ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ's avatar
ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
molonlabe@zaps.lol
npub1d0ju...yvcy
Life, family and property. PGP key ID: E8B3 FA2D EC0B 62A0
Cheguei à conclusão de que é impossível dissociar judeus da Revolução Bolchevique. Do financiamento (banqueiros), passando pela execução (primeiro Politburo) e repressão (Cheka e Gulags), a quantidade de judeus envolvidos é desproporcionalmente alta. Ainda mais na celebração após o sucesso da revolução. Gostaria de saber o que o Thiago Braga pensa sobre isso. 🤔 Alguém teria interesse num artigo tratando da parte do financiamento?
“Num ciclo vicioso, brigando com o mundo e com os meus demônios internos; Às vezes eu ganho, às vezes eu perco, parece que isso é eterno; Avisem meus anjos da guarda, o campo de batalha é o meu caderno; Almocem com quem vocês amam porque hoje vamos jantar no inferno.”
Uma coisa que mudou a forma como vejo a relação preço-valor foi ter conhecido a teoria econômica dos marginalistas, isto é, o fato de que uma troca na livre iniciativa é necessariamente assimétrica, no sentido de que cada um atribui valores diferentes ao dinheiro e ao bem/serviço.
The New York Times em 11 de maio de 1917. O artigo, intitulado "WARNING TO NEW RUSSIA; Taft Commends Jewish Efforts for Liberated People", detalha um jantar da organização "American Jewish Friends of Free Russia" no Ritz-Carlton, em Nova York. O ex-presidente Taft aplaudiu vigorosamente na noite passada quando Jacob H. Schiff, em um jantar dos “Amigos Judaicos Americanos da Rússia Livre”, elogiou Theodore Roosevelt por seus esforços, enquanto presidente, para levar a autocracia russa a reconhecer os erros cometidos contra os súditos judeus. Houve outra manifestação de aplausos quando o Sr. Schiff, apresentado pelo mestre de cerimônias como um “revolucionário russo”, afirmou que, em sua opinião, a anulação do tratado entre os Estados Unidos e a Rússia devido à discriminação contra cidadãos americanos de origem judaica foi a inspiração que, em grande medida, acabou contribuindo para a derrubada dos Romanov. Após os discursos, foi adotada uma resolução expressando confiança de que a Rússia não faria uma paz separada com a Alemanha. “Lembro-me dos esforços de Theodore Roosevelt, e isso deve sempre ser creditado a ele, para levar a autocracia russa a reconhecer seus erros”, disse o Sr. Schiff. “Mas também lembro que foi durante a administração de nosso ilustre convidado desta noite, o ex-presidente Taft, que o tratado foi anulado.” “Alguns de nós tivemos momentos de apreensão desde o início da guerra atual, temendo que as intrigas organizadas para a restauração desse tratado pudessem ter sucesso, mas sou grato em dizer que, quando o assunto foi levado à atenção do presidente Wilson, ele disse: ‘Não tenham medo; os Estados Unidos jamais farão outro tratado com a Rússia enquanto as condições atuais persistirem.’ Felizmente, essas condições agora não existem. A revolução ocorreu, o governo do czar foi derrubado da noite para o dia, e o primeiro ato do novo governo, Deus o abençoe, foi chamar de volta os exilados russos e emancipar os judeus russos. “Não sabemos o que pode acontecer no futuro, mas isto sabemos: que nunca mais esses direitos serão retirados. O judeu russo foi libertado e permanecerá assim para sempre.” O jantar, realizado no Hotel Astor, contou com a presença de 800 convidados, entre eles Henry Morgenthau, ex-embaixador na Turquia; Dr. S. Meltzer do Instituto Rockefeller; o congressista Meyer London; Dr. Samuel Schulman; Boris Shatsky, representante não oficial nos Estados Unidos do novo governo russo; Herman Bernstein; e Dr. Julius Halpern, que fizeram discursos. Edwin Markham e Robert Underwood Johnson leram poemas escritos por eles sobre a revolução russa. O Sr. Taft elogiou os judeus por terem mantido sua identidade racial diante de séculos de perseguição e os felicitou pela revolução russa. A resolução contrária a uma paz separada com a Alemanha será enviada por telégrafo a M. Milukoff, ministro das Relações Exteriores do governo provisório da Rússia. Fonte: https://www.nytimes.com/1917/05/11/archives/warning-to-new-russia-taft-commends-jewish-efforts-for-liberated.html
Essa aula do Lucas sobre o Renascimento é de altíssimo nível! As coisas não são como muita gente pensa sobre esse período.
Ao meu ver, essa é a ordem que mais faz sentido para estudar espanhol, isto é, do português para o espanhol, já que com o oposto a tradução é quase automática. Com o espanhol, o que pega é o output, não o input. image
A mediana reflete com bem mais acurácia a realidade financeira do típico brasileiro (ou de qualquer povo) do que a média, pois salários discrepantes por serem altos demais - que são minoria - jogam a média pra cima. Esse fenômeno é chamado de assimetria à direita, onde a cauda é estendida para a direita pelos poucos valores altos, enquanto a maioria se concentra à esquerda. Por causa disso, a média tende a ser maior do que a situação financeira real e do que a mediana. Ex.: Há 5 pessoas: Pedro, Thiago, Isabel, Roberta e Felipe. Seus salários são R$1.800, R$2.500, R$3.500, R$3.500 e R$25.000, respectivamente. Nessa situação, a média é R$7.260. Porém, 4/5 dos citados recebem muito menos do que esse valor. A média foi puxada pra cima pelo salário de Felipe, por ser muito sensível a extremos. Já a mediana seria R$3.500, que reflete muito mais a realidade da pessoa típica do grupo, mesmo com o salário alto de Felipe. A propósito, a mediana no Brasil gira em torno de R$2.000. image
Tem algo de errado comigo desde o início desse mês. Não sei exatamente o quê ou o porquê. Me sinto um pouco mais introspectivo que o normal e meio pra baixo.
"Um episódio pouco conhecido da Primeira Guerra Mundial, que narra a libertação de Leon Trotsky, internado pelos britânicos em Halifax em 1917 e autorizado a retornar à Rússia por instigação do presidente Wilson, é relatado por Isaac F. Marcosson, escritor e correspondente veterano, em seu livro "Turbulent Years", publicado hoje. Trotsky, a caminho de Nova Iorque para a Europa após a queda dos czares, foi retirado de seu navio e detido pelo Serviço de Inteligência Britânico, que o havia marcado por sua carreira revolucionária, mas foi libertado e autorizado a prosseguir viagem alguns dias depois. Isso, escreve o Sr. Marcosson, ele incorporou em um artigo sobre Trotsky no The Saturday Evening Post, dizendo que “por alguma razão inexplicável” os britânicos não conseguiram manter o líder revolucionário detido. “Dez dias após a publicação do artigo”, continua ele, “recebi uma carta de um ex-membro do Serviço de Inteligência Britânico que estava de serviço em Halifax em 1917, a qual esclareceu o mistério. “Ele disse que Trotsky foi libertado por ordens de Washington, instigadas por Woodrow Wilson, que era o presidente." The New York Times, 11 de outubro de 1938: https://www.nytimes.com/1938/10/11/archives/wilson-obtained-trotskys-release-book-by-isaac-f-marcosson-relates.html