Uma ajudinha pessoal, não entendo quase nada do NOSTR.
Estou suando o Wisp no celular, lá tenho duas contas. Mandei uma mensagem de uma conta para a outra. A mensagem chegou e consegui responder. Tudo beleza.
Mas abrindo pelo Iris no computador não vejo nenhuma mensagem. A mesma coisa pelo Primal, inclusive abria agora depois de muito tempo, estou usando só o Wisp, e tinha muita mensagem lá que eu nem sabia.
Como eu posso unificar as mensagem? Dá impressão que são contas diferentes mas todas usam a mesma nsec.
Que coisa. Estou me sentindo tão desprezado.
Estamos em ano eleitoral e até agora niguem me denunciou no Instagram.
Não derrubaram nenhuma postagem, não me bloquearam por qualquer coisa.
Que triste.
Um lance que tinha pensado esses dias para esconder as nossas valiosas palavrinhas (seed). Um bom lugar é onde todos podem ver mas não entender. Então pensei em montar um texto com as palavras. Aqui para exemplo cada uma está na decima posição. Voce pode suar outra posição, posição incremental o padrão que voce consiga lembrar. E pedi em maiúscula para exemplificar e entenderem a ideia. E depois do texto montado pode pedir para a IA gerar mais texto antes do que acabou de escrever e depois para ficar mais difícil de saber em qual pagina estão as palavras. Há e pode pedir um assunto para o texto que fica melhor
Exemplo:
Escreva uma narrativa contínua e imersiva sobre qualquer assunto.
Regra de Estrutura Rígida:
O texto deve ser um parágrafo único, sem quebras de linha entre os blocos.
O texto deve seguir estritamente a contagem de palavras: a cada 10 palavras, a 10ª palavra deve ser obrigatoriamente uma da lista abaixo, escrita em MAIÚSCULAS.
As 9 palavras que antecedem cada palavra da lista devem dar continuidade direta à frase anterior, mantendo a coesão de uma história longa e fluida.
Não use hífens ou numerais.
Lista de Palavras (na ordem):
outono jarro hospedar luva malote cafezal regalia arame tracejar neblina materno colher
Lembrando cada decima palavra deve ser da lista.
Resultado:
Em uma cidade silenciosa onde o tempo parecia dobrar OUTONO um viajante caminhava sem destino guiado apenas por ecos JARRO que surgiam nas paredes antigas contando histórias esquecidas de HOSPEDAR sonhos em quartos vazios enquanto sombras dançavam sobre a LUVA que ele carregava como lembrança de alguém que partira MALOTE cheio de cartas nunca enviadas que descreviam um distante CAFEZAL onde promessas eram plantadas como sementes frágeis esperando pela REGALIA de um retorno impossível enquanto o vento sussurrava através ARAME farpado memórias que insistiam em permanecer vivas e difíceis TRACEJAR no céu cinzento que lentamente se dissolvia em fria NEBLINA envolvendo cada passo dele como um abraço antigo quase MATERNO até que encontrou uma porta aberta e decidiu COLHER destinos