Usei o script do Ian Coleman num Pentium 3 sem placa de rede, modem e afins num monitor de tubo. Anotei as 12 palavras, guardei a passphase na memória e anotei os endereços de bitcoin gerados.
Coloquei as seeds numa carteira electrum no mesmo computador e digitei a passphrase para ver se conseguia recuperar a carteira.
Criei uma master key somente para leitura. Salvei a master key num cartão SD.
Destruí o computador.
No meu computador de uso pessoal instalei a electrum, rodei o tor e carreguei a master key só para saber o saldo.
Vejo o saldo só pelo proxy do tor.
Nunca digitei nenhum endereços btc na barra de pesquisa do navegador.
Mando meus btcs para os endereços depois de passar pela rede LN.
Crei um mecanismo para enviar as senhas de criptografia dos arquivos que gerei com as seeds e a passphrase (cada um em um arquivo separado) para minha esposa. Esses arquivos estão em um pen-drive e nunca tiveram na Internet nem as senhas da criptografia que só serão enviadas por e-mail no caso de eu ir pro saco.
Ter os arquivos sem as senhas não adianta e ter as senhas sem os arquivos também não adianta.
As seeds e a passphrase que estão no arquivo podem ser da carteira real ou da carteira do ladrão ( que tem uma quantidade pequena de btc ).
Tudo depende do comportamento das pessoas.
Curtiram o setup?
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Replies (5)
Esqueci de falar que usei o mouse para gerar entropia.
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Dahora o setup mano, eu gerei a minha a muito tempo a trás mas migrei em 2018 para 24 e senha
Setup até complexo demais, nível paranoico kkk muito bom!
No meu caso eu usava tails, mas desde que comecei a rodar meus nodes, me pareceu melhor, usar a carteira do próprio node mesmo, mais prático e não tão menos seguro. Daí pra gerenciar melhor as chaves e tudo mais criei a minha carteira que conectar ao node rodando na minha rede, a carteira é uma implementação que considero a melhor implementação do bip84 com segregação por contas, com uma seed você consegue criar diferentes contas cada conta para uma origem, assim fica mais prático fazer segregação por origem sem ficar gerenciando endereços na mão e etc. A carteira também gerência automaticamente a não reutilização de endereços e garante que nenhum endereço com uma transação de saída(já expos a chave pública) seja usado para receber saldos, além de fazer consolidação de UTXO automaticamente para garantir que senhum saldo fique em endereços com chave pública exposta.
Dá até pra bolar estratégias bem legais de contas vazias e etc, pois o app sincroniza as contas na importação da carteira até achar uma conta que não possui saldo e usa isso como ponto de parada, ou seja, dá pra criar uma conta "escondida" que só aparece se criada manualmente, não irá aparecer em nenhum app mesmo se alguém conseguir sua seed, vai precisar adivinhar que só tem saldo na conta 5 ou sei lá kkk todos os apps hoje fazem importação utilizando como padrão a conta 0 na derivação de chaves e contas.
Isso aliado a passphrase e tudo mais pra mim é o top em praticidade e segurança.
Além disso no app dá pra criar carteiras na testnet e ficar brincando/estudando, só que é lento se não tive um node pessoal configurado, pois nesse caso é usada a api pública da mempool.
Sobre a entropia, a biblioteca que lida com as transações, derivação de chaves e etc eu mesmo implementei, mas usei a biblioteca mais consolidada que existe no typescript pra isso, não me atrevo nem a pau escrever uma criptografia/entropia pseudo aleatoriedade e etc eu mesmo, Usei a lib mais usada e consolidada para essas coisas que geralmente usam o método getRandomBytes() exposto pelo sistema operacional e etc... isso é mais que suficiente e aliado a uma passphrase boa remedia qualquer problema de software.
Isso eu acho arriscado fazer, nosso cerebro é uma máquina de padrões, seu músculos, braços e mãos com trocados pelo seu cérebro deixam padrões pra trás... mesmo que pra você pareça extremamente aleatório.
Mas usando uma boa passphrase presumo que pode-se dizer que isso é remediado.