«O número total de residentes em Portugal no final do ano passado era de 11.424.031 pessoas, das quais 14% de nacionalidade estrangeira, o que corresponde a 1.597.539 imigrantes, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE)» Mais que um número, o interesse desta notícia foi o seu impacto e como foi trabalhada pela comunicação social, especialmente pela falta de reflexão sobre o seus modus operandis. Há 1 ou 2 anos, quem falava do impacto de um crescimento desmedido da imigração era caracterizado como fascistas, racista, que propagandiava fakenews. Existiam longos programas de tv ou atigos em jornais, com jornalista ou comentadores, a fazer acusações a quem falava da imigração, alguns até apelavam à censura e bloqueios nas redes sociais. Passaram dois anos, afinal os "racistas" tinham razão, afinal não eram fakenews, pelo contrário o problema é muito mais grave que o estimado. Na época havia estimativas de 1 milhão, afinal a realidade supera 1.5 milhões, e estamos apenas a falar dos legais. Após a divulgação dos dados oficiais do INE, ninguém fez uma reflexão sobre estes valores, nenhum político, jornalista ou comentador fez um pedido de desculpas por terem acusado erradamente de racistas terceiros. Não são capazes de admitir o erro, afinal eram eles que estavam errados.

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image Agora vamos a números: Esta lista apenas inclui pessoas que ADQUIRIRAM a nacionalidade, porque aproveitaram de uma lei da nacionalidade absurda, muitos deles sem saberem falar uma única palavra de português. A meu ver, o acesso a um passaporte deveria ser algo muito restritivo e isto não tem nada a haver com racismos. Se querem vir trabalhar para Portugal, não necessita de um passaporte português, basta de um título de residência. Só que a esquerda tornou o passaporte como um título resistência, facilmente acessível, como se fosse um objecto num pasteleira de um supermercado. Foi um tremendo erro, que é impossível de corrigir. Isto até é injusto até para os próprios estrangeiros, aqueles que vivem há décadas em Portugal, adaptaram à cultura, integraram-se na sociedade mas necessitaram um longo processo para conseguir a nacionalidade. Enquanto os novos estrangeiros adquiriram facilmente. É claro que o número de estrangeiros é muito superior, o número de ilegais deve ainda ser muito grande. No caso dos cidadãos dos industão (Índia, Nepal, Bangladeche,Paquistão), eu não acredito que seja apenas 210000, o valor deve ser bem mais elevado. Estes números também não incluem, aqueles que tem passaporte português por descendência. Será que faz sentido considerar alguém português, quando não tem nenhum caraterística cultural com o país. Só porque é neto ou bisneto de português? Acho que não.