Oh, Eris, goddess of the golden apple,
crashed a wedding,
caused a cosmic grapple.
Gimme a hotdog, a fnord!
One, two, three, four
gimme five!
Love is dirty like a dove.
There's no six, not even seven
twenty-three, my discordant heaven.
Hail,
hail,
Eris!
She is my queen,
my queen.
Hail,
hail,
Eris!
She's gasoline,
gasoline.
She's my goddess,
she's the hottest.
There's a trick:
her body is plasma.
You can't lick
like a Persian djinn.
She's a phantasma.
When she's good,
she'll cure your asthma.
When she's bad,
you get miasma.
Hail,
hail,
Eris!
She is my queen,
my queen.
Hail,
hail,
Eris!
She's gasoline,
gasoline.
She's a woman and all she wanna be.
When she is Doris, she has a dick.
When she is Ferris, he has a vulva.
That's Eris.
She is like the cat,
the quantum cat:
alive and dead,
everywhere,
inside your head.
Oh, Eris!
That's Eris!
Here comes
twenty-three.
I'm here, me, myself and I.
You are here, you are me,
'cause it's a dream.
Oh, Eris!
Gimme a kiss,
gimme your bliss,
something amiss.
Her vagina, shiny vagina, is the universe.
Her vagina, shiny vagina, is the abyss.
Oh, Eris!
Cosmic vagina, shiny vagina.
Gimme your love, your bliss,
all your ectoplasma
all over me!
Hail,
hail,
Eris!
She is my queen,
my queen.
Hail,
hail,
Eris!
She's gasoline,
gasoline.
Volveris
npub1ar5s...mg3w
Papa Discordiano Neo Pré-Socrático
The gods are sad
Alive and dead
The gods are sad
About all you’ve been doing
Chewing life
Cutting meanings with a knife
Living life
Giving your mind to a fraud
The one god
The one god
The one god universe
It is control
Control
Is death
It is control
You are his mole
It’s a dream
Called life
When you die
It’s a dream
Called life
When you die
It’s a dream
Called life
When you die
Bye
Bye
Bye
Love will cry
Bye
Bye
Bye
It’s a scheme
When you die
No body
Or Mind
In the bardo
You scream
Pay the price
Of all bravado
In the bardo
And the void
Like Freud
Clean the slate
And you are born
Anew
Reborn
Not too late
Again
Again
Choose a god
Or some gods
Life is mind
Lots of gods
You can find
Your kind
Or
Kill them all
It's all mind
All
Mind
Dovydas mesmo nos piores vídeos é divertido
Somos robôs biológicos?
Somos máquinas espirituais?
Sou ou “eu”, ou alucino um “eu”?
Por décadas acreditamos que nosso “Eu Sou” habita o cérebro.
Ramana Maharshi tinha um exercício que deve ser feito constantemente, como um mantra, que é mais ou menos, simplificando aqui, recitar mentalmente “eu”, “eu”, “eu”, “eu" sem parar e procurar pelo tal “eu" permanente fisicamente no coração, o órgão, que, por sinal tem uns neurônios ali.
Onde está o “eu sou”, no cérebro?, no coração?, nos dois?, em nenhum dos dois?
Ray Kurzweil e a turma da religião da tecnologia, o transhumanismo, acreditam que o “eu sou” está no cérebro, em sua maioria no neocórtex.
Donald Hoffman acredita que o cérebro não é um repositório de dados, e pior, que a geometria espaço-temporal é uma ilusão mental.
Michael Levin tem bons experimentos sugerindo que as memórias não habitam o cérebro, e que, talvez, sistemas bioelétricos e até, talvez, sistemas elétricos, como uma IA moderna, possam desenvolver consciência.
Roger Penrose e Stuart Hameroff por sua vez defendem que a consciência vem de processos quânticos nos microtúbulos neuronais, que somos uma forma de computador quântico em temperatura ambiente.
O resto, os idiotas mainstream, defendem que a consciência é um epifenômeno, um acidente, ilusório (aqui fazem coro com o budismo, em parte, pois para o budismo a matéria é ilusão junto ao "eu sou", já pro cientificismo materiais, a matéria é real e a mente é ilusória) e que tudo é um grande e caótico sistema material que nos usa para se atualizar, se manter, não só a nós, mas outra espécies, aqui localmente, e é tudo uma bobeira sem igual.
Todos tem bons pontos.
Todos tem péssimos buracos em suas teses.
A memória fica no cérebro, sim ou não?
Afirmar que a memória fica em partes específicas do cérebro é um coisa
Afirmar que a memória fica distribuída pelo cérebro é outra coisa
Há experimentos que defendem a tese de a memória ficar no cérebro?
Sim, há!
Henry Molaison, teve lesões cerebrais sérias, precisou tirar uns nhacos da gelatina que pensa, o cérebro, nos lobos temporais médios e um bifão de massa do hipocampo.
Como resultado H.M. desenvolveu séria dificuldades de gerar novas memórias duradouras, tipo, qual ocorrem com um maconheiro padrão que fuma 25 gramas por dia, igual, mas diferente.
Mas outras capacidades foram mantidas, como capacidades motoras e memória muscular das mesmas.
Esse caso demonstra que circuitos cerebrais afetam a expressão e apreensão de memórias.
Demonstra que há uma forte relação causal entre a estrutura cerebral e retenção, recuperação, formação de memórias.
O que o caso não demonstrA?
Não há nada neste caso que corrobore a idéia de que as memórias estão exclusivamente no cérebro e que as recordações, acesso a elas corresponda a um arquivo, um bloco de informação localizado em regiões específicas do cérebro.
Em 2012 publicou-se na Nature artigo em que pesquisadores identificaram em ratos a formação de memória sobre a emoção de sentir medo no hipocampo.
Dai com optogenética conseguiram reativar esses neurônios e provocar uma resposta psicomotora no rato relativo à aquela memória.
O revolucionário nese experimento é que demonstraram que emoções podem ser ativadas ao se manipular conjunto celular cerebral.
O experimento demonstra que manipular neurônios desperta emoções ligada a certas memórias, se traz a informação, o fato passado, não se sabe, ratos não sabem inglês, ou mesmo Chinês, infelizmente.
O que náo demonstra? Que isso é algo que se aplica a toda complexa dinâmica cerebral em relação a memória, é algo simples e bem especifico, atávico… e, lembrando Dr. Robert Sapolsky, humanos não são ratos, nem tudo que funciona em ratos irá funcionar em humanos.
3. Experimento de 1973 mostrou quecomunicação entre neurônios pode sofrer modificações duradouras após determinados padrões de atividade, ou seja, existem mecanismos biológicos capazes de modificar de forma duradoura os circuitos neurais de acordo com a experiência, sua intensidade, frequência, amplitude, etc.
Só que isso também é pontual, não explica a complexidade do armazenamento de memória, além de essas alterações sinópticas isoladas não explicarem toda variedade de recordações, algumas falsas até, emoções e todo o conhecimento humano que é possível ser arquivado e acionado em seres humanos.
Esses experimentos convergem com o que sabemos sobres efeitos de amnésia, lesões cerebrais, doenças neurodegenerativas, que são alterações em circuitos específicos que podem prejudicar determinada formas de memórias de maneiras previsíveis e repetitivas por toda nossa espécie de macacos bípedes com alopecia corporal.
Então é FATO!
A memória está sim armazenada no cérebro?
Sim!
E
Não!
Há experimentos que desafiam a tese de que a memória está armazenada no cérebro exclusivamente.
Vejamos algumas delas:
1.o grande cientista de nossos tempos,, Michael Levin, e sua equipe, em seus estudos com planarias, educaram as planarias com um paradigma de aprendizado bem esperto.
Depois cortavam a cabeça das plenárias. E ao regenerar a cabeça, sim, em certos pontos as planarias são mais evoluídas do que você e eu, leitor que agora me lê! E após cortarem as cabeças, as planarias criarem novas cabeças, houve retenção do aprendizado anterior.
Ou seja, não é na cabeça que as planárias guardavam a informação apreendida. E onde que a planária guardou a informação aprendida em seu ser, seu corpo, durante o processo radical de regeneração corporal?
O experimento não demonstra que nossas memórias não estão no cérebro, mas sugere que há possibilidade de memórias existirem não só no cérebro.
2.
o sádico, sim, para certos experimentos você tem que ser um filho da puta sádico, o sádico Karl Lashley realizou experimentos em animais, causando lesões cerebrais nos animais e verificou que era impossível localizar no córtex dos animais um único ponto cuja destruição eliminasse memórias complexas de forma simples e universal a todos animais.
Demonstra não que a memória esteja fora do cérebro, mas possa estar distribuída pelo cérebro e que ao danificar certas áreas, essa memória é movida, já que o cérebro é um órgão de extrema plasticidade.
2.
Há pesquisas que demonstraram também que as recordações são muitas vezes reconstruídas, via associação e integração de informações presentes, ou seja, pode ser que se guarde uma versão compactada da informação da experiência vivida e ao se relembrar, via essa versão compactada, se recria os detalhes, e isso pode varia com a qualidade do tecido cerebral com o tempo.
Isso coloca em xeque a visão de que a memória humana é gravada intacta como se fosse em uma fita magnética, em um arquivo digital, nas analogias que fazemos de que o cérebro é como um computador.
Lembrando que isso também demonstra que o cérebro é enquanto órgão hardware e software de si mesmo, o que o coloca em outra classe de objetos bem distante dos computadores que temos hoje.
Ou seja, a relação de memórias e cérebro é ainda um campo aberto.
A única certeza que temos é que tudo o que sabemos hoje cria desafios extremamente densos para o modelo de simulação cerebral do transhumanismo do Ray Kurzweil.
E, para piorar há o modelo taoísta de que a mente é um diálogo dos neurônios do intestino com os neurônios do coração com os neurônios do cérebro via o nervo vago.
há evidências experimentais sérias de que há uma comunicação neuronal entre órgãos periféricos e o cérebro pelo nervo vago.
O nervo vago é um nervo… vago, misto, contem fibras sensoriais que levam informações dos órgãos ao sistema nervoso central e fibras motoras que transportam comando do cérebro parados órgãos.
Em 2018, um trabalho foi publicado na Science em que se demonstrou que há um circuito neural intestino-cérebro que toma decisões em relação a detecção d nutrientes.
Ou seja, há uma comunicação direta ali.
O coração, a mesma coisa, tem comunicação bidirecional com o cérebro.
Logo, o cérebro náo é uma central de decisão isolada, centralizada. O cérebro dialoga com o corpo e integra informações vindas d outros órgãos constantemente.
O que sabemos então nos leva a questionar certezas populares de que a mente é e está no cérebro, pois sabemos hoje que o cérebro náo funciona sozinho, que outros tecidos participam das decisões, e talvez, como levanta Michael Levin em seus estudos de bioeletricidade, talvez outros tecidos participam do processo de decisão inteligente do corpo que forma o ser integral que cria a noção de “eu sou”.
Com o que sabemos, sabemos que não, a memória humana náo funciona como a memória em um computador, então isso por si só já cria sérios problemas para o modelo de download d consciência do Ray Kurzweil e sua religião tecnológica, o transhumanismo… e o que precisamos investigar mais?
Os próximos passos é descobrir se a memória biológica depende de mecanismos distribuídos entre os circuitos neurais e estados bioelétricos corporais ou até só os sistemas bioelétricos.
Os trabalhos e autores citados:
Scoville, W. B.; Milner, B. (1957).
“Loss of recent memory after bilateral hippocampal lesions.” Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry.
Liu, X. et al. (2012).
“Optogenetic stimulation of a hippocampal engram activates fear memory recall.”
Ramirez, S. et al. (2013).
“Creating a false memory in the hippocampus.”
“An automated training paradigm reveals long-term memory in planarians and its persistence through head regeneration.”
Kaelberer, M. M. et al. (2018).
“A gut-brain neural circuit for nutrient sensory transduction.”
Bonaz, B.; Bazin, T.; Pellissier, S. (2018).
“The Vagus Nerve at the Interface of the Microbiota-Gut-Brain Axis.”
Hoffman, D. D.; Singh, M.; Prakash, C. (2015). “The Interface Theory of Perception.”
AH!!!!
lembrando que há os estranhos estudos que demonstram que transplante de coração pode criar alterações de comportamento do receptor do órgão, que acaba, sem saber, incorporando hábitos do doador do órgão.
Alguns trabalhos sugerem que a mudança ocorre devido ao trauma de cirurgia, encontro com a percepção da morte, etc, Já o estudo d 2000, d Pearsall, Schwartz e Russek demonstram que há indícios em certos casos para se argumentar memória celular do coração sendo integrado ao novo usuário do órgão… assim como o tema total de memória ficar no cérebro, é também um tema inconclusivo… mas vale ser lembrado.
Entáo até que ponto não há algum padrão de memória que é gravado também no coração?
Pearsall, Schwartz e Russek — 2000
Changes in heart transplant recipients that may be related to the donor heart.
Journal of Near-Death Studies.
Bunzel e colaboradores — 1992
Does changing the heart mean changing personality? A retrospective inquiry on 47 heart transplant patients.
Claire Sylvia e William Novak — 1997
A Change of Heart: A Memoir.
Esse tema d memórias em corações virou até tema d um bom filme do Clint Eastwood!
The Christian said,
"I'm going to hell."
Well...
I know it very well.
The Christian said,
"The Jew goes to hell."
Well,
that rings a bell.
The Christian said,
"All the Muslims in the world
are devils from hell."
"Even the children?" I ask.
"There are no Muslim children, my friend,"
the Christian said.
"All Muslim children
are gnomes from hell."
I ask, "Why am I going to hell?"
The Christian says I failed in life:
"You don't believe in Christ!"
Well, now I ask,
"What about the cow?"
"The cow is Indian,"
said the Christian,
"The cow goes to hell."
"What about the gazelle?"
"Hell!"
"What about the whale?"
"Hell!"
And then I asked what matters most:
"Dear Christian, where do the pretty pussies go?"
"Hell!
In hell, they are the host!"
"Are you sure?" I asked.
"I'm sure," he said.
So fuck it,
So fuck it!
there is no cure,
not for me.
I'll go to hell, indeed.
I love pretty pussies
and just like John McAfee,
I’ll fuck a whale named Susie!
Vejam esse filme!
Aqui vou tentar explicar pq ele é essencial:
O BRASIL E O BRASILEIRO E O MUNDO… TODO MUNDO ESTÁ FODIDO ATÉ SEGUNDA ORDEM.
A melhor forma de se entender o mundo hoje é ver e rever e ver de novo e plantar bananeira e ver mais uma vez ao documentário do Adam Curtis, Hipernormalização (2016). Diria que dois dos maiores filmes do século 21 são dele. O Hipernormalização (2016) e o Traumazone (2024).
A hipernormalização é um túnel de realidade de interpretação histórica, logo política e econômica, do fenômeno social que é existir em um mundo onde a percepção darealidade não é mais sussurrada, mas gritada por mídias eletrônicas
Curtis nos apresenta de modo bem documentado de que quando a realidade do corpo social se torna extremamente complexa, isto é, quando a interação dos sistemas políticos, econômicos e administrativos se tornam complexos, contraditórios e totalmente com viés utilitarista para sua auto-manutenção ao ponto de os indivíduos não mais acreditarem que tem algum valor dentro deles a não ser servir e obedecer ao sistema, correndo o risco de caminharem ao estresse profundo de obliteração total de sentido de existência no mundo, é quando os governantes e as instituições que, como seres vivos sem corpos se utilizam dos governantes para administrar versões simplificadas da realidade. Essas versões não precisam funcionar perfeitamente, são mitos locais, tribais, de bolhas midiáticas online. Não precisam ser funcionais, resolver problemas do mundo real, mundo físico, meatspace, basta essas realidades simplificadas serem tratadas como se fossem a única realidade possível. Isso acalma o gado, o povo, os autômatos biológicos, os macacos bípedes com alopecia corporal, entende?, você, leitor, você.
As pessoas percebem as contradições, mas estão eunucas de poder social, via essa atomização, separação, essa ausência de tato, contato, e assim mesmo sabendo que há algo errado e incapazes de imaginarem uma saída fora do sistema que as consoe, elas aceitam tudo como é, filtram o contraditório via sua versão simplificada de realidade, seja à esquerda ou à direita, pois o sistema é inevitável, as pessoas são descartáveis e ao menos há a religião, esse ópio que promete um lugar melhor amanhã. Há a religião idealista, como o Cristianismo, Islamismo e há as religiões com foco mais aqui no mundo material como o Judaísmo, que quer realizar a utopia, para os judeus aqui, o Marxismo, quer quer realizar a utopia no futuro vindouro e o transhumanismo, que quer realizar a utopia via simetrizarão do ato de existir. As promessas de amanhã melhor tornam o presente menos pior.
Isso é mundial.
Há uma hipernormalização ocorrendo em todo o planeta devido à complexidade que a manutenção da civilização atingiu.
Entendendo esse cenário, como fica hoje o Brasil?
Outubro de 2026, mais uma vez o circo eleitoral que ocorre a cada dois anos, pessoas acreditando que um espectro político tem as respostas simplificadas para corrigir o rumo do país. Gado à esquerda. Gado à direita. Você está onde? No meio também há gado.
A política virou espetáculo permanente.
Crises, escândalos, provocações ideológicas, memes pra lá, memes pra cá, indignação com seletividade moral (o meu bandido é menos bandido que o seu bandido), tudo em um circo no cyberspace competindo por atencão via a hipnose do scroll infinito e criando uma eterna polarização, a qual permite melhor controle do gado. Você? O que importa é quem vence a narrativa do dia, é ele que irá solucionar os problemas, só que não… mas tudo bem, amanhã há nova competição e um novo vencedor. A esperança alimenta e o sistema segue como é. Os que vivem de ilusão e os que vivem de poder, todos ganham.
2. A sensação de participação substitui a capacidade de agir.
Compartilhar uma denúncia no seu feed ou atacar um adversário produz uma sensação legítima de participação dopamínica. Mas, sem organização, projeto, vínculos locais e capacidade de decisão, essa energia irá evaporar assim que o assunto sair do feed. Tudo que é sólido desmancha no ar?
3. Problemas materiais são convertidos em disputas de narrativa.
Questões como saneamento básico, saúde popular, empregos dignos, educação justa para todos, moradia de qualidade mínima suficiente para dignidade humana não tem mais valor real, são apenas temas a serem discutidos no cyberspace sobretudo como armas contra os adversários de sua explicação simplificada da realidade. Abandona-se real uso de razão, não se pensa mais em diagnósticos, experimentação social, auditoria séria de orçamento e prestação de contas dos agentes sociais, sejam eles públicos ou privados.
4. A Imaginação coletiva e individual ficam limitadas às alternativas já conhecidas.
A população é levada a pensar que há apenas duas opções SEMPRE!, dois campos, duas lideranças possíveis. Idéias como autonomia comunitária, cooperativismo, mutualismo mercantil, economia circular, confiança, participação política local e capacidade de organização local, regional, nacional, tudo isso não tem força, pois exigem quebrar dicotomias de nós contra eles e de se pensar complexidades que exigem decisões que vão além de “só esquerda salva” ou “só direita salva”.
Isso tem ocorrido no Brasil há tempos, mas principalmente desde o momento mágico de 2007 quando iniciou-se a era das redes sociais atuais, Facebook, Twitter e seus derivados e o onipresente e onisciente telefone esperto, vulgo smartphone.
Se duvida, pergunte-se, o quanto da energia política que circula pelas redes sociais no Brasil se transforma em capacidade real de modificar a vida das pessoas?
Acredito que quase nenhuma.
Por outro lado, o quanto da energia que circula pelas redes sociais serve para dar ilusão de mudança e ao mesmo tempo leva a eleger imbecis, influencers, políticos corruptos a cada dois anos com a promessa de que a visão simplificada, tosca mesmo, de cada um deles irá resolver toda a complexidade que um país continental tem em um novo mundo em formação?
Quando há mobilização popular nas ruas, ela é estéril, pois serve apenas para ratificar quantidade de indivíduos servindo a alguma pauta digital anterior. Sem nunca ter como base ou objetivo final uma transformação concreta, mudança estrutural real e realização de ações que resolvam os problemas que alimentam o mundo de memética aplicada nos feeds de scroll infinito das redes sociais.
E some a isso a ausência de soberania nacional.
Quem comanda essa visão coletiva de bolhas contra bolhas e suas tribalizações e simplificações do real?
Em conspiração as pessoas também tendem a simplificar e dizer que há um poder central sempre.
Mas náo, ninguém comanda tudo sozinho, mas algumas organizações controlam partes extraordinariamente importantes da infraestrutura digital de visibilidade informacional que molda a percepção do real.
Há o poder sobre a infraestrutura.
Empresas como Meta, Alphabet, Amazon, X.com, etc, controlam aspectos fundamentais das plataformas que operam no Brasil. Definem as regras, sistemas de anúncios, mecanismos de recomendações, moderação e acesso aos dados disponíveis para análise e auditoria.
Seria inocente pensar que essas empresas não irão colocar em primeiro lugar seu objetivo maior: lucro. Em segundo lugar colocam os interesses dos países em que tem sua sede, no caso, todas tem sede nos EUA.
Junte a isso o poder de compra de visibilidade.
Campanhas politicas, organizações sociais, empresas, e outros anunciantes podem pagar para distribuir mensagens a públicos selecionados, sujeitos às regras de cada uma dessas empresas. Dinheiro, estratégia criativa e capacidade técnica é o que irá definir quem consegue aparecer e com que frequência. Mas tem ficado claro que quando quem paga o anúncio tem interesses contrários às empresas e seu país sede, a democracia mercantil não será respeitada.
Dai entra o poder de circulação social. Sabendo que as empresas censuram, limitam, a partir de seus interesses o fluxo de informação, Influencers, comunidades, grupos de mensagem, assuntos que irão ganhar força e serem distribuídos pelas bolhas, tudo isso tem como limite não ir contra os interesses das empresas e do país sede destas.
Assim, governo, partidos políticos, lideranças sindicais, não governamentais, locais, mesmo as orgânicas, pequenas, não tem soberania nenhuma se tiverem posições e interesses contrários ao objetivo de lucro das empresas, no caso, big tech, e dos interesses do país sede destas empresas.
O resultado é uma distribuição assimétrica de poder no micro e no macro um sinergia dos interesses diversos das empresas ao de seu país sede, os EUA, no caso.
Assim controla-se as condições de visibilidade de uma população inteira. E com isso se induz a consciência de toda uma população.
É assim que funciona a hipernormalização na política brasileira hoje.
E não só no Brasil, no mundo todo.
O escritor de gibis e romancista Alan Moore dizia que no futuro se votaria e qual gatinho é mais bonitinho para governar um país… Já estamos nesse estágio?
além dos estudos d tecladinhos, vou postar meu rock caseiro odinista lá no seutubo tb...
To be a good man
To be a good man
You must descend to hell
The devil knows you too well
God is blind
Lives in his shell
In his silver kingdom
With his personnel
Take this stairwell
Hell is a step away
To be a good man
You must first descend to hell
To be a good man
You must first descend to hell
Face your shadow
Stick the arrow
Arrow of truth
In your heart, let the light burn
The devil is God
God is the devil
It’s you who split all there is
Into heaven and hell
The kingdom is within
Below the skin
Shine your twin
To be a good man
You must first descend to hell
To be a good man
You must first descend to hell
Kill the devil inside your mind
He has signed into your sex
Kill the devil inside your mind
In your heart he’s like your ex
Find God
Tear his eyes out
He’s a fool
He’s the one
That created you
God is the devil
The devil is God
The truth lies within you

ArtCraft
EffectCraft: Motion graphics and visual effects, in pure Rust.
Open-source motion graphics and visual effects, built in pure Rust.
SOMOS TODOS ESCRAVOS DA LINGUAGEM, DAS LINGUAGENS, E MORREMOS DEFENDENDO AS CRENÇAS QUE NOS POSSUEM...
(é foda, mas tá todo mundo louco mesmo, vivendo o símbolo e esquecendo do real, que não é o definido nem pelo materialismo nem pelo idealismo... o real é outra coisa, além da linguagem, essa prisão que estou usando para tornar a própria prisão consciente para quem me lê)
de tempos em tempos eu sempre volto pra esse corte de vídeo q postei do grande artista autista, Peter Greenaway.
Pq?
pq no fundo é isso aqui também:
realizar e viver disso é a coisa mais difícil.
chi kung ajuda e muito pq treina o ato d imaginar e ensina o corpo e mente a relaxar e se sentir bem.
mas é isso, vivemos num sonho!
vamos deixar elites, gente pequena pobre de alma definir oq sentimos e sonhamos?
podemos criar o Brasil mais lindo do mundo, mas começa conosco, dentro de nós, de curarmos nossas dores, nos tornarmos a gentileza manifesta que Jesus, Buda, Lao Tzu, e tantos outros ensinaram... o mundo é reflexo, eco do que somos e sentimos... nossos pequenos mundos aqui, ai e o planeta todo enquanto soma de todos nós e nossos sentir e sonhar, desejar.
isso é algo que se eu falar em publico vou apanhar d materialistas, idealistas, ateus cientificistas, religiosos.. mas é oq realmente, por experiencias boas e ruins, parece ser oq esse sonho longo, chamado vida, Ramana Maharshi q chama a vida de "sonho longo”.
SOBRE ELEIÇÃO:
amigo me contou que ficou sabendo de crentes, pastores evangélicos que conhecem de alta magia e ficaram conjurando quase 48 horas ininterruptas.
sim, pastores d um lado, candomble do outro e por ai vai... mas é como nevile godard diz, náo é desejar, conjurar, é SENTIR o prazer d já estar realizado dentro d si... essa é a magia mais poderosa... esses putos estÃo doando energia via medo, ansiedade, raiva, etc pra seres q movem pauzinhos em troca do alimento.
O Cristianismo se perdeu, o que há ai é um simulacro do que Jesus Cristo era antes de destruirem todas seitas agnósticas de tudo que é tipo e se fundar, pós retaliação ao Marcião, a narrativa que hoje tomom como a “real”
E assim esquecem que sua imagem maior, Cristo…
Cristo é amor
Cristo é perdoar
Cristo é doar-se
Cristo é ajudar sem julgar
Cristo é se tornar humilde e gentil nos gestos e falas (olhou pecou, lingua mata, se pedirem um passo, de trocentos passos, etc, etc)
pq o Brasil está doente.
de Pastores a Padres a Babalorixás é só gente ensinando a odiar, a julgar, a separar, pq no fundo é isso que dá controle tribal sobre idiotas.
e amor não julga, não odeia, não separa.
Amor compreende, e por isso, entende o outro, não julga, ajuda, perdoa, cura.
Meu amigo ainda me disse, “Aí que tá, teve gente que entregou alma, literalmente.”
No que respondo, na ilusão de entrega... a alma é incorruptível.
o que vem da origem, Deus, Dao, Mônada, tchururu cósmico, é incorruptível
as pessoas caem em ilusão de pactos, sacrificios e vão pagar com sofrimento auto-induzido.
Esse meu amigo ainda me disse, “É, o tal YHWH/Saturno/Chronos/Jeová tá mais decrépito e psicopata que nunca.”
E respondi, pq seu molho tá acabando
E meu amigo disse mais, “Um demiurgo que está querendo detonar tudo com seus arcontes”
o cristianismo raiz, onde jesus zoa até os discípulos por serem burros e não o entenderem
onde se fica claro q Jesus é um emissário da luz mais pura q nutre tudo, anterior ao deus dos vulcões da idade de ferro
não há "gnose", não há gnosticismo, é um samba do crioulo doido do jazz cósmico
eram trocentos grupos, todos criando sua fan-fic, sua narrativa d quem foi jesus, oq jesus era, oq jesus queria, etc.
em comum tinham todos meio q exercicios d respiração, atos d caridade, e exercicios q se perderam mas q davam o dom da cura, etc.
depois, qdo se aproximou do império, q começou a se costurar a hist[oria q temos ocmo oficial
porra, antes d santo agostinho os cristãos eram tudo um bando de anarcomunistas doidões!
diziam q os ricos tinham q compartilhar com os pobres! :D :D
dai pros ricos do império entrarem no jogo sem ter q doar veio uns antes e santo agostinho fechou a eristica de que, não, esse mundo é sujo, aqui nunca havera igualdade e comunhão total... só tem como mitigar a pobreza e dar uns troco, caridade pros pobres sofrerem menos... o paraiso é só depois d morto.
dai os ricos ficaram mais a vontade pra entrar na nova religião do império, q por sinal, mesclou-se com o sol invicto tb.
Jesus, tudo indica quando você sai da hipnose dessa narrativa, dessa fan-fic oficial, era d um radicalismo sem igual
é foda, tudo q temos como real são ficções q usaram pra nos programar... igual nos vikings, tudo q temos foi reescrito por monges cristãos, pouco se sabe da dinamica dos aesir e vanir, e até as inferencias arqueológicas passam por compara-las aos escritos dos monges q "documentaram" a crença pagã viking, etc.
No final, todos, até percebermos, somos seres presos, hipnotizados pela linguagem, limitados pela linguagem, filtrados pela linguagem… lembrando que até o DNA é, de certo modo linguagem, a matemática, não é ciência, é linguagem… vivemos e morremos realizando profecias de linguagens, sendo usados por pessoas, seres, nas sombras que sabem disso e usam isso para nos sugar e se manterem bem melhor.
Para se mudar um sonho é preciso primeiro aprender a ter sonhos lúcidos.
observar a linguagem em cada um de nós é, talvez, o primeiro grande passo…
CUECA & CALCINHA
Cueca & Calcinha
Sou do contra
Faço merda
Transformo ouro
Ouro em merda
Sou o louco
Tenho pouco
Meu ouro virou merda
Tudo nessa porra é calculado
Pra manter todos na cola
esse grude caótico
Um canto hipnótico
O covarde confortável
No quentinho de sua gaiola
Se te consola
É um Controle despótico
Que ao mundo assola
Todos nós aprendendo a ser
periquito
borboleta
domesticado
Amado
Zé buceta
Saca só a treta
Manuseio de talheres
Prenda-se firme na etiqueta
Seja certinho
Bonitinho
Não invente
Vá à igreja
Ao trabalho
Sorridente
Se contente
Use a cueca e a calcinha direitinho
debaixo da calça
Não se atreva
Tenha voce piroca ou perereca
Não coloque sua cueca ou a calcinha
Gostozinha de rendinha delicinha safadinha
Por cima da calça
Seja como todos
Sonhe-se o que não se realiza
Seja como todos
Sonhe-se o que não se realiza
Seja como todos
E segue a vida…
Nossas máquinas são gentis
Silício para imbecis
Em febre mercantil
Obliterando os hostis
Sem desejos inversos
Quando criança Se sabia
Que o mundo é pra se brincar
Viver
Morrer
Tanto faz
É a mesma coisa
O segredo está
Em saber usar
Cueca
Calcinha
Sobre as calças
A etiqueta rasgar
Alucinar
Estar sem estar
Ser sem ser
Sair de si e rir
De tudo
De todos
Seja o vírus
Cueca sobre a calça
Quebrando a sanidade
Dessa civilidade
que a poucos serve
Use a cueca sobre as calças
E mude tudo
Use a cueca sobre as calças
E mude tudo
Use a cueca sobre as calças
E mude o mundo
Em nome de Deus
Invada a igreja
Fique pelado
Em nome de Deus
Invada a igreja
Fique pelado
No púlpito da igreja
Lamba a hóstia
Engravide o mundo
Engravide o mundo
Engravide o mundo
Engravide o mundo
Sem Amor, Dor...
Sem amor,
Sem aquele estupor,
A vida perdeu todo o sabor.
Vazio de você,
Sem poder te sorver
Cansado de mim,
Quero seu mel
As cores se apagam no céu
Num transe sem fim.
O mel é fel
O fel é mel
Os sentimentos ditam constelações
Aqui dentro em mil direções
E a bússola insana
Sem norte se engana
O mel é fel
O fel é mel
Depende de onde
De quando
De quem
Com quem
Sozinho, sem ninguém?
Alguém?
Viver, meu bem…
É maldição!
Sim!
O
Mal
Diz,
Ação!
Morrer não traz
Não traz perdão!
O
Mal
Diz,
Ação!
Tudo que é
O é
Só por ser
Na real, é um cego viver
Tudo sem solução
Estar aqui...
Ontem, hoje ou amanhã,
Nada mais me traz paz:
Tanto faz.
Vazio de você,
Cansado do que sobrou.
Se fico ou se me vou,
Sua ausência me define
O que me define me oprime
E dita o que sou:
Arrependimento,
Tormento e dor,
Afinal, estúpido o ser
Que cai na farsa do amor
The Actual Plan for The Matrix - Incommensurability, Harmonic Resonance,
and The Religion of Technology
isso q é legal do NOSTR, o primal.net não tá deixando eu postar nem foto, nem video, nem audio, nem link, algum tilt esquisito... então fui pro nostrich.org e tudo OK.
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essa liberdade tem q ser normalizada, oq escrevo, penso, compartilho é MEU e não do APP, da plataforma... a beleza de PROTOCOLOS é essa., oq é SEU é SEU!
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