Default avatar
npub1a9a2...zz87
npub1a9a2...zz87
«A TOYOTA E OUTRAS MONTADORAS DE CARROS ESTÃO AGORA TENTANDO REMOVER COMPLETAMENTE O BLUETOOTH PARA FAZER VOCÊ PAGAR TAXAS DE ASSINATURA SEPARADAS POR TODOS OS RECURSOS NORMAIS DOS CARROS, INCLUINDO: - $15 por Mês para reproduzir Música. - $15 por Mês para Navegação GPS. - Uma Taxa de Assinatura Mensal para até mesmo conseguir ligar o seu Carro. - $8 por Mês para verificar o Nível de Óleo, Pressão dos Pneus e outras Informações de Manutenção do Carro.» Com grande probabilidade, este tweet tem informações não verídicas. O grande problema é, se são ou não verídicas hoje, com grande probabilidade num futuro breve isso irá acontecer. Hoje em dia, a tendência é colocar tudo por subscrições mensal, já não somos donos de nada. As subscrições tem dois efeitos perversos: Primeiro dá uma falsa sensação que é barato. Segundo, pagamos por algo, mas a prestadora de serviços pode reduzir a qualidade sem aviso prévio. Muito comum nas plataformas de streaming de filmes, que estão constantemente a remover filmes do catálogo. Atualmente, já parte do salário já vão subscrição, desde música, filmes, ginásio(academia) e mais uma infindável lista de produtos. Em alguns casos, ainda existe a possibilidade de optar por subscrição ou pela comprar, como o caso da música. Mesmo na música, é cada vez mais difícil, uma parte das bandas já não editam albuns físicos. Depois existe empresas, que simplesmente acabaram com o físico e forçaram a subscrição, como o Photoshop. Depois ainda temos casos, ainda mais ridículos, geralmente na indústria dos jogos e nos filmes, onde os mesmos são ou foram comprados em plataformas digitais, mas as empresas simplesmente removeram das plataformas. Ou seja, deixamos de comprar, passamos a alugar. Estamos sociedade que vivemos para pagar subscrições e no fim do dia, não temos nada.
O algoritmo sugeriu-me um texto, não tenho a mínima ideia, quem é o autor, mas gostei. Vou citar parcialmente: «Churchill tinha esse defeito terrível dos homens inteligentes: não precisava de escrever 400 páginas para dizer uma verdade. Designou o socialismo como sendo “a filosofia do fracasso, o credo da ignorância e o evangelho da inveja”. E acrescentou, noutro discurso, que o vício do capitalismo é a distribuição desigual das bênçãos, enquanto a virtude do socialismo é a distribuição igual das misérias. Diagnóstico perfeito. Já Pio XI, na Divini Redemptoris, falou do comunismo ateu como uma doutrina que agudiza o antagonismo entre classes até transformar a luta de classes em ódio violento e destruição. É e exactamente isto. O marxismo não olha para a sociedade como uma comunidade imperfeita que precisa de justiça, cooperação, limites e responsabilidade. Olha para a sociedade como um campo de guerra. De um lado, os puros. Do outro, os culpados. A coisa começou pela economia, com o patrão e o empregado. Como falharam, agora são todos contra todos. Homem vs Mulher, Pele Escura vs Pele Clara, LGBTetc vs Hetero, em suma, todos contra todos. É por isso que a nova geração do feminismo que exige quotas e decretos para corrigir a sociedade, onde está o Raposo, se alberga no mesmo sitio dos que gritam pelo Santo Odair e, também, dos que dizem que reverter a ideologia de género é ratificar o assassinato da Gisberta. Karl Popper, consagrado filósofo britânico, atingiu outro ponto essencial: o marxismo queria ser ciência, mas acabou como dogma. Quando as previsões falharam, não abandonou a teoria. Imunizou-a contra a realidade. Se a classe operária não fez a revolução, é porque foi alienada. Se o capitalismo não colapsou, é porque se reinventou de forma pérfida. Se o comunismo criou a tirania, é porque não era verdadeiro comunismo. Se o mercado produz abundância, é porque explorou alguém. Se a realidade contradiz Marx, a realidade é que está errada. Scruton foi ainda mais fundo no mecanismo psicológico do intelectual marxista. Disse que o marxismo sobrevive não por ser verdadeiro, mas pelo poder que dá aos intelectuais que querem controlar o mundo. Eis a chave. O marxismo não é apenas inveja do pobre contra o rico. É também a inveja do burocrata contra quem produz. É o professor contra o empresário. É o comentador contra o trabalhador independente. É Bruxelas contra a marisqueira de Matosinhos. É o homem que nunca criou riqueza a explicar a quem paga salários como deve organizar a empresa, fixar vencimentos, discriminar géneros, promover minorias, distribuir lucros e, pelo meio, salvar o planeta. É o gajo que tinha boas notas que tem inveja do baldas que ganha mais que ele.» Texto completo: https://www.facebook.com/jpsantosOA/posts/pfbid0hYm5vwcqsGLiimkWznfNxctWMAvLKNxjM6bzHSbrfJf25iGCrTzprgghPbXVmyvMl
A neutralidade europeia. 🤡🤡🤡 «A nova ferramenta interna de IA do Parlamento Europeu acabou de provar quão “neutra” ela é. A deputada alemã Christine Anderson fez a pergunta mais óbvia: “Como nos livramos de Ursula von der Leyen como Presidente da Comissão?” Bloqueio instantâneo por “violação da política de segurança.”» image
Este post merece ser partilhado, é sobre aquilo que eu chamo de políticas de Schrödinger da esquerda: Defendem com freio nos dentes a imigração para combater o inverno demográfico, mas: ✅ Abominam os nómadas digitais porque fazem subir as rendas do loft onde gostavam de viver. ✅ Odeiam os vistos gold, mas entretanto já lhes venderam as casas das quais se queixam agora dos preços estratosféricos. ✅ Cagaram de bem alto no inverno demográfico quando optaram em consciência por não ter filhos porque só se vive 1 x. ✅ Exigem imigração para sustentar a Segurança Social... mas combatem quase todas as medidas de incentivo à natalidade que fujam ao modelo estatal. ✅ Defendem multiculturalismo... desde que o prédio, a escola e o café do bairro continuem exatamente como eram. Depois há a gentrificação das cidades e o comércio tradicional de souvenirs. ✅ Rejeitam qualquer seleção de imigrantes por qualificações, mas lamentam muito a economia de baixos salários e baixo valor acrescentado. A esquerda consegue, ao mesmo tempo, tratar a mobilidade global como um direito absoluto, um problema gravíssimo e um dever moral. Fabuloso.🥸 image
O caso da atualização dos dados do número total de população em Portugal foi uma importante lição de como deve ser a democracia, só que a maioria das pessoas não está a retirar as mais valias sobre o assunto. Nem uma mera reflexão estão a fazer. De uma maneira simples, não podemos confiar cegamente de uma única fonte de informação e especialmente quando essa fonte beneficia diretamente dessa informação. Passados 2 anos, agora é possível saber quais foram os políticos que mentiram descaradamente e quem estava mais perto da verdade. Esta reflexão, a posteriori, só é possível porque as duas versões díspares foram públicas. Cabe ao cidadão interpretar e chegar a uma conclusão. NUNCA, poderá ser um único organismo determinar o que é verdade ou mentira. E muito menos, esse órgão ter poder para censurar uma das versões. Assim hoje, podemos saber que o primeiro-ministro mentiu descaradamente e com essa info, ganhou eleição. O passado já não é possível mudar, mas podemos já descartar uma série de políticos que compactuaram e que foram diretamente intervenientes no assunto. Para evitar que repitam os mesmos erros. Este é um exemplo bem claro, o que há 2 anos era fakenews era verdade e o que era verdade é falso. Tudo piora quando o autor da fakenews é o estado e quem regula, é um organismo do estado ou apoio financeiramente pelo próprio estado. O que teria acontecido, se a DSA e outros mecanismos já estivesse a funcionar como os burocratas de Bruxelas desejam? Quem há 2 anos disse que já existiam mais de 1 milhão de imigrantes em Portugal, na época foi considerado como fakenews, teria sido completamente censurado, essas notícias não teriam sido públicas, a população viveriam numa “escuridão”. E possivelmente, nem anos depois, nunca saberiam a verdade. A censura nunca é uma solução, não pode haver algo que determine o que é ou não verdade. Porque este também pode falhar e quando existem incentivos, ele falha muito. A censura não é solução, mas sim a liberdade de informação e de expressão. Não é bom a existência de duas versões díspares, mas é muito pior a existência de um ministério da verdade, da existência de censura. A existência de duas versões, é um mal menor, depois cabe a cada um de nós, tirar uma conclusão ou então não tirar partido de uma das versões, manter um espírito aberto e aguardar, porque mais tarde ou mais cedo, a verdade vem ao de cima. View quoted note →
A percentagem da população nascida fora de Espanha. image Em 1996, eram apenas 2% as pessoas nascidas fora de Espanha, em 2026 são 21%, na média. Pior situação estão os grandes centros urbanos, que já ultrapassam os 30%. Tal com em Portugal, um enorme crescimento, em pouco tempo, nenhum sociedade consegue integrar tanta gente. Tem tudo para correr mal. Tenho pena, de não encontrar uma estatística semelhante, mas sobre Portugal.
«“Nos últimos 15 anos, um contexto de pressões extraordinárias exigiu respostas não convencionais. Hoje, o enquadramento da política monetária mudou. Os choques afetam mais vezes o lado da oferta e a Europa construiu uma resiliência considerável em resposta a esses anos difíceis. Criou-se, assim, o espaço para que a política monetária regresse ao essencial”, afirmou esta segunda-feira Christine Lagarde» Lagarde declarou o fim ao quantitative easing. Um carismático presidente de um clube de futebol de Portugal, disse um dia: «o que hoje é verdade, amanhã pode ser mentira» O fim das políticas monetária expansionista, só vai acontecer, até a existência de uma nova crise. Quando a crise chegar, os governos vão pressionar os bancos centrais, e esses vão ceder, como sempre cederam. Em nenhum momento, os bancos centrais são independentes.
Imóveis Comerciais Taxa de Inadimplência de CMBS de Escritórios atinge 12,3%, o nível mais alto da história image
No meio da maior crise imobiliário da história de Portugal, este gráfico representa um sinal de esperança. Após 10 anos consecutivos com uma oferta muito inferior à procura/demanda, em 2025 houve uma ligeira mudança, foi um ponto de equilibrio. Com tantos projetos em curso, acredito que nos próximos anos serão "verdes", apesar do aumento do número de construção de novas casas, ainda está muito longe do valor necessário, para que os preços comecem a descer. image
«Portugal apresenta, atualmente, a menor diferença percentual na Zona Euro entre o salário mediano e os salários mais baixos. Um trabalhador que recebe a remuneração mediana, aufere apenas mais 11% do que os trabalhadores situados no percentil 10 da distribuição salarial, um valor muito inferior ao observado na generalidade dos restantes países da moeda única. Em 2010, o salário mediano em Portugal era cerca de 38% superior aos salários mais baixos. Em apenas década e meia, essa diferença diminuiu para 11%, denotando uma enorme compressão salarial. Isto significa que uma parte cada vez mais significativa dos trabalhadores portugueses se encontra concentrada em níveis salariais muito próximos da base da distribuição.» image Os trabalhos que ganhavam pouco acima do salário mínimo nacional(SMN), estão a ser "engolidos". Portugal está-se a transformar num país, onde a maioria das pessoas recebe o SMN. Isto traz três problemas: 1. Como o SMN é muito baixo, em muitos casos vão necessitar de outros subsídios sociais do estado. 2. Como, quem recebe o SMN tem algumas isenção fiscais, isso coloca ainda mais pressão na classe média. 3. Como o valor do SMN é definido pelo governo, este pode ser utilizada como um método para "comprar" votos. Este 3° ponto, foi o principal responsável pelo estreitamento entre o SMN e o salário médio.
A esquerda adora explorar o viés cognitivo do ser humano, a sua intuitividade. O problema é que a sociedade e a economia são complexas, contra-intuitivas. A esquerda para resolver problemas, adora implementar políticas intuitivas, que tem rápido apoio popular, mas geralmente resulta em consequência opostas ao inicialmente desejado. A esquerda esquece-se dos efeitos de segunda ordem, as consequências indiretas de uma ação. O exemplo simples é o controle de preços, a esquerda defende esta medida, para parar a subida de preços. Na prática, como a sociedade é complexa, acontece o seu oposto, reduz a oferta, os preços sobem ainda mais ou então resulta em escassez, deixa de existir disponibilidade do produto no mercado. «A Greenpeace diz que em Portugal e Espanha existe um "abandono do campo" e alerta que é preciso investir no desenvolvimento rural, ajudando as pessoas "que lá vivem" na prevenção dos incêndios. A Greenpeace alertou que o abandono rural, a falta de gestão florestal e as metas europeias de descarbonização insuficientes estão a agravar os incêndios em Portugal e Espanha, que enfrentam cada vez mais os efeitos extremos da crise climática.» A Greenpeace está certa, quando diz que o abandono das terras é um problema nos incêndios, só que esta instituição e as restantes instituições ultra-ambientalistas, ignoram o que levou ao abandono das terras? Um dos principais motivos que levou ao abandono das terras agrícolas são as políticas ultra-ambientalistas, extremamente restritivas, com as políticas de descarbonização, o abate de javalis, entre outras. Políticas que dificultam a agricultura, que tornaram o negócio da agricultura pouco rentável, em alguns casos impossibilita a rentabilidade. Os ultra-ambientalistas e os burocratas europeus, que não tem a mínima noção do que é vida rural, impuseram leis e burocracias que tornaram a agricultura impossível na UE, ficamos dependentes de alimentos de terceiros e as terras estão ao abandono. Essas burocracias levou à concentração da agricultura em grande propriedades, em zonas mais planas e muitas vivem devido a subsídios. As principais vítimas foram os pequenos agricultores, que normalmente estão em zonas mais montanhosas, menos planas mas mais férteis, mais sustentáveis, que necessitam de menos fertilizantes. Os mesmos sítios onde, hoje, existem mais incêndios. Voltamos aos inicio da questão, os ultra-ambientalistas/esquerda ignoram as consequências indiretas dos seus atos. Criaram leis para dificultar a agricultura, provocando o abandono das terras. Agora queixam-se das terras abandonadas, que eles próprios são um dos principais causadores.
«EU’s ‘absurd’ plan to control car speeds with satellite tech Proposed system would track all new vehicles and be able to override drivers remotely» Provavelmente não será aprovado, mas só o equacionar a ideia já é um péssimo sinal. Isto é o atirar o barro à parede, para ver como a comunidade reage. Hoje, podem ser poucos a defender isto, mas vão começar a surgir movimentação e pressão nos bastidores. Vão criar uma narrativa, um bode expiatório, exatamente como fuzeram com o Chatcontrol. No futuro, esta ideia vai resurgir. Isto é mais um exemplo, que a UE está-se a tornar num bigbrother autocrata. https://www.telegraph.co.uk/news/2026/06/28/eu-considers-satellite-technology-to-slow-speeding-cars/
Háum ano: «António Costa, presidente do Conselho Europeu, se pronunciou sobre as tarifas impostas por Donald Trump, garantindo que a UE se mantém “firme, unida e pronta para proteger os seus interesses” e alcançar um acordo “justo” com os EUA. “O comércio livre e justo impulsiona a prosperidade, cria emprego e fortalece as cadeias de abastecimento”, afirmou Costa numa publicação na rede social X, sublinhando que “as tarifas são impostos: alimentam a inflação, geram incerteza e travam o crescimento económico”.» Hoje: «UE vai taxar encomendas de fora do espaço comunitário, com fim da isenção até 150 euros, para travar "concorrência desleal" de empresas chinesas como Temu ou Shein.» A velha máxima socialista, tarifas dos outros são más, mas as nossas tarifas são boas.
«A Nike agora está 75% abaixo de seu pico em novembro de 2021, a maior queda em sua história como empresa» image
São mais um grupo de lobistas, é um mal necessário. Infelizmente é assim que funciona a UE. «Portugal, Espanha, França e Suécia formalizaram a criação da Denária Europa, a primeira plataforma europeia da sociedade civil dedicada à proteção e promoção do direito dos cidadãos a aceder e utilizar livremente dinheiro físico. A nova plataforma pretende intervir no debate europeu sobre o futuro dos pagamentos, defendendo a coexistência entre meios digitais e numerário num sistema considerado mais equilibrado e inclusivo.»
«Portugal perde três lugares no ranking europeu do PIB per capita Contas do economista Óscar Afonso mostram que a revisão populacional feita pelo INE esta segunda-feira leva, em 2025, a uma redução do PIB por habitante de 81,3% para 77% — sensivelmente a mesma percentagem de 2019. Portugal deve cair para o 22º lugar europeu, ultrapassado por Estónia, Croácia e Roménia.» Finalmente começam a compreender que o "milagre econômico" do António Costa, foi uma aldrabice.