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Mary Connor 4 months ago
Enquanto a gente aconpanha o ATH, vamos à fofoca do dia!😎 Vamos combinar uma coisa, o correto é Brigitto! BrigittO !♂️ View quoted note →
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Mary Connor 4 months ago
"Quando os três poderes de um país estão profundamente comprometidos pela corrupção, as engrenagens institucionais tendem a tornar-se incapazes de gerar mecanismos de depuração. A História mostra que, nestes casos extremos, a saída institucional é improvável porque não restam instâncias com autoridade moral ou funcional para levar a cabo as reformas necessárias; o clientelismo minou a estrutura executiva, legislativa e judiciária. Neste macabro cenário, cada Poder atua para manter privilégios, bloquear investigações e enfraquecer os instrumentos de controle, razão pela qual as pressões populares tendem a ser neutralizadas. Os caminhos históricos que romperam com esta cadeia de declínio são excepcionalíssimos: choques externos como guerras, derrotas militares, invasões ou pressões político-econômicas internacionais, as quais obrigam as elites corrompidas a cederem espaço a mudanças; crises internas paroxísticas, como assassinato de figuras-chave, revoltas populares, conflitos armados entre facções estatais ou golpes de força quer policiais, quer por meio de coalizões civis com amplo apoio popular. É triste. A percepção de que não virá solução de dentro do sistema não precisa levar ao cinismo, mas ajuda a ler realisticamente o jogo de forças em momentos pré-colapso: não se deve crer beociamente em soluções jurídicas ou parlamentares, quando todos os órgãos estão corrompidos; neste cenário, é preciso compreender que reformas verdadeiras podem exigir choques extra-institucionais, os quais nem sempre são pacíficos ou previsíveis. O padrão histórico é duro de contemplar, embora seja melhor ver o tamanho da degradação do que pintá-la em róseas cores. Algo mais ou menos assim: 1. Instituições corruptas bloqueiam reformas. 2. Crise econômica/social agrava a anomia. 3. Violência ou guerra civil abre caminho à facção vencedora ou ao invasor externo. 4. Um novo regime nasce, nestes casos, não por debate jurídico ou político, mas pela força. A crença numa solução puramente institucional quando todas as engrenagens estão podres é, na maioria dos casos, uma esperança ingênua. A tendência é de colapso seguido por força bruta, violência política e reorganização sob novas mãos, porém não por meio de uma reforma pacífica vinda das próprias estruturas corrompidas. Eric Voegelin, ao interpretar Platão, diz que o filósofo reconhece que a Pólis degenerada não admite a entrada de homens excelentes ("spoudaios"), pois a corrupção do conjunto repele ou destrói quem tenta servir ao bem comum. O caminho restante é trabalhar a longo prazo, formar pequenas comunidades de verdadeiros amantes da sabedoria, preservar a ordem da alma e transmitir o Logos para que, talvez, em algum futuro distante, uma nova geração possa fundar ou reformar a política sobre bases melhores. Citando Platão, Voegelin frisa que o filósofo lúcido não deve nutrir esperanças imediatistas de “consertar” o poder, quando as instituições estão corroídas a ponto de estarem todas elas dominadas pela escória humana; deve antes preservar e transmitir princípios (educar, formar, semear), para um tempo em que as condições permitam a restauração. A partir do desencanto político, o filósofo entende que a tarefa primeira é restaurar a ordem da alma, manter vivo o conhecimento do bem e preparar o futuro, pois a ação direta numa ordem degenerada tende a esmagar o homem justo. Portanto, o caminho é formar “pequenos focos de verdade” que resistam ao caos e, quando a história abrir brechas, possam semear uma nova ordem. Certa ou errada, tal visão evita a queda em ingenuidades, dada a sua pressuposição de que uma sociedade que rejeitou princípios superiores dificilmente se regenera com soluções procedimentais. Cabe a quem compreende a gravidade do momento caótico manter vivo o depósito de sabedoria e virtude, mesmo sem impacto político imediato, para que o colapso não destrua a possibilidade de um futuro renascimento. "Fazer o bem possível" é um bom lema para ter em mente, quando a política deixou de ser um meio de garantir o bem comum para tornar-se um fim em si mesma." - Sidney Silveira 01/10/25
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Mary Connor 4 months ago
So now the pope of the fake post-Vatican II Synodal Catholic Church is blessing big ice cubes? Bah...🧊 People just need to understand that this is not the True Catholic Church, so that they won't be shocked by such atrocity. We, true Catholics, who knows the truth are not shocked. Blessed be Our Lord Jesus Christ, forever be praised. Amen 🙏🏻 View quoted note →
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Mary Connor 4 months ago
This is the one of the most diabolical times in human history, and unfortunately the evil people won't stop. Where have we ended up? May God have merci on us🙏🏻 #fakeworld #bigpharma #followthemoney #itsnotaConspiracy #buybtc
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Mary Connor 4 months ago
Wondering if the amazing Nat Brunell and Jack Dorse "DMed" me 🤔🤨 ⚠️ All 3 Fake accounts with only 1-3 Followers !😪 #spam #fakeaccount
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Mary Connor 4 months ago
Bravo!!👏👏👏 Tenho testemunhado coisas incríveis acontecendo aqui no Nostr! *Aguardando desde já o lançamento de um modelo feminino! Também adoramos relógios⌚️ 😊 View quoted note →
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Mary Connor 4 months ago
O Psyop da vez é o Tylenol e o paracetamol.🤡 Será que um dia a grande Verdade sobre o tal vírus/a terapia gênica das 💉💉💉 Cov 19 e seus ingredientes "especiais" como MRna, nanoparticulas lipídicas, grafeno, etc será exposta abertamente em rede mundial, através das autoridades? "Há várias faixas etárias com excessos de óbitos preocupantes em SP. Não só em SP. Vale a pena uma apresentação". Gerson Faria *Gerson Faria: pesquisador e expert em estatística. Junto com médicos e pesquisadores "despertos) nacionais e internacionais, vem trabalhando esses dados desde a fraudemia. *Os dados estão apresentadaos por faixas etárias. Os picos dos gráficos correspondem à maior incidência de óbitos ao longo do tempo.