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«Empresas de private equity dos EUA têm uma exposição massiva a software: Quase um recorde de 49% de todos os negócios de private equity agora miram empresas de software e serviços de tecnologia. A percentagem DOBROU nos últimos 15 anos.» image Curiosamente, são estas empresas as primeiras a sofrer o impacto da AI.
«A Anthropic derrubou as ações de cibersegurança três vezes em três meses. Cada vez com um produto diferente, mas sempre as mesmas ações. 22 de fev: Lançamento do Claude Code Security. - CrowdStrike -8% - Cloudflare -9% - Okta -9% - Zscaler -10%. 27 de mar: Claude Mythos vazado acidentalmente em uma postagem de blog. - CrowdStrike -7% - Palo Alto -6%. - Zscaler -4.5%. 7 de abr: Projeto Glasswing anunciado oficialmente. - Cloudflare -25% - Zscaler -23% - CrowdStrike -17% - Palo Alto -15%. Três anúncios, três quedas, mas sempre as mesmas ações. O mercado está fazendo uma pergunta: se um modelo de IA pode escanear, detectar e corrigir vulnerabilidades de software mais rápido e barato do que qualquer equipe de segurança humana, o que exatamente CrowdStrike, Palo Alto, Zscaler e Cloudflare estão vendendo?» Boa questão. image
image Depois de olhar para esta lista, uma conclusão se tira, Bitcoin ainda está muito barato.
👀 «A moeda da Turquia, a Lira, agora desabou -99,99% em relação ao dólar americano desde seu pico. Em 1990, 1 Lira = $386 Hoje, 1 Lira = $0,02» image
«Desde o final de fevereiro de 2026, as instituições oficiais estrangeiras venderam mais de 80/90 mil milhões de dólares em Treasuries. As reservas em custódia desceram para cerca de 2,7 biliões de dólares (o valor mais baixo desde 2012.) A principal razão parece estar ligada ao conflito com o Irão e ao aumento do preço do petróleo. Países que importam crude enfrentam custos mais elevados em dólares e pressão sobre as suas moedas. Para obter dólares e defender as divisas, alguns estão a vender Treasuries.» image
Atualmente, quase todos os dias, surgem novos BIP ou ideias ou propostas para melhorar o Bitcoin. Ainda dizem que o Bitcoin está parado, pelo contrário, a inovação fervilha, como nunca antes vista. Hoje surgiu um protótipo, para um ZK para BIP32, uma ferramenta essencial para combater a computação quântica. Ainda terá que melhorar, tem mais de um 1MB, isso torna invisível para a generalidade dos endereço. Mas é um bom ponto de partida. Na semana passada, foi anunciado uma formato de assinatura pós quântica, com 2kb, a SHRIMPS. Neste caso, o desenvolvimento está muito mais avançado e trouxe uma grande melhoria. O ecossistema fervilha inovação.
Nos últimos tempos o Twitter anda a colocar na minha timeline, tweet com forte viés ideológica e com muita iliteracia. Vamos a mais um: «No país da OCDE com mais casas por pessoa, os "peritos" dizem que precisamos construir mais. Uma definição de loucura é repetir a mesma ação a espera que dê um efeito diferente do que sempre deu. Talvez o primeiro passo necessário seja mesmo proibir o acesso ao debate público a licenciados e mestres em economia» Este tweet é acompanhado com um link para uma notícia da CNN «Uma casa já custa 180% mais do que há 10 anos.» Não é necessário ser perito, para perceber que temos um grave problema de falta de habitação, e esse problema foi agravado devido há pouca construção nos últimos anos. Esta estatística diz tudo: image No período de 1999-2002 construíram-se sempre mais de 100 mil novos fogos por ano. Após 2008, construíram-se uma media 10-15 mil por anos, foi uma queda abrupta. É exatamente neste período, que o custo das casas dispara. Em relação ao «No país da OCDE com mais casas por pessoa», isto é demonstrativo de outro problema que o país tem, a desertificação do interior. São inúmeras as aldeias sem qualquer habitante ou com 1 ou 2. Ou seja, temos muitas casas vazias, em locais onde ninguém quer viver, hoje em dia. Os empregos estão nos centros urbanos, aqui a culta também é dos governos, para eles só existe Lisboa e Porto, o resto é paisagem. A descentralização é fulcral para que um país por inteiro se desenvolva. Fica uma pergunta/reflexão para este senhor e para aquele que se queixam da casas estarem caras em Lisboa, saem de Lisboa, vão viver para uma aldeia transmontana, no alto de uma colina, onde a cidade mais próxima fica a 1 hora, aí existem casas vazias e baratas. Problema resolvido... ahhh pois, este senhor são chiques, não gostam do campo, querem apenas viver nas grandes cidades. Como todos pensam assim, é natural exista muitas casas vazias em Portugal, apesar de termos um problema de falta de habitação. Outro local onde existe muitas casas, é no Algarve, mas isso acontece apenas nas estatísticas, devido ao número muito elevado de casas de férias de portugueses e de estrangeiros. Na prática também existe uma enorme falta de casas no Algarve, para os residentes. Será que estes senhores fom um forte viés, querem querem confiscar as casas de férias, aí criam outro grave problema, o litoral algarvio vive essencialmente do turismo. Destruição a sua principal fonte de receitas, nunca será solução. A única solução é mais construção, voltar aos níveis anteriores aos anos 2000. Para criticar quem defende a necessidade de mais construção, utiliza uma citação. «Uma definição de loucura é repetir a mesma ação a espera que dê um efeito diferente do que sempre deu.» O mais caricato aqui, a loucura não é dos "peritos", mas sim de quem acha que não necessitamos de mais construção.
«Irã vai exigir pagamento em bitcoin no pedágio de passagem pelo Estreito de Ormuz. De acordo com o Financial Times: "Hamid Hosseini, porta-voz do Sindicato dos Exportadores de Petróleo, Gás e Produtos Petroquímicos’ do Irã, disse ao FT na quarta-feira que o Irã queria cobrar taxas de pedágio de qualquer petroleiro que passasse e avaliar cada navio.» Adorei esta segunda parte: «Quando o dólar é usado como arma geopolítica, o bitcoin é usado como arma de defesa.»
«Esses picos em money market e ETFs de liquidez costumam aparecer quando o mercado já entrou em um regime mais instável. É capital reduzindo exposição e buscando proteção. Esse acúmulo de caixa também mostra onde está o poder de fogo. Quanto maior o volume parado em liquidez, maior a capacidade dos grandes players de voltar para risco de forma agressiva quando o cenário começa a estabilizar.» image
Segundo a televisão portuguesa SIC, as favelas brasileiras são um paraíso. 🤡🤡 image go woke, go broke
No seguimento do último post, mais um sobre a falta de literacia financeira dos portugueses: «A falência do Estado foi a transferência para as contas públicas da estrondosa falência da economia privada e financeira em Portugal, vinda de uma década vivida claramente acima das suas possibilidades, como é da mais elementar evidência.» image Sim, isto é verdade, aconteceu, mas a questão mais importante a fazer é, estamos disponíveis para mudar o sistema? Quem fez este post no twitter e a generalidade dos portugueses, apesar de criticarem o sistema, querem manter todos os benefícios desse mesmo sistema, só não querem é os malefícios, que o próprio contém. Como o meu pai costuma dizer, não há «Sol na eira e chuva no nabal». Esse privilégio tem um custo, e esse custo é muito elevado. Este post, está insinuando que a dívida privada é das empresas, que o estado salvou o capitalismo. Na verdade, esta dívida é essencialmente do cidadão comum, devido ao crédito à habitação. Os governos ficaram com um dilema nas mãos, ou nacionalizavam os prejuízos ou deixavam os bancos ir à falência. Se os bancos fossem à falência, as principais vítimas seriam as pessoas que tinham lá as suas poupanças, ou seja, os poupadores que não foram responsáveis pela crise, mas eram as principais vitimas. Enquanto os prevaricadores seriam os principais beneficiários. Não havia outra alternativa, senão salvar os bancos. Só uma maneira para evitar que este problema se repita, é o fim das reservas fracionárias no sistema bancário. Isso tornaria quase inacessível o crédito à habitação, à maioria dos portugueses. Será que os portugueses querem deixar de ter acesso ao crédito acessível, sobretudo para a habitação? A resposta é um claro não, se querem manter os privilégios do crédito, também vão ter que socializar os prejuízos dos bancos, não há um sem o outro. Assim temos um dilema, ou queremos um sistema bancário sólido, com ausência de crédito ou temos crédito acessível num sistema bancário frágil. Eu preferia um sistema bancário sólido, mas a maioria dos portugueses prefere ter crédito acessível. Vivemos em democracia e a maioria vence. View quoted note →
«A Stegra, empresa sueca anteriormente conhecida como H2 Green Steel, tem Sines referenciado como localização para um projecto industrial ligado à produção de aço verde, num investimento apontado a 3,3 mil milhões de euros.» Depois de Datacenters, agora produção de aço, tudo indústrias com alto consumo energético. O pior é o governo, que não faz nada para aumentar a produção, isto tem tudo para correr mal. Inevitável, no futuro vamos ter que pagar a electricidade ainda mais cara.
No feed do Twitter sugir este tweet: «A recessão americana que vem por aí vai reverberar em Portugal. Pode significar a correção do preço das casas e, mais uma vez, vamos ver a transferência de riqueza e de bens da classe média para os bancos, tipo 2008-2011.» Passados, todos estes anos, as pessoas ainda não conseguiram compreender o que aconteceu. Como não compreendem, estão constantemente a repetir os mesmos erros. Primeiro, se as pessoas entregaram as casas aos bancos, é porque ainda tinham hipotecas ao bancos e a divida ao banco era uma valor muito substancial. Os bancos não querem as casas das pessoas, pelo contrário, fazem tudo para o evitar. É um péssimo negócio para os bancos, eles apenas querem lucrar com os juros. Quando o valor da dívida já é pequena, os bancos preferem renegociar o crédito, normalmente aumentando as maturidades dos créditos, para baixar o seu custo mensal. Os bancos apenas ficaram com uma pequena parte das casas, mas isto não trás benefícios para os bancos, pelo contrário gera prejuízos, as famosas imparidades. Não foi a entrega de casas aos bancos, que provocou a transferências de riqueza, mas sim o método utlizado para evitar uma crise maior. A crise foi provocada pelo excesso de crédito feito pelos bancos, emprestaram mais do que tinham, mas para evitar a falência dos bancos, para minimizar a crise, os bancos foram resgatados pelos estados. Ou seja socializamos os prejuízos, mas o estado somos todos nós, os bancos foram salvos através com o aumento dos impostos e através do imposto invisível, a impressão de dinheiro. É sobretudo na impressão de dinheiro, onde ocorre a maior transferências de riqueza, mas no crédito também ocorre. Apenas alguns benefíciaram com a facilidade de crise, essa facilidade provocou a crise, mas depois TODOS, foram obrigados a contribuir para salvar os bancos.
O Banco de França vendeu 129 toneladas de ouro armazenadas em Nova Iorque entre julho de 2025 e janeiro de 2026, obtendo um ganho de cerca de 13 mil milhões de euros, e substituiu por barras modernas compradas na Europa. Todas as reservas de ouro francesas (cerca de 2.437 toneladas) estão agora concentradas em Paris, numa operação de atualização técnica recomendada por auditoria interna.