Palavras de Rodrigo Guedes de Carvalho:
"Vivemos numa era de absoluta intransigência do politicamente correcto, a quem já não basta afirmar-se fora da norma e pedir para que não o hostilizem, quer tornar-se a norma. E castigar quem não a cumpre."
"Não me importo com os que se apaixonam por rebarbadoras ou casam com árvores. Mas quero também a liberdade de achar disso o que me apetecer e não o que me querem impor“
“Sabeis que mais? Não me habituarei a tudo, ou não certamente ao que me agrida o sentido do ridículo."
É bom ver figuras públicas, a perderem o medo de falar, dizerem aquilo que pensam. As pessoas começam a dar os primeiros sinais de cansaço do wokismo, do fundamentalismo do politicamente correto.
Concordo plenamente com o Rodrigo, as pessoas são livre de fazer o que lhe apetece, mas eu também quero ter a liberdade de pensar e achar que aquilo é ridículo.
Se as pessoas querem fazer loucuras, façam-nas sozinho, mas não obriguem os outros a concordar e a apoiar.
Não pode existir liberdade só para um lado, nós necessitamos é de mais liberdade, mas sem nunca esquecer do princípio básico:
A minha liberdade termina, quando começa a liberdade do outro.


Rodrigo Guedes de Carvalho dá murro na mesa: "Não me habituarei a tudo, ou não certamente ao que me agrida o sentido do ridículo"
O jornalista da SIC mostrou-se indignado com os impulsionadores do novo normal, deixando duras críticas.


Entretanto o erro foi corrigido:
Não admira, que cada vez menos as pessoas acreditam nos jornais, perderam muita qualidade e credibilidade.
Em vez de melhoram a qualidade, preferem combater a concorrência, alimentando a ideia da necessidade de existir censura nas redes sociais.
No fim de conta, o erro foi de um estagiário, coitado a culpa é sempre o estagiário.

Segurou mais de 11 anos, é obra.
Até 2022 a "coincidência" é plena, mas 2022 iniciou uma divergência?
Ao gráfico vamos adicionar o CBBS (linha verde):
Sempre que existe impressão de dinheiro (QE), o M2 cresce e consequentemente o preço da habitação também sobe, devido à desvalorização da moeda.
Mas tivemos dois momentos, onde o Banco Central "queimou dinheiro" (QT), em 2012 e 2022. Em ambos resultou numa queda do M2, só que no preço da Habitação apenas aconteceu em 2012, 2022 foi diferente.
Em 2022, o M2 caiu mas a HPI continuou a subir, o que aconteceu nesse ano?
Desde de 2021, a população residente em Portugal está a crescer (linha roxa) bastante, este é apenas os dados oficiais, na realidade o número deverá ser maior. Além do aumento do número de residentes, também tem existido uma procura de habitação por pessoas não residentes.
Esta forte procura/demanda, resulta num constante crescimento do HPI e na divergência com o M2. A correção esperada, não aconteceu.



A valorização é mais lenta, mas é muito mais sustentável e menos volátil.
Não poderia estar mais de acordo.
Warren e Trump em concordância...
As impressoras não vão ter descanso.
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Vão remover o tecto de dívida, vai ser uma festa...