Este post da Catarina Martins, após as eleições na Hungria, é muito interessante:
É muito interessante, sobretudo a 2 parte, que poderia ter sido dita, palavra sobre palavras no rescaldo na 1ª eleição de Montenegro.
«O mais difícil começa agora, num país em que o partido que foi governo por 8 anos controla tribunais, imprensa, economia.»
As poucas reformas que Montenegro tem tentado, acaba sempre por esbarrar no parlamento ou nos tribunais ou na imprensa ou nos sindicatos ou no Constituicional ou no Presidente da República.
A acusação de Catarina ao Orbán, é exatamente o mesmo modus operandis que ela executou em pareceria com o António Costa. A esquerda e a extrema-esquerda colocaram "braços" em todos os lados, bloqueado as outras forças políticas.
Isto vai muito com a teoria da ferradura, onde os extremos tem muitos pontos em comum.
É muito interessante, sobretudo a 2 parte, que poderia ter sido dita, palavra sobre palavras no rescaldo na 1ª eleição de Montenegro.
«O mais difícil começa agora, num país em que o partido que foi governo por 8 anos controla tribunais, imprensa, economia.»
As poucas reformas que Montenegro tem tentado, acaba sempre por esbarrar no parlamento ou nos tribunais ou na imprensa ou nos sindicatos ou no Constituicional ou no Presidente da República.
A acusação de Catarina ao Orbán, é exatamente o mesmo modus operandis que ela executou em pareceria com o António Costa. A esquerda e a extrema-esquerda colocaram "braços" em todos os lados, bloqueado as outras forças políticas.
Isto vai muito com a teoria da ferradura, onde os extremos tem muitos pontos em comum.