Olhei essa imagem e imaginei esse diálogo, acho que o filho sentiria orgulho: — Papai, o que o senhor fez hoje? ​— Hoje eu tirei o sustento de uma família, meu filho. ​— Mas, pai, isso não é coisa de criminoso? ​— Eu trabalho para um deles, quer dizer, eu trabalho para uma instituição que faz as leis e por isso ele pode determinar o que é e o que não é crime. Chama-se "Estado". Mas veja bem: ele sempre muda os nomes das palavras, embora cometa as mesmas ações. Ele tira dinheiro de você sob ameaça e, se você não pagar, pode até te matar, isso se chama "imposto" ou, como tentam gourmetizar hoje em dia, "contribuição". E não é só isso. Quando confiscamos mercadorias de trabalhadores, chamamos isso de "segurança pública". Afinal, supõe-se que o produto deles não tenha controle de qualidade, por isso "roubamos"... quer dizer, roubamos não: "apreendemos", "confiscamos". ​— Que legal, papai! Então é só mudar o nome para a ação mudar também? Por exemplo, se um estuprador mudar o nome do estupro para "amor sem justa causa", ele pode fazer? ​— Se for um indivíduo comum, não. Se for o Estado, sim. Afinal, temos a Mega-Sena, que é basicamente um jogo de azar (do tipo que é proibido para nós), temos o INSS, que funciona como um esquema de pirâmide, e por aí vai. ​— Nossa, papai, aprendi tanto hoje! O Estado comete atos que, se fossem praticados por indivíduos, seriam crimes. Mas, como é o Estado quem dita as leis, ele pode simplesmente mudar as palavras e cometer as mesmas ações. Quando eu crescer, vou roubar o país inteiro, colocar meus amigos no STF e virar presidente. ​— E eu prestarei continência para você, mesmo quando você beneficiar os criminosos que nos matam. Afinal, eu já não sirvo para quase nada além de prender quem deve pensão alimentícia e apreender produtos de trabalhadores honestos.

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Infelizmente, a maioria concorda com tudo isso. Mesmo que externalizem o contrário, no final do dia, acham isso belo. É da natureza humana ser escravo. Por isso somos chamados a lutar contra a própria natureza corrupta por meio dos méritos de Cristo, segundo a influência divina direta do Santo Espírito. Eis essa a vontade de Deus Pai. View quoted note →
Esses policiais são um bando de miseráveis, espero que um dia eles peguem por todos os crimes de fato que cometeram.