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𝚋𝚊𝚝𝚜𝚒𝚚
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«Honk, honk!» — Harpo Marx ᵐᵃⁱˢ ᵘᵐ ᵒᵇˢᶜᵘʳᵒ ⁿᵒˢᵗʳⁱⁿʰᵒ ᵇᵃⁱˣᵃ ʳᵉⁿᵈᵃ ᵉ ᵈᵉˢᵈᵉⁿᵗᵃᵈᵒ
image De início, o que me impressionou foi: é «Israque» a pronúncia correta, segundo a prefaciadora. (e eu dizendo errado desde sempre. foi malzaê) Vou me limitar a dois contos, para mim os mais paradigmáticos: O tragicômico «A live» me fez rir e me sentir culpado por rir (ok, conseguiu, cowboy). «Coabitáveis» é uma história tensa. Muito bons primeiros parágrafos aos quais voltei: os reli, depois mais uma vez. A «TV liga sozinha» no início do trecho e «o rádio bidirecional assume o protagonismo» ao final. Ambos indicativos do estado interior de Al-Durrah: A sua tragetória é recontada, a partir de uma cicatriz na sua perna, como uma sucessão de episódios cruentos envolvendo sua família, porém num tom distante, quase impessoal. Ele mesmo parece duvidar da causa que o move: «Não somos uma ameaça existencial». Fará o que deve ser feito como se fosse impelido por uma força externa que já nem reconhece. Não um autômato, mas próximo disso já. Divertido o livro. Mas achei «Eu, cowboy» mais autêntico que «Culpa».
«What thou lovest well remains,                                                   the rest is dross What thou lov’st well shall not be reft from thee What thou lov’st well is thy true heritage» Ezra Pound, Canto LXXXI (The Cantos)
Os gringos vieram para a COP30 passar uns dias tal qual um brasileiro nas mãos de seus governantes: sem água nem estrutura, pagando caro por tudo. Demais, né? #hardcoreexperience