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cypherpunk@blitzwalletapp.com
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01001100 Just a young cypherpunk from a not-so-distant present, where the State and corporations control every aspect of human life. I found refuge in these digital lands. 15y. Agorist. Beginner Linux user. Zodiac sign: Catholic. Devotee of Saint Carlo Acutis. Chronically listening to Linkin Park. Everything with Jesus, nothing without Mary! Long live the Holy Eucharist! linkshttps://smp18.simplex.im/a#Pf9t_4TC5vw_ZSaS6dvlm-YQhENYY7SRxileqmSODIA https://www.miracolieucaristici.org/pr/Liste/list.html
Aos poucos, a internet foi sendo tomada pelo centralismo. O que os punks da tecnologia, lá nos anos 80, apontaram parece se concretizar — de forma quase profética, quase palpável. E a internet, que antes era um lugar livre e descentralizado, onde as pessoas compartilhavam ideias livremente, tornou-se um espaço mórbido, vazio, sem cor e cheio de lixo. Lixo digital, em forma de anúncios, conteúdos curtos, gerados por inteligência artificial e todo tipo de besteira que vocês possam imaginar. Ela é dominada por um pequeno grupo de grandes empresas, grandes corporações sediadas no Vale do Silício. Empresas essas que são influenciadas por governos e mantêm relações amistosas com Estados do mundo inteiro. Ou seja, censura. Mas nem tudo está perdido. Ainda temos o Nostr. Ainda temos esse pequeno respiro de liberdade em um mundo caótico. Ainda temos isso que nos lembra dos primórdios da internet, por mais limitado e embrionário que seja. Ainda temos essas terras online inexploradas.
alguém poderia por obséquio, me recomendar algum vídeo no youtube que fale sobre o @White Noise? só estou encontrando áudios de ruído branco e algumas informações soltas
eu sempre estou fazendo três coisas. se não estiver fazendo uma, com certeza vou estar fazendo outra. rezando terço/rosário, estudando ou ouvindo a melhor banda do universo inteiro: lp
Meus queridos conterrâneos digitais, isto é, para mim, a fagulha de liberdade que posso ter hoje. Não preciso construir um mundo ideal, apenas tentar vivê-lo no presente, no agora. Não preciso destruir o Estado, apenas me retirar dele. Utilizar esse protocolo, para mim, é colocar minha ideologia em prática e me afastar de um sistema que me vicia, me vende anúncios, me entope de brain rot e me manipula. O agorismo é a liberdade que podemos ter hoje.
Nostr é o meu respiro de liberdade em um mundo que me sufoca, com excesso de informação, feminilização dos homens e masculinização das mulheres, animalização do ser humano e antropomorfização dos animais. Em meio a um Estado que me oprime com suas leis ilegítimas e a um sistema corrupto, existe um lugar na internet — como se fosse uma ilha digital — longe do Estado e das big techs, longe de tudo e de todos. Lá, há apenas alguns poucos sobreviventes desse sistema: cypherpunks, libertários e bitcoiners, com os quais posso compartilhar meus interesses por meio do meu pseudônimo, L. Ali, posso expressar livremente minhas opiniões, sem medo de censura, julgamento ou até mesmo de processos. Isso daqui, meus amigos, é o meu refúgio.
Às vezes eu olho para algumas músicas e penso: como isso saiu da cabeça de um ser humano? Isso não já existia antes? Como assim foi uma pessoa de carne e osso, assim como eu, que criou isso? Como uma ideia tão perfeita pode passar pela mente de alguém? Tem músicas que são tão atemporais que parecem ter brotado do nada, como se sempre tivessem existido e, em algum momento, simplesmente emergissem. Tipo In the End, do Linkin Park. Não é só porque é a mais famosa — aquela faixa tem algo de especial. Aquele piano lento e calmo, que parece condensar um sentimento de melancolia, quase com um toque infantil. Não era comum músicas daquele estilo começarem assim, mas ela começa. Aí entram as linhas de rap impecáveis do Mike Shinoda, intercalando com a voz suave e emocional do Chester Bennington. Até chegar no refrão — que é praticamente a forma mais pura de melancolia colocada em música. E o resto… sem comentários. Parece tão perfeito que soa como se tivesse vindo de outra dimensão. Os sentimentos ali são quase palpáveis — você sente a música antes mesmo de entender a letra.
Linkin Park é incrível. Eu nunca gostei muito da faixa Somewhere I Belong, do álbum Meteora. Eu ouvia, claro, e achava muito boa, mas ela não estava entre as minhas preferidas. Mas, recentemente, tenho sentido uma conexão absurda com essa música — a ponto de não conseguir parar de ouvi-la. É surpreendente a capacidade que eles têm de serem atemporais. Não é a primeira vez que isso me acontece, inclusive.
Quem acha que Maria é “qualquer uma” está muito enganado — e não é pouco. Está imensamente enganado, mergulhado em um abismo de ignorância. Não houve criatura mais santa que pisou nesta terra — não houve. O próprio anjo a chama de “cheia de graça”, ou seja, plena: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo”. E o próprio Espírito Santo, por meio de Santa Isabel, proclama: bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. Já pararam para pensar que quem carregou o próprio Deus, o Verbo que se fez carne, por nove meses no ventre foi ela? Já pararam para pensar que o sangue que correu nas veias de Jesus veio dela? Que foi ela quem amamentou o próprio Deus encarnado? Que foi ela quem cuidou, quem educou, quem ensinou o Filho de Deus a falar? Já pararam para pensar que, ao ver Jesus pregado na cruz, ela não via apenas Deus sendo crucificado, mas o próprio Filho? E tudo isso por causa de um “sim” dito lá atrás, ainda jovem. Ela não escreveu livros, não saiu pregando como os apóstolos, não realizou feitos históricos aos olhos do mundo. Ela simplesmente disse “sim”. E foi esse “sim” que mudou a história da humanidade. Que a paz de Cristo esteja contigo. Salve Maria Imaculada.
não existe bíblia sem igreja. mas houve um tempo, que houve igreja sem bíblia
Quem acha que ser católico é fácil está muito enganado. Ser católico praticante é viver uma vida inteira de renúncia, de entrega, de devoção, de busca pela santidade para talvez ir para o céu. Mas se você não fizer nada, a certeza é o inferno.
O cristianismo é uma coisa louca. Nós, cristãos, somos malucos — permitam-me explicar. Nós basicamente acreditamos que um homem lá da Galileia nasceu de uma virgem, viveu com seus pais até os 30 anos e, então, esse carpinteiro começa a pregar e a fazer milagres: cura um cego, transforma água em vinho e realiza muitos outros sinais. Aí ele é crucificado — e a cruz se torna, para nós, um símbolo de vitória. O maior instrumento de tortura do Império Romano vira sinal de triunfo. O que era dor e humilhação agora se torna redenção. Então esse homem morre, é sepultado e, depois de três dias, ressuscita. E quem testemunha que o túmulo estava vazio? Mulheres — dois mil anos atrás. Se hoje já existe machismo, imagina naquela época. E fica ainda mais “estranho”: quem ele escolhe como líder da Igreja? Um pescador simples, que o negou três vezes. Esse pescador, junto com os outros discípulos, é perseguido, martirizado pelo Império Romano — e, ainda assim, depois, o próprio império se rende ao cristianismo. Mas, voltando: a gente é doido mesmo. A gente prega Cristo crucificado nos dois sentidos. A gente acredita no que doze homens viram com os próprios olhos e pelo qual deram a vida. A gente acredita no testemunho de mulheres. A gente acredita em um homem que nasceu de uma virgem. A gente acredita em um carpinteiro que foi crucificado e ressuscitou dos mortos. Sim — a gente é bizarro. A gente é doido… pelo menos aos olhos do mundo.
eu sabia que marxismo cultural era real. mas agora, parece palpável
não devemos perder a nossa fé por conta dos sentimentos desta vida. Mas, sim, transformar nossa dor em ferramenta de santificação...
bom dia, nostrich! paz de Cristo e o amor de Laria estejam sempre contigo