É uma tentação querer ser um pastor intelectualmente respeitado pela mídia portuguesa. No passado, isso atraiu jovens para a igreja mais por uma ênfase intelectual do que pelo evangelho. Alguns acabaram voltando para o catolicismo. O pastor que busca o reconhecimento público atrairá pessoas não pelo evangelho que prega, mas pela aprovação que suscita na cultura. No passado, eu me afastava dos evangélicos considerados menos respeitados; queria ser um evangélico intelectualmente esclarecido. Depois compreendi que isso era vaidade. Hoje olho para essa diversidade louca do movimento evangélico não como um problema a ser resolvido, mas como uma virtude.