image Agora vamos a números: Esta lista apenas inclui pessoas que ADQUIRIRAM a nacionalidade, porque aproveitaram de uma lei da nacionalidade absurda, muitos deles sem saberem falar uma única palavra de português. A meu ver, o acesso a um passaporte deveria ser algo muito restritivo e isto não tem nada a haver com racismos. Se querem vir trabalhar para Portugal, não necessita de um passaporte português, basta de um título de residência. Só que a esquerda tornou o passaporte como um título resistência, facilmente acessível, como se fosse um objecto num pasteleira de um supermercado. Foi um tremendo erro, que é impossível de corrigir. Isto até é injusto até para os próprios estrangeiros, aqueles que vivem há décadas em Portugal, adaptaram à cultura, integraram-se na sociedade mas necessitaram um longo processo para conseguir a nacionalidade. Enquanto os novos estrangeiros adquiriram facilmente. É claro que o número de estrangeiros é muito superior, o número de ilegais deve ainda ser muito grande. No caso dos cidadãos dos industão (Índia, Nepal, Bangladeche,Paquistão), eu não acredito que seja apenas 210000, o valor deve ser bem mais elevado. Estes números também não incluem, aqueles que tem passaporte português por descendência. Será que faz sentido considerar alguém português, quando não tem nenhum caraterística cultural com o país. Só porque é neto ou bisneto de português? Acho que não.