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Alexandre Costa
alexandrecosta@plebs.place
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Hoje eu vou participar do Podcast Caravelas.
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Como era uma prova da 4ª série na década de 70. 

De acordo com o ChatGPT, essa é a mente do brasileiro médio. 

E por falar em Arquivos Epstein, você viu a primeira temporada de True Detective (2014)?Eu avisei! 😎
Feliz Ano Novo!


Bom dia! Amanhã começaremos a nova leitura completa da Bíblia.
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Hoje nós completamos a 5ª leitura completa da Bíblia. Foram 300 dias.
Iniciaremos a nova leitura no dia 01/01/26.
Entre para o nosso Grupo de Leitura da Bíblia. Sem interpretação, sem discussão, sem confusão. Você escolhe a tradução e lê. Só isso. Basta dedicar 15 ou 20 minutos por dia. Já somos mais de 3.000 pessoas, e meu objetivo para o próximo ano é chagar aos 5.000.
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Que o Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo inunde os nossos corações.
Feliz Natal! 🙏


O JORNALISMO COMO AGENTE DE EROSÃO DA LÍNGUA
Há já algum tempo tornou-se impossível ignorar um fenômeno inquietante: o jornalismo, outrora guardião razoável do uso público da língua, converteu-se progressivamente num dos principais agentes de erosão do vocabulário e da precisão semântica do português. Não se trata aqui de nostalgia estilística nem de apego fetichista a formas arcaicas, mas de uma constatação objetiva: a língua perdeu distinções sem ganhar expressividade, e isto representa empobrecimento, não evolução.
O mecanismo dessa degradação é relativamente simples. Palavras tradicionais, semanticamente bem delimitadas, são substituídas por termos importados ou artificialmente alargados, quase sempre por influência do inglês contemporâneo. Assim, onde o português sempre dispôs de "maciço" – termo preciso, expressivo, perfeitamente adequado para designar ações de grande vulto, feitas em bloco, com unidade e intensidade – o jornalismo passou a preferir "massivo", num claro decalque do inglês "massive".
O resultado é a perda de uma distinção real e a introdução de uma vagueza desnecessária.
O mais grave é que massivo não era uma palavra inexistente na língua portuguesa. Sempre teve, porém, outro campo semântico: o da constituição em massa, da estrutura física ou material, freqüentemente em contextos técnicos. O jornalismo contemporâneo, ao deslocar esse termo para ocupar o espaço de maciço, não ampliou o vocabulário; deslocou-o e empobreceu-o.
O dicionário cresce; a língua encolhe.
Esse processo não é fruto de ignorância absoluta, mas do que se pode chamar, sem exagero, de JORNALISMO SEMICULTO. Trata-se de um meio que lê muito, mas sem profundidade histórica; escreve com certa fluência, no melhor dos casos, mas sem ouvido lingüístico; traduz com rapidez, mas sem domínio real nem da língua de partida nem da de chegada. É uma cultura de superfície, suficiente para produzir textos corretos na aparência, mas defeituosos na substância.
O problema agrava-se porque o jornalismo não é um uso privado da língua. Ele modela hábitos, fixa padrões e normaliza desvios. Quando uma deturpação semântica se repete diariamente em manchetes, deixa de soar estranha e passa a ser percebida como natural. Assim, a língua não é violentada de uma vez; é desgastada por atrito constante, até que as distinções se tornem invisíveis.
Essa erosão não afeta apenas o vocabulário, mas o próprio pensamento. A língua é o instrumento da inteligência; quando perde capacidade de distinção, o pensamento perde capacidade de juízo. E onde tudo se diz com as mesmas palavras, tudo passa a ser pensado do mesmo modo.
A confusão semântica antecede e prepara a confusão intelectual.
É impossível não recordar, a este respeito, o tempo em que artigos de grandes escritores ocupavam as páginas dos veículos clássicos da imprensa. Havia, então, algo que hoje se tornou raro: um estro jornalístico, isto é, um senso interno de medida, de responsabilidade estilística e de consciência do peso público da palavra escrita. O jornal não era apenas um meio de transmissão de fatos, mas um lugar de formação do gosto, da linguagem e do juízo. Mesmo quando se discordava do articulista, reconhecia-se nele domínio da língua, critério de composição e respeito implícito pela inteligência do leitor.
Esse estro perdeu-se progressivamente, no jornalismo profissional. E o que talvez surpreenda menos, mas entristeça de modo diverso, é constatar que a mesma indigência de critérios migrou para o universo dos blogueiros e articulistas informais, muitos dos quais escrevem com assiduidade, mas sem qualquer senso razoável de forma, precisão vocabular ou responsabilidade intelectual. Não se trata de condenar o meio, mas de observar que a facilidade de publicação não foi acompanhada por aumento proporcional de rigor. Ao contrário: confunde-se espontaneidade com descuido, opinião com improviso, franqueza com pobreza expressiva.
O resultado é um discurso inflacionado, ruidoso e mal articulado, no qual a língua já não é instrumento de pensamento, mas mero veículo de descarga emocional ou de repetição acrítica de lugares-comuns. Falta critério – não no sentido ideológico, mas no sentido lingüístico e intelectual mais elementar.
Convém frisar, por fim, que não se trata aqui de atribuir esse quadro à Inteligência Artificial. Este é outro debate, com outra complexidade, e merece tratamento próprio. O empobrecimento de que falamos é anterior, humano e demasiado humano: nasce da perda de exigência, do desprezo pela forma e da ilusão de que escrever é apenas “ter algo a dizer”.
Em suma, o jornalismo contemporâneo, ao abdicar do cuidado lingüístico e da consciência histórica da língua, deixou de ser mediador cultural e passou a ser vetor de empobrecimento expressivo. Resistir a isso não é gesto de purismo estéril, mas ato elementar de fidelidade à inteligência da língua – e, por conseqüência, à inteligência do pensamento. - Sidney Silveira.
Dica de leitura: Substack do Doom 😎
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