Eu ainda fico surpreso com o quão pouco as pessoas que vivem em capitais entendem do funcionamento da natureza.
Essa desconexão do homem com o natural não me parece um acidente.
ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
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Como alguém pode dizer que “ama o Brasil” e não desejar que ele passe por profundas mudanças?
Chesterton estava certo:
“A questão não é que este mundo seja triste demais para ser amado ou alegre demais para não ser amado; a questão é que, quando você ama alguma coisa, a sua alegria é um motivo para amá-la, e a sua tristeza é um motivo para amá-la ainda mais. Todos os pensamentos otimistas sobre a Inglaterra [país de Chesterton] e todos os pensamentos pessimistas sobre ela são igualmente razões para o patriotismo inglês. Do mesmo modo, otimismo e pessimismo são argumentos igualmente válidos para o patriotismo cósmico.”
_Ortodoxia, G. K. Chesterton
Meus caros protestantes que desejam e advogam pelo fim da Santa Igreja Católica: se a Igreja viesse a cair (o que não acontecerá) não restaria sobre esta terra um único tijolo de cristianismo.
Seja católico romano, ortodoxo ou protestante, tudo ruiria, pois a única instituição histórica, visível e contínua que sustenta a fé dos Apóstolos é a Igreja Católica Apostólica Romana.
Já no início do século II, Santo Inácio de Antioquia afirmava: “Onde está o bispo, ali esteja a comunidade; assim como onde está Cristo Jesus, ali está a Igreja Católica.” A fé cristã, portanto, não subsiste em abstrações individuais, e sim na comunhão visível, hierárquica e sacramental instituída pelos próprios Apóstolos.
Santo Irineu de Lião, combatendo as heresias gnósticas, ensinava que “é obrigatório obedecer aos presbíteros que estão na Igreja — aqueles que, como mostrei, possuem a sucessão apostólica” e que, por causa de sua origem mais excelente, “é com a Igreja de Roma que deve concordar toda Igreja”. Não é a interpretação privada que conserva a fé, mas a sucessão apostólica contínua.
Tertuliano, ainda no século III, desafiava os dissidentes a recorrerem às Igrejas apostólicas, “junto às quais as próprias cátedras dos Apóstolos ainda presidem em seus lugares”.
São Cipriano de Cartago foi ainda mais categórico: “Há um só Deus e um só Cristo, e uma só Igreja, e uma só cátedra fundada sobre Pedro pela palavra do Senhor. Não é possível estabelecer outro altar nem haver outro sacerdócio além desse único altar e desse único sacerdócio. Quem se reúne em outro lugar, dispersa.” e “não pode ter Deus por Pai quem não tem a Igreja por Mãe”.
Santo Atanásio, defensor da fé nicena, afirmava sem ambiguidades: “Esta é a fé católica e quem não a crer fiel e firmemente, não poderá ser salvo.” São Jerônimo, por sua vez, declarava: “não me comunico com ninguém senão com a vossa beatitude, isto é, com a Cátedra de Pedro. Pois sei que esta é a rocha sobre a qual a Igreja foi edificada.”
Por fim, Santo Agostinho confessava que não creria no Evangelho se não fosse movido pela autoridade da Igreja Católica, recordando que a sucessão dos bispos desde a cátedra de Pedro é um dos principais motivos de sua permanência na fé.
Diante da proliferação incessante de novas comunidades protestantes, surgindo a cada semana, é ilusório supor que a fé cristã poderia subsistir sem a Igreja Católica. São Vicente de Lérins sintetizou o critério da verdadeira fé ao ensinar que se deve guardar aquilo que foi crido “em toda parte, sempre e por todos”.
Há dois mil anos, a Igreja Católica permanece como a coluna e o sustentáculo da verdade como o corpo histórico e visível no qual a fé dos Apóstolos foi preservada, transmitida e defendida contra toda dissolução.
E os caras ainda metem a Zendaya pra interpretar Atena no próximo filme da Odisseia...


Podemos afirmar que amar a verdade é análogo à amar a Deus?
Uma vez que verdade se define como a adequação do intelecto à realidade (adaequatio rei et intellectus) e que Deus é o início primeiro e o fim último do que é real, pois Dele procede a própria realidade. Sendo assim, a verdade segue o ser e este advém da fonte que é Deus, o próprio Ser subsistente (ipsum esse subsistens).
Por isso, Deus é a própria Verdade (Deus est ipsa veritas).
- O caminho, a verdade e a vida.
Se tivéssemos uma capacidade intelectual próxima dos escolásticos medievais, isso daria uma boa quaestio disputata.
Não há mais medonho hábito do que a autopromoção como uma pessoa humilde e caridosa.
Nas festividades natalinas na Praça da Liberdade (BH) hoje, eu comi um tropeiro maravilhoso de gostoso. De fato, a culinária mineira é top 1 do país inteiro.
A Praça da Liberdade está belíssima!


Me pergunto até quando esse país vai continuar respirando por aparelhos sem colapsar de vez.
It's over, vai sobrar nada pro trabalhador brasileiro. Tá todo mundo extremamente fodido.
É lindo ser católico.
Jesus Cristo é a Palavra viva de Deus, o Verbo Divino, plena manifestação da vontade e da essência de Deus no mundo. Ele não está limitado a um livro ou registro escrito; Sua revelação é completa, viva e eterna. A Bíblia, por sua vez, é a palavra escrita: um registro inspirado que aponta para Jesus e testemunha Sua ação na história, mas não contém a totalidade da Palavra. Ela funciona como referência, guia e instrumento de instrução, mas é parcial e seletiva, suficiente para nos revelar e orientar, mas sem esgotar a realidade do Verbo.
Dessa forma, a Bíblia nos fala de Jesus, a Palavra viva, assim como um mapa indica a localização de um tesouro sem ser o tesouro em si. Para tornar essa Palavra concreta e experiencial, Deus instituiu os sacramentos. A Eucaristia, especialmente, permite que Cristo se torne presente de forma real, transformando pão e vinho em Seu corpo e sangue, possibilitando que os fiéis entrem em comunhão direta com o Verbo. Os demais sacramentos (Batismo, Confirmação, Reconciliação, Matrimônio, Unção dos Enfermos e Ordem) também tornam a graça de Cristo operante na vida das pessoas, tornando Sua presença efetiva e viva.
Assim, enquanto a Bíblia nos revela e aponta para Jesus, os sacramentos nos permitem encontrá-Lo e experimentá-Lo. Cristo é o centro e a plenitude de toda revelação, e tanto a Escritura quanto os sacramentos são meios pelos quais Deus se comunica conosco, fazendo-nos participar de Sua vida e graça.