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Β«Honk, honk!Β» β€” Harpo Marx ᡐᡃⁱ˒ ᡘᡐ α΅’α΅‡Λ’αΆœα΅˜Κ³α΅’ ⁿᡒ˒ᡗʳⁱⁿʰᡒ ᡇᡃⁱˣᡃ Κ³α΅‰βΏα΅ˆα΅ƒ ᡉ α΅ˆα΅‰Λ’α΅ˆα΅‰βΏα΅—α΅ƒα΅ˆα΅’ ---------------------- α΅α΅‰α΅ƒΚ³αΆœΛ’α΅—α΅ƒα΅–α΅ƒ
Manuel Bandeira, RenΓΊncia: Chora de manso e no Γ­ntimo... Procura Curtir sem queixa o mal que te crucia: O mundo Γ© sem piedade e atΓ© riria Da tua inconsolΓ‘vel amargura. SΓ³ a dor enobrece e Γ© grande e Γ© pura. Aprende a amΓ‘-la que a amarΓ‘s um dia. EntΓ£o ela serΓ‘ tua alegria, E serΓ‘, ela sΓ³, tua ventura... A vida Γ© vΓ£ como a sombra que passa... Sofre sereno e de alma sobranceira, Sem um grito sequer, tua desgraΓ§a. Encerra em ti tua tristeza inteira. E pede humildemente a Deus que a faΓ§a Tua doce e constante companheira...
Carlos Nejar, Luiz Vaz de CamΓ΅es: NΓ£o sou um tempo ou uma cidade extinta. Civilizei a lΓ­ngua e foi resposta em cada verso. E Γ  fome, condenaram-me os perversos e alguns dos poderosos. Amei a pΓ‘tria injustamente cega, como eu, num dos olhos. E nΓ£o pΓ΄de ver-me enquanto vivo. Regressarei a ela com os ossos de meu sonho precavido? E o idioma nΓ£o passa de um poema salvo da espuma e igual a mim, bebido pelo sol de um paΓ­s que me desterra. E agora me ergue no Convento dos JerΓ΄nimos o tΓΊmulo, quando nΓ£o morri. NΓ£o morrerei, nΓ£o quero mais morrer. Nem sou cativo ou mendigo de uma pΓ‘tria. Mas da lΓ­ngua que me conhece e espera. E a razΓ£o que nΓ£o me dais, eu crio. Jamais pensei ser pai de tantos filhos.
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