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cypherpunk@blitzwalletapp.com
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01001100 Just a young cypherpunk from a not-so-distant present, where the State and corporations control every aspect of human life. I found refuge in these digital lands. 15y. Agorist. Beginner Linux user. Zodiac sign: Catholic. Devotee of Saint Carlo Acutis. Chronically listening to Linkin Park. Everything with Jesus, nothing without Mary! Long live the Holy Eucharist! linkshttps://smp18.simplex.im/a#Pf9t_4TC5vw_ZSaS6dvlm-YQhENYY7SRxileqmSODIA https://www.miracolieucaristici.org/pr/Liste/list.html
aqui é tão vazio... mas... eu gosto de lugares vazios na web...
indescritível a sensação de desbravar isso daqui. Nostr é diferente de tudo que já explorei na internet. não sei explicar a sensação, só sei que é boa
nostr anda tão vazio ultimamente, que único engajamento que estou tendo é de alguns bots, e isso é bizarro
Liberdade não pertence a governos, não pertence a empresas, pertence apenas e somente aos indivíduos. A expressão é uma extensão da consciência, e a linguagem é o veículo dessa expressão. Informação deseja ser livre. A internet, em seus primórdios, era um cyberspaço, sem fronteiras, sem localidade, apenas um espaço na web em que a consciência poderia existir livremente. Com o tempo, esse ideal de liberdade digital foi, aos poucos, sendo apagado pelo que chamo de indústria da informação. Governos, corporações, todos os entes possíveis, de olho nos seus dados, na sua autossoberania, na sua liberdade. Eles estavam em busca de coletar seus dados, apagar sua autossoberania e restringir sua liberdade. E é com muita tristeza que digo que esses grupos venceram este cabo de guerra, a conveniência venceu a superioridade técnica. Nostr nasce como um respiro de liberdade na era do controle digital. Nasce como uma resistência ao sistema predatório de dados. Nasce como um ideal de resgate da velha internet. Nostr não é um governo, não é uma corporação, não é uma associação, é um protocolo, um conjunto de regras para garantir a sua liberdade de expressão. Nessas terras online, não existe servidor central, não existe censura, não existe algoritmos opacos, não existe governos, o Estado é o próprio indivíduo, ele é seu próprio Estado. E mesmo que o Leviatã tentasse impor suas fronteiras neste cyberspaço, fracassaria miseravelmente. Não temos sede, não temos um único servidor, apenas chaves criptográficas, apenas relés. Governos do mundo inteiro, vocês não são bem-vindos aqui. Nostr é a nova internet e irá se impor ao sistema sujo de vocês. Não é um "se", mas "quando". Somos inevitáveis, somos o tijolo no sapato de vocês. Viva a liberdade. #nostr #bitcoin #cypherpunk #liberdade
Uma Declaração de Independência do Ciberespaço por John Perry Barlow Governos do Mundo Industrial, seus gigantes cansados de carne e aço, eu venho do Ciberespaço, o novo lar da Mente. Em nome do futuro, peço a vocês do passado que nos deixem em paz. Você não é bem-vindo entre nós. Você não tem soberania onde nos reunimos. Não temos governo eleito, nem provavelmente teremos um, então dirijo-me a vocês com autoridade única do que aquela com que a própria liberdade sempre fala. Declaro que o espaço social global que estamos construindo é naturalmente independente das tiranias que você busca impor sobre nós. Você não tem direito moral de nos governar, nem possui métodos de aplicação que tenhamos motivos verdadeiros para temer. Os governos derivam seus justos poderes do consentimento dos governados. Você não solicitou nem recebeu o nosso. Nós não te convidamos. Você não nos conhece, nem conhece nosso mundo. O ciberespaço não está dentro das suas fronteiras. Não pense que pode construí-la como se fosse um projeto de construção pública. Você não pode. É um ato da natureza e ele se desenvolve por meio de nossas ações coletivas. Vocês não participaram de nossa grande e acolhedora conversa, nem criaram a riqueza dos nossos mercados. Você não conhece nossa cultura, nossa ética ou os códigos não escritos que já dão à nossa sociedade mais ordem do que qualquer uma de suas imposições poderia ser obtida. Você afirma que há problemas entre nós que precisa resolver. Você usa essa alegação como desculpa para invadir nossas delegacias. Muitos desses problemas não existem. Onde há conflitos reais, onde há erros, nós os identificaremos e os enfrentaremos por nossos meios. Estamos formando nosso próprio Contrato Social. Essa governança surgirá de acordo com as condições do nosso mundo, não as suas. Nosso mundo é diferente. O ciberespaço consiste em transações, relacionamentos e o próprio pensamento, dispostos como uma onda estacionária na teia de nossas comunicações. O nosso é um mundo que está em todos os lugares e em lugar nenhum, mas não é onde vivem corpos. Estamos criando um mundo no qual todos podem entrar sem privilégios ou preconceitos concedidos por raça, poder econômico, força militar ou posição de nascimento. Estamos criando um mundo onde qualquer pessoa, em qualquer lugar, pode expressar suas crenças, não importa o quão singulares sejam, sem medo de serem coagidos ao silêncio ou à conformidade. Seus conceitos legais de propriedade, expressão, identidade, movimento e contexto não se aplicam a nós. Todos são baseados na matéria, e não há matéria aqui. Nossas identidades não têm corpos, então, ao contrário de vocês, não podemos obter ordem por coerção física. Acreditamos que, a partir da ética, do interesse próprio esclarecido e do bem comum, nossa governança surgirá. Nossas identidades podem ser distribuídas por muitas de suas jurisdições. A única lei que todas as nossas culturas constituintes geralmente reconheceriam é a Regra de Ouro. Esperamos conseguir construir nossas soluções específicas com base nisso. Mas não podemos aceitar as soluções que você está tentando impor. Nos Estados Unidos, hoje vocês criaram uma lei, a Lei de Reforma das Telecomunicações, que repudia sua própria Constituição e insulta os sonhos de Jefferson, Washington, Mill, Madison, DeToqueville e Brandeis. Esses sonhos agora precisam nascer de novo em nós. Você tem medo dos seus próprios filhos, já que eles são nativos em um mundo onde vocês sempre serão imigrantes. Porque vocês os temos, confiam às suas burocracias as responsabilidades parentais que são covardes demais para enfrentar por si mesmos. Em nosso mundo, todos os sentimentos e expressões da humanidade, do degradante ao angelical, são partes de um todo contínuo, a conversa global dos pedaços. Não podemos separar o ar que sufoca do ar sobre o qual as asas batem. Na China, Alemanha, França, Rússia, Singapura, Itália e Estados Unidos, você está tentando afastar o vírus da liberdade erguendo postos de guarda nas fronteiras do Ciberespaço. Esses podem manter o contágio afastado por um curto período, mas não funcionarão em um mundo que logo será coberto por mídia contenda de bits. Suas indústrias de informação, cada vez mais obsoletas, perpetuariam propor leis, nos Estados Unidos e em outros lugares, que reivindicam possuir a própria liberdade de expressão em todo o mundo. Essas leis declarariam as ideias como outro produto industrial, não mais nobres que ferro-gusa. Em nosso mundo, tudo o que a mente humana pode criar pode ser reproduzido e distribuído infinitamente sem custo. A transmissão global do pensamento não exige mais que suas fábricas realizem isso. Essas medidas cada vez mais hostis e coloniais nos colocam na mesma posição daqueles anteriores amantes da liberdade e autodeterminação que tiveram que rejeitar as autoridades de potências distantes e desinformadas. Devemos declarar nossos eus virtuais imunes à sua soberania, mesmo enquanto continuamos a consentir com seu domínio sobre nossos corpos. Nos espalharemos pelo planeta para que ninguém possa deter nossos pensamentos. Vamos criar uma civilização da Mente no Ciberespaço. Que seja mais humano e justo do que o mundo que seus governos criaram antes.
não somos internautas, somos nostronautas. afinal, nostr é a nova Internet. dito isso, bom dia nostronautas
meus primeiros passos na programação! aprendendo estrutura condicional. image
do jeito que os desenvolvedores nostr são empenhados, não dou 10 anos para isso daqui bombar. passará a ser não mais tecnicamente superior, mas sim, inevitavelmente conveniente
estou em uma espécie de back row digital. um ambiente inóspito, aparentemente infinito, escuro aos olhos humanos. sou residente deste cyber espaço. espaço este que não tem fronteiras, pois a civilização não fincou suas bandeiras: pelo menos não ainda ... sou pioneiro naquilo que digo, em tudo que falo. minha voz é coa nas paredes invisíveis deste protocolo, voltando para mim, afinal estou sozinho... o que falo, o que digo, o que digo, o que falo, não tem começo e nem fim, nem fim e nem começo: é tudo apenas eco.
A internet trouxe consigo o acesso a uma quantidade industrial de informação. No passado, a informação era valiosa, cara, de difícil acesso, restrita a apenas alguns grupos. No passado, livros inteiros eram copiados à mão; o custo de produção era altíssimo; o papel era caro. Por exemplo, para se ter uma Bíblia em casa, era necessário o trabalho de um ano inteiro; fora que ela ocuparia uma biblioteca, prateleiras e mais prateleiras, pois era copiada à mão. Diversas invenções e avanços, como a imprensa, possibilitaram a mudança desse paradigma. Mas somente com o avanço da informática poderíamos guardar e transmitir informações da maneira mais eficiente possível. Havíamos chegado ao ápice da informação. A criptografia forte nos possibilitara guardar informações de forma privada. O que antes eram portas fechadas, cofres, envelopes selados, sussurros, para se guardar e transmitir uma informação de forma privada, tornara-se apenas cifras matemáticas. Conforme a internet explodia e deixava de ser uma bolha, a privacidade também deixava de ser uma opção. Na medida em que os computadores, que ocupavam salas inteiras, passaram a caber em seu bolso, ter controle sobre os próprios dados passara a ser tão essencial quanto eles próprios, quanto os próprios dispositivos. No entanto, essa quantidade cavalar de dados, distribuída, dispersa de forma quase anárquica pela web, despertou os olhos do Leviatã e do capitalismo de vigilância. Dados podem ser usados para manipular a população, eleições, anúncios personalizados, treinamento de modelos de inteligência artificial. Eles são poderosíssimos, valiosíssimos para os grupos que acabo de mencionar. Sendo assim, a construção e a busca por ferramentas que aumentem nossa privacidade, autossoberania, liberdade na era digital, são indispensáveis. A web não é neutra. A internet está repleta de olhos em seus dados...
desejo por privacidade não é paranoia. dados não são neutros, nem a web. em um cyber espaço que vê seus dados como um produto, privacidade é essencial. uma das coisas mais essenciais na era digital. o desejo dos governos e do capitalismo de vigilância, é possuir cada gota de informação. sendo assim não pode ser eles quem garante a privacidade. seria como deixar um ladrão cuidando da sua casa, e esperar que ele não fosse roubar nada. a privacidade na era digital deve ser assegurada através de criptografia. #cypherpunk
ultimamente tenho programado direto pelo terminal. minha nossa senhora de fátima, que experiência maravilhosa. o terminal é mais rústico, e possui um mínimo de complexidade, fora que absolutamente tudo é feito através de linhas de comando, elas são indispensáveis. amo coisas rústicas, difíceis, tecnologias que me remetem a uma certa antiguidade. eu fico me sentindo um programador dos anos 90, e isso é incrível!
O Mundo das Ideias de Platão afirma que a realidade física é apenas uma cópia imperfeita de um plano superior, eterno e imutável. A matemática e a geometria provam essa separação: O Círculo Perfeito: nenhum círculo físico é matematicamente perfeito. A perfeição geométrica existe apenas como conceito no Mundo das Ideias. O Número 2: você vê dois objetos, mas não o número 2 em si. A “dualidade” é uma abstração pura e indestrutível desse plano inteligível. Em suma, os sentidos captam cópias defeituosas; a razão alcança a verdade. Durante a Antiguidade e a Idade Média, quando a cristandade dominava e a Igreja era o centro intelectual do mundo, o centro estava na glória de Deus e nas coisas materiais que se seguem disso. Santo Agostinho escreveu sobre a Trindade; Santo Tomás de Aquino escreveu sobre o Motor Imóvel. O mundo contemplava o divino e estava voltado ao transcendente. A razão humana parecia tocar o Mundo das Ideias. Com o movimento iluminista, tudo mudou. Deus, que ocupara o centro, daria lugar ao homem. O transcendente não importaria mais; apenas o cientificismo, o racionalismo empirista e o ateísmo. E tudo aquilo que não pudesse ser demonstrado cientificamente passaria, a partir desse período, a não ser mais considerado verdade. E o conhecimento humano, assim como aquilo que pode ser conhecido, é limitado. A ciência trabalha com aquilo que se pode mensurar. Tudo o que é acessível pelo método científico deve poder ser observado, testado ou medido empiricamente. Se algo não pode ser submetido a isso, a ciência simplesmente não pode tratá-lo como objeto científico. E essa é uma limitação da mesma. Sendo assim, a alma não existiria? O cérebro não passaria de uma máquina biológica capaz de computar dados através de sinais elétricos? Até um computador consegue fazer isso. Computadores podem calcular, jogar xadrez, resolver problemas difíceis e até mesmo produzir linguagem, mas isso não os faz conscientes de maneira alguma. O computador não possui consciência, e nós sim. Como explicar isso? A consciência é o limite do fisicalismo. Ela envolve a vivência interior subjetiva, conhecida na filosofia da mente como qualia. Enquanto um supercomputador processa dados e produz respostas complexas, ele não “sente” a textura da realidade nem possui um “eu” observador. Essa diferença fundamental entre processamento e experiência consciente pode ser explicada por algumas linhas de pensamento filosófico e científico: O Problema Difícil da Consciência: proposto pelo filósofo David Chalmers, aponta que há um abismo aparentemente intransponível entre a atividade puramente eletroquímica do cérebro — matéria — e a experiência de primeira pessoa: o sentimento de estar vivo, a dor, a alegria. O Retorno à Metafísica: o argumento defende que a consciência, assim como os conceitos matemáticos puros de Platão, não ocupa espaço físico nem possui massa. Se o cérebro é o hardware biológico, a alma ou a consciência seria o princípio imaterial que o transcende e o utiliza para experienciar a realidade. Portanto, a própria existência da consciência sugere que a realidade não se limita apenas àquilo que o método científico consegue medir e testar empiricamente. Desse modo, você nunca tocou, viu, cheirou ou experienciou diretamente nada por meio de seus sentidos. A luz bate na sua retina, o nervo óptico transforma isso em sinais elétricos, o cérebro processa, e a sua consciência interpreta. Talvez por isso exista o velho ditado de que “os olhos são a janela da alma”. Um computador pode compreender absolutamente tudo sobre a cor vermelha, mas ele nunca viu nada que fosse vermelho. Ele nunca terá consciência para experienciar sinais elétricos sendo transformados em significado puro. Talvez o nosso eu real resida em ato puro, em consciência, em alma. E esse ato puro utiliza-se do corpo e da matéria como veículo, estando unido a eles. Como um ventríloquo manipulando um boneco: ele não é o boneco, mas o boneco está unido a ele por meio das cordas. Cada movimento que o ventríloquo realiza provoca uma reação nas cordas e movimenta o corpo do boneco. Talvez seja exatamente assim que funcione a relação entre corpo e alma: a alma processa, entende e compreende tudo o que o corpo lhe entrega, e então manipula as ações do próprio corpo.