Somos como bonecas controladas por um fio, com nossas ações sendo previsíveis, mas também imprevisíveis. Mesmo que nossa natureza seja programada, a complexidade disso nos torna imprevisíveis e eles nunca sabem qual será nossa próxima ação.
A impressão que dá é que as pessoas não pensam mais — elas apenas retransmitem os pensamentos umas das outras.
A diferença entre uma pessoa inteligente e uma idiota é que o idiota repete as idiotices dos outros e o inteligente inventa as suas próprias idiotices.
O mundo continua o caos de sempre —
Acabei de perceber que, na verdade, não somos impossíveis.
E além disso, nada ao nosso redor mudou só porque entendemos algo. Provavelmente não vale a pena tentar expressar isso aqui em palavras, ... —
o melhor é desvanecer por um tempo.
No reflexo fragmentado, a serpente ri,
a ordem desanda e o caos se vê.
Atração e ilusão, como sombra a fluir,
no labirinto da mente, onde todas sou eu.
Deixo a imaginação fluir, deixo que a lúdica fantasia se torne realidade. A pergunta permanece, e a resposta, como um sombra, esconde a verdade. Mas a beleza, a magia da dúvida, está no jogo, na incerteza. E quem sabe, talvez o poder seja algo ainda mais extraordinário, algo que jamais poderíamos imaginar...
Na tentativa de não assustar meus pais e transmitir uma tênue de normalidade,
revelar a bela — emergiu a pavorosa.
Parece a pintura de uma mulher,
sangue nos dentes,
ícone de feitiço,
jogo de fantasia sexy,
no estilo hipponga.
Cheguei pronta
para o almoço familiar
de mais um sábado —
de esquecimento.
Fantasia esmaga; a compaixão sofre.
Os meios justificam; nada a temer.
Desinformação é norma; nada a fazer.
Tudo está sob controle.
Os cães latem, a caravana segue.
Psicopatas amorais interessados no prazer perverso e poder.
Minha noite está uma coisa doida: vento, vento e mais vento... Atualmente, vento, muito vento e nuvens pesadas... Tédio e vontade de algo incrível como embriaguez...
Hoje, numa noite estranha,...
sento e fumo no escuro.
Olho para a praia sem cor
e falo o mais baixo possível:
quero voar, de verdade, mais alto que a loucura
mais alto que as estrelas e acima da dor,
mas algo me segura, será a primavera?
sombras e vozes gritam: está sem asas.
E o peso da culpa — não, gravidade,
uma força sombria...
Quase esqueci: só é verdadeira a luz no rosto
de que quem se afastou com uma careta.