que permite a formação de uma sociedade organizada que se assemelha a algo (ou talvez até superior) a um governo tradicional.
Com o surgimento do ciberespaço e uma nova forma de projetar poder através do ciberespaço, a humanidade pode estar cruzando o horizonte de eventos de uma descoberta altamente impactante semelhante à descoberta da agricultura.
Essa tecnologia pode remodelar nossa compreensão do que significa o termo "defesa nacional" ao mudar o significado de "nacional", porque essa tecnologia pode mudar como as hierarquias abstratas de poder são forjadas em primeiro lugar.
Esse fenômeno não apenas reconfigura a dinâmica econômica, mas promove uma redefinição dos estados-nação, forçando uma adaptação às novas realidades do mundo através do ciberespaço. 🟡⚫️🐍
As táticas de projeção de poder na era digital mudaram claramente e os EUA 🇺🇸 precisa aprender como se adaptar a essas novas táticas; caso contrário, não deverá esperar continuar sendo uma superpotência global na era digital, independentemente de suas capacidades cinéticas.
Sua força militar combinada é praticamente inútil no domínio abstrato do ciberespaço, onde não há massas para deslocar com forças.
Supondo que as teorias apresentadas na tese de Jason Lowery sejam válidas, isso implicaria que, se os EUA quiserem ser poderosos no ciberespaço, eles precisarão considerar o armazenamento de bitpower (também conhecido como bitcoin) e precisarão apoiar uma robusta indústria doméstica de hash.
Pode até valer a pena considerar a posição de organizações dedicadas aos recursos de projeção de poder dos EUA para proteger e defender sua indústria doméstica de hash.
Os EUA podem um dia considerar o uso de seus recursos militares para proteger fisicamente a infraestrutura baseada em massa e a integridade da rede Bitcoin (por exemplo, internet, rede elétrica, instalações de computação, recursos de fabricação de chips, etc.).
Para esse fim, é concebível que os EUA possam um dia empregar algum tipo de componente de combate dedicado a proteger e defender a infraestrutura de hashing de Bitcoin do país, assim como já fazem para outros ativos estrategicamente importantes.
CONSIDERE A IDEIA DE PROTEGER O BITCOIN SOB A SEGUNDA EMENDA DA CONSTITUIÇÃO DOS EUA.
A recomendação é que os formuladores de políticas dos EUA explorem a ideia de proteger tecnologias de prova de trabalho como o Bitcoin sob a segunda emenda. Pode argumentar que os esforços atuais de alguns formuladores de políticas para proibir o Bitcoin são uma violação da segunda emenda da Constituição dos EUA.
As pessoas têm o direito de proteger fisicamente o que elas livremente escolhem valorizar. Na era da informação, as tecnologias que as pessoas usam para proteger fisicamente o que valorizam devem mudar, mas a intenção da segunda emenda não deve mudar.
Os cidadãos dos EUA têm o direito de portar armas (seja qual for a forma que essas armas assumam, cinética ou elétrica) para garantir fisicamente sua propriedade. Não deveria importar se a propriedade, assim como o sistema usado para impor custos físicos severos aos invasores, assumiria a forma de um sistema de computador.
Na verdade, não deveria ser surpreendente que isso acontecesse na era digital da informação. Pode-se argumentar que um sistema de segurança cibernética não letal como o Bitcoin pode se qualificar como algum tipo de armamento digital não letal.
Se isso acontecer, então o senso comum diz que os americanos deveriam ter o direito de portar armas não letais para defender fisicamente suas informações contra ataques, incluindo e especialmente contra ataques de suas próprias políticas governamentais exageradas (o fato de que não pode causar lesão é ainda mais racional para apoiá-la, na minha opinião).
Assim, tentar banir o Bitcoin alegando que ele usa muita energia pode ser uma afronta flagrante aos valores americanos.
O estado final da guerra é Bitcoin porque é a tecnologia de projeção de poder mais poderosa e eficiente já inventada. Também não é letal, pois é elétrico.
Ao digitalizar nossa propriedade monetária e, em seguida, defendê-la eletronicamente em vez de cineticamente, eliminamos a necessidade de matar uns aos outros para garantir nossa propriedade monetária e, possivelmente, resolvemos um impasse estratégico cinético nuclear.
As implicações disso são enormes, mas nosso país está dormindo nisso.
O Bitpower se compara aos chifres de cervos, onde ambos funcionam para aumentar o custo do ataque sem colocar o atacante em perigo letal.
O Bitcon é a tecnologia de projeção de poder mais poderosa e eficiente que os humanos já inventaram para proteger seus recursos, e também é completamente não letal, inaugurando assim uma nova era de paz e prosperidade.
O Bitcoin não é só um sistema financeiro, mas também um sistema de segurança física. Ele pode ser mais do que uma nova estrutura para o sistema financeiro, pois aprendemos a proteger informações financeiras contra ataques físicos.
Isso sugere que o Bitcoin pode ser um novo tipo de sistema de computação, permitindo a troca segura de informações na internet, sem vulnerabilidades aos abusos que as redes de computadores atuais têm.
O Bitcoin pode ter implicações importantes para a segurança nacional, além de ser apenas um sistema monetário, e não devemos ignorá-lo só porque as pessoas não estão questionando suas suposições.
Podemos estar como os alquimistas antigos, vendo a pólvora como um remédio apenas porque seu criador a usou assim pela primeira vez.
O Bitcoin é uma rede de computadores que transfere bits de informação entre computadores usando um sistema de segurança sem precisar confiar em ninguém.
Essas informações podem ser de qualquer tipo, incluindo informações financeiras que permitem pagamentos internacionais e transferências de dinheiro.
É lógico que o primeiro uso de uma rede de computadores assim seja proteger a troca de informações financeiras importantes, mas esse não é o único uso possível.
Essa tecnologia pode ser usada para proteger muitos outros tipos de informações valiosas que queremos manter seguras.
Por isso, o Bitcoin pode ser o início de uma nova forma de segurança de informações, um sistema que pessoas e países podem usar para fortalecer suas defesas digitais e proteger sua liberdade no ciberespaço.
Em resumo, o Bitcoin pode ser mais do que um sistema de pagamento, podendo se tornar um protocolo de defesa digital.
A tecnologia de prova-de-trabalho pode mudar a segurança nacional e as relações de poder no mundo de maneiras que ainda estamos começando a entender.
O principal insight da Teoria da Projeção de Poder do Bitcoin pode ser resumido em duas frases:
1 - A tecnologia, como o Bitcoin, pode representar a descoberta de uma tática de projeção de poder sem precedentes, oferecendo às pessoas uma nova maneira de estabelecer suas hierarquias de domínio e proteger fisicamente as propriedades e políticas que valorizam.
2 - Essa tecnologia tem o potencial de perturbar a estrutura política humana em sua própria base, mudando a maneira como os humanos administram um de seus recursos mais preciosos: a própria informação e todo o conhecimento e poder abstrato derivados dela.
O ciberespaço já está mudando o equilíbrio de poder na sociedade moderna. Este é um campo de batalha que não favorece as superpotências nucleares, mas pode dar uma grande vantagem às superpotências digitais.
Os Estados Unidos deveriam começar a pensar seriamente em se posicionar como uma superpotência digital.
Enquanto isso, os países estão começando a usar ativamente o Bitcoin para proteger e defender seus interesses. Eles estão levantando dinheiro público para construir e administrar forças de hash.
Ao fazer isso, estão validando as teorias de Tesla sobre o futuro da guerra.
As pessoas estão começando a mostrar como diminuir a utilidade da guerra tradicional, tornando todas as nações, grandes ou pequenas, igualmente capazes de se defender através do ciberespaço.
Estamos vendo as teorias de Tesla acontecerem na prática, mas poucos parecem perceber isso.A chamada Lei de Potência pode ser vista como parte do DNA do #Bitcoin.
Isso nos ajuda a entender que o #Bitcoin não é apenas um ativo financeiro ou uma tecnologia digital isolada, mas sim uma rede viva, que se comporta de forma semelhante a outros sistemas que são encontrados na natureza.
Em ecossistemas, cidades e até em redes biológicas, é comum observar padrões de crescimento que seguem leis de escala.
O #Bitcoin, como rede monetária descentralizada, obedece a essa mesma lógica: à medida que cresce em número de usuários, transações e infraestrutura, ele se organiza segundo regras matemáticas previsíveis, revelando uma resiliência estrutural que não depende de decisões humanas.
Esse padrão não é arbitrário nem fácil de ser quebrado. Para que ele fosse destruído, seria necessário mudar radicalmente a natureza do próprio protocolo #Bitcoin, algo que vai contra sua imutabilidade e descentralização.
O grande ponto é que a maioria das pessoas ainda não compreendeu isso. Muitos enxergam o #Bitcoin apenas como preço ou especulação, sem perceber que ele opera dentro de um modelo de crescimento natural, reforçado pela lei da física e pela teoria das redes.
Entender isso é compreender que o #Bitcoin não é apenas mais uma invenção tecnológica, mas um organismo emergente, que cresce seguindo leis fundamentais do próprio universo.

Isso nos ajuda a entender que o #Bitcoin não é apenas um ativo financeiro ou uma tecnologia digital isolada, mas sim uma rede viva, que se comporta de forma semelhante a outros sistemas que são encontrados na natureza.
Em ecossistemas, cidades e até em redes biológicas, é comum observar padrões de crescimento que seguem leis de escala.
O #Bitcoin, como rede monetária descentralizada, obedece a essa mesma lógica: à medida que cresce em número de usuários, transações e infraestrutura, ele se organiza segundo regras matemáticas previsíveis, revelando uma resiliência estrutural que não depende de decisões humanas.


Quando você realmente compreende o #Bitcoin, não há como querer voltar ao sistema desonesto do dinheiro fiduciário.
Eu não volto atrás, de jeito nenhum.


Se você quer protestar de verdade, proteste contra a manipulação monetária dos bancos centrais, que rouba seu poder de compra todos os dias.
A melhor forma de se proteger e reagir?
Comprando #bitcoin.
Você fala em “mundos avançados” que dispensam o dinheiro como se isso fosse um ideal moral. Mas veja: não existe sociedade onde o homem possa viver sem produzir valores, e valores precisam ser medidos, trocados, reconhecidos...
O dinheiro é a ferramenta moral que torna possível a troca voluntária entre indivíduos livres.
Quando você me fala em sociedades que “vivem como irmãos”, eu vejo apenas uma negação da individualidade em nome de um coletivismo místico.
A irmandade compulsória não é virtude, é escravidão. O homem não existe para servir aos outros sem interesse genuíno, o homem existe para pensar, criar, conquistar, e só então por livre escolha, trocar o fruto de sua mente e de seu trabalho.
Se os “seres ufológicos” que você estuda aboliram o dinheiro, pergunte-se: pelo que substituíram a mente humana? Sem dinheiro, só há duas alternativas: a servidão, onde uns se sacrificam aos outros, ou a pilhagem, onde uns tomam pela força o que não podem criar.
O dinheiro não é um “paradigma ultrapassado”. É o símbolo mais elevado da civilização. Onde quer que ele desapareça, a barbárie retorna.
O dinheiro é a ferramenta moral que torna possível a troca voluntária entre indivíduos livres.
Quando você me fala em sociedades que “vivem como irmãos”, eu vejo apenas uma negação da individualidade em nome de um coletivismo místico.
A irmandade compulsória não é virtude, é escravidão. O homem não existe para servir aos outros sem interesse genuíno, o homem existe para pensar, criar, conquistar, e só então por livre escolha, trocar o fruto de sua mente e de seu trabalho.
Se os “seres ufológicos” que você estuda aboliram o dinheiro, pergunte-se: pelo que substituíram a mente humana? Sem dinheiro, só há duas alternativas: a servidão, onde uns se sacrificam aos outros, ou a pilhagem, onde uns tomam pela força o que não podem criar.
O dinheiro não é um “paradigma ultrapassado”. É o símbolo mais elevado da civilização. Onde quer que ele desapareça, a barbárie retorna.Comprar #bitcoin abaixo de 0,1 milhão de dólares é a oportunidade de uma vida.
VOCÊ TEM MENOS em comum com uma pessoa média do ano 2125 do que com um cidadão romano do ano 25, mesmo que a pessoa do futuro esteja 20 vezes mais próxima de você no tempo.
Não acredita em mim?... 👇🏼
Será que a pessoa nascida em 1925 tem mais em comum conosco hoje em 2025 ou um romano no ano 25?
Para ambos os períodos:
- O parto é bastante perigoso.
- A malária é uma ameaça real.
- A maioria dos bebês não chega à idade adulta.
- O conceito de ar-condicionado é absurdo.
- 80% da humanidade ainda vive na pobreza.
- A maioria nunca viu uma foto (muito menos esteve em uma terra estrangeira).
- A expectativa de vida é igual.
- Ambos não têm "entretenimento" além da leitura (supondo que saibam ler).
- As guerras são travadas cara a cara, e a maioria das mortes ocorre por doenças.
- O cavalo é a forma mais comum de transporte.
A educação além da agricultura básica e de uma profissão é extremamente rara.
Fora de uma comunidade local de cerca de 500 indivíduos, é raro interagir com alguém do mundo exterior.
As necessidades energéticas do mundo são insignificantes em comparação com o futuro.
E a maioria das comunicações é feita em tempo real, cara a cara.
O mundo de 1925 é incrivelmente avançado em comparação com os antigos romanos em muitos aspectos, mas ambos são mundos antigos em comparação com o ano de 2025.
Da mesma forma, o mundo de 1825 ou qualquer outro século parece desatualizado/avançado em relação aos séculos vizinhos.
A mudança exponencial NÃO é nova de forma alguma.
O mundo de 2025 será visto como tendo mais em comum com o mundo de 1925 quando o ano de 2125 chegar
Em apenas 100 anos sua visão de mundo não será apenas desatualizada... será considerada LITERALMENTE ANTIGA. Mesmo se mantivermos o ritmo atual da década de 2020, o que não faremos.
A tecnologia avança 500% MAIS RÁPIDO agora do que em 1925, e não há motivo para pensar que 2125 será qualquer coisa além de >300% MAIS RÁPIDO DO QUE HOJE. (Já se poderia argumentar que você tem tão pouco em comum tecnologicamente com você mesmo de 1985 quanto seu eu teria em 1285.)
Estamos no mundo antigo... onde os humanos trocam valor econômico por meio de trocas entre unidades de moeda política e armazenam riqueza em ativos e bens.
Neste mundo, o problema central é a falta de prosperidade. As transações são caras e levam dias/semanas para serem concluídas, frequentemente envolvendo pessoas chamadas "corretores" ou "agentes imobiliários" que gerenciam profissionalmente essas transações devido ao extremo cuidado necessário para lidar com bens tão valiosos e caros. Até mesmo lidar com dinheiro não é fácil.
No mundo que está por vir, os humanos não economizam em ativos porque a deflação se intensifica.
Não há motivo para manter ações, pois os lucros se tornam cada vez menores ao longo do tempo, não há motivo para manter títulos ou moedas políticas de nações insolventes, e não há motivo para manter ouro em expansão.
Ações são, de qualquer forma, nosso dinheiro por procuração.
Elas só "sobem para sempre" porque são a coisa mais próxima que temos de dinheiro perfeito no mundo antigo (hoje), onde não temos dinheiro perfeito.
Com a criação de dinheiro perfeito -> ações (e tudo mais) volta ao seu estado natural: deflação eterna.
Elas só "sobem para sempre" porque são a coisa mais próxima que temos de dinheiro perfeito no mundo antigo (hoje), onde não temos dinheiro perfeito.
Com a criação de dinheiro perfeito -> ações (e tudo mais) volta ao seu estado natural: deflação eterna.
Estamos deixando o mundo antigo, no qual vendemos dinheiro infinito para deter ativos menos infinitos a fim de criar uma "carteira" perfeita para funcionar como dinheiro perfeito. Estamos entrando no mundo moderno, no qual vendemos ativos infinitos por dinheiro finito.
Contudo, o cérebro humano considera a hiperabundância de prosperidade uma coisa ruim, pois nossa mentalidade não seria mais capaz de vender tempo por unidades de moeda política.
As pessoas de 2025 falharam em entender a história. Elas falharam em olhar para o cavalo...
A locomotiva tornou o cavalo sem emprego. A deflação real fez com que os trabalhos para os cavalos não fossem mais viáveis, pois tudo era tão barato que não fazia sentido operá-los.
Da mesma forma, como empregar humanos quando a prosperidade é tão barata que não se pode dar a todos empregos?
Não é um colapso na prosperidade ou na população... é um COLAPSO nos empregos e ativos.
Na transição:
- além do dinheiro todos os ativos irão para zero
- a maior parte da força de trabalho fica desempregada
- o dinheiro se torna a singularidade monetária da humanidade à medida que ela prospera
Estamos deixando o mundo antigo do amanhã, onde o trabalho humano é economicamente viável e é trocado por unidades de moeda política corrompidas para serem convertidas em ativos finitos do passado menos próspero.
Tudo irá a zero contra #Bitcoin
Você está preparado?
A emergência deste vindouro mundo moderno de amanhã é o que gênios como Henry Ford e Nikola Tesla previram no início do século XX, quando anteciparam a Era da Informação.
Quatro níveis principais neste sistema: Energia, informação, comunicação e monetário.
1 Rede para converter "riqueza natural" em energia (eletricidade).
2 Sistema para converter energia em informação (computadores, 1948).
3 Rede para comunicar esses dados com o mínimo de atrito (internet, 1983).
4 Algoritmo para converter informação em um registro imutável (#Bitcoin, 2009).
"Estamos no início dessa nova era, não em seu fim.
O paradigma global de comunicação (a internet) ainda está em seus estágios iniciais, com 40% da humanidade ainda por adotá-la completamente. Da mesma forma, a exploração de nossa moeda nativa (#Bitcoin) para essa era está apenas começando. É um momento de decolagem e exploração."
Sua visão de mundo está prestes a ser completamente desafiada, juntamente com seus "modelos" e previsões. Todos estão equivocados.
Seus "especialistas" estão utilizando modelos de precificação do passado para projetar um futuro que não existe.
Você tem menos em comum com a pessoa de 2125 do que com a pessoa do ano 25.
O #Bitcoin é essencial para a destruição de sua visão de mundo. Sua criação era inevitável e, agora que está aqui, não pode ser desfeita.
É uma pílula difícil de engolir.
A maioria das pessoas que você conhece aprenderá da maneira difícil e só aceitará a dominância da locomotiva quando a única opção economicamente viável restante for levar seus cavalos e uma espingarda para trás do celeiro. Elas terão que recomeçar no futuro, assim como os agricultores tiveram que começar de novo nas fábricas.
O valor da camada monetária da era da informação (#Bitcoin) está aumentando para sempre, da mesma forma que tudo mais que armazena energia monetária DEVE ir para ZERO... Para sempre.
#BTC já é o ativo de menor risco que existe, apesar da resistência mental.
Mesmo que o poder de compra do #bitcoin permanecesse constante nos próximos 100 anos, seu preço em termos de dólares ainda iria para o infinito.
Mas e suas ações? Seus títulos? Seu dinheiro?
Zero, zero, zero... Muito mais rápido do que você imagina.
Velas, cavalos, canhões e telégrafos não têm incentivo econômico para sobreviver.
A maioria não acreditará em mim agora. Uma pena, mas compreensível. Eu também não entendia isso em algum momento.
Você pode esperar ignorar #Bitcoin por alguns anos enquanto o antigo sistema de troca política cambaleia, mas seu colapso para a irrelevância JÁ está acontecendo mais rápido do que qualquer mudança na história.
Espero que você perceba em breve que estava errado e perceba rapidamente que o #Bitcoin era a razão.

Será que a pessoa nascida em 1925 tem mais em comum conosco hoje em 2025 ou um romano no ano 25?
Para ambos os períodos:
- O parto é bastante perigoso.
- A malária é uma ameaça real.
- A maioria dos bebês não chega à idade adulta.
- O conceito de ar-condicionado é absurdo.
- 80% da humanidade ainda vive na pobreza.
- A maioria nunca viu uma foto (muito menos esteve em uma terra estrangeira).
- A expectativa de vida é igual.
- Ambos não têm "entretenimento" além da leitura (supondo que saibam ler).
- As guerras são travadas cara a cara, e a maioria das mortes ocorre por doenças.
- O cavalo é a forma mais comum de transporte.
A educação além da agricultura básica e de uma profissão é extremamente rara.
Fora de uma comunidade local de cerca de 500 indivíduos, é raro interagir com alguém do mundo exterior.
As necessidades energéticas do mundo são insignificantes em comparação com o futuro.
E a maioria das comunicações é feita em tempo real, cara a cara.
O mundo de 1925 é incrivelmente avançado em comparação com os antigos romanos em muitos aspectos, mas ambos são mundos antigos em comparação com o ano de 2025.
Da mesma forma, o mundo de 1825 ou qualquer outro século parece desatualizado/avançado em relação aos séculos vizinhos.
A mudança exponencial NÃO é nova de forma alguma.
O mundo de 2025 será visto como tendo mais em comum com o mundo de 1925 quando o ano de 2125 chegar
Em apenas 100 anos sua visão de mundo não será apenas desatualizada... será considerada LITERALMENTE ANTIGA. Mesmo se mantivermos o ritmo atual da década de 2020, o que não faremos.
A tecnologia avança 500% MAIS RÁPIDO agora do que em 1925, e não há motivo para pensar que 2125 será qualquer coisa além de >300% MAIS RÁPIDO DO QUE HOJE. (Já se poderia argumentar que você tem tão pouco em comum tecnologicamente com você mesmo de 1985 quanto seu eu teria em 1285.)
Estamos no mundo antigo... onde os humanos trocam valor econômico por meio de trocas entre unidades de moeda política e armazenam riqueza em ativos e bens.
Neste mundo, o problema central é a falta de prosperidade. As transações são caras e levam dias/semanas para serem concluídas, frequentemente envolvendo pessoas chamadas "corretores" ou "agentes imobiliários" que gerenciam profissionalmente essas transações devido ao extremo cuidado necessário para lidar com bens tão valiosos e caros. Até mesmo lidar com dinheiro não é fácil.
No mundo que está por vir, os humanos não economizam em ativos porque a deflação se intensifica.
Não há motivo para manter ações, pois os lucros se tornam cada vez menores ao longo do tempo, não há motivo para manter títulos ou moedas políticas de nações insolventes, e não há motivo para manter ouro em expansão.
Ações são, de qualquer forma, nosso dinheiro por procuração.
Elas só "sobem para sempre" porque são a coisa mais próxima que temos de dinheiro perfeito no mundo antigo (hoje), onde não temos dinheiro perfeito.
Com a criação de dinheiro perfeito -> ações (e tudo mais) volta ao seu estado natural: deflação eterna.
Elas só "sobem para sempre" porque são a coisa mais próxima que temos de dinheiro perfeito no mundo antigo (hoje), onde não temos dinheiro perfeito.
Com a criação de dinheiro perfeito -> ações (e tudo mais) volta ao seu estado natural: deflação eterna.
Estamos deixando o mundo antigo, no qual vendemos dinheiro infinito para deter ativos menos infinitos a fim de criar uma "carteira" perfeita para funcionar como dinheiro perfeito. Estamos entrando no mundo moderno, no qual vendemos ativos infinitos por dinheiro finito.
Contudo, o cérebro humano considera a hiperabundância de prosperidade uma coisa ruim, pois nossa mentalidade não seria mais capaz de vender tempo por unidades de moeda política.
As pessoas de 2025 falharam em entender a história. Elas falharam em olhar para o cavalo...
A locomotiva tornou o cavalo sem emprego. A deflação real fez com que os trabalhos para os cavalos não fossem mais viáveis, pois tudo era tão barato que não fazia sentido operá-los.
Da mesma forma, como empregar humanos quando a prosperidade é tão barata que não se pode dar a todos empregos?
Não é um colapso na prosperidade ou na população... é um COLAPSO nos empregos e ativos.
Na transição:
- além do dinheiro todos os ativos irão para zero
- a maior parte da força de trabalho fica desempregada
- o dinheiro se torna a singularidade monetária da humanidade à medida que ela prospera
Estamos deixando o mundo antigo do amanhã, onde o trabalho humano é economicamente viável e é trocado por unidades de moeda política corrompidas para serem convertidas em ativos finitos do passado menos próspero.
Tudo irá a zero contra #Bitcoin
Você está preparado?
A emergência deste vindouro mundo moderno de amanhã é o que gênios como Henry Ford e Nikola Tesla previram no início do século XX, quando anteciparam a Era da Informação.
Quatro níveis principais neste sistema: Energia, informação, comunicação e monetário.
1 Rede para converter "riqueza natural" em energia (eletricidade).
2 Sistema para converter energia em informação (computadores, 1948).
3 Rede para comunicar esses dados com o mínimo de atrito (internet, 1983).
4 Algoritmo para converter informação em um registro imutável (#Bitcoin, 2009).
"Estamos no início dessa nova era, não em seu fim.
O paradigma global de comunicação (a internet) ainda está em seus estágios iniciais, com 40% da humanidade ainda por adotá-la completamente. Da mesma forma, a exploração de nossa moeda nativa (#Bitcoin) para essa era está apenas começando. É um momento de decolagem e exploração."
Sua visão de mundo está prestes a ser completamente desafiada, juntamente com seus "modelos" e previsões. Todos estão equivocados.
Seus "especialistas" estão utilizando modelos de precificação do passado para projetar um futuro que não existe.
Você tem menos em comum com a pessoa de 2125 do que com a pessoa do ano 25.
O #Bitcoin é essencial para a destruição de sua visão de mundo. Sua criação era inevitável e, agora que está aqui, não pode ser desfeita.
É uma pílula difícil de engolir.
A maioria das pessoas que você conhece aprenderá da maneira difícil e só aceitará a dominância da locomotiva quando a única opção economicamente viável restante for levar seus cavalos e uma espingarda para trás do celeiro. Elas terão que recomeçar no futuro, assim como os agricultores tiveram que começar de novo nas fábricas.
O valor da camada monetária da era da informação (#Bitcoin) está aumentando para sempre, da mesma forma que tudo mais que armazena energia monetária DEVE ir para ZERO... Para sempre.
#BTC já é o ativo de menor risco que existe, apesar da resistência mental.
Mesmo que o poder de compra do #bitcoin permanecesse constante nos próximos 100 anos, seu preço em termos de dólares ainda iria para o infinito.
Mas e suas ações? Seus títulos? Seu dinheiro?
Zero, zero, zero... Muito mais rápido do que você imagina.
Velas, cavalos, canhões e telégrafos não têm incentivo econômico para sobreviver.
A maioria não acreditará em mim agora. Uma pena, mas compreensível. Eu também não entendia isso em algum momento.
Você pode esperar ignorar #Bitcoin por alguns anos enquanto o antigo sistema de troca política cambaleia, mas seu colapso para a irrelevância JÁ está acontecendo mais rápido do que qualquer mudança na história.
Espero que você perceba em breve que estava errado e perceba rapidamente que o #Bitcoin era a razão.
