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1 week ago


Curiosamente, são estas empresas as primeiras a sofrer o impacto da AI.


Depois de olhar para esta lista, uma conclusão se tira, Bitcoin ainda está muito barato.




No período de 1999-2002 construíram-se sempre mais de 100 mil novos fogos por ano. Após 2008, construíram-se uma media 10-15 mil por anos, foi uma queda abrupta.
É exatamente neste período, que o custo das casas dispara.
Em relação ao «No país da OCDE com mais casas por pessoa», isto é demonstrativo de outro problema que o país tem, a desertificação do interior. São inúmeras as aldeias sem qualquer habitante ou com 1 ou 2.
Ou seja, temos muitas casas vazias, em locais onde ninguém quer viver, hoje em dia. Os empregos estão nos centros urbanos, aqui a culta também é dos governos, para eles só existe Lisboa e Porto, o resto é paisagem. A descentralização é fulcral para que um país por inteiro se desenvolva.
Fica uma pergunta/reflexão para este senhor e para aquele que se queixam da casas estarem caras em Lisboa, saem de Lisboa, vão viver para uma aldeia transmontana, no alto de uma colina, onde a cidade mais próxima fica a 1 hora, aí existem casas vazias e baratas. Problema resolvido... ahhh pois, este senhor são chiques, não gostam do campo, querem apenas viver nas grandes cidades. Como todos pensam assim, é natural exista muitas casas vazias em Portugal, apesar de termos um problema de falta de habitação.
Outro local onde existe muitas casas, é no Algarve, mas isso acontece apenas nas estatísticas, devido ao número muito elevado de casas de férias de portugueses e de estrangeiros. Na prática também existe uma enorme falta de casas no Algarve, para os residentes.
Será que estes senhores fom um forte viés, querem querem confiscar as casas de férias, aí criam outro grave problema, o litoral algarvio vive essencialmente do turismo. Destruição a sua principal fonte de receitas, nunca será solução.
A única solução é mais construção, voltar aos níveis anteriores aos anos 2000.
Para criticar quem defende a necessidade de mais construção, utiliza uma citação.
«Uma definição de loucura é repetir a mesma ação a espera que dê um efeito diferente do que sempre deu.»
O mais caricato aqui, a loucura não é dos "peritos", mas sim de quem acha que não necessitamos de mais construção.


go woke, go broke
Sim, isto é verdade, aconteceu, mas a questão mais importante a fazer é, estamos disponíveis para mudar o sistema?
Quem fez este post no twitter e a generalidade dos portugueses, apesar de criticarem o sistema, querem manter todos os benefícios desse mesmo sistema, só não querem é os malefícios, que o próprio contém. Como o meu pai costuma dizer, não há «Sol na eira e chuva no nabal».
Esse privilégio tem um custo, e esse custo é muito elevado.
Este post, está insinuando que a dívida privada é das empresas, que o estado salvou o capitalismo. Na verdade, esta dívida é essencialmente do cidadão comum, devido ao crédito à habitação.
Os governos ficaram com um dilema nas mãos, ou nacionalizavam os prejuízos ou deixavam os bancos ir à falência. Se os bancos fossem à falência, as principais vítimas seriam as pessoas que tinham lá as suas poupanças, ou seja, os poupadores que não foram responsáveis pela crise, mas eram as principais vitimas. Enquanto os prevaricadores seriam os principais beneficiários. Não havia outra alternativa, senão salvar os bancos.
Só uma maneira para evitar que este problema se repita, é o fim das reservas fracionárias no sistema bancário. Isso tornaria quase inacessível o crédito à habitação, à maioria dos portugueses.
Será que os portugueses querem deixar de ter acesso ao crédito acessível, sobretudo para a habitação?
A resposta é um claro não, se querem manter os privilégios do crédito, também vão ter que socializar os prejuízos dos bancos, não há um sem o outro.
Assim temos um dilema, ou queremos um sistema bancário sólido, com ausência de crédito ou temos crédito acessível num sistema bancário frágil.
Eu preferia um sistema bancário sólido, mas a maioria dos portugueses prefere ter crédito acessível. Vivemos em democracia e a maioria vence.
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