“NUNCA INTERROMPAS O TEU INIMIGO QUANDO ELE ESTÁ A COMETER UM ERRO”






Nos últimos 8 anos, a capacidade instalada cresceu cresceu fortemente, sobretudo renováveis, mas a energia produzida reduziu drásticamente, sendo forçada a inportar energia dos países vizinhos.
A produção reduziu bastante devido a políticas ultra-ambientalista, que encerraram, trocaram centrais/usinas nucleares por renováveis.
É uma questão de eficiência, a diferença entre capacidade instalada e energia gerada no nuclear é de 90%, no solar de 20% e na eólica 25-30%
Em suma, para produzir 1GWh é necessário uma capacidade 5 vezes superior em renováveis. Se achavam os valores apresentados no texto elevados, agora multipliquem esses números por 5, que é o número real necessário.



Em Portugal, Entre 1980 e 2021, o número de morte por exposição ao calor ou ao frio, variou entre 3 e 11 mortes por ano.
Em 2022, algo mudou completamente, com 591 mortes em 2022 e 378 morte em 2023.
É muito estranho, uma mudança repentina, os critérios de avaliação foram mudados, por alguma razão?
Certamente para encaixar as "mudanças climáticas", para que as alterações climática seja responsável por centenas de mortes em Portugal.
Curioso, em Espanha, Itália, Grécia, Chipre aconteceu o mesmo, certamente haverá em muito outros países, só pode ser sido alguma diretiva europeia.
Assim já podem fazer noticias deste tipo:
«Alterações climáticas triplicam mortes associadas ao calor
Segundo a Direção-Geral da Saúde, Portugal continental registou 284 óbitos por excesso durante o período de alerta de tempo quente, iniciado a 28 de junho, maioritariamente entre pessoas com 85 ou mais anos.
As alterações climáticas causadas pelo homem triplicaram o número estimado de mortes relacionadas com o calor entre 23 de junho e 2 de julho em 12 cidades europeias, revelou um estudo divulgado esta quarta-feira.»


E estão a ser, parcialmente substituídas por notas de 20€.
Não faz qualquer sentido, como o dinheiro está a perde mais poder de comprar, necessitamos é de notas de maior valor, mas o Banco de Portugal está a fazer o oposto. Isto só pode ser algo planeado, com o propósito de dificultar a utilização de papel-moeda, como um "incentivo" para as pessoas utilizarem sistemas eletrónicos.
Qualquer dias estamos como na Venezuela, temos que andar com grandes volumes de notas.






