"Um episódio pouco conhecido da Primeira Guerra Mundial, que narra a libertação de Leon Trotsky, internado pelos britânicos em Halifax em 1917 e autorizado a retornar à Rússia por instigação do presidente Wilson, é relatado por Isaac F. Marcosson, escritor e correspondente veterano, em seu livro "Turbulent Years", publicado hoje.
Trotsky, a caminho de Nova Iorque para a Europa após a queda dos czares, foi retirado de seu navio e detido pelo Serviço de Inteligência Britânico, que o havia marcado por sua carreira revolucionária, mas foi libertado e autorizado a prosseguir viagem alguns dias depois. Isso, escreve o Sr. Marcosson, ele incorporou em um artigo sobre Trotsky no The Saturday Evening Post, dizendo que “por alguma razão inexplicável” os britânicos não conseguiram manter o líder revolucionário detido.
“Dez dias após a publicação do artigo”, continua ele, “recebi uma carta de um ex-membro do Serviço de Inteligência Britânico que estava de serviço em Halifax em 1917, a qual esclareceu o mistério.
“Ele disse que Trotsky foi libertado por ordens de Washington, instigadas por Woodrow Wilson, que era o presidente."
The New York Times, 11 de outubro de 1938:
https://www.nytimes.com/1938/10/11/archives/wilson-obtained-trotskys-release-book-by-isaac-f-marcosson-relates.html
ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
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Pedi o Grok para traçar meu perfil com base apenas na minha lista de livros. Ficou até bem certeiro. Vou deixar a longa resposta nos comentários.
A Imaginação Dialética - História da Escola de Frankfurt e do Instituto de Pesquisas Sociais 1923-1950, por Martin Jay
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O alfabeto cirílico é intankável.
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Da Cabala ao Progressismo
Da Cabala ao Progressimo: o que há por trás do avanço do progressismo? Uma denúncia católica ousada sobre a infiltração cabalística na Hist...
Pesquisar sobre o papel das elites é entrar numa toca de coelho.
A família Warburg é uma família germano-americana de banqueiros e intelectuais de ascendência judaica, associada ao Warburg Bank e ao Kuhn, Loeb & Co.
Paul Warburg foi um dos principais arquitetos do Federal Reserve System (criado em 1913) e serviu em seu primeiro conselho (1914–1918), inclusive como vice-governador.
Max Warburg (irmão de Paul) era um banqueiro influente em Hamburgo, conselheiro financeiro do Kaiser Wilhelm II e teve envolvimento direto no financiamento alemão a Lenin. Ele ajudou a organizar e facilitou aspectos financeiros do apoio alemão à Revolução Russa.
Felix Warburg (irmão de Paul e Max) se casou com Frieda Schiff, filha de Jacob Schiff, um banqueiro judeu-norte-americano. Paul e Felix Warburg eram sócios da Kuhn, Loeb & Co., casa bancária liderada por Jacob Schiff.
Jacob Schiff financiou o Japão na Guerra Russo-Japonesa (1904–05) e apoiou grupos revolucionários russos antes de 1917. Jacob doou uma quantia substancial para a aquisição de material revolucionário destinado aos prisioneiros de guerra russos, por meio da sociedade Friends of Russia.
Heritage History | None Dare Call it Conspiracy by Gary Allen
Mayer Amschel Rothschild (1744–1812), fundador da dinastia Rothschild em Frankfurt, criou uma estratégia familiar para expandir seus negócios bancários pela Europa. Ele treinou seus cinco filhos e os colocou em centros financeiros estratégicos, criando uma rede internacional de bancos familiares que cooperavam entre si.
A estratégia ficou conhecida simbolicamente como “as cinco flechas” da família Rothschild.
Amschel Mayer Rothschild
Cidade: Frankfurt
Função: manter e dirigir a casa bancária original da família.
Salomon Mayer Rothschild
Cidade: Viena
Criou a filial que se tornou grande financiadora do Império Austríaco.
Nathan Mayer Rothschild
Cidade: Londres
Foi o mais famoso e estabeleceu o banco N. M. Rothschild & Sons, que se tornou um dos mais poderosos da Europa.
Carl Mayer von Rothschild
Cidade: Nápoles
Fundou a filial que financiava governos e comércio no sul da Europa.
James Mayer de Rothschild
Cidade: Paris
Criou o banco Rothschild Frères, tornando-se um dos banqueiros mais influentes da França.
1798 – Nathan é enviado à Inglaterra.
1804 – consolidação do banco em Londres.
1810–1811 – criação formal da parceria familiar e envio de James para Paris.
década de 1820 – filiais consolidadas em Viena e Nápoles.
Assim, a rede completa Frankfurt–Londres–Paris–Viena–Nápoles foi construída ao longo de cerca de 20 anos, no contexto das Guerras Napoleônicas e da reorganização financeira da Europa.
A escolha das cidades também não foi aleatória: Frankfurt (centro financeiro alemão), Londres (capital do comércio global), Paris (potência continental), Viena (sede do Império Austríaco) e Nápoles (portal para o Mediterrâneo e América do Sul) cobriam praticamente todos os grandes fluxos de capital da época.
A família criou algo parecido com um “banco multinacional” antes de existir esse conceito:
Cada cidade tinha um irmão comandando o banco;
As filiais trocavam informações rápidas por mensageiros e correios privados;
Financiavam governos, guerras e grandes projetos (ferrovias, mineração etc.).
Isso fez dos Rothschild a rede financeira privada mais poderosa da Europa no século XIX.
A estratégia ficou conhecida simbolicamente como “as cinco flechas” da família Rothschild.
Amschel Mayer Rothschild
Cidade: Frankfurt
Função: manter e dirigir a casa bancária original da família.
Salomon Mayer Rothschild
Cidade: Viena
Criou a filial que se tornou grande financiadora do Império Austríaco.
Nathan Mayer Rothschild
Cidade: Londres
Foi o mais famoso e estabeleceu o banco N. M. Rothschild & Sons, que se tornou um dos mais poderosos da Europa.
Carl Mayer von Rothschild
Cidade: Nápoles
Fundou a filial que financiava governos e comércio no sul da Europa.
James Mayer de Rothschild
Cidade: Paris
Criou o banco Rothschild Frères, tornando-se um dos banqueiros mais influentes da França.
1798 – Nathan é enviado à Inglaterra.
1804 – consolidação do banco em Londres.
1810–1811 – criação formal da parceria familiar e envio de James para Paris.
década de 1820 – filiais consolidadas em Viena e Nápoles.
Assim, a rede completa Frankfurt–Londres–Paris–Viena–Nápoles foi construída ao longo de cerca de 20 anos, no contexto das Guerras Napoleônicas e da reorganização financeira da Europa.
A escolha das cidades também não foi aleatória: Frankfurt (centro financeiro alemão), Londres (capital do comércio global), Paris (potência continental), Viena (sede do Império Austríaco) e Nápoles (portal para o Mediterrâneo e América do Sul) cobriam praticamente todos os grandes fluxos de capital da época.
A família criou algo parecido com um “banco multinacional” antes de existir esse conceito:
Cada cidade tinha um irmão comandando o banco;
As filiais trocavam informações rápidas por mensageiros e correios privados;
Financiavam governos, guerras e grandes projetos (ferrovias, mineração etc.).
Isso fez dos Rothschild a rede financeira privada mais poderosa da Europa no século XIX.Após a tomada inglesa de Nova Amsterdã em 1664, muitas famílias holandesas ricas permaneceram na região e foram gradualmente incorporadas à elite social e política de New York City. Ao longo dos séculos XVIII–XIX, essas famílias se misturaram por casamento e negócios com elites anglo-americanas, formando parte do núcleo da chamada “Old New York society”.
Algumas dessas famílias:
Van Rensselaer — uma das mais poderosas famílias coloniais, ligada ao sistema de grandes propriedades conhecido como patroonship, especialmente em Rensselaerswyck, no vale do Hudson, que se estendia por mais de 1 milhão de acres, estabelecido no século XVII por Kiliaen van Rensselaer, mercador de Amsterdã.
Van Cortlandt — comerciantes e proprietários de terra ativos desde o século XVII; produziram prefeitos e líderes coloniais de Nova York, como Stephanus Van Cortlandt (século XVII) e Jacobus Van Cortlandt. Pierre Van Cortlandt teve papel central na Revolução Americana no século XVIII.
Schuyler — família mercantil e militar estabelecida no século XVII, com grande destaque no século XVIII, especialmente na Revolução Americana, associada a Philip Schuyler (1733–1804).
Beekman — família de origem holandesa estabelecida ainda na Nova Amsterdã no século XVII, atuando na administração colonial e na elite fundiária de Nova York durante os séculos XVII–XVIII, frequentemente ligada por casamento a Van Cortlandt e Livingston.
Philipse — família de origem holandesa da Frísia, estabelecida no século XVII com Frederick Philipse I (1626–1702). Tornou-se uma das maiores proprietárias de terras do vale do Hudson, com o domínio de Philipsburg Manor, ativo até o século XVIII.
Stuyvesant — descendentes de Peter Stuyvesant, último diretor da Nova Holanda (governou até 1664, século XVII), mantendo prestígio social e propriedade de terras ao longo do século XVIII.
Van Buren — família de origem holandesa estabelecida no estado de Nova York no século XVII, com ascensão política no século XIX, culminando em Martin Van Buren (1782–1862), 8º presidente dos EUA.
Roosevelt — família de origem holandesa do século XVII, integrada à elite nova-iorquina no século XVIII–XIX, com destaque político no século XX, incluindo Theodore Roosevelt (1858–1919) e Franklin D. Roosevelt (1882–1945).
Vanderbilt — família de origem holandesa rural modesta no estado de Nova York, com ascensão social apenas no século XIX, através de Cornelius Vanderbilt (1794–1877), tornando-se uma dinastia industrial.
Essas famílias representam a continuidade de parte da elite holandesa colonial dentro da elite anglo-americana que dominou Nova York e teve grande influência política e econômica nos EUA. Variando entre linhagens diretamente coloniais do século XVII e famílias posteriormente assimiladas ou enriquecidas dentro da estrutura anglo-americana dos séculos XVIII e XIX.
Pobre cabeça do jovem adulto de 20 e poucos anos, cheia de dúvidas e inseguranças.
Dia de ira!