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O nivel de servidão voluntaria do bostileiro médio é assustador, logo mais vai ter facial pra entrar em centro comercial, ou como dizem os mais idiotas "shopping center".
Dos fundadores americanos, Alexander Hamilton era um monarquista. Da mesma forma, o governador da Pensilvânia, Robert Morris, nutria fortes inclinações monárquicas. George Washington manifestou a sua profunda aversão à democracia em uma carta de 30 de setembro de 1798 a James McHenry. John Adams estava convencido de que toda sociedade gera aristocratas tão inevitavelmente quanto um milharal gera alguns milhos de espigas grandes e alguns milhos de espigas pequenas. Em uma carta a John Taylor, ele enfatizou, como Platão e Aristóteles, que a democracia, em última análise, evolui para o despotismo; e, em uma carta a Jefferson, ele declarou que “a democracia invejará todos, lutará contra todos, esforçar-se-á para destruir a todos; quando, por acaso, acontecer que se torne suprema por um curto período de tempo, ela será vingativa, sangrenta e cruel”. James Madison, em uma carta a Jared Parks, queixou-se da dificuldade “de proteger os direitos de propriedade contra o espírito da democracia”. E até mesmo Thomas Jefferson – que, provavelmente, é o mais “democrático” dos Fundadores – confessou em uma carta a John Adams que ele considerava A aristocracia natural (...) como a bênção mais preciosa da natureza para a instrução, a confiança e o governo da sociedade. E, na verdade, teria sido incoerente que a criação tivesse concebido os homens para a vida em sociedade e não tivesse lhes dado força e sabedoria suficientes para gerir os assuntos da sociedade. Talvez possamos até mesmo dizer que esta forma de governo é a melhor, pois promove da maneira mais eficaz uma genuína seleção de aristocratas naturais para os cargos governamentais? Para caracterizar, assim, a atitude geral dos fundadores, a declaração mais apropriada é a de John Randolph de Roanoke: “Eu sou um aristocrata: eu amo a liberdade; eu odeio a igualdade.” View quoted note →
As pessoas buscam distorcer argumentos e inventar mentiras em debates principalmente por falácias lógicas, como a falácia do espantalho, que consiste em criar uma versão exagerada ou falsa da posição do oponente para torná-la mais fácil de atacar. Além disso, mecanismos psicológicos como a necessidade de validação, insegurança, baixa autoestima ou a proteção da autoimagem levam os indivíduos a convencerem a si mesmos de que suas ações são éticas ou superiores. No âmbito político e social, a mentira é frequentemente usada como uma estratégia de persuasão para manipular emoções, explorar medos e simplificar problemas complexos, ganhando legitimidade apenas ao ser discutida. Em casos mais graves, condições como a mitomania ou o narcisismo podem fazer com que a pessoa minta compulsivamente para se sentir poderosa ou admirada, chegando a acreditar nas próprias falsidades para preservar sua moralidade percebida. Os principais motivos incluem: Desonestidade intelectual: Distorcer o argumento alheio (espantalho) para vencer a discussão sem engajar na lógica real. Proteção do ego: Criar narrativas para manter uma imagem positiva de si mesmo ou evitar admitir erros. Manipulação emocional: Usar mentiras para mobilizar o público através de preconceitos ou medos. Patologias ou traumas: Insegurança profunda, vício em atenção ou transtornos como a mitomania. Viés de confirmação: As pessoas tendem a adotar crenças que alinham com o lado do debate que foram forçadas a defender. View quoted note →
As posições libertárias sobre o conflito de Israel baseiam-se nos seguintes pontos: Rejeição da Agressão Estatal: O libertarianismo condena a guerra como "assassinato em massa" e a violação da autopropriedade de civis inocentes. A única violência justificável é a em legítima defesa contra agressores iniciais. Direito de Autodefesa Limitado: Embora o Estado de Israel tenha o direito de se defender após os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023, esse direito é limitado pelos princípios de necessidade e proporcionalidade. A destruição indiscriminada da população civil de Gaza não é justificada. Obrigação Humanitária: Libertários são obrigados a opor-se a ataques indiscriminados contra civis, independentemente da nacionalidade. Defender ações israelenses que envolvam violência contra civis palestinos é visto como uma violação ética inaceitável dentro da filosofia libertária.
O Instituto Mises publicou um artigo (2024) que aplica a teoria liberal clássica de Mises para analisar a criação e expansão de Israel, concluindo que a existência do Estado israelense, baseada em guerra e conquista, é incompatível com o liberalismo. Segundo essa análise misesiana, o liberalismo exige que o governo dependa do consentimento dos governados e respeite a propriedade privada mesmo em tempos de guerra. O artigo argumenta que a criação de Israel em 1948, envolvendo a expulsão de proprietários árabes e a anexação de terras sem consentimento da maioria, violou esses princípios fundamentais. Para Mises, a paz e a cooperação social são superiores à guerra, e a autodeterminação deve ser exercida por plebiscitos livres, algo que a formação do Estado israelense teria negado aos árabes palestinos.
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