Leitura disse: ""Mulher agora paga meia no Judiciário? É... Pelo protocolo de gênero, isso é possível. Uma desembargadora autorizou uma mulher a pagar metade das custas, um valor considerável, e postergar esse pagamento pro final do processo somente pelo fato de ela ser mulher. E justificou a sua decisão no protocolo de julgamento sob a perspectiva de gênero do CNJ. Somente por ser mulher, já se presume a vulnerabilidade, a hipossuficiência. E, sendo mulher, eu tô indignada com essa decisão. Porque eu tenho certeza que, se fosse o homem, ele ia ter que pagar na hora e o valor integral. O gênero agora define se a pessoa tem condições financeiras? É meia-entrada agora só por ser mulher? Esse protocolo é um prejuízo para a sociedade e para o Judiciário também, porque isso abre um precedente. Se isso virar regra, quem é que vai pagar essa conta?"
