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LuisSP
npub1c9q3...knvv
já fui professor por aí....
LuisSP 9 months ago
Imagine guerra no Bostil.... Causo, invasão de casa na sérvia, depois da guerra. Fulanov tinha imóvel vazio momentaneamente. Foi lá arrumar algo, a chave não abriu a porta. Logo um sujeito abriu-a, "Pois não?". Cara de poucos amigos, "asseio" de mendigo, calças militares, visivel garrafa de vodka no sofá e fuzil dependurado na parede. Um segundo invasor logo apareceu, com faca militar na cintura: - "Moramos aqui agora. Tá frio, vamos pra onde? Não me importa o 'antes'. Se vire. Polícia? Vai fundo." Só restava chamar a polícia. O sargento de plantão ouviu-o e já chamou 2 viaturas. - "Nenhum vagabundo invade casa no meu distrito!" Os puliça explicaram que bateriam na porta, pra confirmar e conversar antes de partir pra violência, enquanto Fulanov esperava na viatura. A porta foi aberta, e ele ouviu... - Dimitri!!! - Dusan! Tá vivo, cara!! - Alex! Escapei... Achei que tu... Fulanov viu todos se abraçarem, chorarem, uma rodada de vodka. 🫂 Depois de uns minutos, os puliças voltaram. - São heróis de guerra. Não podemos despejá-los.. - Mas a casa é minha... - Perderam tudo... Somos todos ex-militares também. Seja patriota! 🫡 - Mas o que farei? O aluguel... - Não sei. Mas nenhum policial mexerá com eles, muito menos o exército. Se vire. 😛
LuisSP 9 months ago
Ao especular sobre os cardeais, cheque a idade e bio básica. Até jornalista faz isso. Arinze e Zen, > 90 anos. Ainda lembram deles, ótimos, mas... coitado do velhinho. Sarah, 79. Só vale a pena especular se confirmarem que tem boa saúde... dificil. Aqui dá pra ordenar por idade, eleitores e não-eleitores, e checar a bio básica:
LuisSP 9 months ago
SP: onibus eletricos parados por falta de infra de energia elétrica, e *Proibiram novos onibus a gasolina*. O artigo tem o mérito de lembrar vantagens reais: elétrico não solta fumaça na cara e barulho no ouvido do cidadão. Não sei avaliar o quanto isso vale, nem qual o risco real de churrurascar 50 pessoas em um incêncio rápido de bateria. Talvez seja onibus elétrico seja até uma boa idéia. Mas, o politico caga pro mundo real, mas sabe qual foi o lobby que o colocou lá, e só fala de aquecimento global. Se nem sequer planejaram rede de energia pros onibus antes de passar a lei, a racionalidade nunca entrou no negócio. Imagine tentar substituir os carros particulares por elétricos... Baterão no muro da realidade?
LuisSP 10 months ago
Disney em relatorio aos acionistas, admite que seus esforcos 'woke' são um risco financeiro: We face risks relating to misalignment with public and consumer tastes and preferences for entertainment, travel and consumer products, which impact demand for our entertainment offerings and products and the profitability of any of our businesses.” Further, consumers’ perceptions of our position on matters of public interest, including our efforts to achieve certain of our environmental and social goals, often differ widely and present risks to our reputation and brands. Sera que depois da Snow Woke, ou A Parda de Neve, eles aprenderão? image
LuisSP 10 months ago
Lenda da turma anterior sobre a diferença entre eng. de verdade e os Uniesquina. Aluno fez iniciação científica em elementos finitos. Simulações com graficos 3D coloridos de pressão em peças mecânicas. Orientador indicou para estagio na área. A empresa projetava instalações industriais. Dono era administrador, mas 2 "engenheiros" de Uniesquina projetavam. Se gabavam do curso feito com os alemães que desenvolveram o software, sobre um processo de projeto especifico. E de terem trabalhado anos com um deles até que ele voltou pra casa. Pro estagiario tudo era novo. Em poucos meses entendeu as simulações o contexto, rendia bem. Então um cliente pediu produto além do normal. Mais volume, pressão que o usual. Na reunião pra alinhar o projeto, os "engenheiros" seguiam o processo usual. O estagiario comentou que os parametros do processo usual supunham um contexto que implicava em aproximações razoaveis, mas que o novo projeto saía do contexto. 'Engenheiros' xingaram, na frente do dono, o 'pirralho' que queria 'ensinar o trabalho deles, que faziam desde que ele cagava nas fraldas!'. Proibiram o estagiario de mudar qq coisa. O dono não interveio. Seguiram o processo. Na proxima reunião, o estagiario fizera a parte dele no processo usual, mas anunciou que, em casa, simulara tudo com parametros corretos e achava que tinha razão. Xingaram de novo. "Estagiario é como co-piloto, aperte o botao que mandarem e cale-se!" O dono perguntou o que a simulação dele indicava. Ele apontou pro desenho: - Com alguma fadiga, rachará aqui, pode vazar e voar a tampa longe. Precisa reprojetar aqui. Os dois 'engenheiros' se levantaram vermelhos de raiva, bateram na mesa, gritando que garantiam o produto e que 'moleque acha que sabe mais que o alemão!' Produto foi entregue. 2 semanas depois, o cliente ligou bufando, que a linha explodira e parecia um chafariz. Algo sobre a filha dele que não entenderam. Perceberam que o cliente vinha tirar satisfação, e o dono saiu de fininho pelos fundos. Afinal, trocar soco com cliente não é bom marketing. A turma do deixa disso evitou algo mais grave e ouviu. Rachou e vazou, onde o estagiario indicara, alagou tudo e uma tampa se fincou na parede, perto de onde a filha do cliente costumava sentar-se. Depois disso, o estagiario sentava à direita do dono em toda reunião, e todo projeto precisava ser aprovado por ele. Os 'engenheiros', aceitaram a situação? No próximo projeto um tanto fora da rotina, o estagiário, em casa, coçava a cabeça. Os números não batiam, não conseguia avançar. Pediu pra secretaria mandar os arquivos novamente... Nada. Quando o dono cobrou, admitiu estar parado, mas, pediu ao dono pra enviar-lhe a cópia original... e voilà. Adulteraram dados para melar o projeto dele... Mas nem bolaram um erro sutil, simplesmente as contas só fechavam com o arquivo do dono. O dono não sabia o que fazer. Ainda mais depois que o estagiário anunciou que não pediria efetivação, pois 'o clima não está bom'. Não sei como resolveram por lá. Mas se livraram do estagiário. Hoje ele está na Alemanha, e o Bostil ficou com os "engenheiros".