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Β«Honk, honk!Β» β€” Harpo Marx ᡐᡃⁱ˒ ᡘᡐ α΅’α΅‡Λ’αΆœα΅˜Κ³α΅’ ⁿᡒ˒ᡗʳⁱⁿʰᡒ ᡇᡃⁱˣᡃ Κ³α΅‰βΏα΅ˆα΅ƒ ᡉ α΅ˆα΅‰Λ’α΅ˆα΅‰βΏα΅—α΅ƒα΅ˆα΅’ ☠︎︎ α΅α΅‰α΅ƒΚ³αΆœΛ’α΅—α΅ƒα΅–α΅ƒ ☠︎︎ I'm not on Bluesky / NΓ£o tenho conta no Bluesky ᡇᡉʷᡃʳᡉ α΅’αΆ  Λ’αΆœα΅ƒα΅α΅α΅‰Κ³Λ’ / αΆœα΅˜β±α΅ˆα΅ƒα΅ˆα΅’ αΆœα΅’α΅ ᡍᡒˑᡖⁱ˒ᡗᡃ˒
Paulo Bonfim, Soneto I Venho de longe, trago o pensamento Banhado em velhos sais e maresias; Arrasto velas rotas pelo vento E mastros carregados de agonias. Provenho desses mares esquecidos Nos roteiros de hΓ‘ muito abandonados E trago na retina diluΓ­dos Os misteriosos portos nΓ£o tocados. Retenho dentro da alma, preso Γ  quilha Todo um mar de sargaΓ§os e de vozes, E ainda procuro no horizonte a ilha Onde sonham morrer os albatrozes... Venho de longe a contornar a esmo, O cabo das tormentas de mim mesmo.
JosΓ© Paulo Paes, Noturno: O apito do trem perfura a noite. As paredes do quarto se encolhem. O mundo fica mais vasto. Tantos livros para ler tantas ruas por andar tantas mulheres a possuir... Quando chega a madrugada o adolescente adormece por fim certo de que o dia vai nascer especialmente para ele.
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