Corremos um ritmo frenético em direção ao caótico.
Onde o real e o ilusório se fundem em um cinza diferente.
Mergulhada no breu do sol, busco um calor que o dia não pode prover.
Que venha o impossível — a perfeição seria apenas mais um absurdo sem sentido.
Sobre nós,
Ayalah Verônica,
nascimento: final dos anos 90, Porto Alegre.
Me ocupo com textos e pessoas.
Fumo, bebo e tomo comprimidos.
Sorrio muito e odeio humanos.
Altura: 1,76 m | Peso: 51 kg | Calçado: 39.
Gosto de bons livros e pessoas inteligentes.
Não acredito em horóscopos... acredito em deuses.
Sou nutricionista por formação e escritora por insistência.
E prefiro manter uma distância de imbecis.
...mas quando o oculto nos devorou, a mim e a ela,
e a desarmonia se fez nossa única verdade, decidimos, Verônica e eu, que o bem não está nas cores.
Continuamos a pintar.
Quando o humor se divide em duas máscaras... e — para além do batom em tons de cobre e das dúvidas sobre o quanto de café preciso para suportar o mundo ao meu redor — toda mulher precisa de um punhal, belo e oculto.
Ele será o acessório definitivo para o seu traje e a última surpresa para o amante.
Escutei algo quase cômico: que sou uma bruxa aprisionada no corpo de uma ninfa maligna... mas, mesmo que eu me importasse, isso não alteraria o meu desprezo absoluto por esta existência.