🛑Alerta de textão, lê se quiser🛑 Tem como me rotular de anarquista no sentido mais genérico da palavra, porque não sigo ideologia nenhuma e não me importo com definições de esquerda e direita. Mas antes eu comecei como um simples direitista no período de final da infância pra adolescência, muito disso por ódio ao PT e por causa do Nando Moura. Eu era uma tábua rasa. Eu tinha me tornado fascista no meio da adolescência até início da vida adulta depois que eu conheci o podcast do MeNeFrego e do Bases Viriato, eu também tinha me frustrado com o Bolsonaro, o que me afastou totalmente do meio liberal-conservador. Como nunca teve youtuber fascista conhecido no Brasil (e até o twitter não permitia perfis fascistas), eu me obriguei a ler livros pra entender mais sobre o fascismo. Indo pra vida adulta, ler virou um habito. (hoje o menefrego e o viriato sumiram do mapa) Eu não lembro onde conheci o NOSTR, mas foi num tempo onde o sistema corrupto já demonstrava interesse em perseguir dissidentes ativamente, isso começou com a pandemia (eu cheguei aqui um pouco depois da pandemia). Mesmo como fascista eu tratei o pessoal daqui com respeito, sempre foi da minha natureza, quando eu sentia que tava pra nascer uma treta eu vazia de tudo pra enterrar isso. -> Eu abandonei o fascismo porque conheci mais sobre o Rene Guenon (um escritor perenialista e crítico ao nacionalismo pós revolução francesa e a concepção de estado nação, o que inclui o fascismo). -> O pessoal daqui me convenceu que imposto é roubo (não importa qual seja a governança). -> Eu também conheci o linux e os projetos opensource (a linha de frente contra qualquer autoritarismo e o futuro glorioso da tecnologia descentralizada). -> E, por fim, eu me apronfundei no conhecimento taoista, que segue princípios que vão contra qualquer visão autoritária, revolucionária ou belicista como é o fascismo.