♦️ Estou sendo eu mesmo e só respondo quem for educado.
♦️ Às vezes eu posto um pensamento que surgiu na mente sem muito embasamento e às vezes eu deleto o post (não sou dono de nenhuma verdade absoluta).
♦️ Se está incomodado com o que eu posto e não sabe fazer críticas construtivas, você pode parar de me seguir e ir embora, não me faz falta.
♦️ Tentando seguir a filosofia taoísta (tem dias que não dá).
♦️ Aprendendo a programar em ruby como um hobby.
♦️ Posto imagens que eu encontro na internet e acho legal.
♦️ Estou apenas no NOSTR e no simpleX (esse eu quase nem uso).
♦️ Vou mutar qualquer pessoa que vier com link de site onion ou que pareça um bot nas minhas postagens.
♦️ Lolicon ético.
Os Bolsonaro continam com candidatos ruins (pra surpresa de ninguém), mas esse é melhor do que a Michele e o Tarcísio.
Se bobear, eles perdem pro MBL em quantidade de votos. Ainda mais se o candidato deles for o Danilo Gentili, como especulavam anos atrás.
No fundo, boa parte dos problemas centrais do Brasil existem porque nossas elites vivem em inércia e não se enxergam no dever de fazer o país melhorar.
O AGRO é sempre atacado pelos partidos de esquerda, e eles não financiam nenhum grupo político e social pra defender seu negócio.
(Preferem financiar showzinho de cantor sertanejo sem talento com mulher ultra-rodada).
O alto escalão do exército, atualmente, é fraco e sem atitude. Se contentam com a mordomia a ponto de venderem sua credibilidade por ela.
A elite política é o centrão: o câncer do país e fonte da maioria dos problemas do Brasil moderno (fora a constituição de 88).
As grandes igrejas evangélicas são tão vigaristas quanto o centrão (às vezes fazem simbiose uma com a outra), e são uma extensão da vontade do Bolsonaro e seus filhos.
Uma mudança autêntica vinda da classe mais baixa é um cenário raro na história, e no contexto atual, parece impossível por conta do sistema de auxílios excessivos que temos.
A solução pode vir da classe média e emergente, as que sustentam o nosso país. E eu acredito que é um cenário possível, o momento em que estamos na história parece ser um bom ponto de ruptura.
A queda do Lula e a perda considerável do público evangélico na mão do Bolsonaro indicam um avanço real pra algo novo.
Recém troquei a estandarte do violino e percebi que as cordas novas que coloquei tem um som potente que compete com o som do vizinho.
Mas por enquanto eu tenho que usar a surdina porque ainda to praticando, tem que ficar repetindo as notas em sequências, e milhares de vezes.
A briga que o Monark se meteu lá trás foi inútil (no sentido político e individual). Era melhor ele ter ficado quieto que passava menos sufoco e menos perdas.
Qualquer coisa, ele juntava o dinheiro na surdina, anúnciava a saida do Flow pra depois ir pra outro o país.
Num cenário onde o MBL chega ao poder, como pretendem. Provavelmente, a galera do Meteoro Brasil vai se ferrar muito. Já que eles tem uma rincha de muito tempo.
Acho que o indivíduo e o coletivo são como o Ying e o Yang.
São dois polos que coexistem na natureza onde um é predominante em ralação ao outro em alguns aspectos, mas nunca anula o seu oposto completamente. Também sempre tendo a possibilidade deste oposto se tornar o predominante em algum outro momento.
Olhando para o ser humano: se um homem fosse completamente individualista em sua essência, seria algo semelhante a um psicopata. Mas se ele fosse completamente coletivista, ele não teria nenhuma identidade, seria algo como uma máquina a serviço de algo.
Mas o equilíbrio absoluto entre estes dois polos, caso exista no mundo material, é uma coisa rara, praticamente uma intervenção divina.
Então a discussão política que existe nos dias de hoje, na prática, é sobre onde o individuo e o coletivo devem estar predominantes dentro da sociedade. Não sobre a "vitória" de um em detrimento ao outro.
Mas o senço comum trata como se isso não fosse uma questão, ainda mais com a política das redes, que engaja uma ideia, mas não faz refletir sobre ela.