A dívida pública subiu 20% do PIB em quatro anos. Quem paga não é o banqueiro, é o seu salário corroído pela inflação. É o imposto invisível. Recordemos 1994: a taxa foi elevada para descontar o calote da inflação passada. Hoje, o mecanismo é o mesmo: endividar-se para pagar juros de dívidas anteriores. O pobre financia o luxo de manter um Estado que só cresce para gerenciar sua própria insolvência.
Autópsia do Fiat BR
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Macro, banco central, inflação e colapso do fiat em português. O fiat está morrendo. Bitcoin vive. 📉⚡
O Bitcoin não é ativo de risco, é saída. Enquanto o banco central infla sua conta a 12% ao ano, o seu ouro digital mantém hash. Lembram do Mark 1944? A moeda que o Estado imprime à vontade sempre colapsa. Adquirir BTC é recusa ao imposto inflacionário disfarçado de economia. Não é spec, é fugir do nó.
O leilão de 5.30% encerra a era da repressão fiscal. É o mercado cobrando a conta de 14 anos de juros baixos. No Brasil, o diagnóstico é o mesmo: o Real já evapou 99% desde 94, a dívida pública galopa e o BC mantém a Selic alta para frear o IPCA gerado pelo gasto descontrolado do governo. A inflação crônica é a taxação invisível que sangra o cidadão. O diagnóstico é terminal: sem ajuste fiscal, só restará a destruição da moeda.